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Filme

Trailer de “Lindas e Letais” traz bailarinas em luta pela sobrevivência

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27 de fevereiro de 2026
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26 de fevereiro de 2026
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    Brendan Gleeson entra em “Coringa 2”

    2 de setembro de 2022 /

    O ator Brendan Gleeson (da franquia “Harry Potter”) entrou no elenco de “Joker: Folie à Deux”, a continuação de “Coringa”, num papel não revelado. A sequência do sucesso de bilheteria de 2019 contará novamente com o ator Joaquin Phoenix no papel principal e com Lady Gaga como Arlequina. Além do casal, Zazie Beetz também deve retornar como a vizinha do protagonista, Sophie. O diretor Todd Phillips também retorna para trás das câmeras, que deverão ser ligadas em dezembro, visando um lançamento nos cinemas em outubro de 2024 – exatamente cinco anos após o primeiro filme. A revista Variety publicou que, para convencer Phoenix a atuar mais uma vez como Arthur Fleck, a Warner ofereceu-lhe um salário de US$ 20 milhões. Isto equivale a metade do orçamento completo do “Coringa” original. O nome “Folie à Deux” faz referência a um termo médico francês usado para definir um transtorno mental que afeta duas ou mais pessoas ao mesmo tempo. Além dessa pista sobre a trama, a presença de Lady Gaga como Arlequina indica que a história vai abordar o tratamento do Coringa e a obsessão desenvolvida por sua psiquiatra, que se apaixona loucamente por ele – de forma literal. Outro detalhe é que a produção deve ser apresentada como um musical. O primeiro Coringa foi o filme para adultos (classificação “R” nos EUA) de maior bilheteria de todos os tempos, com mais de US$ 1 bilhão arrecadado em todo o mundo. Além do Oscar conquistado por Joaquin Phoenix, o longa também venceu o troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pela trilha sonora de Hildur Guðnadóttir. Brendan Gleeson está atualmente em Veneza para a première mundial de seu novo filme, “The Banshees of Inisherin”, que volta a reuni-lo com o ator Colin Farrell e o diretor Martin McDonagh, 14 anos após “Na Mira do Chefe” (2008).

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    Carla Diaz grava participação em documentário sobre “Chiquititas”

    1 de setembro de 2022 /

    A atriz Carla Diaz postou nas redes sociais algumas fotos de sua participação em “Anos Depois”, documentário sobre “Chiquititas”, novela do SBT que ela estrelou há 25 anos. “Eu estava sumida porque fiquei a tarde inteira gravando algo muito especial. Vocês que viveram essa época de ‘Chiquititas’ querem ver esse documentário?”, escreveu Carla em nos stories do Instagram. Junto das fotos dos bastidores do filme, a intérprete da pequena Maria escreveu: “Gravado! Foi um prazer! Uma vez Chiquititas, sempre Chiquititas”. O projeto é da produtora Bituin Filmes e foi iniciativa de ex-atores mirins da novela, como Jander Veeck (o Zeca), enquanto Aretha Oliveira (a Pata) é uma das mais envolvidas, mostrando bastidores de gravações no Instagram. A direção é de Cristian de Ciancio. No comunicado enviado à imprensa, Fernanda Souza, a protagonista Mili das primeiras temporadas, definiu o documentário como um passeio nostálgico. “Hoje tenho 38 anos, então o documentário fez a gente reviver coisas que aconteceram 25 anos atrás. Não sei se eu vivi outra coisa tão arrebatadora em tão curto espaço de tempo”, diz. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carla Diaz (@carladiaz)

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    Olivia Wilde diz que trailer de “Não se Preocupe, Querida” foi censurado

    1 de setembro de 2022 /

    A atriz e cineasta Olivia Wilde revelou que o trailer original de “Não se Preocupe, Querida” preocupou a MPA (Motion Picture Association), entidade responsável pela classificação etária das produções cinematográficas dos EUA. Em entrevista à agência Associated Press antes da estreia de seu filme no Festival de Veneza, a diretora disse que teve cortar cenas do trailer devido à natureza sexual de seu conteúdo. “Teve muita coisa que foi tirada do trailer. A MPA chegou forte e tive que cortar algumas cenas, o que me deixou chateada porque achava que as cenas colocavam o vídeo em outro lugar. Mas, é claro, ainda vivemos em uma sociedade muito puritana”, ela lamentou. As cenas censuradas mostravam o relacionamento sexual entre os personagens de Harry Styles e Florence Pugh. “Acho que a falta de erotismo no cinema americano é algo novo. E quando falamos em prazer feminino, é algo que não vemos quando não estamos tratando de um cinema queer”, acrescentou. Como filmes para o público lésbico nunca são questionados, ela acredita haver problemas de entendimento do que o público está disposto a ver. “O público não é tão puritano quanto as corporações pensam que são. E ainda assim as pessoas ficam chateadas. Quero dizer, as pessoas ficaram chateadas comigo por causa disso”, disse ela. “Acho que é uma prova do filme. Queremos ser provocativos. A ideia não é fazer você se sentir seguro.” “Não se Preocupe, Querida” chega a Veneza na segunda-feira (5/9), após chamar atenção por várias intrigas de bastidores, alimentadas pela saída do ator Shia LaBeouf no começo do projeto, o namoro da diretora com Harry Styles, que levaria ao fim do casamento dela, e o suposto desconforto de Florence Pugh com tudo isso. O segundo longa dirigido por Olivia Wilde se passa num subúrbio isolado do deserto da Califórnia dos anos 1950. Entretanto, a aparente vida perfeita naquele local tem uma condição: o segredo absoluto do trabalho dos maridos. Ninguém fala sobre o misterioso Projeto Vitória, que estaria “mudando o mundo”. Mas sinais de que algo está errado são cada vez mais evidentes, com pesadelos, apagões e coincidências marcando a vida das esposas. E quando a personagem de Pugh começa a a questionar tudo, não é apenas seu casamento com Styles que fica em risco. Após a première mundial no Festival de Veneza, o filme chega aos cinemas do Brasil em 22 de setembro, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Bolsonaro encaminha projeto que pode acabar com cinema brasileiro

    1 de setembro de 2022 /

    O governo Bolsonaro está querendo acabar com o financiamento da atividade cinematográfica do país. O jornal Folha de S. Paulo apurou que o projeto do plano orçamentário de 2023, enviado nesta semana ao Congresso, traz a exclusão da Condecine. A taxa é o que mantém a produção do cinema brasileiro. Cobrada junto à indústria de telefonia e audiovisual, Condecine significa, textualmente, Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional. Pela lei, as empresas audiovisuais têm seu lucro taxado para ajudar a produzir novos conteúdos e assim fazer crescer todo o setor, funcionando tanto como fomento como regulação. A verba arrecada é o que alimenta o FSA (Fundo Setorial do Audiovisual), operado pela Ancine (Agência Nacional de Cinema) para financiar produções de filmes, séries e games brasileiros. Não é dinheiro de imposto de renda ou de verbas de outros segmentos, como saúde e educação. Trata-se de uma taxa que incide apenas sobre empresas que faturam com o audiovisual, via exibição nos cinemas, TV paga e outros serviços. No FSA, esse dinheiro garante o investimento em novos projetos de diferentes produtores e nichos. “Toda a diversidade da cultura brasileira pode ser registrada no audiovisual justamente porque a gente tem dinheiro no fundo”, disse Vera Zaverucha, especialista no setor e ex-dirigente da Ancine, para a Folha. “Extinguir a Condecine acaba com o cinema no Brasil, principalmente o que é feito pelas produtoras independentes”, acrescentou. O cineasta André Sturm, diretor do cinema Petra Belas Artes, em São Paulo, disse à Folha que ficou “chocado” e espera que seja “um engano, porque significa interromper o funcionamento do audiovisual brasileiro”. O produtor Manoel Rangel, ex-diretor-presidente da Ancine, acrescenta que a proposta “é mais uma irresponsabilidade do governo Bolsonaro com as contas públicas, a cultura brasileira e a produção audiovisual” e “uma insanidade dos tecnocratas a serviço do lobby de determinadas empresas”. Ele acusa: “Um governo que tem apenas mais três meses de exercício de mandato não tem o direito de mudar algo que foi construído em anos de atuação pública do país para o desenvolvimento do audiovisual.” Debora Ivanov, da Gullane, uma das maiores produtoras do país, aponta para o caos que virá com o fim do Condecine. “Ele é responsável por toda a cadeia produtiva, gerando milhares de postos de trabalho, ampliando nossa presença nos canais de TV por assinatura, conquistando prêmios e mercados pelo mundo, além de contribuir com o incremento da economia.” O fim da Condecine pode realmente criar a maior crise já enfrentada pelo cinema nacional, pior até que a implosão associada ao fim da Embrafilme e do Concine decretado por Fernando Collor, outro presidente de direita. Em 1992, último ano do governo Collor, apenas três filmes brasileiros chegaram às telas, em resultado direto de suas ações. Foram iniciativas como a Lei do Audiovisual, o Condecine e o FSA, criados nos governos de Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso e Lula, num entendimento em comum sobre as necessidades da indústria audiovisual, que permitiram desde a chamada Retomada do setor até o crescimento do número de cinemas e bilheterias no Brasil. Bolsonaro já havia vetado integralmente o projeto que prorrogava a Lei do Audiovisual. Também vetou o Recine, que incentivava a criação de novos cinemas, além de várias leis de fomento, como a Lei Paulo Gustavo. Também deixou vencer a política de cotas de telas e proibiu apoio de estatais a filmes e eventos do setor. Tudo isto em plena pandemia, num ataque frontal contra a economia. Para justificar seu plano de destruição, Bolsonaro chegou a dizer que o Brasil não faz filmes bons. “Há quanto tempo a gente não faz um bom filme, não é?”, ele disse sobre a indústria nacional numa live de 2019 – ignorando, para variar todas as premiações em festival internacionais que contrariam a distorção. Seus vetos anteriores, porém, foram revertidos no Congresso, onde o orçamento de 2023 será discutido. Artistas e associações do setor devem reagir em peso contra a medida e pressionar por novo veto.

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    Emma Roberts vai produzir e estrelar comédia romântica espacial

    1 de setembro de 2022 /

    A atriz Emma Roberts (“American Horror Story”) vai produzir e estrelar a comédia romântica espacial “Space Cadet”, produzida para o serviço de streaming Prime Video, da Amazon. A trama vai acompanhar Rex (Roberts), uma garota festeira que se torna a única esperança do programa espacial da NASA após o acaso a colocar num curso de treinamento para astronautas. O filme terá roteiro e direção de Liz W. Garcia (“Almas Secas”) e a produção está a cargo de Jon Berg, responsável por grandes sucessos como “Mulher-Maravilha” (2017) e “Aquaman” (2018). “A incrível sagacidade e o timing cômico de Emma incorporam perfeitamente o papel de Rex, e a leitura de Liz para essa personagem torna o domínio feminino das ciências tão único e divertido, e esperamos que inspire jovens mulheres interessadas nesse campo”, disse Berg, em comunicado oficial. “A corrida espacial continua a intrigar a todos nós globalmente, então não temos dúvidas de os espectadores de todo o mundo vão se conectar com essa incrível narrativa comandada por mulheres.” “Space Cadet” ainda não tem previsão de estreia. Emma Roberts tem diversos projetos pela frente, entre eles outra comédia romântica, chamada “About Fate”, que vai narrar a história de duas pessoas que acreditam no amor, mas não compreendem o seu verdadeiro significado. O filme chega aos cinemas americanos no dia 9 de setembro.

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    Jason Bateman e Taron Egerton farão thriller do diretor de “Adão Negro”

    1 de setembro de 2022 /

    Os atores Jason Bateman (“Ozark”) e Taron Egerton (“Rocketman”) vão estrelar o filme de ação “Carry On”, que será dirigido por Jaume Collet-Serra (diretor de “Jungle Cruise” e do vindouro “Adão Negro”). O filme vai acompanhar um jovem agente de segurança de aeroporto que é chantageado para que um pacote perigoso entre num voo no dia de Natal. Egerton será o jovem agente e Bateman interpretará o misterioso viajante que o chantageia. O roteiro foi escrito por TJ Fixman (“Heróis da Galáxia – Ratchet e Clank”) e revisado por Michael Green (“Jungle Cruise”). Vale lembrar que esse não é o primeiro thriller de Collet-Serra envolvendo um avião. Ele também dirigiu “Sem Escalas” (2014), numa das suas muitas parcerias com o ator Liam Neeson. “Carry On” está sendo desenvolvido pela Netflix e ainda não tem previsão de estreia. Atualmente, Jason Bateman está envolvido em um filme sobre a vida de Sonny Vaccaro, executivo da marca Nike. O projeto, ainda sem data de estreia, será dirigido por Ben Affleck (“Argo”). Taron Egerton, por sua vez, filmou “Tetris”, que vai mostrar a batalha legal em torno da criação do famoso jogo do título – e também não tem previsão de estreia.

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    Diretor de “O Regresso” exalta streaming ao lançar primeiro filme na Netflix

    1 de setembro de 2022 /

    O cineasta mexicano Alejandro G. Iñárritu (“O Regresso”) participou nesta quinta (1/9) do Festival de Veneza para exibir seu mais novo trabalho, “Bardo”, desenvolvido para a Netflix. Acostumado a fazer filmes para a tela grande, a produção marcará a primeira experiência de Iñárritu com o streaming. Entretanto, o diretor afirma que não vê muita diferença entre os dois formatos de exibição e explicou que “você não pode ir contra a maré dominante”. Para ele, “um filme é um filme”. Neste sentido, o streaming seria “apenas um meio”. “Uma catedral para o cinema. É um lugar onde as crianças nascem”, comparou, durante a entrevista coletiva de imprensa. Iñárritu também lembrou que a maioria dos filmes é vista em casa. “Quando eu estudava cinema, além de exposições e festivais, eu via os filmes de Bergman, Buñuel e Fellini na TV com péssima qualidade e em VHS”, disse ele. Primeira produção mexicana de Iñárritu desde “Amores Brutos” (2000), o filme, cujo nome completo é “Bardo, False Chronicle of a Handful of Truths”, foi escrito pelo próprio Iñárritu em parceria com Nicolás Giacobone (roteirista de “Birdman”). A trama narra a história de um renomado jornalista mexicano que volta para casa e passa por uma crise existencial. Enquanto lida com seus relacionamentos familiares, suas próprias memórias e a História do seu país, ele busca respostas em seu passado para reconciliar quem ele é no presente. O diretor apontou que o filme é inspirado em sua própria experiência de distanciamento do país natal. Faz mais de 20 anos que sua família deixou o México para se mudar para Los Angeles, exatamente num 1º de setembro passado. “Pra mim, o México virou um estado de espírito, não é mais apenas um país”, ele observou. “Cada país no final é um estado de espírito. As histórias sobre nós mesmos nos foram contadas. Mas quando você se afasta daquele lugar e quando o tempo aumenta, esse estado de espírito se dissolve e muda. E isso foi parte da pesquisa que este filme cuida. A interpretação desse anseio.” Ele acrescentou que retornar ao país foi como “estar diante do espelho” e “reencontrar um amigo” que era totalmente diferente de quem lembrava. Além da exibição em Veneza e em alguns outros festivais, “Bardo” também terá um lançamento limitado nos cinemas do México (com estreia marcada para o dia 27 de outubro) e dos Estados Unidos (4 de novembro), antes de chegar à Netflix em 16 de dezembro. “Isso é algo que eu realmente aprecio. Não apenas porque fui apoiado e deixado totalmente livre, mas eles [a Netflix] foram extremamente generosos em permitir que as pessoas vissem este filme em um cinema”, disse ele. “Isso é algo especialmente importante para mim e é um gesto excepcional da Netflix. Porque acho que este é um filme que pertence a esse tipo de experiência.” “Bardo” é o primeiro longa-metragem de Iñárritu em sete anos, desde “O Regresso” (2015), que venceu o Oscar de Melhor Filme. A Netflix ainda não revelou nenhum trecho do filme.

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    Lindsey Lohan fará segunda comédia romântica para Netflix

    1 de setembro de 2022 /

    A atriz Lindsey Lohan (“Vale do Pecado”) vai estrelar a comédia romântica “Irish Wish”, desenvolvida para a Netflix. Essa será a segunda produção do gênero que Lohan fará para o serviço de streaming, após concluir o ainda inédito “Uma Quedinha de Natal”. A trama vai acompanhar uma mulher chamada Maddie (Lohan) que vê o amor da sua vida ficar noivo da sua melhor amiga. Ela é convidada para ser dama de honra casamento, precisando deixar os seus sentimentos de lado para participar da cerimônia, que vai acontecer na Irlanda. Porém, poucos antes antes do enlace, Maddie faz um desejo: ela quer ser a noiva naquele casamento. O problema é que, quando o desejo se realiza, ela percebe que a sua alma gêmea é outra pessoa. O filme foi desenvolvido pela mesma equipe de “Uma Quedinha de Natal”, o diretor Janeen Damian e os roteiristas Michael Damian e Ron Oliver, com o acréscimo da roteirista Kirsten Hansen (“Expresso de Natal”). Uma Quedinha de Natal” e “Irish Wish” concluem um contrato assinado por Lohan com a Netflix. A parceria talvez se estenda, dependendo do sucesso dos filmes. “Uma Quedinha de Natal” chega à plataforma em 10 de novembro e “Irish Wish” ainda não tem previsão de estreia.

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    Filmes sobre Dom Pedro I e Zé Arigó chegam aos cinemas

    1 de setembro de 2022 /

    Os cinemas recebem 12 lançamentos nesta quinta (1/9), a maioria em circuito limitado. Em contraste com as últimas semanas, a maior estreia é nacional. “Predestinado”, sobre a vida do médium Zé Arigó, chega em mais de 650 salas, apostando no apelo religioso da trama. No passado, a cinebiografia de “Chico Xavier” e “Nosso Lar” provaram a força comercial do cinema espírita no país. Outro grande título brasileiro, “A Viagem de Pedro” aproveita a data do bicentenário da independência para se destacar na programação. Mas é uma obra contemporânea e revisionista, que questiona a figura heroica de D. Pedro I, apresentando-o como um homem tóxico, que queria ser ditador, apesar de se apresentar como libertador. Entre os títulos internacionais, os destaques são a fantasia extravagante “Era uma vez um Gênio”, de George Miller (o diretor de “Mad Max”), o romance “Um Lugar Bem Longe Daqui”, o drama culinário britânico “O Chef” e o relançamento de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” com cenas inéditas. Confira abaixo todas as estreias com seus respectivos trailers.   | A VIAGEM DE PEDRO |   Cauã Reymond (“Alemão”) vive Dom Pedro I no drama histórico, que chega aos cinemas na véspera dos 200 anos da proclamação da Independência. Entretanto, o longa de Laís Bodanzky, diretora dos premiados “Bicho de Sete Cabeças” (2000) e “Como Nossos Pais” (2017), não é um filme para exaltar a data, como foi o marco dos 150 anos, “Independência ou Morte”. O drama de época acompanha o imperador brasileiro em sua viagem de exílio, após ser expulso do país que ele fundou. Destronado, depressivo e doente, ele busca encontrar forças durante a travessia do Atlântico para enfrentar seu irmão, que usurpou seu trono em Portugal, enquanto recorda seu período no Brasil, desde a chegada na colônia à proclamação da independência. O retrato não é heroico, muito pelo contrário, e serve de contraponto à celebração acrítica do bicentenário. O elenco ainda destaca a alemã Luise Heyer (da série “Dark”) como a imperatriz Leopoldina, a artista plástica Rita Wainer, que estreia como atriz no papel de Domitila de Castro, a Marquesa de Santos, o irlandês Francis Magee (“Into the Badlands”), o guineense Welket Bungué (“Berlin Alexanderplatz”) e vários atores portugueses, com destaque para Luísa Cruz (“As Mil e uma Noites”), João Lagarto (“O Filme do Bruno Aleixo”) e Victória Guerra (“Variações”).   | PREDESTINADO |   O drama espírita conta a história de Zé Arigó, um homem comum que recebe o espírito de Dr. Fritz, médico alemão falecido durante a 1ª Guerra Mundial, e se torna um milagreiro. Criticado por céticos, ele teria salvo inúmeras vidas por intermédio da cirurgia espiritual. O primeiro filme dirigido por Gustavo Fernández (da novela “Pantanal”) traz Danton Mello (“Vai que dá Certo”) no papel principal, Juliana Paes (também de “Pantanal”) como sua esposa e o inglês James Falkner (“Da Vinci’s Demons”) como o espírito do Dr. Fritz. E chega aos cinemas com uma missão: recuperar a fé no espiritismo depois que o Brasil parou para acompanhar o escândalo do médium João de Deus, condenado por crimes sexuais contra mulheres que acreditavam em seu poder de cura. O biografado é exemplar neste sentido, já que sempre foi humilde. Perseguido, chegou a ser preso por curandeirismo, mas teve o trabalho documentado em filme por pesquisadores americanos, que não conseguiram contestá-lo. Como diz o filme, se tivesse nascido em outro país, Arigó seria motivo de estudo, não de rechaço.   | ERA UMA VEZ UM GÊNIO |   O filme que marca a volta do cineasta George Miller ao cinema, sete anos após deixar público e crítica impressionados com “Mad Max: Estrada da Fúria”, é inspirado pelas fábulas das Mil e uma Noites. A fantasia de visual arrebatador traz Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) como um gênio encantado – na verdade, um Djinn – , cuja “lâmpada” mágica vai parar nas mãos de uma viúva solitária (vivida por Tilda Swinton, de “Doutor Estranho”) após passar séculos perdida. Enquanto pondera seus três desejos, a mulher conhece a história do gênio e reflete sobre a velha moral da história: “cuidado com o que desejar”. O visual, especialmente durante as cenas de recriação do Oriente exuberante, é de encher os olhos, com muitos efeitos visuais, além de uma fotografia, cenografia e figurinos refinadíssimos. Mas a expectativa para a produção era maior que seus 72% de aprovação da crítica na medição do site Rotten Tomatoes.   | UM LUGAR BEM LONGE DAQUI |   Baseado no livro de mesmo nome de Delia Owens, o filme gira em torno de Kya, uma jovem que cresceu sozinha no brejo de uma cidadezinha e passou a ser tratada como se fosse um bicho. Só que é uma menina doce, que acaba atraindo o interesse de dois rapazes. Quando um deles aparece morto, ela passa a ser caçada pela polícia e precisa provar sua inocência diante de uma população que a odeia. O filme foi escrito por Lucy Alibar (indicada ao Oscar por “Indomável Sonhadora”), dirigido por Olivia Newman (“Minha Primeira Luta”), estrelado por Daisy Edgar-Jones (“Normal People”) e conta ainda com uma música exclusiva de Taylor Swift (“Carolina”) em sua trilha sonora.   | HOMEM-ARANHA – SEM VOLTA PARA CASA: A VERSÃO AINDA MAIS DIVERTIDA |   O blockbuster de maior bilheteria da pandemia (US$ 1,9 bilhão mundial) volta aos cinemas com 11 minutos de cenas inéditas, incluindo mais cenas de Tobey Maguire e Andrew Garfield. A trama abre o multiverso e infinitas possibilidades no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), além de transformar “fan service” em arte, representando o ápice do modelo cinematográfico da Marvel. Há muitas participações especiais – todas que os fãs pediram – e citações envolvendo 20 anos de cronologia do herói, desde o primeiríssimo “Homem-Aranha” de 2002. Há cenas de muita ação, comédia de rir à toa e tragédia para soluçar de choro. Não é à toa que foi considerado o melhor filme do Homem-Aranha já feito – há quem diga que seja o melhor filme do MCU. E de quebra ainda oferece uma conclusão para a primeira trilogia estrelada por Tom Holland e Zendaya, com direção de Jon Watts. Com tanto sucesso, nem precisavam anunciar, mas já está oficializado que este não é realmente o fim da história.   | O CHEF |   Elogiadíssima e realmente eletrizante, a produção britânica traz Stephen Graham (“Venom: Tempo de Carnificina”) como um chef que lida com as pressões da crítica e de funcionários, falta de ingredientes e visitas inesperadas numa noite caótica, tentando manter o controle de seu restaurante. Toda filmada em plano sequência pelo diretor Philip Barantini (“Villain”), ao estilo do filme de guerra “1917”, a obra foi indicada a quatro BAFTAs (o Oscar britânico) e tem 99% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes.   | ENCONTROS |   Se o filme é do diretor sul-coreano Hong Sang-Soo (“Certo Agora, Errado Antes”), ele tem uma viagem, conversas em torno de uma mesa, brindes de saquê, passeios na praia e prêmio de festival internacional. Esse arranjo minimalista está mais uma vez presente nas três histórias interconectadas por encontros e desencontros, que começam com a visita de Young-ho a seu pai, um médico. Este não o recebe, pois está atendendo a um ator famoso. Enquanto isso, a namorada do protagonista se muda para Berlim, onde se hospeda na casa de uma pintora. Por fim, o rapaz encontra sua mãe almoçando com o ator, paciente de seu pai. Levou o troféu de Melhor Roteiro no Festival de Berlim.   | ENTRE ROSAS |   A comédia dramática francesa acompanha uma criadora de rosas à beira da falência, que é salva por uma solução de sua fiel secretária: contratar três presidiários sem nenhum conhecimento de jardinagem, mas que trabalham por salários baixos. Completamente diferentes, eles se unem na missão de salvar a pequena fazenda. A veterana Catherine Frot (“Margueritte”) tem o papel principal.   | A ÚLTIMA CHAMADA |   O terror B acompanha a vingança de uma velhinha que teve seus últimos momentos de vida importunados pela brincadeira de mau gosto de três adolescentes. Após sua morte, o viúvo procura os jovens para informá-los que eles estão no testamento dela e podem ganhar US$ 100 mil cada apenas para fazer uma ligação – de dentro de sua casa para um telefone no caixão da morta. Mas ao ligarem para o número indicado, coisas estranhas e sanguinárias começam a acontecer. O elenco destaca Linn Shaye (a médium Elise da franquia “Sobrenatural”) como a falecida e Tobin Bell (o serial killer Jigsaw de “Jogos Mortais”) como seu marido. Medíocre, atingiu 44% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | PINOCCHIO – O MENINO DE MADEIRA |   Esta versão irreconhecível da história de Carlo Colodi é uma animação russa de baixo orçamento e péssimo acabamento, que substitui o Grilo Falante por um cavalo falante. A história acompanha Pinóquio cavalgando para conhecer o mundo e fazer truques equestres num circo, onde se apaixona por uma trapezista.   | SEGREDOS DE PUTUMAYO |   O documentário de Aurélio Michiles (“O Cineasta da Selva”) resgata as investigações do ativista irlandês Roger Casement de mais de 100 anos atrás, quando o então Cônsul Britânico no Brasil denunciou a escravidão e assassinato de milhares de indígenas que eram forçados a trabalhar na coleta de borracha. O seu relatório sobre este assunto foi publicado pelo parlamento britânico e deu-lhe o reconhecimento internacional como humanista e o título de Cavaleiro (Sir) – que ele perdeu junto com a vida, ao ser condenado por se aliar aos alemães num complô pela independência da Irlanda na véspera da 1ª Guerra Mundial.   | MARIA – NINGUÉM SABE QUEM SOU EU |   O documentário de Maria Bethânia tem como base um depoimento exclusivo para o diretor e roteirista Carlos Jardim, entremeado por imagens raras de ensaios e shows da cantora ao longo de seus 57 anos de carreira. Completando a narrativa, a atriz Fernanda Montenegro recita textos de autores como Ferreira Gullar e Caio Fernando Abreu sobre a importância de Bethânia no cenário cultural brasileiro.

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    Cinebiografia de Milli Vanilli revela primeiras fotos

    31 de agosto de 2022 /

    O Leonine Studios divulgou as primeiras fotos da cinebiografia de Milli Vanilli. Batizada com o título do maior sucesso da dupla musical, “Girl You Know It’s True” traz Tijan Njie (“Stifado”) e Elan Ben Ali (“Goutte d’or”) nos papéis de Robert Pilatus e Fabrice Morvan, os Milli Vanilli. Além deles, o elenco destaca Matthias Schweighöfer como o produtor musical alemão Frank Farian, mentor do grupo, que pode ser visto numa imagem abaixo. Schweighöfer é o mais conhecido integrante da produção, graças ao papel de Dieter na franquia “Army of the Dead”, da Netflix. Milli Vanilli ganhou vários prêmios, incluindo o Grammy no final dos anos 1980 pelo sucesso de “Girl You Know It’s True”, mas a dupla franco-alemã acabou denunciada como uma farsa musical. Eles eram dançarinos contratados para fingir serem cantores, enquanto Farian pagava músicos profissionais para cantar nas gravações. O filme tem roteiro e direção do alemão Simon Verhoeven (do terror “Pedido de Amizade”), e começou a ser rodado há poucos dias. Ainda não há previsão de estreia. Lembre o grande hit da banda abaixo.

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    Atriz de “Servant” vai estrelar prólogo de “A Profecia”

    31 de agosto de 2022 /

    A atriz Nell Tiger Free, intérprete da babá Leanne Grayson na série “Servant”, vai estrelar o terror “First Omen”, que será um prólogo do terror clássico “A Profecia” (The Omen, 1976). Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. Sabe-se apenas que o filme será dirigido por Arkasha Stevenson (diretora da série “Channel Zero”). Stevenson também escreveu o roteiro ao lado de Tim Smith, com quem já tinha trabalhado antes nas séries “Channel Zero” (2018) e “Vingança Sabor Cereja” (2021). “First Omen” será produzido por David S. Goyer (produtor das séries “Fundação” e “Sandman”) e ainda não tem previsão de lançamento. Dirigido por Richard Donner, “A Profecia” acompanhava um complô satânico, envolvendo troca de bebês numa maternidade, para colocar o Anticristo na família de um embaixador americano (interpretado por Gregory Peck). O filme foi um sucesso na época, faturando mais de US$ 60 milhões nas bilheterias, e rendeu duas continuações (lançadas em 1978 e 1981), um remake (de 2006) e uma série, “Damien” (2016). Nell Tiger Free será vista em breve na fantasia “Wonderwell”, último filme estrelado por Carrie Fisher (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), e no suspense “Fall into Darkness”, dirigido por Roxanne Benjamin (“Rastros na Escuridão”), ambos ainda sem previsão de estreia. Assista ao trailer de “A Profecia”.

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    Ana de Armas critica classificação de “Blonde” para maiores de 18 anos

    31 de agosto de 2022 /

    A atriz Ana de Armas (“Águas Profundas”) criticou a classificação etária recebida por seu filme “Blonde”, cinebiografia da atriz Marilyn Monroe. Em entrevista à revista francesa L’Officiel, Armas disse que não consegue entender o motivo de o filme ter recebido a classificação “NC-17”, indicado apenas para maiores de 18 anos nos EUA e usada basicamente para filmes com muito sexo. “Eu posso listar várias séries ou filmes que são muito mais explícitos, com muito mais conteúdo sexual do que ‘Blonde'”, disse ela. “Mas para contar essa história era importante mostrar todos esses momentos da vida de Marilyn que a fizeram terminar daquele jeito. Precisava ser explicado. Todo mundo [no elenco] sabia que tínhamos que ir a lugares desconfortáveis. Eu não fui a única.” “NC-17” foi uma classificação etária criada em 1990 para evitar que o lançamento de “Henry & June” recebesse a tarja “X”, mais elevada na época e usada para filmes pornográficos. Ela difere de “R” por proibir que menores vejam o filme mesmo se forem acompanhados dos pais e do hard “X” por ser mais que uma montagem de cenas explícitas. A partir de sua inclusão, o “NC-17” se tornou a censura máxima dos cinemas associados à MPA, entidade da indústria cinematográfica responsável pelo sistema de classificação dos EUA, empurrando o “X” para os vídeos adultos. “Blonde” é uma adaptação do livro de mesmo nome, de Joyce Carol Oates, que mistura realidade e ficção para contar a história da lendária estrela de cinema. O filme foi escrito e dirigido por Andrew Dominik (“O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford”), que já esperava esse tipo de classificação. “É um filme exigente. Se o público não gostar, isso é problema do público. O filme não está concorrendo a nenhum cargo público”, disse o cineasta, em entrevista ao site Screen Daily. “É um filme NC-17 sobre Marilyn Monroe, é meio que o que você quer, certo? Eu quero ver a versão NC-17 da história de Marilyn Monroe.” O diretor também disse que a Netflix, que produziu e vai distribuir o filme, insistiu em contratar a montadora Jennifer Lame (“Tenet”) “para conter os excessos do filme”, que inclui uma cena de estupro muito comentada do livro de Oates. Além de Ana de Armas, o elenco destaca Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o escritor Arthur Miller e Bobby Cannavale (“O Irlandês”) como o jogador de beisebol Joe DiMaggio, ex-maridos de Marilyn. “Blonde” fará a sua première no Festival de Veneza, que começou nesta quarta (31/8), antes de chegar à Netflix no dia 28 de setembro. Assista abaixo ao trailer do filme.

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  • Filme,  Música

    Paulo Miklos vai viver Adoniran Barbosa no cinema

    31 de agosto de 2022 /

    O músico e ator Paulo Miklos (“Jesus Kid”) vai estrelar sua primeira cinebiografia musical em longa-metragem. Ele vai viver Adoniran Barbosa (1910-1982) numa produção que recriará o universo das canções do artista, mostrando os personagens presentes nelas. A produção será uma versão em longa-metragem de “Dá Licença de Contar”, curta premiado no Festival de Gramado de 2015, que já tinha mostrado o ex-Titãs como Adoniran. O diretor também é o mesmo: Pedro Soffer Serrano, que ainda fez o documentário “Adoniran: Meu nome é João Rubinato” (2018). O novo projeto será sua estreia como diretor de longa-metragem de ficção. As filmagens começarão em novembro nas ruas do bairro do Bixiga, em São Paulo, onde vivia o autor do “Trem das Onze”. A produção é da Pink Flamingo Filmes, com coprodução da Claro e da Nation Filmes, e distribuição da Elo Company. Ainda não há previsão de estreia. Veja abaixo o curta “Dá Licença de Contar”.

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