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6 de novembro de 2026
  • Filme

    As Boas Maneiras vence o medo do cinema brasileiro de fazer terror de qualidade

    12 de junho de 2018 /

    A pouca popularidade da literatura fantástica feita no Brasil, pelo menos dentre os best-sellers nacionais, na comparação com seu sucesso nos Estados Unidos e na Inglaterra, acabou por ricochetear em nosso cinema, que tem bem mais títulos do gênero que muitos imaginam, ainda que apelem mais para o trash e para a comédia. O fato é que a falta desta tradição criou uma resistência ao terror brasileiro entre o público médio, que desconfia das investidas nacionais no gênero. Mas o salto que a dupla Juliana Rojas e Marco Dutra dá, do suspense psicológico de “Trabalhar Cansa” (2011) para a fábula de terror “As Boas Maneiras” é bem grande – ainda que, pelo meio do caminho, Marco Dutra tenha apresentado um belíssimo filme de possessão e casa assombrada, “Quando Eu Era Vivo” (2014). “As Boas Maneiras” é um filme de lobisomem, que entretanto acumula elementos que podem parecer corpos estranhos dentro do que se espera desse contexto. Há até mesmo cenas em que alguns personagens começam a cantar, evocando o drama musical “O que se Move” (2012), de Caetano Gotardo – com a presença de Cida Moreira aproximando os dois. A narrativa é visivelmente dividida em duas partes. No começo, Clara (Isabél Zuaa, que conquistou muitos fãs com sua performance de mulher intensa e forte em “Joaquim”) vai pedir emprego de babá na casa de Ana (Marjorie Estiano, excelente). Mas Ana procura uma pessoa que também cuide da casa e dela mesma, nos primeiros estágios da gravidez. Como precisa de dinheiro com urgência, Clara aceita, dando início a uma relação de cada vez maior intimidade entre as duas. Uma intimidade que une tanto a carência afetiva quanto o gosto de Clara por mulheres. Aos poucos, e de maneira deliciosa, começa a vir à tona a situação de Ana, seu misterioso gosto por carne, as dores grandes que sente na gestação e também somos apresentados à história de quando ela engravidou. De fato, a relação entre Ana e Clara é tão bela e singular que quando o filme parte para novos rumos se torna difícil não sentir falta dessa primeira parte. No entanto, a segunda parte tem o grande mérito de ser ainda mais corajosa, ao assumir explicitamente o cinema de horror, via homenagem ao clássico “Um Lobisomem Americano em Londres” (1981), de John Landis, além de evocar “Filhos do Medo” (1979), de David Cronenberg, e “Nasce um Monstro” (1974), de Larry Cohen, entre outros. Apesar dessas citações, “As Boas Maneiras” tem uma brasilidade muito forte, com festas juninas e uma projeção de São Paulo próxima do gótico, com a força da lua sempre sendo um elemento presente. A fotografia é linda e de autoria do português Rui Poças, conhecido por obras tão belas e distintas quanto “Tabu” (2012), “O Ornitólogo” (2016), “Zama” (2017) e “Severina” (2017). Mas o filme também conquista do ponto de vista humano. Tanto nas relações de afeto entre Clara e Ana, quanto nas relações de mãe e filho entre Clara e o menino Joel (Miguel Lobo). O pequeno Joel, dada sua condição de lobo, precisa se submeter a certos sacrifícios. É até possível que o espectador saia um pouco contrariado da sessão, por não encontrar nem um terror tradicional nem um drama típico, sem perceber que ver uma obra como esta no cinema brasileiro é um privilégio e tanto. Uma obra que marca época e impacta o desenvolvimento dos filmes de gênero no país.

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  • Filme

    Oito Mulheres e um Segredo é realmente a versão feminina de um filme já visto

    12 de junho de 2018 /

    Quem gosta de “Onze Homens e um Segredo” tem tudo para apreciar Sandra Bullock (como Debbie, a irmã do Danny Ocean de George Clooney), Cate Blanchett, Anne Hathaway, Sarah Paulson, Rihanna, Helena Bonham Carter, Mindy Kaling e Awkwafina em “Oito Mulheres e um Segredo”. Já quem acha um porre e se diverte bem menos que os astros e as estrelas da tela nesse tipo de filme, vai ter uma razão a mais para odiar, porque a intenção de “Oito Mulheres e um Segredo” é mesmo trazer de volta a atmosfera de “Onze Homens e um Segredo”, mas com um excepcional elenco feminino, que não deixa a mínima saudade de Clooney e sua turma. O filme faz parte da tendência hollywoodiana das continuações disfarçadas de reboots (ou vice-versa), como “Star Wars: O Despertar da Força” e “Jurassic World”, que mais ou menos repetem as estruturas consagradas dos roteiros originais como forma de reapresentar histórias velhas para uma nova geração. O curioso é que Hollywood tenha considerado a franquia de George Clooney, Brad Pitt e Matt Damon digna do mesmo tipo de tratamento, inclusive com uma cota de autorreferências e participações especiais. Está tudo em seu devido lugar de novo e outra vez. Inclusive em seu paradoxo primordial. Nesses filmes, os planos das “criminosas” não tem como ser levados a sério, embora sejam minuciosamente detalhados, sem fazer o menor sentido para quem está do lado de cá da tela. Enquanto personagens, falam, pensam, falam e pensam, o que fica para o espectador é o espetáculo visual, que consiste na observação de olhares, sorrisos, narizes empinados e como essas pessoas andam com estilo, vestem-se bem, e se comunicam de maneira esnobe. Aliás, por que os elencos desses filmes precisam falar quase que obrigatoriamente com empáfia? Será que o charme exala antipatia enquanto personagens caminham entre checkpoints grã-finos como galerias de arte, cassinos ou o Met Gala? É muito mais humano observar Helena Bonham Carter quebrar esse padrão, ao demonstrar insegurança, vulnerabilidade e um humor tão discreto quanto imprevisível. O mesmo serve para a sedução provocada por Anne Hathaway, com sua personagem que quer ser linda como uma Barbie, mas é, no fundo, uma menina mimada e ingênua. São as duas melhores atuações… Porque as líderes Sandra Bullock e Cate Blanchett, que são sempre extraordinárias, limitam-se aqui a fazer o perfil egocêntrico “comigo ninguém pode” de George Clooney nos filmes de Soderbergh. Como nos longas anteriores, “Oito Mulheres e um Segredo” também não apresenta conflitos ou grandes riscos para o elenco principal, muito mesmos reviravoltas surpreendentes. O enredo até inclui uma reviravolta. Mas ela não é memorável, pois só acontece quando, digamos, o filme esquece que havia terminado, estendendo-se desnecessariamente até gerar um anti-clímax. E há o problema da direção que não decola. Gary Ross é um cineasta que entrega o que está no roteiro. Seu talento aparece mais quando revisita o cinema clássico, mesmo que seja para atualizá-lo, como fez nos belos “Pleasantville” e “Seabiscuit”. Mas, aqui, sua dedicação é tão impessoal que ele visivelmente se esforça para parecer Steven Soderbergh. O detalhe é que nem sequer foi Soderbergh quem criou “Onze Homens e um Segredo”, materializado pela primeira vez em 1960 como veículo para Frank Sinatra, Dean Martin e Sammy Davis Jr. Claro que o remake de 2001 foi mais marcante. Mas o ponto é que Ross não tinha a necessidade de reproduzir os tiques de Soderbergh, que nem estava em sua praia indie quando topou entrar na brincadeira de “Onze Homens e um Segredo” com seus amigos. Ali, todos ganharam para se divertir. Da mesma forma que as atrizes deste filme. Afinal, se houvesse pretensão feminista e não apenas comercial no resgate da franquia como veículo para estrelas femininas, por que não contaram com uma mulher na direção? Assim, até a piada sobre isso, nos minutos finais, soaria mais pessoal e com personalidade. Fica a ideia para a sequência, já que estes caça-niqueis costumam virar trilogia. Se Soderbergh fez “Onze Homens”, “Doze Homens e “Treze Homens”, Sandra, Cate, Anne e cia devem retornar ainda em “Nove Mulheres” e “Dez Mulheres”. Até os números batem. Quem sabe, assim, consigam provar que conseguem fazer melhor, agora que já estabeleceram as personagens, podendo finalmente deixar a sombra dos “Onze Homens” e suas referências para trás.

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  • Filme

    Vingadores: Guerra Infinita atinge US$ 2 bilhões de faturamento mundial

    12 de junho de 2018 /

    “Vingadores: Guerra Infinita” se tornou o quarto filme da história a faturar US$ 2 bilhões em bilheteria mundial. A marca foi registrada nesta terça-feira (12/9), quando a produção da Marvel atingiu exatamente US$ 2,001,136,398 em todo o mundo. Deste total, US$ 655,1 milhões vieram da América do Norte, enquanto o mercado internacional respondeu por 1,346 bilhão. A chegada a esse montante era considerada inevitável desde o momento em que o terceiro “Vingadores” se tornou o filme que mais rapidamente chegou à soma de US$ 1 bilhão em venda de ingressos. O longa da Marvel é também o primeiro filme de super-heróis a superar os US$ 2 bilhões. Antes dele, a cifra bilionária só tinha sido atingida por “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 2,06b), “Titanic” (US$ 2,18b) e “Avatar” (US$ 2,78b). Agora, a expectativa se volta ao momento em que “Vingadores: Guerra Infinita” superará “Star Wars: O Despertar da Força” como a terceira maior bilheteria mundial de todos os tempos. A diferença entre os dois filmes é de apenas US$ 67,1 milhões. “Vingadores 4”, que continuará a saga de “Guerra Infinita” rumo aos recordes de faturamento, tem estreia marcada para o próximo dia 2 de maio.

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  • Etc

    Trump exibiu trailer falso de filme de ação como proposta de paz para Kim Jong-un

    12 de junho de 2018 /

    O encontro entre o presidente Donald Trump e o ditador da Coreia do Norte Kim Jong-un, que aconteceu em Cingapura nesta terça (12/6), teve clima de thriller hollywoodiano, com direito a trailer, exibido para a imprensa, com a visão de Trump sobre o futuro. Trump encomendou um vídeo em tom de filme de ação genérico, com um enredo maniqueísta ao extremo, para exemplificar sua proposta de paz. E ele foi registrado pelo site do jornal britânico The Guardian, que o disponibilizou na internet para provar que a ideia não foi concebida como piada, embora pareça algo que internautas criariam como deboche. A “trama” explora a opção pela paz entre cenas de guerra – “o passado” – e imagens de “ficção científica” – “o futuro”, que mostram uma Coreia do Norte pujante, um país com trens de alta velocidade, arranha-céus espelhados, fábricas modernas e gigantescas linhas de transmissão de energia. “A história pode se repetir por gerações, em ciclos que parecem intermináveis”, diz o narrador, evocando os documentários trash do cineasta favorito de Trump, o indiano Dinesh D’Souza. “Chega a hora em que poucos são chamados para fazer a diferença”, continua a narração de tom ufanista, escrita ao estilo dos tuítes de Trump, com repetição de palavras e conceitos simplórios. “Uma história de oportunidade, uma nova história, um novo começo. Dois homens, dois líderes, um destino”. O presidente dos Estados Unidos afirmou à imprensa que mostrou o vídeo a Kim Jong-un e seus assessores no final do encontro. “Acho que eles amaram”, disse Trump. A ideia do trailer falso foi uma aposta na tradição cinéfila da família de Kim. É conhecida a história do pai do ditador, Kim Jong-il, que sequestrou em 1978 o renomado diretor sul-coreano Shin Sang-ok e sua ex-esposa, a atriz Choi Eun-hee, para que eles criassem uma indústria cinematográfica na Coréia do Norte. A dupla conseguiu escapar oito anos depois, durante uma ida ao Festival de Berlim. Esta aventura da vida real voltou à tona recentemente, por ocasião da morte de Choi Eun-hee, falecida em abril deste ano.

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  • Série

    Trailer da 2ª temporada transforma Luke Cage em coadjuvante de sua própria série

    12 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou o segundo trailer legendado da 2ª temporada de “Luke Cage”. A prévia não mostra a participação de Danny Rand (Finn Jones), o Punho de Ferro, antecipada em fotos oficiais, e apenas vagamente a mafiosa Rosalie Carbone, supostamente a grande vilã dos novos episódios, vivida por Annabella Sciorra (da série “Família Soprano”). Em vez disso, concentra-se na guerra entre os criminosos “Black Mariah” Dillard (Alfre Woodard), que busca se estabelecer como “Rainha do Harlem”, e o recém-chegado Bushmaster, que não teve seu nome traduzido, apesar de ser conhecido nos quadrinhos nacionais como Cobra Venenosa. Ele é interpretado por Mustafa Shakir (da série “The Night Of”). O trailer não deixa claro qual versão do personagem entrou na série, já que dois irmãos adotaram o mesmo nome. Nos quadrinhos, é o mais velho, John McIver, o primeiro Cobra Venenosa, que se envolve com Luke Cage, Punho de Ferro, Misty Knight e até Claire Temple, todos presentes na 2ª temporada da série – as duas últimas, vividas por Simone Missick e Rosario Dawson. Esta versão do personagem foi introduzida nos quadrinhos do Homem de Ferro em 1977, criada pela dupla dinâmica Chris Claremont e John Byrne. Os novos episódios ainda incluem Tilda Johnson, a Sombra da Noite, uma vilã clássica do Capitão América, criada em 1973 por Steve Englehart e Alan Weiss como uma cientista que transformava pessoas em lobisomens. Desde então, ela tem alternado aparições como antagonista e aliada de heróis como Luke Cage e o Pantera Negra. A personagem é interpretada por Gabrielle Dennis (da série “Rosewood”) e, pelo que o trailer mostra, filha de Black Mariah – o que é bem diferente da genealogia dos quadrinhos. Além destes personagens, o capanga Hernan “Shades” Alvarez (Theo Rossi) continua ao lado de Mariah. E é esperada uma participação muito especial de Reg E. Cathey (1958–2018) em seu último papel, como pai de Luke Cage (Mike Colter). O que realmente falta no trailer é o personagem que dá título à série, que parece ter virado coadjuvante dos demais. A 2ª temporada de “Luke Cage” estreia em 22 de junho.

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  • Filme

    Rose McGowan é acusada de posse de cocaína e pode pegar até 10 anos de prisão

    12 de junho de 2018 /

    A atriz Rose McGowan foi oficialmente acusada de posse de cocaína na segunda-feira (11/6), no estado da Virgínia, nos EUA. Rose, que se entregou à justiça em novembro, afirma que foi incriminada por Harvey Weinstein após ser uma das dezenas de mulheres a acusar o ex-produtor de abuso sexual, dando início ao movimento #MeToo, que desencadeou em uma série de denúncias contra pessoas poderosas em Hollywood. Ela alega que, no dia 20 de janeiro do ano passado, deu falta de sua carteira no Aeroporto Internacional de Dulles, em Washington. E quando a equipe do aeroporto a encontrou, continha dois pacotes de cocaína. A atriz, entretanto, diz que sua carteira sumiu enquanto esperava sua bagagem na esteira e que recebeu uma mensagem via Instagram, 20 dias depois, sobre a carteira e as drogas. Por isso, afirma ter sido vítima de uma conspiração envolvendo Weinstein. “Eles estão tentando calar a minha boca? Há um pedido de prisão para mim na Virgínia. Que monte de merda”, desabafou ela em seu Twitter. Os advogados de Weinstein negam as acusações. Se condenada, a atriz pode pegar até 10 anos de prisão. Ela chegou a ser presa e fichada por se recusar a comparecer à audiência preliminar do caso, alegando complô. Um dia antes, a atriz compartilhou um tuíte afirmando que se tivesse aceitado a proposta de US$ 1 milhão oferecida por Weinstein para que ficasse em silêncio, durante a investigação do jornal The New York Times, ela não teria sido presa. “FATO”, escreveu McGowan, apostando na teoria da conspiração. “Rose mantém sua inocência”, disse seu advogado, José Baez, em um comunicado, após a confirmação da acusação. “Essas acusações nunca teriam sido trazidas à tona se não fosse por seu ativismo como uma voz para as mulheres em todos os lugares. Eu garanto a vocês que este processo seletivo será enfrentado com uma forte defesa.” Por sua vez, o ex-produtor de Hollywood Harvey Weinstein foi indiciado por estupro e crime sexual, e também se declarou inocente em audiência em Nova York no último dia 5. Ele se entregou à polícia da cidade americana no dia 25 de maio, após meses de investigação, e foi indiciado formalmente, podendo pegar até 25 anos de prisão se for condenado.

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  • Série

    Comercial de Suits mostra tumulto causado pelas saídas de Patrick J. Adams e Meghan Markle

    12 de junho de 2018 /

    O canal pago americano USA divulgou um novo comercial da 8ª temporada de “Suits”, que destaca as muitas mudanças sofridas pela série, a ponto dos próximos episódios parecerem um reboot. A série será retomada após a saída de Mike (Patrick J. Adams) e Rachel (Meghan Markle), que deixaram Seattle após seu casamento. As baixas repercutem num clima tumultuado no escritório de advocacia, agora formado por Harvey Specter (Gabriel Macht), seu parceiro Louis Litt (Rick Hoffman) e a secretária Donna Paulsen (Sarah Rafferty), com o apoio do formidável Alex Williams (Dulé Hill) e a inegavelmente talentosa Katrina Bennett (Amanda Schull). Mas não vai demorar para a advogada Samantha Wheeler (Katherine Heigl) se juntar às fileiras da empresa e desafiar o status quo, conforme demonstra a prévia. Criada por Aaron Korsh e produzida pelo cineasta Doug Liman (“Feito na América”), “Suits” retorna com novos episódios em 18 de junho nos Estados Unidos. No Brasil, a série faz parte da programação da Netflix.

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  • Filme

    Diretor de Thor: Ragnarok vira Hitler em fotos de filme de época com Scarlett Johansson

    12 de junho de 2018 /

    O diretor Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”) divulgou no Instagram as primeiras fotos dos bastidores de “Jojo Rabbit”, seu novo filme, atualmente em produção. Ele aparece atrás e na frente das câmeras. Numa das imagens, pode ser visto encarnando Adolf Hitler num jantar com Scarlett Johansson (“Vingadores: Guerra Infinita”) e uma criança, que é o personagem principal do filme. Vivido pelo estreante Roman Griffin Davis, o menino faz parte da Juventude Hitlerista e imagina ser amigo do próprio Hitler – sim, a versão do Fuhrer de Waititi é um amiguinho imaginário. A trama se complica quando a criança descobre que sua mãe (Johansson) está escondendo uma garota judia (Thomasin McKenzie, de “O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”) em sua casa. O elenco também inclui Sam Rockwell (vencedor do Oscar 2018 por “Três Anúncios para um Crime”) e Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”). Escrito e dirigido por Waititi, numa adaptação do romance homônimo de Christine Leunens, o filme ainda não tem previsão de estreia. Veja as imagens das filmagens abaixo. Week one down of our anti-fuckface satire, Jojo Rabbit. Can't wait to share it with the world. Also, what better way to insult Hitler than having him portrayed by a Polynesian Jew? ? #FuckYouShitler @jojorabbitmovie @foxsearchlight ? @kimberleyfrench Uma publicação compartilhada por Taika Waititi (@taikawaititi) em 1 de Jun, 2018 às 10:36 PDT Possibly the weirdest dinner I've ever been to. #jojorabbit #Shitler @jojorabbitmovie ? @kimberleyfrench Uma publicação compartilhada por Taika Waititi (@taikawaititi) em 10 de Jun, 2018 às 11:27 PDT Teaching that Avengers lady how to do biscuit acting. #jojorabbit @jojorabbitmovie Uma publicação compartilhada por Taika Waititi (@taikawaititi) em 11 de Jun, 2018 às 7:38 PDT Shoot's going well. Here's another "Taika sleeping at work" pic for the collection. #professionalagahrnfhjshdndllFilmakershaakebdj Uma publicação compartilhada por Taika Waititi (@taikawaititi) em 6 de Jun, 2018 às 1:30 PDT

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  • Etc

    Decreto aumenta espaços reservados para pessoas com deficiência nos cinemas e shows

    12 de junho de 2018 /

    O presidente Michel Temer assinou na segunda-feira (11/6) um decreto que aumenta o número de lugares reservados para pessoas com deficiência em cinemas, teatros, auditórios e estádios, entre outros locais. O texto será publicada no Diário Oficial da União na terça-feira e entra imediatamente em vigor. A medida altera outro decreto, de 2004, que regulamenta a reserva de espaços para pessoas com deficiência. O decreto anterior estipulava apenas a reserva de 2% dos assentos para “pessoas portadoras de deficiência visual e de pessoas com mobilidade reduzida”. O novo texto faz uma diferenciação entre os locais com até mil lugares, e os que têm mais que isso. No primeiro caso, deverão ser reservados 2% de espaços para cadeirantes, e outros 2% de assentos para “pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida”. Já no caso de locais com mais de mil lugares, são vinte espaços para cadeirantes, mais 1% do excedente dos mil lugares, e o mesmo número de assentos para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Se esse percentual mínimo for um número fracionado, será utilizado o primeiro número inteiro superior. Metade desses assentos especiais deverão, ainda, ter características adequadas para pessoas obesas. Os locais terão 12 meses para se adequar a essa exigência. Caso não haja procura pelos lugares reservados, eles poderão ser comercializados com o público geral.

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  • Filme

    Ron Howard culpa Os Últimos Jedi pelo fracasso de Han Solo

    12 de junho de 2018 /

    O diretor Ron Howard voltou a abordar o fracasso comercial de “Han Solo: Uma História Star Wars” no Twitter. Ao responder a mensagem de um fã sobre as possíveis causas do fraco desempenho do filme, ele defendeu a produção, dizendo-se orgulhoso do resultado. “Eu tenho orgulho de ‘Han Solo: Uma História Star Wars’ e o elenco e equipe trabalharam duro para dar aos fãs um novo acréscimo (à franquia)”, escreveu Howard. “Como diretor, me sinto mal quando pessoas que eu acredito que (e as pesquisas mostram) provavelmente vão gostar do filme não o vejam numa tela grande com um som de qualidade.” “Tenho lido tantas teorias sobre o motivo de Han Solo não ter ido bem nas bilheterias — lamento dizer que alguns fãs de ‘Star Wars’ estão esnobando ‘Han Solo’ por ainda estarem aborrecidos com ‘Os Últimos Jedi’. Se for isso, estão perdendo e punindo um bom filme por algo que não é culpa dele”, completou. Apesar de ter sido um grande sucesso de bilheteria, “Star Wars: Os Últimos Jedi” dividiu as opiniões do público. Enquanto a crítica aprovou o filme, que atingiu 91% no Rotten Tomatoes, a narrativa inspirou o que há de pior no fandom, dando origem a campanhas racistas e misóginas, que elegeram Kelly Marie Tran, primeira asiática a ter destaque na franquia espacial, como alvo de um ódio capaz de dar inveja na juventude nazista. De tanto sofrer ofensas, a jovem atriz até deletou seu Instagram. Uma das teorias correntes para o fracasso de “Han Solo” leva em consideração justamente a pouca distância entre seu lançamento e a repercussão de “Os Últimos Jedi” – que chegou aos cinemas em dezembro. Vale observar que “Han Solo: Uma História Star Wars” também agradou à crítica, com 71% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mesmo assim, a expectativa do mercado é que o filme se torne o primeiro “Star Wars” a dar prejuízo – de pelo menos US$ 50 milhões para a Disney-Lucasfilm.

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  • Filme

    Oito Mulheres e um Segredo também estreia em 1º lugar no Brasil

    12 de junho de 2018 /

    “Oito Mulheres e um Segredo” estreou em 1º lugar no Brasil em sua estreia nos cinemas. A versão feminina de “Onze Homens e um Segredo” foi vista por cerca de 360 mil pessoas, rendendo R$ 6 milhões. O desempenho foi muito melhor que o esperado, considerando que seu lançamento aconteceu em metade do circuito dedicado aos blockbusters da temporada. O longa foi distribuído em apenas 570 salas, enquanto “Han Solo” abriu em 1060, por exemplo. Mesmo assim, o spin-off da franquia “Star Wars” teve arrecadação de R$ 4,7 milhões e cerca de 234 mil espectadores em seu fim de semana de estreia. O filme também liderou e superou as estimativas de faturamento na América do Norte, com R$ 41,5 milhões. Mas teve dificuldades em outros mercados, onde concorreu com a estreia antecipada de “Jurassic World: Reino Ameaçado”. Por isso, no mundo todo, a receita foi de US$ 53,7 milhões, segundo o site americano Box Office Mojo. Com o sucesso de “Oito Mulheres e um Segredo” no país, “Deadpool 2”, que dominou as bilheterias brasileiras nas três últimas semanas, caiu para o 2º lugar, somando mais R$ 4,3 milhões no fim de semana. O Top 3 fecha com “Vingadores: Guerra Infinita”, cujo faturamento de R$ 2,1 milhões aproxima ainda mais o longa dos US$ 2 bilhões em arrecadação mundial – marca que deve ser atingida nas próximas horas.

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  • Etc

    Netflix sai do ar e o “mundo” entra em pânico

    12 de junho de 2018 /

    A Netflix enfrentou problemas no mundo inteiro (inclusive no Brasil) no fim da tarde desta segunda-feira (11/6). A falha teria ocorrido em todos os dispositivos – como computadores, navegador, celulares com iOS e Android, Smart TVs, Chromecast e Apple TV – e impediu assinantes de acessar filmes e séries via streaming. Uma mensagem de erro era exibida a cada vez que um usuário tentava assistir a um vídeo requisitado. Com 125 milhões de assinantes no mundo inteiro, a situação logo mobilizou as redes sociais, rendendo desde reclamações até memes. Em seu perfil no Twitter, a empresa reconheceu o problema geral e pediu desculpas aos assinantes. “Estamos cientes de que os membros estão problemas em streaming em todos os dispositivos. Estamos investigando a questão”, disse a empresa, em mensagem divulgada às 18h57. Cerca de uma hora depois, a Netflix divulgou uma segunda mensagem garantindo ter resolvido a falha. “Os problemas de streaming que relatamos anteriormente já foram resolvidos. Obrigado pela sua paciência”, informou. Usando do bom humor, o perfil da empresa no Brasil brincou com a situação, dizendo que havia dado apenas uma “balançada”. “Calma, gente. Dei uma balançada aqui, mas já to arrumando”, diz o texto, que usou um vídeo de Tituss Burgess (da série “Unbreakable Kimmy Schmidt”) para demonstrar como consertou o dano. Não foi dada nenhuma explicação para a origem do problema. Veja abaixo alguns dos memes gerados pela pane, além do próprio “meme oficial” da empresa. Calma, gente. Dei uma balançada aqui, mas já to arrumando. pic.twitter.com/3J9X8PlHkV — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 11 de junho de 2018 #Netflix is down! I repeat, Netflix is down! pic.twitter.com/FjNlM7SLKB — The Relentless Reader (@JenHartling) June 11, 2018 Netflix is down. Everybody panic!#Netflix pic.twitter.com/bTThG3DueW — ?Zeragrin (@ZeraFrags) June 11, 2018 Me, constantly refreshing until #Netflix works again. pic.twitter.com/gCHyQQlqg7 — Hannah Dillon (@hannaheileend) June 11, 2018 It's been five minutes since #netflix went down. pic.twitter.com/Mbg1m8xBdP — Karl Malone (@neuroticnegro) June 11, 2018 #Netflix is down, western civilisations are breaking apart? pic.twitter.com/AKpsoA5h3i — Midnight Revolution (@12amrevolution) June 11, 2018 Actual representation of me now that #Netflix is down pic.twitter.com/BmrsKK1HCq — amie (@amiejune) June 11, 2018 When #Netflix is down… pic.twitter.com/jXIfv4pOwV — Dale Jay (@TheRealSnailJay) June 11, 2018 *checks twitter to see if netflix is down for everyone or just me*literally the only reason i use twitter… #Netflix pic.twitter.com/VbaY0P3b5F — riss (@risshobson) June 11, 2018 #Netflix Did you try to turn it off and turn it back on or maybe putting it in rice pic.twitter.com/WM38eKXQOU — Krystle (@therealkrissy2) June 11, 2018 Is #Netflix down? Everything I try to watch has an error and I’m actually considering watching normal tv… pic.twitter.com/hD2PAbqUNr — Sophie Reu ♦️ (@SophieReu) June 11, 2018

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  • Série

    Atores de One Three Hill voltam a se reunir em projeto misterioso

    11 de junho de 2018 /

    Alguns ex-moradores de Tree Hill compartilharam fotos nas redes sociais de um reencontro misterioso, que indica um novo projeto identificado apenas por uma hashtag que alude ao Natal de 2018. Os atores Hilarie Burton, Danneel Ackles, Antwon Tanner e Robert Buckley aparecem sorridentes em imagens de bastidores, numa reunião informal de integrantes da antiga série “One Tree Hill”, também conhecida no Brasil como “Lances da Vida”. O reencontro aconteceu em Lafayette, Louisiana, seis anos após o drama ter se encerrado na rede CW. Não há maiores detalhes sobre o projeto, além da informação #Christmas2018, o que significa que, seja o que for, deverá vir à tona em dezembro. Vale lembrar que esta não é a primeira vez que o elenco volta a se comunicar nos últimos meses. Em novembro, mais de 15 membros da série assinaram uma carta aberta acusando o criador da atração, Mark Schwahn, de assédio sexual. As denúncias levaram a uma investigação que fez com que Schwahn fosse demitido de sua atual produção, “The Royals”. Ao final, o elenco daquele programa também fez seu próprio comunicado, agradecendo à coragem das atrizes de “One Tree Hill” por tomarem a iniciativa de expor o comportamento do produtor. Veja as fotos do misterioso reencontro atual abaixo.

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