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  • Série

    Premiação aponta favoritos ao Emmy 2025 com troféus de Melhor Elenco

    7 de setembro de 2025 /

    Vitórias de “O Estúdio”, “Adolescência” e “The Pitt” indicam tendências para as categorias principais no evento de domingo que vem

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  • Série

    Emmy 2025 premia atores convidados de “The Pitt”, “Ruptura”, “O Estúdio” e “Hacks”

    7 de setembro de 2025 /

    Cerimônia em Los Angeles consagrou vitórias em Drama e Comédia e reforçou favoritismos nas categorias principais

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    Emmy 2025: “Ruptura” lidera indicações e Apple TV+ domina disputa

    15 de julho de 2025 /

    Nas categorias de atuação, Owen Cooper, de 15 anos, se tornou o mais jovem a disputar o prêmio como Ator Coadjuvante por "Adolescência"

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    “Abbott Elementary” é renovada para 5ª temporada

    21 de janeiro de 2025 /

    A série de comédia vencedora do Emmy segue como uma das principais apostas da rede ABC, com audiência em alta

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    “Wicked” lidera indicações do SAG Awards, que ignora Fernanda Torres

    8 de janeiro de 2025 /

    Premiação do Sindicato dos Atores dos Estados Unidos só contempla intérpretes filiados e que trabalham no país

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    Retrospectiva | As 50 melhores séries de 2024

    31 de dezembro de 2024 /

    Algumas das melhores séries do século foram lançadas em 2024. A guerra dos streamings pode ter arrefecido, com a diminuição na quantidade de lançamentos, mas a qualidade foi reforçada, culminando numa disputa por prêmios que mudou paradigmas. A fusão com a Star+ no Brasil transformou a Disney+ numa potência capaz de desafiar o padrão HBO/Max e o poderio da Netflix, enquanto Prime Video e Apple TV+ seguem um caminho próprio com uma curadoria caprichada. Todos os gêneros estão representados na retrospectiva das principais maratonas do ano.   XÓGUM | DISNEY+   A adaptação do famoso romance de James Clavell, que já foi transformado numa minissérie premiada em 1980, é um épico autêntico, com cenas panorâmicas e imersivas de guerra, jogos de poder e um painel abrangente do Japão feudal. O lançamento é especialmente recomendado para quem estava com saudades de uma aventura adulta, cheia de sutilezas, mas também violência como em “Game of Thrones”. Na trama, um marinheiro britânico chamado John Blackthorne sobrevive a um naufrágio na costa japonesa do século 17, é capturado, enfrenta provações, tenta se tornar um samurai e se envolve na complexa teia política do país, virando confidente de Lorde Toronaga, um poderoso aristocrata que pretende ascender ao xogunato (a liderança feudal). O status do marinheiro é abalado pela presença de Lady Mariko, que faz Blackthorne balançar e reconsiderar suas prioridades, tendo que escolher entre o coração, a ambição, a coragem e a honra – assim como a própria Mariko, uma espadachim exímia, cuja família caiu em desonra e a forçou a um casamento infeliz. Apesar de toda a sua brutalidade, a série mantém o romance proibido da primeira versão sem cair no fetichismo cultural do seu antecessor. Mas desta vez a história não se resume à simplificação do homem estranho em uma terra estranha, que conquistou o público dos anos 1980 e o Emmy de Melhor Minissérie. A produção a cargo dos roteiristas Justin Marks (“Mogli – O Menino Lobo”) e a estreante Rachel Kondo conta uma trama muito mais abrangente, que não diminui a importância dos personagens japoneses, antigamente coadjuvantes em sua própria História, graças à abordagem colonialista da obra literária original. O elenco destaca Cosmo Jarvis (“Peaky Blinders”) como Blacktorne, a cantora Anna Sawai (integrante do grupo de J-Pop feminino FAKY) no papel de Mariko e Hiroyuki Sanada (“Mortal Kombat”) na pele de Toronaga, num desempenho de dar orgulho ao icônico ator japonês Toshirô Mifune (“Os Sete Samurais”), intérprete do Xógum de 1980.   ROUND 6 2 | NETFLIX   A série mais vista de todos os tempos no streaming retorna com novos episódios sem perder seu impacto. Inspirada no colapso financeiro da Coreia do Sul, a produção se tornou um fenômeno cultural, bateu o recorde de audiência mundial da Netflix e conquistou 14 indicações ao Emmy, resultando em 6 vitórias – entre elas, Melhor Ator para Lee Jung-jae e Melhor Direção para o criador Hwang Dong-hyuk. A continuação se mantém relevante ao abordar temas como desigualdade e ganância. Além de continuar a explorar questões sociais, a nova temporada também busca refletir a polarização política atual, trazendo as divisões geradas pelo radicalismo para a trama A trama traz de volta o protagonista Seong Gi-hun (Lee Jung-jae) e uma nova leva de personagens para o jogo mortal que conquistou o mundo em 2021. Após vencer o jogo e embolsar o prêmio de ₩45,6 bilhões (cerca de R$ 210 milhões), Gi-hun inicia uma busca por vingança e respostas sobre os responsáveis pelo torneio. Usando um motel abandonado como base de operações, ele persegue o misterioso Recrutador (Gong Yoo), figura que atraiu participantes ao jogo com um simples ddakji no metrô. Essa jornada o leva novamente ao evento mortal, onde reencontra o misterioso Front Man, chefão dos jogos interpretado por Lee Byung-hun, e os desafios da competição. Entretanto, ao retornar aos jogos, ele encontra um elenco imprevisível de participantes que podem atrapalhar seu objetivo – muitos deles interpretados por astros do K-Pop. Entre os novos competidores estão um duo de mãe e filho (o rapper Yang Dong-geun e a atriz Kang Ae-shim, de “Trabalho Honesto”), um influenciador digital (Im Si-wan, ex-cantor do ZE:A), uma investidora que perde tudo (Jo Yu-ri, ex-cantora do IZ*ONE) e um rapper psicótico (Choi Seung-hyun, ex-cantor do BIGBANG). O elenco mais jovem e diversificado reflete questões contemporâneas, como gravidez não planejada, instabilidade de moedas digitais e os perigos de influenciadores desinformados. A temporada também amplia sua narrativa ao acompanhar No-eul (Park Gyu-young, conhecida por “Sweet Home”), uma soldado de rosa que trabalha para o Front Man. Diferente dos jogadores, os soldados têm motivações próprias para participar do jogo, revelando como o poder pode corromper e justificar atos de violência. Uma 3ª e última temporada já está prevista para 2025.   TRUE DETECTIVE: TERRA NOTURNA | MAX   A 4ª temporada da renomada série “True Detective”, intitulada “Terra Noturna”, estabeleceu recorde de audiência na franquia. Ambientada na gélida localidade de Ennis, no Alasca, os novos episódios seguem a detetive Liz Danvers, interpretada por Jodie Foster (“Um Novo Despertar”), e sua parceira, Evangeline Navarro, papel de Kali Reis (“Catch the Fair One”), na investigação do desaparecimento de oito cientistas em um remoto centro de pesquisa. A direção é da mexicana Issa López, conhecida pelo premiado terror “Os Tigres Não Têm Medo” (2017), que usa sua experiência no gênero para combinar o mistério com elementos sobrenaturais. Junto de cenas fortes, como a descoberta de um bloco gigante de carne formado por cinco corpos congelados, e uma abordagem atmosférica, que explora o ambiente hostil à vida humana, ainda há o retorno do símbolo em espiral que marcou a 1ª temporada. Para quem não lembra, ele foi associado ao Rei Amarelo, uma entidade misteriosa e aparentemente cósmica que inspirou ataques rituais e assassinatos. Embora o autor dos crimes originais tenha sido encontrado na temporada inaugural, os detalhes mais sutis sobre o que é o Rei Amarelo e de onde ele veio permaneceram um mistério, que retorna para assombrar os espectadores. Para aumentar mais a tensão, a investigação é dificultada pela chegada da noite longa na cidade de Ennis, no Alasca, que deixa o lugar sem luz solar por vários dias. Essa situação ainda é agravada por graves falhas elétricas, que mergulham a região na escuridão. A química entre Foster e Reis é o ponto alto da produção, com atuações intensas que capturam a essência de suas personagens. Foster, com uma presença marcante, expressa nuances emocionais complexas, enquanto Reis, com seu histórico no boxe, apresenta uma performance visceral e carregada de intensidade. O ótimo elenco da produção também conta com John Hawkes (“Três Anúncios para um Crime”), Christopher Eccleston (“The Leftovers”), Fiona Shaw (“Killing Eve”), Finn Bennett (“Domina”) e Anna Lambe (“Three Pines”). Os atores Matthew McConaughey e Woody Harrelson, que estrelaram a aclamada 1ª temporada, são produtores executivos da atração, ao lado do criador da série, Nic Pizzolatto, que pela primeira vez não escreveu os episódios.   PINGUIM | MAX   A série derivada do filme “Batman” (2022) traz Colin Farrell de volta à maquiagem no arqui-inimigo de Batman, liderando uma guerra entre mafiosos pelo controle do submundo do crime de Gotham City. A trama começa pouco tempo depois do final de “Batman” e tem como ponto de partida a morte do poderoso chefão Carmine Falcone. O vácuo de poder dá início a uma disputa violenta pelo espólio de Falcone e o controle de seu império criminoso. Mas enquanto o Pinguim avança, uma nova personagem entra em cena, Sofia Falcone, a filha de Carmine recém saída do hospício Asilo Arkham, querendo valer seu direito à herança criminal. Além de Farrell, o elenco destaca Cristin Milioti (“Made for Love”) no papel de Sofia Falcone e ainda inclui Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”), Shohreh Aghdashloo (“The Expanse”), Michael Kelly (“House of Cards”), Clancy Brown (“John Wick 4: Baba Yaga”) e Michael Zegen (“Maravilhosa Sra. Maisel”). A equipe destaca a roteirista Lauren LeFranc (“Agentes da SHIELD”), o diretor Craig Zobel (“A Caçada”) e o produtor Matt Reeves (“Batman”).   INDUSTRY 3 | MAX   A 3ª temporada de “Industry” vem saciar o desejo de quem queria mais séries como “Succession”. A produção britânica sobre o mercado de ações experimenta uma mudança de rumo com a estreia de Kit Harington (“Game of Thrones”) como Henry Muck, o CEO e fundador da empresa de tecnologia verde Lumi, que traz novos desenvolvimentos para a trama, tanto na colaboração com a Pierpoint & Co. em um IPO quanto no envolvimento amoroso com a personagem Yasmin, vivida por Marisa Abela (“Cobra”). A série dos criadores novatos Mickey Down e Konrad Kay (“Hoff the Record”) segue um grupo de jovens profissionais na Pierpoint & Co. Apesar de ter muitos personagens, a trama dá destaque para Harper Stern (Myha’la Herrold, de “Modern Love”), uma jovem negra idealista, que acredita que, ao seguir carreira no setor financeiro, será julgada apenas por seus méritos e capacidade de atingir bons resultados. Ela é uma das personagens de 20 e poucos anos da produção, que destaca profissionais que tentam se estabelecer nesse mercado, onde fortunas são feitas da noite para o dia, e onde as poucas vagas são disputadas por uma geração obcecada por sucesso. Sob pressão, eles brigam por negócios milionários em um dos maiores estabelecimentos financeiros de Londres, num trabalho marcado por uma cultura de sexo, drogas e conflitos de ego. Os novos episódios encontram Harper em uma situação bem diferente de seu começo sonhador, demitida da Pierpoint & Co. após a revelação de que seu diploma universitário era falsificado. Essa revelação é feita por Eric Tao (Ken Leung, de “Inumanos”), seu chefe, que inicialmente protegia esse segredo. No entanto, as ações impiedosas de Harper para assegurar sua posição e superar seus colegas acabam levando Eric a usar essa informação contra ela, resultando em sua demissão no final da temporada passada. Agora, ela vira inimiga da Pierpoint, usando seu conhecimento de ex-funcionária para derrubar a empresa. O elenco também traz Harry Lawtey (“Carta ao Rei”), Priyanga Burford (“Avenue 5”), David Jonsson (“Deep State”), Nabhaan Rizwan (“1917”), Conor MacNeill (“A Batalha das Correntes”), Freya Mavor (“The ABC Murders”) e Will Tudor (“Humans”).   BEBÊ RENA | NETFLIX   A minissérie britânica que já virou fenômeno segue a história única de um comediante que tem a vida virada do avesso por um simples ato de gentileza. A trama é baseada na peça escrita pelo comediante escocês Richard Gadd (“Code 404”), que criou e estrela a atração, e supostamente se baseia em fatos reais. Donny Dunn, interpretado pelo próprio Gadd, se vê envolvido em um pesadelo quando uma mulher chamada Martha (Jessica Gunning, de “The Outlaws”), que ele conheceu casualmente em um bar, começa a persegui-lo implacavelmente. Sua vida muda drasticamente quando ele oferece chá gratuito para essa mulher, quando trabalhava como barman num pub, o que desencadeia uma série de eventos inesperados. Martha começa a perseguir Donny de maneira obsessiva. Ela envia milhares de e-mails, mensagens de voz, tuítes e cartas para ele, tornando sua vida um pesadelo. Enquanto as pessoas ao seu redor inicialmente acham engraçado que ele tenha uma “admiradora”, o protagonista se vê preso em uma situação desconfortável e assustadora. Disposto a provar a ameaça que Martha representa, ele passa a gravar suas mensagens e vasculhá-las para encontrar casos em que ela o ameaçou ou a pessoas próximas. A situação afeta profundamente a vida de Donny, causando-lhe estresse e paranoia constantes, levando-o ao ponto da ruptura. Em entrevistas, Gadd enfatizou que a intenção por trás da produção não era apenas contar uma história, mas também desmistificar o stalking, mostrando suas camadas e nuances de uma forma nunca antes vista na ficção. A crítica internacional concorda que ele conseguiu mesmo inovar no tema, mostrando-o de forma bastante aprofundada. A produção tem 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, o maior agregador de críticas anglófonas da internet.   O URSO 3 | DISNEY+   A produção vencedora do Emmy de Melhor Série de Comédia de 2023 e indicada a 23 prêmios no Emmy 2024 lançou sua nova temporada na Disney+ após o...

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    Recém-lançada, “Senna” surpreende e é indicada ao Critics Choice Awards nos EUA

    5 de dezembro de 2024 /

    Produção da Netflix que retrata a vida do piloto Ayrton Senna concorre como Melhor Série em Língua Estrangeira

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  • Filme,  Série

    AFI revela lista de melhores filmes e séries de 2024

    5 de dezembro de 2024 /

    Tradição anual destaca as produções americanas mais aclamadas do ano no cinema e na televisão

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    “Abbott Elementary” e “It’s Always Sunny in Philadelphia” terão crossover

    5 de outubro de 2024 /

    Quinta Brunson e Rob McElhenney confirmam episódio especial que unirá as duas séries de comédia

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  • Série

    Emmy 2024 deve consagrar a Disney nesta noite

    15 de setembro de 2024 /

    Estúdio têm as séries com maior número de indicações aos prêmios da Academia de Televisão, "Xógum" e "O Urso"

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  • Série

    Conheça as séries indicadas ao Emmy 2024

    17 de julho de 2024 /

    Títulos da Disney dominam a lista da Academia de Televisão dos Estados Unidos, com diminuição das nomeações de HBO e Netflix

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  • Filme,  Série

    Estreias | Confira 15 destaques do streaming desta semana

    27 de junho de 2024 /

    Lista inclui novas temporadas de "Abbott Elementary" e "Impuros", a chegada de "O Dublê" em VOD, o anime do "Esquadrão Suicida" e documentário sobre a doença de Celine Dion

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    Emmy 2024 | Saiba tudo sobre o “Oscar da TV”, que acontece nesta noite

    15 de janeiro de 2024 /

    A Academia de Artes e Ciências Televisivas dos Estados Unidos entrega na noite desta segunda-feira (15/1) os prêmios Emmys, principal premiação da indústria americana de televisão e streaming. Originalmente realizada em setembro, a premiação do Emmy de 2023 acabou adiada devido às greves dos atores e roteiristas dos Estados Unidos, fazendo com que o chamado “Oscar da Televisão” acontecesse pela primeira vez após o Globo de Ouro e o Critics Choice. A cerimônia contará com apresentação do comediante Anthony Anderson (da série “Black-ish”) e acontece no Peacock Theater, em Los Angeles, com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal pago TNT e a plataforma HBO Max a partir das 21h30 do horário de Brasília. Apesar dos prêmios mais esperados estarem concentrados nesta noite, a lista de categorias é tão grande que o Emmy é dividido em três cerimônias. Premiação antecipada Os troféus de categorias técnicas, animações, documentários, especiais de variedades e reality shows já foram, inclusive, entregues na semana passada, quando “The Last of Us” se destacou com oito prêmios. As categorias vitoriosas incluíram Melhor Ator Convidado em Drama, concedido a Nick Offerman por seu papel como Bill num dos episódios mais comentados da série, e Melhor Atriz Convidada para Storm Reid, que interpretou Riley num capítulo de flashback. Os demais troféus foram conquistados em categorias técnicas: Edição, Design de Título, Maquiagem Prostética, Edição de Som, Mixagem e Efeitos Visuais (VFX). A premiação antecipada também destacou “The White Lotus”, “O Urso” e “Wandinha” com quatro prêmios cada, “Treta” e “A Maravilhosa Sra. Maisel” com três, além de premiar “Weird: The Al Yankovic Story” como Melhor Telefilme e entregar as estatuetas das categorias de Ator e Atriz Convidada de Comédia, conquistados por Judith Light em “Poker Face” e Sam Richardson em “Ted Lasso”. Representatividade latina A edição também marca avanço na representatividade latina. Indicada na categoria de Melhor Atriz Principal em Série de Comédia, Jenna Ortega se tornou a terceira latina a ser nomeada na categoria, depois de Rita Moreno por “9 to 5” (em 1983) e America Ferrera por “Ugly Betty” (2007). Além disso, a interprete de Wandinha tornou-se uma das atrizes mais jovens a disputar a estatueta, aos 20 anos. Ela ficou atrás apenas de Patty Duke, nomeada aos 17 anos em 1964 por “The Patty Duke Show”. Vale mencionar que Ortega tem descendência mexicana e porto-riquenha. Já Pedro Pascal é o primeiro latino indicado como Melhor Ator de Drama em mais de 20 anos, por seu papel em “The Last Of Us”. A última nomeação na categoria foi de Jimmy Smits, descendente de porto-riquenhos, pela série “Nova York Contra o Crime”, em 1999. Nascido no Chile, Pascal tem se tornado nos últimos anos um dos nomes mais aclamados de Hollywood. A lista de estrelas com descendência latina também destaca Aubrey Plaza, indicada pela primeira vez ao Emmy na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Drama por seu papel no fenômeno “The White Lotus”, da HBO. Embora tenha nascido nos Estados Unidos, seu pai é de origem porto-riquenha. A presença desses artistas representa um recorde de representatividade para a comunidade latina nos EUA. E ainda podia ser maior. Dentre os artistas esnobados pela premiação incluem-se o mexicano Diego Luna, protagonista de “Andor” (produção indicada a Melhor Série Dramática), e Selena Gomez por “Only Murders in the Building” (na disputa de Melhor de Série de Comédia). Feito histórica da HBO A HBO marca presença de peso na edição deste ano com as produções de “The White Lotus”, “House of the Dragon” e a citada “The Last of Us”, além de história com a liderança de “Succession”, que recebeu – apenas – 27 indicações em diversas categorias. Com as quatro séries competindo como Melhor Drama, o canal pago atingiu um recorde anteriormente só visto na era da TV aberta, quando a rede NBC também teve quatro indicados na categoria em 1992. Veja abaixo a lista de indicados nas principais categorias. MELHOR SÉRIE DE DRAMA “Andor” “Better Call Saul” “The Crown” “A Casa do Dragão” “The Last of Us” “Succession” “The White Lotus” “Yellowjackets” MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA “Abbott Elementary” “Barry” “O Urso” “Jury Duty” “A Maravilhosa Sra. Maisel” “Only Murders in the Building” “Ted Lasso” “Wandinha” MELHOR SÉRIE LIMITADA OU ANTOLÓGICA “Treta” “Dahmer: Um Canibal Americano” “Daisy Jones & the Six” “A Nova Vida de Toby” “Obi-Wan Kenobi” MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA Jeff Bridges, por “The Old Man” Brian Cox, por “Succession” Kieran Culkin, por “Succession” Bob Odenkirk, por “Better Call Saul” Pedro Pascal, por “The Last of Us” Jeremy Strong, por “Succession” MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA Bill Hader, por “Barry” Jason Segel, por “Shrinking” Martin Short, por “Only Muders in the Building” Jason Sudeikis, por “Ted Lasso” Jeremy Allen White, por “O Urso” MELHOR ATOR EM SÉRIE LIMITADA, ANTOLÓGICA OU TELEFILME Taron Egerton, por “Black Bird” Kumail Nanjiani, por “Bem-Vindos ao Clube da Sedução” Evan Peters, por “Dahmer: Um Canibal Americano” Daniel Radcliffe, por “Weird: The Al Yankovic Story” Michael Shannon, por “George & Tammy” Steven Yeun, por “Treta” MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA Sharon Horgan, por “Bad Sisters” Melanie Lynskey, por “Yellowjackets” Elisabeth Moss, por “The Handmaid’s Tale” Bella Ramsey, por “The Last of Us” Keri Russell, por “A Diplomata” Sarah Snook, por “Succession” MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA Christina Applegate, por “Disque Amiga Para Matar” Rachel Brosnahan, por “A Maravilhosa Sra. Maisel” Quinta Brunson, por “Abbott Elementary” Natasha Lyonne, por “Poker Face” Jenna Ortega, por “Wandinha” MELHOR ATRIZ EM SÉRIE LIMITADA, ANTOLÓGICA OU TELEFILME Lizzy Caplan, por “A Nova Vida de Toby” Jessica Chastain, por “George & Tammy” Dominique Fishback, por “Swarm” Kathryn Hahn, por “Tiny Beautiful Things” Riley Keough, por “Daisy Jones and the Six” Ali Wong, por “Treta” MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA F. Murray Abraham, por “The White Lotus” Nicholas Braun, por “Succession” Michael Imperioli, por “The White Lotus” Theo James, por “The White Lotus” Matthew Macfayden, por “Succession” Alan Ruck, por “Succession” Will Sharpe, por “The White Lotus” Alexander Skarsgard, por “Succession” MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA Anthony Carrigan, por “Barry” Phil Dunster, por “Ted Lasso” Brett Goldstein, por “Ted Lasso” Anazib Freevee, por “Jury Duty” Ebon Moss-Bachrach, por “O Urso” Tyler James Williams, por “Abbott Elementary” Henry Winkler, por “Barry” MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE LIMITADA, ANTOLÓGICA OU TELEFILME Murray Bartlett, por “Bem-Vindos ao Clube da Sedução” Paul Walter Hauser, por “Black Bird” Richard Jenkins, por “Dahmer: Um Canibal Americano” Joseph Lee, por “Treta” Ray Liotta, por “Black Bird” Young Mazino, por “Treta” Jesse Plemons, por “Amor & Morte” MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA Jennifer Coolidge, por “The White Lotus” Elizabeth Debicki, por “The Crown” Meghann Fahy, por “The White Lotus” Sabrina Impacciatore, por “The White Lotus” Aubrey Plaza, por “The White Lotus” Rhea Seehorn, por “Better Call Saul” J. Smith-Cameron, por “Succession” Simona Tabasco, por “The White Lotus” MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA Sheryl Lee Ralph, por “Abbott Elementary” Hannah Waddingham, por “Ted Lasso” Ayo Edebiri, por “O Urso” Janelle James, por “Abbott Elementary” Alex Borstein”, por “Maravilhosa Sra. Maisel” Juno Temple, por “Ted Lasso” Jessica Williams, por “Falando a Real” MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE LIMITADA, ANTOLÓGICA OU TELEFILME Annaleigh Ashford, por “Bem-Vindos ao Clube da Sedução” Maria Bello, por “Treta” Claire Danes, por “A Nova Vida de Toby” Camila Morrone, por “Daisy Jones & the Six” Niecy Nash-Betts, por “Dahmer: Um Canibal Americano” Merritt Wever, por “Tiny Beautiful Things” MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DE DRAMA Benjamin Caron, por “Andor” Dearbhla Walsh, por “Bad Sisters” Peter Hoar, por “The Last of Us” Andrij Parekh, por “Succession” Mark Mylod, por “Succession” Lorene Scafaria, por “Succession” Mike White, por “The White Lotus” MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DE COMÉDIA Bill Hader, por “Barry” Christopher Storer, por “O Urso” Amy Sherman-Palladino, por “Maravilhosa Sra. Maisel” Mary Lou Belli, por “The Ms. Pat Show” Declan Lowney, por “Ted Lasso” Tim Burton, por “Wandinha” MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE LIMITADA, ANTOLÓGICA OU TELEFILME Lee Sung Jin, por “Treta’ Jake Schreier, por “Treta’ Carl Franklin, por “Dahmer – Monstro: A História de Jeffrey Dahmer” Paris Barclay, por “Dahmer – Monstro: A História de Jeffrey Dahmer” Valerie Faris e Jonathan Dayton, por “Fleishman Is In Trouble” Dan Trachtenberg, por “Prey” MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DE DRAMA Beau Willimon, por “Andor” Sharon Horgan, Dave Finkel e Brett Baer, por “Bad Sisters” Gordon Smith, por “Better Call Saul” Peter Gould, por “Better Call Saul” Craig Mazin, por “The Last of Us” Jesse Armstrong, por “Succession” Mike White, por “The White Lotus” MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DE COMÉDIA Bill Hader, por “Barry” Christopher Storer, por “O Urso” Mekki Leeper, por “Jury Duty” John Hoffman, Matteo Borghese e Rob Turbovsky, por “Only Murder in the Building” Chris Kelly e Sarah Schneider, por “The Other Two” Brendan Hunt, Joe Kelly e Jason Sudeikis, por “Ted Lasso” MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE LIMITADA, ANTOLÓGICA OU TELEFILME Lee Sung Jin, por “Treta” Joel Kim Booster, por “Fire Island” Taffy Brodesser-Akner, por “Fleishman is in trouble” Patrick Aison e Dan Trachtenberg, por “Prey” Janine Naber e Donald Glover, por “Swarm” Al Yankivic e Eric Appel, por “Weird: The Al Yankovic Story” MELHOR PROGRAMA DE COMPETIÇÃO “The Amazing Race” “RuPaul’s Drag Race” “Survivor” “Top Chef” “The Voice” MELHOR TALK SHOW “The Late Show with Stephen Colbert “Late Night with Seth Meyers” “Jimmy Kimmel Live” “The Daily Show with Trevor Noah” “The Problem with Jon Stewart” MELHOR PROGRAMA DE VARIEDADES “A Black Lady Sketch Show” “Last Week Tonight With John Oliver” “Saturday Night Live”

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