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Filme

“Homem-Aranha: Um Novo Dia” supera US$ 2 bilhões de bilheteria

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Filme

Terror queer brasileiro é premiado no Festival de Locarno

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16 de agosto de 2026
Filme, Série

Guia da Pipoca: “Lanternas” e as estreias de streaming da semana

A série de super-heróis do DC Studios chega junto do final de "Outer Banks" e de uma nova série médica brasileira

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15 de agosto de 2026
  • Filme

    Cinemas do Rio não querem abrir sem pipoca

    15 de setembro de 2020 /

    As redes de cinema do Rio pretendem se reunir com a prefeitura da cidade no início da noite desta segunda-feira (15/9) com a intenção de convencer a gestão de Marcello Crivella a liberar a pipoca e o refrigerante junto do ingresso para os filmes. De acordo com Patrícia Cotta, executiva de marketing da rede Kinoplex, as bombonières chegam a representar 50% das receitas de um cinema. “Sem bombonières, não vamos reabrir”, disse a executiva da Kinoplex ao jornal O Globo. Para os representantes das redes que protestam, sem a venda de guloseimas, o negócio se torna economicamente inviável. Por conta disso, o Sindicato das Empresas Exibidoras do Estado do Rio publicou uma nota confirmando que as salas não reabrirão nesta semana devido à restrição ao comércio de alimentos. A polêmica é reveladora, por demonstrar que os filmes não são mais o principal negócio dos donos do cinema – ao contrário do streaming – e por revelar que a exigência de uso de máscaras de proteção durante as sessões não será levada a sério. Afinal, como se pode lutar por venda de pipoca e Coca-Cola e defender que as pessoas fiquem de máscara para consumi-los? A polêmica se resume numa questão simples. Se há exigência do uso de máscaras, da entrada aos assentos dos cinemas, não deveria haver sequer debate sobre consumo de alimentos ou bebidas dentro das salas. Mas não é o que diz Gilberto Leal, presidente do Sindicato dos Exibidores do Rio, que prefere comparar os cinemas às “praças de alimentação dos shoppings” e “bares e restaurantes”, que “estão recebendo frequentadores normalmente…”. Nesta defesa da pipoca, Leal não menciona nenhuma vez o uso obrigatório de máscara nos cinemas. Em vez de comemorar a reabertura após seis meses de paralisação do setor, graças ao avanço da conscientização sobre atitudes de higiene e prevenção contra a pandemia de coronavírus, as empresas exibidoras assumem preferir ficar mais tempo fechadas, porque teria faltado liberar a pipoca. Mas vale lembrar que a pandemia não acabou. Só no estado do Rio de Janeiro, 177 pessoas morreram de covid-19 nas últimas 24 horas. O número de mortes em 24 horas é o maior desde o dia 19 de agosto. Fica a dúvida, portanto, se as pessoas que se arriscarem em ir aos cinemas poderão se sentir seguras ao se fechar num espaço limitado com dezenas de desconhecidos sem máscaras para que os exibidores possam vender mais Coca, Pepsi ou Guaraná tamanho família.

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  • Filme,  Música

    Madonna anuncia que vai dirigir filme sobre sua vida

    15 de setembro de 2020 /

    Depois de confirmar que estava ajudando a roteirista Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno”) a escrever um filme sobre sua vida, Madonna anunciou que ela própria vai dirigir a produção. A estrela da música pop se associou à poderosa produtora Amy Pascal, ex-presidente da Sony Pictures e responsável pelos novos filmes do Homem-Aranha, e fechou investimento e distribuição com o estúdio Universal para realizar o longa. O filme literalmente autobiográfico tem título provisório de “Live to Tell”, que quer dizer “viver para contar” e é também nome de uma música de Madonna, mas ainda não possui previsão de estreia. “Quero transmitir a incrível jornada a que a vida me levou como artista, música, dançarina – um ser humano tentando abrir seu caminho neste mundo”, disse Madonna, em comunicado oficial sobre o projeto. “O foco desse filme sempre será a música. A música me manteve seguindo em frente e a arte me manteve viva. Existem tantas histórias inspiradoras e não contadas e quem melhor para contá-las do que eu? É essencial compartilhar a montanha-russa da minha vida com minha voz e visão. ” Madonna e Diablo Cody têm divulgado o progresso do roteiro há um mês, em diversos vídeos no Instagram. Num vídeo postado na quinta (10/9), elas celebraram ter ultrapassado as 100 primeiras páginas. “E tenho tanto mais para contar…”, disse Madonna na ocasião. O filme vai abordar a chegada da cantora na Manhattan dos anos 1980, quando conviveu com artistas como Andy Warhol, Keith Haring, Jean-Michel Basquiat e Martin Burgoyne, e se tornou uma figura conhecida na cena dançante da época. “Honestamente, [aquela fase foi] um dos melhores momentos da minha vida, e um dos piores também. Espero poder retratar ou expressar como foi emocionante para mim em todos os sentidos”, ela afirmou anteriormente sobre o projeto. A cantora também adiantou que a obra não será um musical, ainda que tenha muita música envolvida. E prometeu “uma cena incrível da composição da canção ‘Like a Prayer’”, a história de sua experiência “devastadora” com a Pepsi e os bastidores da canção “Vogue”. Ela ainda garantiu que retratará alguns episódios conturbados da carreira, citando brigas nos bastidores de “Evita” (1996) com Andrew Lloyd Webber, autor do musical que inspirou o longa. Com uma carreira que se estende por quase quatro décadas e vai muito além da música, o que não vai faltar é assunto. A relevância contínua de Madonna deve-se ao seu destemor em se reinventar, algo que ela fez com sua música nos anos 1990 e quando decidiu se tornar diretora de cinema. O filme sobre ela mesma será seu terceiro longa, após “Sujos e Sábios” (2008) e “W.E.: O Romance do Século” (2011). A próxima etapa da produção deve ser a mais curiosa. Ver quem Madonna escolherá para interpretá-la.

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  • Filme,  Música

    Al Kasha (1937 – 2020)

    15 de setembro de 2020 /

    O compositor Al Kasha, que venceu duas estatuetas do Oscar por canções dos filmes “O Destino de Poseidon” (1971) e “Inferno na Torre” (1974), morreu na segunda (14/9) em Los Angeles (EUA), aos 83 anos. A causa da morte não foi confirmada. Nascido no Brooklyn, em Nova York ele morava na casa em que sua mãe e seu pai tinham uma pequena barbearia e um salão de beleza, que ficava em frente aos estúdios Warner Brothers-Vitagraph, onde ele e seu irmão atuaram como figurantes de vários trailers de filmes da época. Sua carreira deslanchou quando um executivo estúdio o ouviu cantar. Aos 16 anos, ele começou a escrever canções e rapidamente suas composições começaram a ser gravadas por artistas como Jackie Wilson, Elvis Presley e Bobby Darin. Aos 22, tornou-se produtor musical. E por volta dos 30, virou chefe de talentos da CBS Records. Apesar da carreira frutífera em Nova York, ele se mudou para Hollywood nos anos 1960 para trabalhar com cinema. Sua primeira música a entrar numa trilha sonora foi “Lonely Life”, no filme “Na Onda do Twist” (1961). E em 1966 emplacou sua primeira trilha sonora, como compositor da comédia de espionagem “The Fat Spy”, estrelada por Phyllis Diller. Seus trabalhos mais famosos foram as músicas “The Morning After” (de “Poseison”) e “We May Never Love Like This Again” (de “Inferno”), ambas gravadas por Maureen McGovern. A consagração das duas baladas de filmes de catástrofe com o Oscar de Melhor Canção tiveram impacto no gênero, influenciando até hoje as produções de desastres a incluir hits românticos – como “I Don’t Wanna Miss a Thing”, do Aerosmith, em “Armageddon”. Kasha também foi indicado ao Oscar por seu trabalho em “Meu Amigo o Dragão” (1977), clássico infantil da Disney, concorrendo em duas categorias: Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original por “Candle on the Water”, mas desta vez não venceu. Entre as mais de 30 trilhas de sua carreira, destacam-se ainda as animações “Todos os Cães Merecem o Céu” (1989) e “Rudolph, a Rena do Nariz Vermelho” (1998). Nos últimos anos, ele vinha dedicando-se mais a trabalhos televisivos e teatrais. Junto com seu parceiro e amigo Joel Hirschhorn, que morreu em 2005, compartilhou duas indicações ao Tony, o Oscar do teatro, pelos musicais “Sete Noivas para Sete Irmãos” e “Copperfield”. Além disso, passou a dar mais importância a outro aspecto de sua carreira. Cristão fervoroso, Kasha foi ordenado pastor em 1984. Desde então, criou grupos de estudos bíblicos em Hollywood, começou a dar palestras religiosas e, em 2003, fundou a sua própria igreja, a Oasis Christian Fellowship.

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  • Filme

    Dylan O’Brien enfrenta monstros em trailer de aventura apocalíptica

    15 de setembro de 2020 /

    A Paramount divulgou o primeiro trailer de “Amor e Monstros” (Love and Monsters), aventura apocalíptica juvenil estrelada por Dylan O’Brien (o astro da franquia “Maze Runner”). A trama se passa após monstros de todos os tipos assumirem o controle da Terra, repetindo a premissa do filme “Monstros” (2010), estreia de Gareth Evans, mas com maior orçamento e adolescentes. Na prévia, o protagonista embarca numa jornada mortal pela Terra devastada, encontra outros sobreviventes e enfrenta criatura gigantes para reencontrar sua namorada, vivida por Jessica Henwick (“Punho de Ferro”). O elenco também inclui Michael Rooker (“Guardiões da Galáxia”), Ariana Greenblatt (“A Irmã do Meio”), Melanie Zanetti (“The Bureau of Magical Things”), Dan Ewing (“Home and Away”) e Ellen Hollman (“Spartacus”). A história é de Brian Duffield (roteirista de “A Babá” e “Ameaça Profunda”), a direção é de Michael Matthews (“Five Fingers for Marseilles”) e a estreia está marcada para 16 de outubro nos EUA, diretamente em VOD. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Etc,  Filme

    Damares quer censurar Netflix por Lindinhas

    15 de setembro de 2020 /

    A ministra Damares Alves, da pasta da Mulher, Família e Direitos Humanos, resolveu emular a direita americana e fazer pressão pela censura do filme “Lindinhas” (Mignonnes) no Brasil. Premiado no Festival de Sundance e lançado sem provocar polêmicas na França em agosto, o filme da Netflix é acusado de sexualizar meninas. O ataque foi estimulado por um pôster equivocado da própria Netflix, que apresentava as meninas em trajes colantes, tentando fazer poses sensuais. A imagem, por sinal, é exatamente o que o filme critica. No momento em que ela aparece no contexto do filme, as meninas são vaiadas por mães que se horrorizam com a performance sexualizada delas num concurso de danças. Isto serve de despertar para a protagonista, uma pré-adolescente que até então confundia sexualização com rebelião diante da cultura de submissão feminina de sua família religiosa. A campanha contra a obra, que inclui pedidos de boicote contra Netflix, é feita principalmente por quem não viu o filme e defende que ninguém veja. “Estou brava, Brasil! Estou muito brava! É abominável uma produção como a deste filme. Meninas em posições eróticas e com roupas de dançarinas adultas”, escreveu Damares nas redes sociais. “Quero deixar claro que não faremos concessões a nada que erotize ou normalize a pedofilia! Quero aproveitar e dar um recado aos pedófilos que por anos têm vindo ao Brasil abusar de nossas crianças: no Brasil existe um governo que se importa de verdade em proteger as crianças e as famílias.” Respondendo a um usuário que perguntou o que ela faria sobre o filme, a ministra afirmou: “Não vamos ficar de braços cruzados. Deixa comigo”. Trata-se, claro, de braveza seletiva. Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro levou uma youtuber mirim de 10 anos para sua live e se aproveitou da inocência da criança para fazer uma piada de cunho sexual, quando ela lhe contou que “começou cedo”. “Começou cedo? Como é que é?”, perguntou Bolsonaro para a menor, rindo. A ministra, pelo que sabe, não ficou brava. Não há lembranças tampouco de protestos contra a apologia insistente de Bolsonaro da exploração do trabalho de menor, proibido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Nem que Damares tenha descruzado os braços para “proteger as crianças e as famílias” de um vídeo verdadeiramente pornográfico disponibilizado na internet logo que assumiu seu cargo: o infame compartilhamento de golden shower por Bolsonaro. Damares, na verdade, imita iniciativa dos senadores americanos Ted Cruz, do Texas, e Tom Cotton, de Arkansas, ambos do Partido Republicano (o mesmo do presidente Trump), que na semana passada pediram ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos que investigasse a produção e distribuição do filme. Em carta ao procurador-geral William Barr, Cruz chegou a chamar “Lindinhas” de “pornografia infantil”. A Netflix, por sua vez, disse em um comunicado que o filme faz de um “comentário social contra a sexualização de crianças pequenas”. Em “Lindinhas”, as crianças usam tops curtos e saltos altos, falam sobre Kim Kardashian, indicam dietas, dançam “twerking” e buscam na internet vídeos e assuntos relacionados ao sexo que elas não entendem. Segundo a cineasta Maïmouna Doucouré, que venceu o troféu de Melhor Direção no Festival de Sundance, esses detalhes retratam um pouco sua própria infância, como uma mulher negra de família senegalesa que cresceu na França, mas também a constatação de que crianças estão dançando “como costumamos ver em videoclipes” e imitando o comportamento adulto. “Nossas meninas notam que, quanto mais uma mulher é excessivamente sexualizada nas redes sociais, mais ela tem sucesso. As crianças apenas imitam o que veem, tentando alcançar o mesmo resultado sem entender o significado”, disse Doucouré em um vídeo disponibilizado pela Netlix. “É perigoso”, ela acrescentou, dizendo que o filme era sua tentativa de chamar atenção para o problema. Veja a íntegra da entrevista da cineasta abaixo.

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  • Filme

    Casal gay da vida real vai estrelar primeiro telefilme LGBTQIA+ de Natal

    15 de setembro de 2020 /

    O canal pago Lifetime escalou um casal gay da vida real para estrelar seu primeiro telefilme de Natal com temática LGBTQIA+. Os atores Ben Lewis (“Arrow”) e Blake Lee (“Parks and Recreation”), casados desde 2016, serão os protagonistas de “The Christmas Setup”, que é descrito como um romante gay passado durante as férias natalinas. O Lifetime testou a reação de seu público a relações entre dois homens no Natal passado, ao incluir um beijo gay no telefilme “Twinkle All the Way”, e agora resolveu transformar o romance LGBTQIA+ no elemento proeminente de sua nova produção. O filme vai acompanhar Hugo (interpretado por Lewis), um advogado de Nova York que viaja para Milwaukee com sua melhor amiga Madelyn (Ellen Wong, de “GLOW”) para passar as férias com sua mãe Kate (Fran Drescher, a eterna “Nanny”), que também é a responsável pelas celebrações do Natal do local. Casamenteira, a mãe insiste para que o filho encontre Patrick (interpretado por Lee), um antigo colega de colégio, que era a paixão secreta de Hugo na escola. O rapaz voltou recentemente à cidade, após fazer dinheiro no Vale do Silício. Enquanto eles aproveitam as festividades do feriado juntos, a atração de Hugo e Patrick se torna inegável. Tudo parece se encaminhar para um final feliz, quando Hugo recebe a notícia de uma grande promoção que exige uma mudança para Londres. Então, ele terá que optar entre o coração e o trabalho. Além de “The Christmas Setup”, o Lifetime vai lançar “A Sugar & Spice Holiday”, um telefilme de Natal com elenco asiático encabeçado por Tzi Ma (“Mulan”), numa iniciativa para redefinir os filmes tradicionais de fim de ano com maior diversidade na frente e atrás da câmera. No caso de “The Christmas Setup”, o canal decidiu trabalhar em estreita colaboração com a GLAAD, entidade que monitora a representação LGBTQIA+ na mídia, para garantir que o filme represente a comunidade com sensibilidade e precisão.

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  • Filme

    Os 7 de Chicago: Aposta da Netflix para o Oscar ganha trailer legendado

    15 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou a versão legendada do trailer de “Os 7 de Chicago” (The Trial of the Chicago 7), novo filme de Aaron Sorkin (“A Grande Jogada”), que tem produção de Steven Spielberg. A prévia recria a história verídica do confronto entre manifestantes pacíficos e a polícia durante a Convenção Nacional Democrata de 1968, cujas imagens, que ganharam manchetes na época, continuam tão atuais hoje quanto foram há meio século. Os organizadores do protesto – incluindo Abbie Hoffman, Jerry Rubin, Tom Hayden e Bobby Seale – foram acusados ​​de conspiração e incitação ao tumulto e o julgamento que se seguiu foi um dos mais notórios da história dos EUA. Os sete líderes se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter manifestações pacíficas. O caso também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. Vale observar que essa história já foi filmada antes em “The Chicago 8” (2011), uma produção indie de pouca repercussão. A diferença no número de ativistas daquele filme é que ele contou Bobby Seale, fundador dos Panteras Negras e “oitavo acusado”, que acabou não indo a julgamento junto com os demais por ter sido condenado rapidamente por desacato e enviado à prisão pelo juiz do caso. Ele era o único negro do grupo. Em desenvolvimento há mais de uma década, o filme foi escrito por Aaron Sorkin em 2008 para Spielberg dirigir, mas, como o cineasta não encontrou tempo em sua agenda, o próprio Sorkin, que se lançou como diretor com “A Grande Jogada” (2017), acabou assumindo a direção do projeto. O elenco é bastante estrelado, destacando Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”) como Abbie Hoffman; Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) como Tom Hayden; Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale; Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”) como Fred Hampton; Jeremy Strong (“Succession”) no papel de Jerry Rubin; Alex Sharp (“As Trapaceiras”) como Rennie Davis; Joseph Gordon-Levitt (“Power”) como o promotor Richard Schultz; Frank Langella (“Kidding”) como o juiz Julius Hoffman; Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”) como o advogado William Kuntsler; e Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) como o advogado Ramsey Clark. Considerado um forte candidato a prêmios na temporada, o longa será lançado em 16 de outubro.

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    Vídeo legendado apresenta o vilão de 007 – Sem Tempo para Morrer

    14 de setembro de 2020 /

    A Universal divulgou um novo vídeo legendado de “007 – Sem Tempo para Morrer”, que destaca Safin, o enigmático vilão vivido por Rami Malek. Entre muitas cenas inéditas, a prévia revela a extensão da ameaça do criminoso, disposto a matar milhões para ser “meticuloso”, e inclui depoimentos de Malek sobre o personagem, seu primeiro após vencer o Oscar por “Bohemian Rhapsody”. Alternando-se entre uma máscara branca e expressões sinistras de um rosto deformado, Malek explica que o vilão se vê como o verdadeiro herói da história e se prova “um adversário formidável” para a despedida de Daniel Craig do papel de James Bond. Ainda pouco esmiuçada, a trama de “007 – Sem Tempo para Morrer” envolve um segredo de Madeleine Swann (Léa Seydoux), a paixão do agente secreto 007, que é relacionado ao deformado Safin. Graças a isso, James Bond (Craig) abandona a aposentadoria para embarcar numa última missão, aliando-se a velhos amigos. Chamar de amigo o vilão Blofeld (Christoph Waltz), de “007 Contra Spectre” (2015), é um pouco exagerado. Mas os demais, M (Ralph Fiennes), Q (Ben Whishaw) e Eve Moneypenny (Naomie Harris) apoiam Bond desde “007: Operação Skyfall” (2012). Além deles, o filme traz de volta o parceiro mais antigo ainda vivo na franquia, o agente da CIA Felix Leiter (Jeffrey Wright), visto em “007: Cassino Royale” (2006) e “007: Quantum of Solace” (2008). Mas também há novas aliadas, encarnadas por Ana de Armas (“Blade Runner 2049”) e Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), que interpreta uma nova 007. O filme dirigido por Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”) tem estreia marcada para 19 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento previsto nos EUA.

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  • Etc,  Filme

    Jason Momoa: “Coisas sérias aconteceram” nos bastidores de Liga da Justiça

    14 de setembro de 2020 /

    Jason Momoa publicou uma mensagem forte para explicitar seu apoio às denúncias de Ray Fisher sobre abusos nos bastidores de “Liga da Justiça”. Em um post publicado nesta segunda (14/9) no Instagram, Momoa reforçou o apoio estendido ao colega na semana passada e fez algumas revelações, afirmando que “coisas sérias aconteceram” e que “pessoas precisam ser responsabilizadas”. “Esta m**** tem que parar e precisa ser considerada, por Ray Fisher e por todas as pessoas que experimentaram o que aconteceu sob supervisão da Warner Bros Pictures, isso precisa de uma investigação adequada”, escreveu o intérprete de Aquaman. Em seguida, ele mencionou um projeto da Warner com os produtores de “Liga da Justiça”, que ele supostamente estrelaria, mas que afirma ter sido divulgado só para tirar atenção das denúncias de Fisher. Segundo o que foi divulgado em 1º de julho, Momoa iria estrelar e coproduzir um filme sobre o boneco de neve Frosty, ao lado de Geoff Johns e Jon Berg, ambos denunciados por Fisher. “Eu acho que é f*** que as pessoas tenham divulgado um anúncio falso de ‘Frosty’ sem minha permissão para tentar distrair a denúncia de Ray Fisher sobre a forma de m**** como fomos tratados nas refilmagens da ‘Liga da Justiça’. Coisas sérias aconteceram. Precisa ser investigado e as pessoas precisam ser responsabilizadas. #IStandWithRayFisher (eu apoio Ray Fisher). Aloha”. Momoa não compartilhou nenhum detalhe sobre o que de fato aconteceu no set da Liga da Justiça, mas Fisher declarou, num tuíte de julho passado, que o comportamento do cineasta Joss Whedon no set foi “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Ao apoiar Ray Fisher, Momoa coloca um contrapeso considerável na disputa de narrativas, já que é o rosto de uma franquia de US$ 1 bilhão. “Aquaman” tem sequência e projetos derivados em andamento. Além disso, o ator está em “Duna”, que estreia em dezembro. Sua manifestação acontece após o intérprete de Ciborgue acusar o presidente da DC Films de tentar abafar os supostos problemas que aconteceram nas filmagens para livrar o produtor Geoff Johns de qualquer polêmica. A Warner rebateu a acusação, revelando que Fisher se recusa a cooperar com investigações sobre os bastidores da produção. Este comunicado, porém, fez o ator elevar o tom e contra-atacar com ameaças. De fato, ele demonstrou não estar mais interessado em abordar o que aconteceu em “Liga da Justiça”, por ter encontrado um alvo maior: o próprio estúdio. “Vão ter certas coisas que eu agora vou começar a dizer publicamente. Não sobre a experiência específica em ‘Liga da Justiça’, mas sobre como as coisas estão sendo lidadas até este ponto”. Os outros atores do elenco de “Liga da Justiça” ainda não se manifestaram sobre a polêmica, que se desenrola no momento em que a Warner desenvolve uma nova edição do filme, restaurando a versão do diretor original, Zack Snyder, para lançamento na plataforma HBO Max. Ver essa foto no Instagram THIS SHIT HAS TO STOP AND NEEDS TO BE LOOKED AT @ray8fisher AND EVERYONE ELSE WHO EXPERIENCED WHAT HAPPEN UNDER THE WATCH OF @wbpictures NEEDS PROPER INVESTIGATION I just think it’s fucked up that people released a fake Frosty announcement without my permission to try to distract from Ray Fisher speaking up about the shitty way we were treated on Justice League reshoots. Serious stuff went down. It needs to be investigated and people need to be held accountable. #IStandWithRayFisher. aloha j Uma publicação compartilhada por Jason Momoa (@prideofgypsies) em 14 de Set, 2020 às 2:45 PDT

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    Astro de Lovecraft Country será vilão de Homem-Formiga 3

    14 de setembro de 2020 /

    A Marvel Studios definiu o intérprete do vilão de “Homem-Formiga 3”. O ator Jonathan Majors, que atualmente estrela a série “Lovecraft Country”, foi contratado para antagonizar Paul Rudd, intérprete do Homem-Formiga, e Evangeline Lilly, a Vespa. Embora o estúdio não tenha revelado qual personagem Majors irá interpretar, fontes de diversos sites americanos afirmam se tratar de Kang, o Conquistador. O personagem é bastante antigo. Criação de Stan Lee e Jack Kirby, Kang estreou na edição de número 8 dos Vingadores, publicada nos EUA em 1964, e sua trajetória se conecta a vários vilões clássicos da Marvel, como Doutor Destino, Apocalipse e até o próprio Thanos – cortesia de uma rivalidade com Nebula nos anos 1990 e uma obsessão pelas Jóias do Infinito. Além dos Vingadores, ele já enfrentou praticamente todos os personagens da Marvel, do Quarteto Fantástico ao Homem-Aranha, além de ter tentado se casar com Mantis, dos Guardiões da Galáxia. Originalmente um intelectual nascido no século 31 – e possível descendente de Reed Richards, o Homem-Elástico – , Kang descobriu como viajar no tempo e tentou governar o Egito, usando sua tecnologia futurista para ser adorado como um deus. Não contente, passou a buscar estabelecer seu domínio por outras eras, encontrando heróis da Marvel em cada uma delas. Em sua primeira aventura no século 20, ele chegou a raptar a Vespa, mas talvez a história mais interessante de sua fase inicial seja a que envolve impedir a formação dos Vingadores, mudando o passado para que Bruce Banner nunca se transforme no Hulk. Kang não tem superpoderes, mas seu intelecto avançado, acesso à tecnologia do século 40 e capacidade de viajar no tempo lhe dá grandes vantagens sobre seus oponentes. Além disso, ele sabe tudo o que vai acontecer, por encarar o presente como fatos históricos que, para ele, já aconteceram. “Homem-Formiga 3” voltará a ser dirigido por Peyton Reed, responsável pelos dois filmes anteriores, mas terá um roteirista novo: Jeff Loveness, que escreve a série animada “Rick & Morty”. “O terceiro filme do Homem-Formiga será um filme muito maior e mais abrangente do que os dois primeiros”, disse Reed no início deste mês sobre produção, acrescentando ainda que o longa “terá um padrão visual muito diferente.” O filme ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Trailer dramático coloca Anthony Hopkins e Olivia Colman rumo ao Oscar 2021

    14 de setembro de 2020 /

    A Sony Pictures Classics divulgou o primeiro trailer de “The Father”, drama que reúne dois vencedores do Oscar, Anthony Hopkins (“O Silêncio dos Inocentes”) e Olivia Colman (“A Favorita”), e tem première marcada para vários festivais. Acompanhada por vários elogios, a prévia destaca a intenção do filme de buscar espaço na temporada de premiações. Na história impactante, Hopkins interpreta o pai da personagem de Colman e começa a demonstrar sintomas de demência. Confundindo-se com pessoas e situações, ele perde a noção da realidade, mas se recusa a deixar o apartamento onde viveu a vida toda, suspeitando que a filha pretende colocá-lo em um asilo. A sensação de desorientação é aprofundada pela decisão de apresentar a trama sob o ponto de vista do pai. A Academia gosta de premiar intérpretes de doentes e já deu um Oscar para Julianne Moore pelo retrato de uma mulher com Alzheimer, em “Para Sempre Alice”. O elenco da produção ainda inclui Olivia Williams (“Counterpart”), Imogen Poots (“Viveiro”), Mark Gatiss (“Sherlock”), Rufus Sewell (“O Homem do Castelo Alto”) e Evie Wray (“Sense8”). “The Father” tem direção do dramaturgo francês Florian Zeller (“A Viagem de Meu Pai”), que também escreveu o roteiro com Christopher Hampton (vencedor do Oscar por “Ligações Perigosas”). Exibido no Festival de Sundance, em janeiro, o filme foi ovacionado pela crítica, atingindo 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. As premières serão retomadas nesta segunda (14/9) com apresentação no Festival de Toronto, e seguem na sexta (18/9) no Festival de San Sebastian e no próximo fim de semana no Festival de Zurique. A estreia comercial está marcada para 18 de dezembro aos cinemas norte-americanos, mas ainda não há confirmação para o Brasil.

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    Os 7 de Chicago: Aposta da Netflix para o Oscar ganha fotos e primeiro trailer

    13 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o primeiro trailer de “Os 7 de Chicago” (The Trial of the Chicago 7), novo filme de Aaron Sorkin (“A Grande Jogada”), que tem produção de Steven Spielberg. A prévia recria a história verídica do confronto entre manifestantes pacíficos e a polícia durante a Convenção Nacional Democrata de 1968, cujas imagens, que ganharam manchetes na época, continuam tão atuais hoje quanto foram há meio século. Os organizadores do protesto – incluindo Abbie Hoffman, Jerry Rubin, Tom Hayden e Bobby Seale – foram acusados ​​de conspiração e incitação ao tumulto e o julgamento que se seguiu foi um dos mais notórios da história dos EUA. Os sete líderes se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter manifestações pacíficas. O caso também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. Vale observar que essa história já foi filmada antes em “The Chicago 8” (2011), uma produção indie de pouca repercussão. A diferença no número de ativistas daquele filme é que ele contou Bobby Seale, fundador dos Panteras Negras e “oitavo acusado”, que acabou não indo a julgamento junto com os demais por ter sido condenado rapidamente por desacato e enviado à prisão pelo juiz do caso. Ele era o único negro do grupo. Em desenvolvimento há mais de uma década, o filme foi escrito por Aaron Sorkin em 2008 para Spielberg dirigir, mas, como o cineasta não encontrou tempo em sua agenda, o próprio Sorkin, que se lançou como diretor com “A Grande Jogada” (2017), acabou assumindo a direção do projeto. O elenco é bastante estrelado, destacando Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”) como Abbie Hoffman; Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) como Tom Hayden; Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale; Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”) como Fred Hampton; Jeremy Strong (“Succession”) no papel de Jerry Rubin; Alex Sharp (“As Trapaceiras”) como Rennie Davis; Joseph Gordon-Levitt (“Power”) como o promotor Richard Schultz; Frank Langella (“Kidding”) como o juiz Julius Hoffman; Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”) como o advogado William Kuntsler; e Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) como o advogado Ramsey Clark. Considerado um forte candidato a prêmios na temporada, o longa será lançado em 16 de outubro.

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    Trilogia literária As Crônicas dos Kane será adaptada pela Netflix

    13 de setembro de 2020 /

    O escritor Rick Riordan, que criou a franquia literária de “Percy Jackson e os Olimpianos”, está desenvolvendo adaptações de outra de suas sagas literárias. Em post nas redes sociais, ele contou que vai transformar “As Crônicas dos Kane” (The Kane Chronicles) numa trilogia de filmes para a Netflix. “Estamos trabalhando neste negócio desde outubro do ano passado, quase na mesma época em que começamos a trabalhar na [série de] ‘Percy’, e estou muito feliz por poder anunciar!”, ele escreveu em seu blog pessoal. “É tudo o que posso dizer no momento, mas fiquem ligados.” “As Crônicas dos Kane” leva o público em outra jornada pela mitologia. Ambos acompanham adolescentes no mundo atual, mas enquanto Percy Jackson utiliza como base a mitologia grega, a nova saga traz Sadie e Carter Kane no mundo dos deuses egípcios. O primeiro volume é “A Pirâmide Vermelha” (The Red Pyramid), publicado em 2010, e a trilogia ainda inclui “O Trono de Fogo” (The Throne of Fire) e “A Sombra da Serpente” (The Serpent’s Shadow). Mas a história tem livros complementares e crossovers com outros universos do escritor. Na trama, Carter Kane viaja o mundo com o pai, o egiptólogo Dr. Julius Kane, desde a morte da mãe, há seis anos, enquanto sua irmã mais nova, Sadie, é criada pelos avós em Londres. Depois de tanto tempo separados, os irmãos não tinham praticamente mais nada em comum. Até que na noite de Natal, em uma visita ao British Museum, o pai faz uma estranha promessa: tudo voltará a ser como antes. Mas em vez disso, os irmãos acabam assistindo um personagem misterioso desaparecer com o egiptólogo numa explosão magnífica. Para salvar o pai, os irmãos embarcam em uma perigosa jornada, na qual descobrem que são descendentes da Casa da Vida, ordem secreta que remonta à época dos faraós, tem poderes especiais e precisam usá-los para impedir os deuses do Egito Antigo, que foram despertados, antes que eles transformem o mundo num caos. Como mencionou em seu post, Riordan também desenvolvendo uma série baseada em seu herói mais conhecido, Percy Jackson. Mas esta produção será exibida num serviço rival da Netflix, a plataforma Disney+ (Disney Plus). (saiba mais) Ver essa foto no Instagram Good news from Rick! More on the blog: https://rickriordan.com/2020/09/news-from-rick-for-sept-12/ (IG click profile link) Uma publicação compartilhada por Rick Riordan (@rickriordan) em 12 de Set, 2020 às 7:08 PDT

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