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Filme

Xolo Maridueña retorna como Besouro Azul em “Homem do Amanhã”

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Filme

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Suspense da Netflix acompanha escritor que procura o filho sequestrado com a ajuda do pai policial aposentado

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14 de julho de 2026
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    Rumor: Liv Tyler pode voltar a viver Betty Ross em Vingadores: Guerra Infinita

    10 de janeiro de 2017 /

    A atriz Liv Tyler (série “The Leftovers”) estaria cotada para aparecer em “Vingadores: Guerra Infinita”. De acordo com uma reportagem do jornal escocês Daily Record, ela estaria sendo esperada nos sets de filmagem na Escócia. Por enquanto, trata-se apenas de um rumor, mas caso isso se confirme, representaria o retorno da atriz ao universo Marvel. Ela voltaria a viver Betty Ross, a namorada de Bruce Banner e filha do General Ross, que foi vista anteriormente em “O Incrível Hulk” (2008). Como na época o Hulk era interpretado por Edward Norton, seria também a primeira vez que ela contracenaria com o atual intérprete do personagem, Mark Ruffalo. Promovido a Secretário de Estado, o pai de Betty, interpretado por William Hurt, já fez seu retorno ao universo cinematográfico da Marvel em “Capitão América: Guerra Civil” (2016). O Daily Record ainda afirmou que “Vingadores: Guerra Civil” e sua sequência, atualmente sem título, seriam filmados simultaneamente – o que ajudaria a justificar o orçamento espantoso de quase meio bilhão de dólares da produção. A Marvel não confirmou nenhuma dessas informações. “Vingadores: Guerra Civil” tem estreia prevista para março de 2018.

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    Vingadores: Guerra Infinita será o filme mais caro de todos os tempos

    10 de janeiro de 2017 /

    O filme “Vingadores: Guerra Infinita” será a produção de cinema mais cara de todos os tempos. Segundo apurou o jornal britânico The Telegraph, o terceiro filme da equipe de super-heróis da Marvel custará cerca de US$ 490 milhões. Isto mesmo, quase meio bilhão de dólares. Até então, o filme mais caro era “Piratas do Caribe – No Fim do Mundo, que custou U$ 332 milhões para ser produzido. Ambos os filmes são produções da Disney, que não confirmou oficialmente o orçamento de “Vingadores: Guerra Infinita”. Vale lembrar que o filme anterior da franquia de super-heróis, “Vingadores: Era de Ultron” (2015), também não foi nada barato. Mesmo assim, custou “apenas” U$ 250 milhões. Para um orçamento de US$ 490 milhões se pagar no cinema, a produção deveria fazer em torno de U$ 2 milhões em todo o mundo, uma vez que há custos de marketing e impostos a serem acrescentados nas despesas. Mas mesmo que isso não aconteça, os direitos de TV, streaming, merchandising, as vendas de home video e as parcerias comerciais tendem a amortizar as contas, de modo que a loucura não é tão assustadora quanto parece. Até hoje, apenas três filmes faturaram mais de US$ 2 bilhões nas bilheterias mundial: “Avatar” (US$ 2,7 bilhões), “Titanic” (US$ 2,1 bilhões) e “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 2 bilhões). Quase metade do orçamento do filme será destinado ao pagamento do elenco, que irá reunir atores da maioria dos filmes do universo Marvel, fazendo, pela primeira vez, a integração dos personagens espaciais da franquia “Guardiões da Galáxia” com os Vingadores. Graças a seu contrato vantajoso, o cachê de Robert Downey Jr. consome a maior parte do montante. “Vingadores: Guerra Infinita” terá filmagens na Escócia e será dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: Guerra Civil”), visando uma estreia em 4 de maio de 2018.

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    Moana ganha quatro comerciais dublados com cenas inéditas

    10 de janeiro de 2017 /

    A Disney divulgou quatro novos comerciais de “Moana: Um Mar de Aventuras”, para reforçar que a animação já está nos cinemas brasileiros. O lançamento nacional aconteceu no fim de semana e o filme fez R$ 14,93 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição. Com dublagem nacional, as prévias são repletas de cenas inéditas, que não tinham aparecido nos trailers anteriores, e destaca os dois protagonistas em situações de perigo e muito bom-humor. Nos EUA, Moana e seu companheiro de aventuras, o semideus Maui, são dublados, respectivamente, pela estreante Auli’i Cravalho, de 15 anos de idade, selecionada após diversos testes com jovens havaianas, e pelo astro Dwayne Johnson (da franquia “Velozes & Furiuosos”), que pela primeira vez tem a chance de homenagear sua descendência polinésia no cinema. O filme tem direção de John Musker e Ron Clements (responsáveis por “A Pequena Sereia”, “Aladdin”, “Hércules” e “A Princesa e o Sapo”). E entre os roteiristas creditados está Taika Waititi, diretor do vindouro “Thor 3: Ragnarok”. Para completar, Lin-Manuel Miranda, responsável pelo fenômeno da Broadway “Hamilton” (vencedor de 11 Tonys), escreveu algumas das canções da trilha sonora. E se os vídeos abaixo ou o filme no cinema não forem suficientes para esgotar a vontade de mergulhar no universo de “Moana”, é possível se divertir também com os joguinhos da personagem. Curioso? Veja neste link.

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    Minha Mãe É uma Peça 2 se mantém na liderança das bilheterias e chega a 5 milhões de telespectadores

    10 de janeiro de 2017 /

    A comédia brasileira “Minha Mãe É Uma Peça 2 – O Filme” manteve a liderança das bilheterias nacionais pelo terceiro fim de semana, mesmo enfrentando a estreia da aguardada animação “Moana”, da Disney. A diferença, porém, foi pequena. O besteirol estrelado por Paulo Gustavo fez mais R$ 16 milhões de quinta (5/1) a domingo (8/1). Fenômeno, o filme já tem uma renda total de R$ 66,3 milhões e está perto de ultrapassar 5 milhões de telespectadores. Já “Moana” abriu com R$ 14,93 milhões, seguida de longe por outra estreia da semana, a sci-fi “Passageiros, estrelada por Jennifer Lawrence e Chris Pratt, com R$ 8,5 milhões. O top 5 ainda inclui a animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, com R$ 2,9 milhões, e “Rogue One: Uma História Star Wars”, com R$ 2,4 milhões. Os dados são do site Filme B.

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    Vídeo mostra os upgrades feitos no uniforme do Homem-Aranha para o filme solo

    9 de janeiro de 2017 /

    A Marvel divulgou um vídeo de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, que mostra os upgrades do uniforme do herói, criados por Tony Stark (Robert Downey Jr.) após sua primeira aparição em “Capitão América: O Primeiro Vingador”. “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” será o primeiro filme solo do herói estrelado por Tom Holland, após sua pequena, mas marcante participação no filme do Capitão América. O longa está atualmente em pós-produção, visando um lançamento no dia 6 de julho. Tom Holland recentemente revelou que está contratado para três filmes do aracnídeo, além de participações em três outros longas da Marvel. Um vídeo publicado por ✌️ (@tomholland2013) em Jan 5, 2017 às 9:25 PST

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    Ralph Fiennes e Hugh Laurie entram na comédia de Sherlock Holmes de Will Ferrell

    9 de janeiro de 2017 /

    A comédia “Holmes & Watson”, em que Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) viverá Sherlock Holmes, ganhou alguns reforços de peso. Segundo o site da revista Variety, Ralph Fiennes (“007 Contra Spectre”) e Hugh Laurie (“Tomorrowland”) entraram no elenco. Seus papéis não foram confirmados, mas serão personagens clássicos dos livros de Arthur Conan Doyle. Provavelmente, a dupla tenha sido escalada para dar vida a Mycroft Holmes, o irmão de Sherlock, e o vilão Professor Moriarty, pois são os únicos papéis importantes ainda sem intérpretes definidos. Além de Ferrell como Sherlock Holmes, o filme terá John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”) como John Watson, Kelly Macdonald (série “Boardwalk Empire”) como a Sra. Hudson, Rob Brydon (“O Caçador e a Rainha do Gelo”) como o Inspetor Lestrade. A trama também incluirá personagens reais, como a Dra. Grace Hart, primeira médica a atender em Londres, vivida por Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”), e o pai da psicanálise Sigmundo Freud, interpretado pelo alemão Wolf Roth. O filme marcará a terceira comédia da dupla Ferrell e Reilly, que inaugurou a parceria há 11 anos com “Ricky Bobby – A Toda Velocidade” (2006) e obteve grande sucesso com “Quase Irmãos” (2008). O roteiro foi escrito por Cohen, que dirigiu Ferrell na recente – e medíocre – comedia “O Durão” (2015). Sherlock Holmes já rendeu diversas comédias anteriormente, mas poucas marcaram época. Entre as melhores, estão “A Vida Íntima de Sherlock Holmes” (1970), do mestre Billy Wilder, “O Irmão mais Esperto de Sherlock Holmes” (1975), de Gene Wilder, e “Sherlock & Eu” (1988), com Michael Caine. Prestes a completar 130 anos, Sherlock Holmes continua popular até hoje, podendo ser visto atualmente em duas séries, a britânica “Sherlock” e a americana “Elementary”, e ainda deve ganhar um terceiro filme estrelado por Robert Downey Jr., cujo projeto está em desenvolvimento.

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    Roteiro da adaptação de Uncharted está pronto – pela quarta vez!

    9 de janeiro de 2017 /

    O diretor Joe Carnahan (“A Perseguição”) entregou o roteiro do filme “Uncharted”, baseado no game homônimo. Ele postou uma foto de sua capa no Instagram, comemorando a finalização do trabalho, e na legenda ainda se vangloriou da suposta qualidade da obra. “Se existir um roteiro de filme ação mais legal que esse eu quero ler, porque essa coisa é um monstro”, escreveu. A torcida é para que seja verdade. E que o estúdio não encomende nova versão da história. Afinal, este é um dos roteiros mais reescritos de Hollywood. A Sony Pictures contratou Carnahan em julho do ano passado, após o estúdio mudar de ideia sobre a direção do projeto pela terceira vez. Para se ter ideia, diretores tão diferentes quanto David O. Russell (“Trapaça”), Neil Burger (“Divergente”) e Seth Gordon (“Quero Matar Meu Chefe”) já estiveram envolvidos com a produção, que também esteve prestes a ser estrelada por Mark Wahlberg (“Transformers: A Era da Extinção”), Robert De Niro (“O Lado Bom da Vida”) e até Scarlett Johansson (“Os Vingadores”) em incontáveis versões atrás. O filme se arrasta para sair do papel desde 2010. A primeira versão do roteiro foi escrita por Thomas Dean Donnelly e Joshua Oppenheimer (dupla dos péssimos “Dylan Dog e as Criaturas da Noite” e “Conan, o Bárbaro”), jogada no lixo e substituída por novo texto do casal Marianne e Cormac Wibberley (“A Lenda do Tesouro Perdido”) e, antes da última “mudança de direção criativa”, havia um terceiro roteiro aprovado, de autoria de Mark Boal (“A Hora Mais Escura”) A história do game original acompanha as aventuras do arqueólogo Nathan Drake, que segue as pistas do seu antepassado Sir Francis Drake para encontrar relíquias místicas ao redor do mundo. O roteiro anterior, de Boal, mostrava o personagem em busca da cidade de El Dorado, mas para chegar lá ele precisaria competir com mercenários e criaturas mutantes que defendem o local. Esta versão do filme chegou a ganhar data de lançamento: em março de 2016, o que obviamente não aconteceu. Atualmente, o cineasta Shawn Levy, responsável pela trilogia cômica “Uma Noite no Museu” e produtor da série “Stranger Things”, está encarregado de dirigir a adaptação, que ainda não tem previsão de estreia. A Sony já gastou uma fortuna no projeto, pagando diversos roteiristas, sem que o longa tenha data para sair do papel. O que parece ser um modelo de negócios em Hollywood: gastar muito com adaptações de videogames que, via de regra, dão prejuízos elevados. Done and Dusted. Now the REAL work begins. If there's a more monstrously cool action script in Hollywood right now, I wanna read it, 'cuz this thing is a BEAST. Uma foto publicada por Joe Carnahan (@carnojoe) em Jan 7, 2017 às 1:28 PST

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    Diretor James Gunn cita o game Mass Effect como inspiração de Guardiões da Galáxia

    9 de janeiro de 2017 /

    Numa interação com seus seguidores, o diretor James Gunn revelou que “Guardiões da Galáxia” foi inspirado pelo game “Mass Effect”. O diretor listou também clássicos do gênero, como “Star Wars”, “Flash Gordon” e a série “Farscape”, entre as obras que o ajudaram a criar o universo especial da Marvel. “Além dos quadrinhos – Mass Effect (junto com Flash Gordon, Farscape, Star Wars e alguns outros) foram minhas maiores inspirações”, escreveu o diretor no Twitter. Diante da resposta, outro seguidor quis saber se Gunn tinha uma teoria sobre porque as adaptações de games fracassam no cinema. “A maioria fracassa por ser ruim”, ele sintetizou, sem medo de errar ou ferir suscetibilidades. Estimulado a explicar melhor, ele acrescentou: “Muitos desses filmes chegam tarde demais ao cinema. Em outros casos, seria melhor deixá-los como games”. O próximo jogo da franquia “Mass Effect”, intitulado “Andromeda”, tem lançamento marcado para 21 de março. Já “Guardiões da Galáxia Vol. 2” chega aos cinemas em 27 de abril no Brasil.

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    Clinical: trailer de terror da Netflix traz psiquiatra traumatizada

    9 de janeiro de 2017 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Clinical”, terror que traz Vinessa Shaw, a adolescente do clássico “Abracadabra” (1993) toda crescida, como uma psiquiatra traumatizada. Na trama, ela é atormentada pelo ataque traumatizante de uma paciente e passa a questionar sua própria sanidade, conforme as lembranças da violência se tornam cada vez mais viscerais. A direção é de Alistair Legrand (“The Diabolical”) e o elenco ainda inclui William Atherton (série “Defiance”), Aaron Stanford (série “12 Monkeys”) e Wilmer Calderon (também de “The Diabolical”). A estreia vai acontecer na sexta-feira, 13 de janeiro.

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    Novo trailer de Baywatch tem ainda mais ação

    9 de janeiro de 2017 /

    A Paramount Pictures divulgou um novo trailer de “Baywatch”, a comédia inspirada na série “SOS Malibu”, que tem ainda mais ação que o anterior. Com direito a muitas perseguições, brigas e troca de tiros, a prévia (ainda sem legendas) limita o besteirol à interação entre Dwayne Johnson (“Terremoto – A Falha de San Andreas”) e Zac Efron (“Vizinhos”). O estilo da comédia de ação evoca ainda mais “Anjos da Lei” na praia. Além dos citados, o elenco de salva-vidas inclui Alexandra Daddario (também de “Terremoto – A Falha de San Andreas”), Jon Bass (série “Big Time in Hollywood, FL”), Ilfenesh Hadera (série “Billions”) e a modelo Kelly Rohrbach (série “Rizzoli & Isles”), sem esquecer de Priyanka Chopra (série “Quantico”) como vilã. Escrita por Robert Ben Garant (“Uma Noite no Museu”) e Justin Malen (série “Trophy Wife”), e com direção de Seth Gordon (“Quero Matar Meu Chefe”), “Baywatch” mudou sua data de estreia no Brasil e irá chegar aos cinemas apenas em 15 de junho, três semanas após a estreia nos EUA.

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    Donald Trump chama Meryl Streep de “superestimada” e “lacaia de Hillary Clinton” após Globo de Ouro

    9 de janeiro de 2017 /

    O presidente eleito dos Estados Unidos Donald Trump chamou Meryl Streep de “lacaia de Hillary Clinton” em resposta ao discurso duro que a atriz fez no Globo de Ouro. Ele falou sobre o assunto, na manhã desta segunda-feira (9/1), em uma breve entrevista por telefone ao jornal norte-americano The New York Times, e também em seu Twitter. Homenageada com o prêmio Cecil B. DeMille pelo conjunto de sua carreira, Meryl fez um discurso histórico e emocionante sobre a diversidade que Hollywood representa. Dizendo que se fala muito sobre Hollywood – ou, como Trump prefere chamar, “o povo liberal do cinema” – , ela explicou o que isso significava. “Mas quem somos nós? O que é Hollywood? Eu fui criada nas escolas públicas de Nova Jersey”, discursou a atriz, citando as diferentes origens e nacionalidades de seus colegas e lembrando que muitos são estrangeiros, de Natalie Portman a Ruth Negga, fator relevante diante da eleição de um presidente de plataforma xenófoba. “Hollywood está repleta de forasteiros e estrangeiros, e se você nos chutar todos para fora (do país), você não terá nada para assistir, exceto futebol e MMA, que não são arte”, a diva sentenciou. Sem nomear diretamente o político, ela também criticou as atitudes do futuro presidente, que ridicularizou um jornalista deficiente em um comício. “Esse exemplo dado por uma pessoa tão poderosa dá permissão a outras pessoas para desrespeitar. A violência incita a violência. O desrespeito incita o desrespeito. Se alguém usa sua posição para fazer bullying, todos nós perdemos.” Ao jornal nova-iorquino, Trump disse que não assistiu ao Globo de Ouro, mas que não ficou surpreso com o teor do discurso. “As pessoas continuam dizendo que eu zombei da incapacidade do repórter, como se Meryl Streep e outros pudessem ler a minha mente”, disse. “Lembrem-se, Meryl Streep participou de uma convenção de Hillary Clinton”, concluiu. Já no Twitter, ele publicou uma série de posts e chamou a atriz de “superestimada”. “Meryl Streep, uma das atrizes mais superestimadas de Hollywood, não me conhece, mas me atacou ontem à noite no Globo de Ouro. Ela é uma lacaia de Hillary. Pela centésima vez, eu nunca zombei de um repórter deficiente (nunca faria isso), eu simplesmente o imitei engasgando quando ele mudou completamente uma história de 16 anos que havia escrito para me denegrir. Mas uma vez a mídia desonesta”, escreveu ele, fazendo referência a Serge Kovaleski, repórter do New York Times.

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    La La Land vence tudo e quebra recorde em consagração no Globo de Ouro

    9 de janeiro de 2017 /

    O musical “La La Land” venceu todos os sete troféus a que concorria no Globo de Ouro 2017: Melhor Filme de Comédia ou Musical, Ator (Ryan Gosling), Atriz (Emma Stone), Direção e Roteiro Original (ambos de Damien Chazelle), Canção e Trilha Sonora (ambos de Justin Hurwitz). A soma é recorde na premiação, que geralmente é mais parcimoniosa. Na verdade, desde os anos 1970 um filme não tinha tamanha consagração entre os jornalistas que compõem a Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood. Dois dramas detinham o recorde anterior, de seis vitórias: “Um Estranho no Ninho” (1975) e “Expresso da Meia Noite” (1978). Em tempos mais recentes, a última vez em que um filme recebeu mais de três Globos de Ouro foi em 2009, com “A Rede Social”. Entretanto, isto não aumenta nem diminui o favoritismo de “La La Land” para o Oscar, uma vez que os eleitores são outros. Além disso, o prêmio é completamente idiossincrático, a começar por separar um musical como “La La Land” dos filmes dramáticos. O Melhor Filme de Drama, a propósito, foi “Moonlight”, favorito da categoria, enquanto o prêmio de Ator de Drama ficou com Casey Affleck, por “Manchester À Beira-Mar”, e o de Atriz com Isabelle Huppert, por “Elle”. O suspense francês também venceu como Melhor Filme em Língua Estrangeira, apesar de não figurar entre os finalistas do Oscar. Em seu agradecimento, Huppert se emocionou bastante e frisou que o cinema não tem fronteiras, reforçando o melhor discurso da noite, proferido por Meryl Streep. Homenageada com um prêmio pela carreira, Meryl tratou de lembrar que boa parte de Hollywood era composta por estrangeiros, de Natalie Portman a Ruth Negga, fator relevante diante da eleição de um presidente de plataforma xenófoba. “Hollywood está repleta de forasteiros e estrangeiros, e se você nos chutar todos para fora (do país), você não terá nada para assistir, exceto futebol e MMA, que não são arte”, a diva sentenciou. A mensagem teve especial repercussão no evento organizado por estrangeiros, que, além de premiar um francesa como Melhor Atriz, também se rendeu à supremacia britânica nas categorias televisivas. Com três Globos de Ouro, a minissérie inglesa “The Night Manager” foi a atração mais premiada da TV, confrontando o favoritismo de “The People vs. O.J. Simpson” – que mesmo assim saiu com dois troféus. Outra vitória do Reino Unido se deu na cobiçada categoria de Melhor Série de Drama, onde “The Crown” superou “Game of Thrones” e outras séries mais badaladas. A atriz Claire Foy, intérprete da rainha Elizabeth II em “The Crown”, ainda venceu como Melhor Atriz. Entre as atrações de comédias, “Atlanta” foi a grande vitoriosa, como Melhor Série e Ator, prêmio conquistado por seu criador Donald Glover. As premiações de “Atlanta” e “The Crown” ainda mantiveram a tradição do Globo de Ouro de destacar séries em 1ª temporada. Entretanto, o mais curioso no balanço televisivo é verificar a completa e absoluta derrota das produções da HBO em todas as categorias. Até a série invisível “Goliath”, da Amazon, ausente das discussões de melhores do ano, foi premiada, via reconhecimento ao desempenho de Billy Bob Thornton como Melhor Ator de Drama. Claro, reza a lenda que nada é realmente surpreendente no Globo de Ouro. E, por coincidência, Jeff Bezos, proprietário da Amazon, estava presente na cerimônia em mesa bem situada. Não só isso: teve seu nome e ego agraciados pelo apresentador Jimmy Fallon logo no esquete de abertura. A Amazon ainda é coprodutora de “Manchester à Beira-Mar” que, novamente por coincidência, também levou o prêmio cinematográfico na mesma categoria – Melhor Ator de Drama. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Indicados ao Globo de Ouro 2017 CINEMA Melhor Filme – Drama “Moonlight Melhor Filme – Comédia/Musical “La La Land” Melhor Diretor Damien Chazelle, por “La La Land” Melhor Ator em Drama Casey Affleck, por “Manchester à Beira-Mar” Melhor Atriz em Drama Isabelle Huppert, por “Elle” Melhor Ator em Comédia/Musical Ryan Gosling, por “La La Land” Melhor Atriz em Comédia/Musical Emma Stone, por “La La Land” Melhor Ator Coadjuvante Aaron Taylor Johnson, por “Animais Noturnos” Melhor Atriz Coadjuvante Viola Davis, por “Fences” Melhor Roteiro Damien Chazelle, por “La La Land” Melhor Animação “Zootopia” Melhor Filme Estrangeiro “Elle” (França) Melhor Trilha Sonora Justin Hurwitz, por “La La Land” Melhor Canção “City of Stars”, de “La La Land” TELEVISÃO Melhor Série de Drama “The Crown” Melhor Série de Comédia/Musical “Atlanta” Melhor Minissérie ou Telefilme “The People vs. OJ Simpson – American Crime Story” Melhor Atriz em Série de Drama Claire Foy, por “The Crown” Melhor Ator em Série de Drama Billy Bob Thornton, por “Goliath” Melhor Ator em Série de Comédia Donald Glover, por “Atlanta” Melhor Atriz em Série de Comédia Tracy Ellis Ross, por “Black-ish” Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme Tom Hiddleston, por “Night Manager” Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme Sarah Paulson, por “People v. OJ Simpson: American crime story” Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme Olivia Colman, por “The Night Manager” Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme Hugh Laurie, por “The Night Manager”

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    Novo pôster de A Bela e a Fera destaca o elenco central

    8 de janeiro de 2017 /

    A Disney divulgou um novo pôster de “A Bela e a Fera”, que volta a destacar Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, mas pela primeira vez traz o grandioso elenco de coadjuvantes. O filme também traz Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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