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Série

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  • Série

    Mindy Kalling quer transformar Quatro Casamentos e um Funeral em série

    4 de novembro de 2017 /

    A cultuada comédia romântica britânica “Quatro Casamentos e um Funeral” (1994), que transformou o ator Hugh Grant em ídolo do gênero, pode virar uma série da plataforma Hulu. Ninguém menos que a atriz e produtora Mindy Kaling está desenvolvendo o projeto. Como no filme, a série acompanharia um grupo de amigos à medida que suas vidas se cruzam através de cinco eventos. Segundo o site Deadline, a proposta é que a série siga o formato de antologia, mostrando personagens diferentes em cada temporada. Mas também é possível que um personagem principal permaneça inalterado nas possíveis temporadas futuras, para dar um sentido de continuidade à trama. Kaling vai escrever e produzir o piloto ao lado do roteirista Matt Warburton, showrunner de sua sitcom “The Mindy Project”. Além deles, a produção contará com o roteirista do filme original, o mestre das comédias românticas Richard Curtis. Mas a série só vai sair do papel se a Hulu aprovar o seu piloto, o que só ficará claro no começo de 2018. Vale lembrar que a atriz já tem uma boa relação com a Hulu, que exibiu com exclusividade três temporadas de “The Mindy Project”, após a série ser cancelada em sua 3ª temporada na rede Fox. Por sinal, o último episódio será disponibilizado em 14 de novembro na plataforma de streaming.

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  • Série

    Trailer da 2ª temporada de Caçadores de Trolls registra último trabalho de Anton Yelchin

    4 de novembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Caçadores de Trolls” (Trollhunters). Mais 13 episódios foram encomendados para série animada produzida pelo cineasta Guillermo del Toro (“A Colina Escarlate”). Mas os fãs brasileiros, que assistirem a versão dublada, vão perder um detalhe importante. Os episódios são os últimos trabalhos da vida do Anton Yelchin (“Star Trek: Sem Froteiras”), que dubla o protagonista Jim. Falecido tragicamente no ano passado, o ator deixou bastante material inédito para ser utilizado na nova temporada. “Temos muita coisa de Anton, o que nos permite continuar usando-o como dublador até a metade da temporada”, disse Del Toro. Por isso, confira também a versão em inglês do trailer, disponível logo abaixo.

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  • Série

    Surge a primeira imagem da participação de Constantine em Legends of Tomorrow

    4 de novembro de 2017 /

    O produtor Marc Guggenheim divulgou em seu Twitter a primeira imagem da participação de John Constantine em “Legends of Tomorrow”. A imagem aparece num monitor de TV e mostra o ator Matt Ryan de volta ao papel que desempenhou na série “Constantine” – ao lado de Brandon Routh, intérprete de Ray Palmer/Elektron. Veja abaixo o post original. A participação está marcada para o 10º episódio de “Legends of Tomorrow”, intitulado “Daddy Darhkest”, e aparentemente se estenderá até o episódio seguinte, ainda sem título divulgado. “Constantine” foi a única série da DC Comics/Vertigo cancelada na 1ª temporada, mas os fãs nunca desistiram de voltar a ver o personagem na TV, especialmente depois de uma participação especial na 4ª temporada de “Arrow”. Na verdade, Matt Ryan nunca abandonou totalmente John Constantine, dublando-o na animação “Liga da Justiça Sombria” e também na vindoura série animada de “Constantine”, atualmente em produção para o serviço de streaming da rede CW. Como os produtores do desenho são os mesmos das séries de super-heróis do canal, foi fácil arranjar a aparição. A interpretação de Ryan, porém, é controversa. Há quem goste, há quem odeie. O personagem também já foi vivido por Keanu Reeves no cinema, num ótimo longa-metragem lançado em 2005. Just hanging in the editing room… @mattryanreal @BrandonJRouth pic.twitter.com/tLkTL3SpZn — Marc Guggenheim (@mguggenheim) November 3, 2017

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  • Série

    Mindhunter é a melhor série da Netflix em 2017

    4 de novembro de 2017 /

    “Mindhunter” chama atenção inicialmente por ter produção executiva do cineasta David Fincher (“Seven”, “Clube da Luta”, “Zodíaco”, “Garota Exemplar”), que ainda dirige quatro dos dez episódios de sua 1ª temporada. E conquista o espectador mais exigente logo em seus primeiros minutos, embora consiga ficar ainda mais envolvente à medida que se aproxima de seu final. Que não é bem um final (ainda bem), mas vale dizer que a season finale é de dar taquicardia. A série é baseado no livro “Mindhunter – O Primeiro Caçador de Serial Killers Americano”, de John E. Douglas e Mark Olshaker, disponível no Brasil, e a 1ª temporada dá conta de metade da obra. Desenvolvida por Joe Penhall, roteirista do drama pós-apocalíptico “A Estrada” (2009), a trama não tem cenas de violência, perseguição ou outros clichês de thriller americano, apensar da premissa. Traz basicamente investigação e psicologia. E um texto tão bem trabalhado que dá gosto. Os personagens são tão ou mais envolventes que a história, que aborda o início do estudo dos casos de assassinos em série pelo FBI. Baseada na vida real de John E. Douglas, “Mindhunter” relata encontros e entrevistas com assassinos famosos, como Ed Kemper (Cameron Britton, da série “Stitchers”), o sujeito que matou a própria mãe e fez sexo com sua cabeça decepada, e Jerry Brudos (Happy Anderson, de “Quarry”), o assassino do fetiche de sapatos. E a interpretação dos atores que dão vida a esses dois criminosos é admirável. A atmosfera de medo e tensão nas conversas com esses dois, em especial, é de deixar o espectador prendendo a respiração. Mas há outros casos resolvidos pelo protagonista e seu parceiro que também empolgam e instigam. O grupo de investigações é formado aos poucos e sem pressa dentro da narrativa. Antes da união de Holden Ford (Jonathan Groff, de “Glee”) e Bill Tench (Holt McCallany, de “Clube da Luta”), acompanhamos o certinho Ford conhecendo a ousada Debbie (Hannah Gross, de “Quando Eu Era Sombrio”), a mulher que o iniciará no sexo oral e outras delícias da vida. Além de tudo, ela ainda ouve as preocupações que ele faz questão de compartilhar sobre sua profissão. Mais à frente, Bill se une a Holden para dar aula sobre assassinos seriais em diversas cidades dos Estados Unidos. A presença da terceira integrante, Wendy Carr (Anna Torv, de “Fringe”), chega para enriquecer ainda mais o grupo. O fato de a série também apresentar a vida privada de seus personagens principais os aproxima bastante do público. Faz com que o espectador se importe com esses personagens, que sinta e tema verdadeiramente por seus destinos. Um dos melhores exemplos acontece no episódio de número oito, que trata de um diretor de escola infantil que tem o costume de dar cócegas nos alunos. O que parecia um episódio mais fraco diante dos demais acaba sendo um dos mais marcantes, pelo mal estar que provoca, diante das decisões que Holden resolve tomar, seguindo seus instintos, ainda que com muitas dúvidas. É tão marcante que é o único capítulo que termina sem música nos créditos finais. Além de bem escrita, dirigida e interpretada, “Mindhunter” ainda destaca uma direção de arte linda, que recria os anos 1970 e a elegância das roupas, dos carros, dos prédios e casas, e uma fotografia que transmite detalhes importantes, seja para passar uma sensação de bem estar em cenas diurnas com um belo dia de sol, seja para acentuar cenas tensas em interiores sombrios. Na verdade, há tantas qualidades em “Mindhunter” que fica difícil pensar que possa ter qualquer problema. De longe, a melhor produção da Netflix em 2017.

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  • Etc,  Série

    Netflix demite Kevin Spacey da série House of Cards

    4 de novembro de 2017 /

    Kevin Spacey não faz mais parte do elenco de “House of Cards”. A Netflix demitiu o ator oficialmente na noite de sexta-feira (3/11). A decisão foi tomada após as denúncias de assédio sexual contra ele, inclusive de integrantes da produção da própria série. “A Netflix não estará envolvida com qualquer outra produção de “House of Cards” que inclua Kevin Spacey”, informou a plataforma em um comunicado. A produção da 6ª temporada de “House of Cards” foi suspensa na terça-feira (31/10), dois dias após Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) relatar ao site Buzzfeed que tinha sido assediado sexualmente por Spacey em 1986, quando tinha 14 anos. Desde então, as denúncias contra o ator se multiplicaram, e até funcionários da atração resolveram acusá-lo. Além de demitir Spacey de “House of Cards”, a Netflix também cancelou o lançamento da cinebiografia de Gore Vidal, “Gore”, estrelada e produzida pelo ator, que já se encontrava em pós-produção. A decisão teria sido tomada após o time de advogados da produtora MRC (Media Rights Capital) e da Netflix examinarem o contrato de Spacey, que tem créditos de produtor de “House of Cards”, para ver quais seriam os custos de tirá-lo da série. No anúncio, a empresa também comentou que está trabalhando com a MRC “para avaliar os rumos da série”. Isto significa que há planos para continuar a produção, nem que seja para concluir a história na 6ª e potencialmente última temporada da atração. Mas também há rumores sobre um projeto de spin-off centrado em outros personagens da série. A verdade é que não havia mais ambiente para o retorno de Spacey às gravações, após acusações de comportamento “predatório” no set, especialmente em relação a funcionários mais jovens da equipe. Mas simplesmente cancelar a séria deixaria os mesmos funcionários desempregados. Atualmente, cerca de 300 profissionais trabalham em “House of Cards”. A revista Variety ouviu de fontes do set que os dois primeiros episódios da temporada já foram gravados. E que a paralisação dos trabalhos teria o objetivo de dar tempo aos roteiristas de encontrar uma forma de reescrever a trama sem a participação de Spacey. Segundo a publicação, a morte de Frank Underwood, personagem de Spacey, estaria sendo considerada a melhor solução narrativa para justificar o sumiço do ator, deixando a responsabilidade de protagonizar o final da história nas mãos de sua mulher, Claire, interpretada por Robin Wright. A atriz Jessica Chastain foi a primeira a sugerir esta mudança nas redes sociais. “Será que Robin Wright não pode ser a protagonista ‘House of Cards’ agora? Estamos prontos para isso”, ela escreveu no Twitter. Quase 500 pessoas responderam positivamente, propondo até formas de matar Frank Underwood. Vale lembrar que “House of Cards” é inspirada numa produção britânica de mesmo nome, e na trama original o protagonista morreu – o que levou também ao final da série. Além de Kevin Spacey, outro astro da Netflix enfrenta acusações de abuso sexual, inclusive mais graves. Danny Masterson, da série de comédia “The Ranch”, está sendo investigado pela promotoria de Los Angeles pelo estupro de quatro mulheres no começo da década de 2000.

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  • Série

    Amazon estaria planejando uma série baseada em O Senhor dos Anéis

    4 de novembro de 2017 /

    A Amazon estaria negociando com a Warner Bros. Television a produção de uma adaptação da trilogia literária “O Senhor dos Anéis”, de J.R.R. Tolkien, como uma série de TV. O site da revista Variety apurou que as negociações estão em estágio inicial, mas suas fontes afirmam que o CEO da Amazon, Jeff Bezos, está diretamente envolvido nas discussões. Em setembro, a Variety publicou que Bezos queria produzir um “Game of Thrones” da Amazon. A adaptação dos livros da Terra Média, habitada por hobbits, elfos, anões, magos, guerreiros e orcs, cabe perfeitamente nesta descrição. O problema é que a história é muito conhecida. Traduzida para mais de 40 línguas, “O Senhor dos Anéis” vendeu mais de 160 milhões de exemplares, tornando-se um dos trabalhos mais populares da literatura do século 20. Além disso, sua trama foi levada ao cinema nos anos 2000 por Peter Jackson, numa trilogia cinematográfica adorada pelos fãs dos livros e com um orçamento que séries de TV não costumam investir. Até “O Hobbit”, prólogo das aventuras místicas, também ganhou uma trilogia de Jackson – e ainda mais recente, a partir de 2012. Contar a mesma história, mas como série, valeria um investimento pesado? Ou a Amazon estaria planejando surpreender com o lançamento de uma atração passada na Terra Média, com diversos personagens conhecidos, numa aventura inédita? Por enquanto, o projeto só pode ser especulado. Procurados pela Variety, representantes da Amazon e da Warner não quiseram comentar a notícia.

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  • Série

    Produtores de House of Cards planejam matar personagem de Kevin Spacey

    3 de novembro de 2017 /

    Os produtores de “House of Cards” estão inclinados a matar o protagonista da série, Frank Underwood, após seu intérprete ter seu nome associado a denúncias de assédio e abuso sexual por diversas pessoas, inclusive integrantes da equipe da produção. Não há ambiente para o retorno de Spacey às gravações, após acusações de comportamento “predatório” no set, especialmente em relação a funcionários mais jovens da equipe. Mas cancelar agora a atração deixaria os mesmos funcionários desempregados. Atualmente, cerca de 300 profissionais trabalham no desenvolvimento da 6ª temporada da série. Segundo o site da revista Variety, a morte de Underwood está sendo considerada a melhor solução, deixando a responsabilidade de protagonizar o final da história nas mãos de sua mulher, Claire, interpretada por Robin Wright. A atriz Jessica Chastain foi a primeira a sugerir esta mudança nas redes sociais. “Será que Robin Wright não pode ser a protagonista ‘House of Cards’ agora? Estamos prontos para isso”, ela escreveu no Twitter. Quase 500 pessoas responderam positivamente, propondo até formas de matar Frank Underwood. Vale lembrar que “House of Cards” é inspirada numa produção britânica de mesmo nome, e na trama original o protagonista morreu – o que levou também ao final da série. Com a produção da 6ª temporada suspensa por tempo indeterminado, a produtora Media Rights Capital e a Netflix estão “avaliando a situação atual”. A Variety ouviu de fontes do set que os dois primeiros episódios da temporada já foram gravados. E que a paralisação dos trabalhos teria o objetivo de dar tempo aos roteiristas de encontrar uma forma de reescrever a trama sem a participação de Kevin Spacey. Enquanto isso, o time de advogados da MRC e da Netflix estão examinando o contrato do ator, que também tem créditos de produtor na atração, para ver se podem levar adiante seus planos e quais seriam os custos de tirá-lo da série.

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    Jessica Chastain lança campanha para Robin Wright virar protagonista de House of Cards

    3 de novembro de 2017 /

    A atriz Jessica Chastain (“O Caçador e a Rainha do Gelo”) sugeriu no Twitter que a Netflix continue a produzir a série “House of Cards” com Robin Wright como protagonista, em vez de cancelar a atração. E centenas de seguidores a apoiaram, praticamente iniciando uma campanha nas redes sociais. “Será que Robin Wright não pode ser a protagonista ‘House of Cards’ agora? Estamos prontos para isso”, escreveu Chastain na rede social. Quase 500 pessoas responderam positivamente ao tuíte, sugerindo formas de matar Frank Underwood, o personagem de Spacey, e manter a série em produção com Robin Wright – e Neve Campbell – como protagonista. A discussão acontece no momento em que a Netflix e a produtora Media Rights Capital decidiram suspender a produção da 6ª e potencialmente última temporada da atração por tempo indeterminado, para “avaliar a situação atual”, após o protagonista da série, Kevin Spacey, ser acusado de inúmeros assédios – inclusive por integrantes da equipe de “House of Cards”. Can #RobinWright just be the lead of @HouseofCards now? We're ready for it. — Jessica Chastain (@jes_chastain) November 3, 2017

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  • Série

    Netflix pretende lançar 10 produções brasileiras por ano

    3 de novembro de 2017 /

    O diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, pretende expandir significativamente a produção de conteúdo brasileiro nos próximos anos. Segundo a revista Veja, Sarandos revelou seus planos em reunião com o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, dizendo que o objetivo da empresa é chegar à 2020 com ao menos 10 séries nacionais produzidas por ano. Ele contou ainda que o Netflix contratou três executivos brasileiros e quer realizar também investimentos em infraestrutura de produção e capacitação no país. A estratégia pode ou não ser relacionada aos planos da rede Globo, que pretende lançar uma concorrente nacional à plataforma de streaming americana. Vale lembrar que “3%”, a primeira produção brasileira da Netflix, foi considerada a série em “idioma estrangeiro” mais vista da plataforma em todo o mundo. Este ano, a Netflix também lançou seu primeiro filme brasileiro, “O Matador”, e começou a gravar a série de comédia “Samantha”, com produção da atriz Alice Braga (série “Queen of the South”), e o thriller policial “O Mecanismo”, série do cineasta José Padilha sobre a operação Lava-Jato.

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    Globo vai lançar sua “Netflix” com série inédita

    3 de novembro de 2017 /

    A Globo pretende lançar uma concorrente nacional da Netflix. Após ensaios com o aplicativo Globo Play, a rede de TV prepara uma nova plataforma de vídeos que reunirá o seu conteúdo com os dos canais Globosat e, também, estúdios de cinema. Segundo a coluna Zapping, da Folha de S. Paulo, a plataforma seria lançada com a exibição exclusiva da nova série “Assédio”, sobre Roger Abdelmassih, médico acusado de estupro por mais de uma centena de pacientes. Apesar da expectativa gerada pela produção, a série não deverá ser exibida na televisão em 2018. O plano da emissora é disponibilizar “Assédio” exclusivamente na internet como chamariz do novo serviço, que tem a intenção de bater de frente com a Netflix. Antonio Calloni (“Polícia Federal – A Lei É para Todos”) será Abdelmassih na produção, que foi escrita por Maria Camargo (“Nise: O Coração da Loucura”) e será dirigida por Amora Mautner (novela “A Regra do Jogo”). O elenco também contará com Adriana Esteves, Hermila Guedes, João Miguel e Vera Fischer (no papel de Hebe Camargo).

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    2ª temporada de Stranger Things teve público de Game of Thrones nos Estados Unidos

    2 de novembro de 2017 /

    A estreia da 2ª temporada de “Stranger Things” teria sido vista por 15,8 milhões de pessoas nos primeiros três dias de lançamento nos Estados Unidos, garante a empresa de auditoria Nielsen. Os dados foram publicados pelo site da revista The Hollywood Reporter. Uma das empresas mais famosas do mundo no ramo de medição de audiência de TV tradicional, a Nielsen afirma ter encontrado uma forma de calcular os dados de streaming há pouco tempo. Entretanto, seu método se restringe apenas a quem assiste streaming pela TV. Isto porque ele se dá por meio de reconhecimento de áudio televisivo. Um aparelho instalado nas TVs de 44 mil casas dos Estados Unidos, que servem de amostragem da Nielsen, é capaz de identificar o que os pessoas estão assistindo pelo simples registro sonoro. Mas a Netflix também pode ser acessada por computadores, tablets e smartphones. Apesar da restrição, os números são impressionantes, dignos de “Game of Thrones” e “The Walking Dead”, as séries mais assistidas da TV paga americana. O levantamento ainda aponta que 361 mil assinantes americanos viram aos nove episódios da 2ª temporada em até 24 horas após seu lançamento – a temporada completa foi disponibilizada na sexta-feira passada, dia 27 de outubro. Nenhum número foi confirmado pela Netflix, que mantém sua audiência em segredo. A plataforma se recusa a divulga-la, dizendo que não são relevantes, já que o serviço não depende da venda de espaço publicitário, como acontece na televisão tradicional. Entretanto, a própria Netflix usou o argumento da audiência para justificar recentes cancelamentos de séries, que seriam muito caras para a quantidade de público que atraem. Várias empresas tentam analisar os dados da companhia, mas a Netflix costuma afirmar que as informações são imprecisas. O mesmo já aconteceu com a própria Nielsen, ao anunciar seu método de medição. Falando à Variety, um representante da plataforma apontou que o levantamento leva em conta dados distorcidos. “Os dados que a Nielsen quer divulgar não são precisos, não chegam nem perto e não refletem a forma como a Netflix vê seus programas.” Em outras palavras, a audiência é muito maior, porque a maioria do público assiste a Netflix por aplicativos em dispositivos móveis.

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    Série 24 Horas pode ganhar novo spin-off com protagonista feminina

    2 de novembro de 2017 /

    A série “24 Horas” pode ganhar um novo spin-off protagonizado por uma mulher. Segundo o site Deadline, o projeto, ainda em desenvolvimento pela Fox, recriaria a ideia da “luta contra o relógio” a cada episódio. Entretanto, a personagem principal lutará para desmascarar uma conspiração, em vez de combater uma organização terrorista. A abordagem está sendo escrita por Jeremy Doner (produtor-roteirista de “The Killing”) em parceria com Howard Gordon, produtor da série original. Os detalhes oficiais são escassos, mas o Deadline descreve a trama como sendo focada numa promotora que descobre uma conspiração jurídica, e tem que correr contra o tempo para salvar um condenado à morte que enfrenta execução iminente, justamente alguém que ela ajudou a processar, mas pode ser inocente. A ideia é que a história faça parte de um projeto de antologia, que a cada temporada abordaria uma história nova, com personagens diferentes, ligados apenas pelo formato do tempo real e a corrida contra o relógio. O projeto de uma antologia já tinha sido mencionado pelos executivos da Fox em junho, quando anunciaram o cancelamento do spin-off “24: Legacy”, após apenas uma temporada. Mas há quem defenda uma abordagem diferente. Afinal, “24: Live Another Day”, estrelada por Keifer Sutherland como o agente Jack Bauer, foi um enorme sucesso. O problema é que a audiência não se repetiu com a série derivada, mesmo com grande investimento da emissora, terminando com apenas 3,4 milhões de telespectadores ao vivo em seu último episódio. E a culpa disso seria a falta de personagens conhecidos, já que o spin-off apresentou um elenco muito diferente do que o público estava acostumado. Infelizmente, resgatar Bauer não é uma opção viável no momento, já que Keifer Sutherland está comprometido com outra série (“Designated Survivor”) em outro canal. Mas um projeto de protagonista feminina poderia mostrar aventuras da filha de Jack, Kim Bauer (vivida por Elisha Cuthbert), vista pela última vez há sete anos, na 8ª e última temporada de “24 Horas”, Chloe O’Brian (a expert em computação vivida por Mary Lynn Rajskub), que é a segunda personagem mais importante da franquia, ou até mesmo Kate Morgan (Yvonne Strahovski, que está em alta graças à série vencedora do Emmy, “The Handmaid’s Tale”), a agente da CIA que se destacou na minissérie recente “24: Live Another Day”. Saudada como revolucionária, tanto por sua narrativa em tempo real quanto por capturar o zeitgeist do começo do século, chegando às telas seis meses após a queda das Torres Gêmeas, “24 Horas” acabou ficando datada, após “Homeland” redefinir as séries de combate ao terrorismo. Mas, curiosamente, as duas séries tem um produtor em comum, Howard Gordon. E a Fox está contando com a ajuda dele para repaginar a franquia.

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    Ator de O Sexto Sentido vai participar da série Arquivo X

    1 de novembro de 2017 /

    O ator Haley Joel Osment, até hoje lembrado como o menino de “O Sexto Sentido” (1999), vai participar da 11ª temporada de “Arquivo X”. A informação, adiantada pelo site TV Line, foi confirmada pela Fox, mas o canal não forneceu mais detalhes, além do fato de que sua participação será num episódio focado no personagem de Walter Skinner (Mitch Pileggi), antigo chefe de (David Duchovny) e Scully (Gillian Anderson). A nova temporada deve se aprofundar na “origem” de Skinner, segundo contou o próprio Mitch Pileggi durante a recente Comic-Con de Nova York. “Vocês vão descobrir muito mais sobre seu passado”, disse o ator. “Os fãs descobrirão quem ele é, de onde ele vem e por que ele é como ele é”. Na mesma ocasião, Chris Carter, criador da série, revelou que a série apresentará a uma versão mais nova de Skinner. Seria este o papel de Osment? Ainda jovem, o ator está com 29 anos e retomou a carreira em 2014, após se afastar da atuação no fim da infância. Ele vem participando de diversos filmes indies e séries, como “Silicon Valley” e a vindoura “Future Man”. Além dos protagonistas, “Arquivo X” voltará a contar com a volta do Canceroso (William B. Davis) e dos personagens Miller e Einstein, introduzidos na temporada do revival (passada) e interpretados por Robbie Amell e Lauren Ambrose como “versões jovens” de Mulder e Scully. A principal novidade será a participação de Barbara Hershey (“Sobrenatural”), que viverá a vilã da temporada, chamada Erika Price e descrita como uma “figura poderosa que representa uma organização misteriosa”. A atriz terá papel recorrente nos novos capítulos. Produzida como sempre por Chris Carter, a 11ª temporada ainda não tem previsão de estreia, mas deve ser exibida no começo de 2018 na Fox.

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