Netflix disponibiliza de surpresa um dos melhores filmes de terror de 2016
A Netflix brasileira disponibilizou de surpresa e sem nenhuma divulgação o terror “Sob a Sombra” (Under the Shadow), coprodução iraniana e britânica que, ao entrar no circuito dos festivais, sensibilizou a crítica internacional e acabou considerado um dos melhores filmes de terror de 2016. Entre os diversos prêmios que a produção conquistou estão o de Melhor Filme da mostra New Visions do Festival de Sitges, o mais famoso evento de cinema fantástico do mundo, e o de Melhor Roteiro do Festival de Atenas, além dos BIFAs (prêmio do cinema independente do Reino Unido) de Melhor Roteiro, Atriz Coadjuvante e Diretor Estreante – sem esquecer ainda que está indicada ao BAFTA (o “Oscar britânico”) e ao Independent Spirit Awards (o “Oscar indie”) em diversas categorias. Escrita e dirigida por Babak Anvari, a trama acompanha mãe e filha que se vêem assombradas em sua casa, em Teerã, enquanto o marido luta na guerra do Irã contra o Iraque dos anos 1980. De forma estranha, em vez de exaltar o filme que adquiriu, a Netflix simplesmente despejou o título em sua videoteca. Felizmente, o estúdio britânico disponibilizou um trailer, que pode ser visto abaixo. E, mesmo sem legendas, consegue impressionar. Atualização: A crítica já pode ser lida aqui.
Minha Mãe É uma Peça 3 pode se passar em Nova York
Como o levantamento das maiores bilheterias nacionais de 2016 aponta que o público brasileiro prefere ver coisas que já viu antes, a provável trama de “Minha Mãe É uma Peça 3” vai levar Paulo Gustavo para Nova York, repetindo “De Pernas pro Ar 2” (2012). Continuações passadas nos EUA são um mote recorrente da indústria das comédias brasileiras, e ainda incluem neste lugar-comum os filmes “Até que a Sorte nos Separe 2” (2015), “S.O.S.: Mulheres ao Mar 2” (2015) e o estreante “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”, remake/reboot/sequência do clássico “Os Saltimbancos Trapalhões” (1981). “‘Minha Mãe é uma Peça em Nova York’, se tiver, vai demorar muito ainda. Eu tenho outros projetos, estou escrevendo um novo filme para o ano que vem, que eu ainda no posso contar, porque ainda não tem nada registrado, nem nome, nem nada, então fica difícil falar agora. Mas eu vou fazer, se Deus quiser. A trilogia, fica chiquérrimo, né. Agora, vai demorar um pouquinho. Vamos ver, tem que construir uma história muito engraçada. Para ter o 3, não dá para ser qualquer coisa, tem que ser melhor que o primeiro e o segundo”, afirmou Paulo Gustavo, em entrevista ao CinePop. No último fim de semana “Minha Mãe É Uma Peça 2” alcançou a marca de 6,5 milhões de espectadores, tornando-se o quinto filme mais visto da história do cinema brasileiro.
Cauã Reymond e Fernanda Montenegro começam a filmar novo drama do diretor de Amarelo Manga
O ator Cauã Reymond, atualmente no ar na minissérie “Dois Irmãos”, publicou em seu Instagram uma foto do começo das filmagens de “Piedade”, dirigido por Cláudio Assis (“Amarelo Manga”, “Febre do Rato”, “Big Jato”), que o astro estrela com Fernanda Montenegro (“Infância”) e habituais parceiros do diretor, como Matheus Nachtergaele (“Big Jato”) e Irandhir Santos (“Febre do Rato”). As filmagens ocorrem em Recife a partir desta semana. Na trama, Fernanda Montenegro será Carminha, uma mulher batalhadora que sustenta a família com o dinheiro que consegue no seu bar e restaurante à beira-mar. Cauã vive seu filho, dono de um “cinema pornô pós-moderno”, conforme a descrição da produção. Os demais não tiveram os papéis divulgados. Vale a pena destacar ainda um nome dos bastidores. O roteiro foi escrito por Anna Muylaert, que há pouco mais de um ano foi alvo da chamada, na ocasião, fúria machista do diretor. Cláudio Assis e Lírio Ferreira (“Sangue Azul”) foram banidos por um ano do Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, reduto do cineastas do Recife, após uma participação desastrosa num debate sobre “Que Horas Ela Volta?” (2015), de Muylaert. “Piedade” ainda não tem previsão de estreia nos cinemas brasileiros.
Drew Barrymore é um zumbi no primeiro trailer da série Santa Clarita Diet
A Netflix divulgou o primeiro trailer completo de “Santa Clarita Diet”, em que Drew Barrymore (“Juntos e Misturados”) vira um zumbi. A prévia mostra como sua família lida com a situação, ajudando a mãe e esposa a se alimentar de pessoas malvadas, enquanto ela celebra seu novo estilo de vida. Timothy Olyphant (série “Justified”) vive o marido, a australiana Liv Hewson (série “Dramaworld”) a filha adolescente e Skyler Gisondo (“Férias Frustradas”) o vizinho apaixonado pela filha do casal. A prévia também mostra diversas participações especiais, como Nathan Fillion (série “Castle”), Mary Elizabeth Ellis (série “The Grinder”) e Ricardo Chavira (série “Desperate Housewives”) Criada por Victor Fresco (série “Better Off Ted”), “Santa Clarita Diet” estreia em 3 de fevereiro.
Maiores bilheterias do cinema brasileiro em 2016 foram comédias e produtos televisivos
Dados das bilheterias brasileiras, revelados pelo site Filme B, confirmam a manutenção do perfil dos blockbusters nacionais. A tendência vista no ano anterior se repetiu, e as maiores bilheterias do cinema falado em carioquês e paulistano em 2016 foram produtos derivados da TV e comédias besteiróis. Muito acima dos demais, o fenômeno “Os Dez Mandamentos”, uma versão condensada de novela, tornou-se não apenas o filme mais visto do Brasil em 2016, mas em todos os tempos. Milagre, diriam alguns. A tendência ainda inclui a adaptação da novela infantil “Carrossel”, mostrando uma reação da Record e do SBT ao predomínio da Globo Filmes. Mas também chama atenção o sucesso de “Minha Mãe É uma Peça 2”, besteirol em que um comediante do Multishow (da Globosat) se veste de mãe, ao estilo da franquia americana “Madea”, que não é distribuída no país por, ironicamente, medo de fracasso comercial. O primeiro filme já tinha sido a maior bilheteria nacional de 2013. O atual foi lançado no final de 2016 e ainda continua acumulando público – após quatro semanas em cartaz, está em 2º lugar entre os filmes mais vistos do último fim de semana. Entre as curiosidades da apuração, lançamentos que trazem números em seus títulos faturaram mais alto que os demais. À exceção de “Os Dez Mandamentos”, que não é sequência de “Os Nove Mandamentos”, a lista dos blockbusters nacionais inclui diversas continuações, como a já citada “Minha Mãe É uma Peça 2”, “Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina, “, “Até que a Sorte nos Separe 3” e “Vai que Dá Certo 2”. Detalhe: “Até que a Sorte nos Separe 3” foi lançado no final de 2015. O roteirista Fil Braz, de “Minha Mãe É uma Peça 2”, também emplacou outro hit, “Tô Ryca”, que tem uma origem controversa, tamanhas são suas similaridades com o filme americano “Chuva de Milhões” (1985). Talvez a cara de pau seja outra característica marcante dos blockbusters nacionais. Três das comédias listadas tem ainda a mesma premissa, acompanhando um pobretão que vira novo rico de uma hora para outra: “Até que a Sorte nos Separe 3”, “Tô Ryca” e “Um Suburbano Sortudo”. O que parece indicar que o público brasileiro não quer ver nada realmente novo. Esta preferência reflete, inclusive, no sucesso de uma novela no cinema e na proliferação de sequências. O tom infantilóide da maioria dos besteiróis listados ainda encontra justificativa no êxito de filmes infantis, como “Carrossel 2” e “É Fada!”. Vale observar que, apesar de ser um longa estrelado por um(a) youtuber, “É Fada!” não chega a marcar uma nova tendência, já que a comédia do Porta do Fundos implodiu e o filme do Christian Figueiredo não fez tanto quanto se imaginava. Há apenas um drama original no Top 10, considerado um dos piores do ano no gênero: “O Vendedor de Sonhos”, baseado num best-seller de escritor de auto-ajuda. Cheio de frases impactantes que não dizem nada, o filme emula a ideia de um guru divino, transformando um sem-teto num Moisés hermano-urbano. Outra característica que salta e arranca os olhos: todos os 10 filmes mais vistos do país foram produzidos no eixo Rio e São Paulo. Sotaques diferentes só no circuito limitado. O pernambucano “Aquarius”, por sinal, foi a única produção da pequena distribuidora Vitrine Filmes, especialista em filmes de maior qualidade, na lista dos 20 longas nacionais mais vistos de 2016. Os chamados “filmes médios” ocuparam do 11º ao 20º lugar, num nicho estendido entre os 600 mil e os 100 mil ingressos vendidos. Nesta faixa, surge a preferência das cinebiografias, entre elas “Mais Forte que o Mundo”, sobre o lutador Zé Aldo, com 565 mil ingressos vendidos, e “Elis”, sobre a cantora Elis Regina, com 538 mil. Por fim, 11 dos 15 maiores campeões de bilheteria do país foram distribuídas pela dobradinha entre Downtown e Paris Filmes, que também monopolizam os grandes lançamentos nacionais, ocupando o maior número de salas disponíveis no parque cinematográfico brasileiro. Acessibilidade é um fator considerável para o sucesso. Confira abaixo a lista com os campeões nacionais de bilheteria. Top 10: Bilheterias do Brasil em 2016 1. Os Dez Mandamentos: 11,3 milhão de ingressos / R$ 116,8 milhões 2. Minha Mãe É uma Peça 2: 2,8 milhões de ingressos / R$ 36,9 milhões* 3. Carrossel 2: 2,5 milhões de ingressos / R$ 28,5 milhões 4. Até que a Sorte nos Separe 3: 2,4 milhões de ingressos / R$ 30,7 milhões 5. É Fada!: 1,7 milhão de ingressos / R$ 20,7 milhões 6. Tô Ryca: 1,1 milhão de ingressos / R$ 14,7 milhões 7. Um Suburbano Sortudo: 1 milhão de ingressos / R$ 14,3 milhões 8. Vai que Dá Certo 2: 923 mil ingressos / R$ 11,9 milhões 9. Um Namorado para Minha Mulher: 662 mil ingressos / R$ 9 milhões 10. O Vendedor de Sonhos: 611 mil ingressos / R$ 8,2 milhões
Octavia Spencer distribuiu ingressos para famílias carentes assistirem Estrelas Além do Tempo
O drama histórico “Estrelas Além do Tempo” lidera as bilheterias dos EUA há dois fins de semana. Mesmo assim, a atriz Octavia Spencer (franquia “Divergente”) considera que mais gente precisaria vê-lo e que as dificuldades financeiras não deveriam ser problema. Por isso, decidiu comprar todos os ingressos de uma seção e convidar famílias carentes a assisti-lo de graça em Los Angeles. A iniciativa foi revelada em sua conta no Instagram (veja abaixo). “Minha mãe não tinha dinheiro para levar a mim e meus irmãos (ao cinema)”, ela escreveu. “Se você conhece uma família carente que gostaria de ver nosso filme, mas não pode pagar, faça com que eles venham”. O filme tem uma mensagem importante de afirmação racial. Ele conta a trajetória real de três mulheres negras que os livros de História ignoravam, mas que tiveram papel muito importante na corrida espacial, ajudando os EUA a lançar os primeiros astronautas para o espaço. A jornada do trio de engenheiras e matemáticas lembra ao público a necessidade de rever preconceitos e conhecer melhor a história real daqueles que não tiveram o merecido reconhecimento devido ao racismo. Além de Spencer, as protagonistas são vividas por Taraji P. Henson (série “Empire”) e a cantora Janelle Monáe (que também está em “Moonlight”). O trailer pode ser visto aqui, mas filme só estreia no Brasil em 27 de fevereiro. Tomorrow I've bought the 8pm showing of #hiddenfigures the rave Baldwin hills. If you know a family in need that would like to see our movie but can't afford it have them come. It's first come first served. My mom would not have been able to afford to take me and my siblings. So, I'm honoring her and all single parents this #mlkweekend Pass the word. Artwork by @bystellablu Uma foto publicada por Octavia Spencer (@therealoctaviaspencer) em Jan 12, 2017 às 6:37 PST
Keanu Reeves enfrenta assassinos em 15 fotos de John Wick: Um Novo Dia para Matar
A Lionsgate divulgou mais 15 fotos da continuação de “De Volta ao Jogo” (2014), que no Brasil vai se chamar “John Wick: Um Novo Dia para Matar”, evocando “007: Um Novo Dia para Morrer” (2002). As imagens registram a volta de Keanu Reeves ao papel do assassino profissional John Wick, que ao querer se aposentar acaba tendo que matar mais. O filme vai marcar o reencontro de Reeves com Laurence Fishburne, 13 anos após o fim da trilogia “Matrix”, onde interpretaram os famosos papéis de Neo e Morpheus. Além deles, o elenco inclui Ruby Rose (“xXx: Reativado”), Peter Stormare (“Anjos da Lei 2”), Common (“Selma”), John Leguizamo (“Conexão Escobar”) e até o veterano Franco Nero (“Django”) como novas ameaças, além de retomar as participações de Ian McShane, Bridget Moynahan, Lance Reddick e Thomas Sadoski, que sobreviveram ao longa original. O roteiro é novamente escrito por Derek Kolstad e a direção está outra vez a cargo do ex-dublê Chad Stahleski, que dirigiu o primeiro em parceria com David Leitch – a dupla acabou se dividindo diante das inúmeras ofertas recebidas após sua impressionante estreia. “John Wick: Um Novo Dia para Matar” estreia em 9 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Desdendentes 2 ganha novo teaser e pôster
O Disney Channel divulgou um novo teaser e o pôster do telefilme “Descendentes 2”. A prévia traz os protagonistas fazendo poses em câmera lenta: Jay (Booboo Stewart), Evie (Sofia Carson), Mal (Dove Cameron), Carlos (Cameron Boyce) e até o Príncipe Ben (Mitchell Hope) de visual novo. E ao final uma nova vilã mirim surge gargalhando. A franquia se passa num reino idílico, após o príncipe herdeiro, filho da Bela e a Fera, oferecer uma chance de redenção para os filhos dos maiores antagonistas dos contos de fadas, que foram presos em uma ilha com todos os vilões, ajudantes, madrastas e meia-irmãs malvadas. Assim, os filhos adolescentes de Malévola (de “A Bela Adormecida”), Jafar (“Aladim”), Cruella De Vil (“101 Dálmatas”) e a Rainha Má (“Branca de Neve e os Sete Anões”) passam a frequentar a escola ao lado dos filhos da Fada Madrinha, Bela Adormecida, Rapunzel e Mulan, e decidem romper com seus pais vilões, abraçando a oportunidade de se tornarem pessoas boas. O problema é que a nova classe de “Descendentes 2” não pretende ser tão cooperativa. As novidades incluem Uma (China Anne McClain, da série “Programa de Talentos”), filha da Úrsula, Harry Hook (o novato Thomas Doherty), filho do Capitão Gancho, e Gil (Dylan Playfair, de “Se Eu Tivesse Asas”), filho do Gastão. Novamente escrito por Sara Parriott e Josann McGibbon e dirigido por Kenny Ortega, “Descendentes 2” tem estreia prevista para o ano que vem.
Bilheterias de filmes franceses despencam no mundo inteiro
Os filmes franceses tiveram uma queda de arrecadação de 63% em relação ao ano passado no mundo internacional. A informação é da Unifrance, agência responsável pela exportação do cinema francês no mundo, que revelou que os filmes do país faturaram 230 milhões de euros fora da França em 2016 e tiveram 34 milhões de ingressos vendidos. O desempenho é o pior já registrado no século 21, e a primeira vez neste século que os filmes franceses venderam menos de 40 milhões de ingressos anuais. Como base de comparação, em 2015 o total arrecadado foi de 622,8 milhões de euros. A diferença foi a falta de um grande lançamento da EuropaCorp, produtora do cineasta Luc Besson, que costuma faturar alto com filmes falados em inglês, como “Lucy” (2014), com Scarlett Johansson, ou “Busca implacável” (2008), com Liam Neeson. Na ausência de blockbusters de ação, o maior sucesso do país em 2016 acabou sendo uma animação: “O Pequeno Príncipe”. Já em 2017, a grande aposta para reverter este quadro é a sci-fi “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, nova produção da EuropaCorp com direção do próprio proprietário da empresa, o cineasta Luc Besson. “Valerian” está sendo considerado o filme independente mais caro da história – com um orçamento de cerca de US$ 209 milhões. Além disso, seu custo é recorde entre as produções francesas. Por isso, o risco de fracasso também é elevado, podendo quebrar o estúdio. A estreia no Brasil está marcada para o dia 17 de agosto.
Deborah Secco revela que, quatro meses após sofrer ameaças de morte, caso continua sem solução
A atriz Deborah Secco lamenta a impunidade das pessoas que a ameaçaram de morte nas redes sociais. Apesar de ter tomado uma atitude rápida após as ameças, registrando queixa numa delegacia, até hoje, quatro meses depois, nada foi resolvido. “As ameaças são direcionadas mais a mim, mas também ao meu marido e à família como um todo. Essas ameaças não são recentes. Eu já fui à polícia há uns quatro meses e estou esperando uma atitude deles”, ela desabafou ao site Ego. Mãe da pequena Maria Flor, Deborah diz que tenta acompanhar a investigação. “Não entrei com advogado no caso. Fui pessoalmente dar queixa na delegacia do aeroporto de Congonhas, em São Paulo. E eles passaram para a delegacia de crimes virtuais. Desde então, não tive mais posição, só dizem que continuam investigando. Sempre entro em contato, mas nada até agora. Estou aguardando ansiosa. Segundo eles, o delegado responsável foi trocado”, explicou a atriz.
Programa descobre que tataravô de Ian McKellen inventou o fim de semana
Quem inventou o fim de semana? Parece difícil imaginar que o fim de semana precisou ser inventado, já que se trata de uma convenção social usufruída cotidianamente por bilhões em todo o mundo, como se sempre tivesse sido assim. Mas o programa britânico “Who Do You Think You Are”, da BBC, que se dedica a descobrir a história familiar de celebridades, tropeçou em sua criação, ao pesquisar a árvore genealógica de Ian McKellen, o interprete de Gandalf nas trilogias “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”. De agora em diante, se alguém te perguntar quem inventou o fim de semana, pode responder: o tataravô de Gandalf. A origem do fim de semana está a relacionado a Robert Lowes, tataravô de McKellen, que era caixa num armazém em Manchester na metade do século 19, quando fez campanha para que os patrões da cidade dessem meio dia de folga para os trabalhadores no sábado, garantindo mais de um dia livre por semana pela primeira vez – até então, apenas domingo era considerado dia de descanso. A jornada de trabalho na época era de 14 horas em seis dias por semana, segundo especialistas ouvidos pelo programa. E os produtores da atração conseguiram documentos de 1843, que mostram como Lowes conseguiu convencer banqueiros e empresários a liberar os trabalhadores nos sábados a partir das 13h. Lowes era secretário do comitê que negociou o dia livre com os banqueiros, comerciantes, fabricantes e impressores da cidade. E, em 1845, ele abandonou o emprego para expandir a proposta de meio sábado livre também para costureiras. A partir de Manchester, a demanda se espalhou nos anos seguinte pelo norte da Inglaterra. E daí, para o mundo. “Fiquei muito, muito impressionado com o que Robert fez”, disse McKellen, ao saber da descoberta, para o jornal inglês Telegraph. “O mundo muda porque alguém discutiu com alguém e depois da discussão chegaram a um acordo.” O programa mostrará ainda a história de outros ancestrais do ator, entre eles um tio-avô que também foi ator em meados do século 19, mas alcançando bem menos sucesso. O episódio de “Who Do You Think You Are?” sobre a árvore genealógica de McKellen via ao ar, no Reino Unido, no dia 25 de janeiro.
Diretor argentino de O Clã fará seu primeiro filme falado em inglês
Um dos cineastas argentinos de maior projeção internacional, Pablo Trapero, vai realizar seu primeiro filme falado em inglês. Premiado como Melhor Diretor no Festival de Veneza 2015 por “O Clã”, Trapero vai filmar “Thin Skinned Animal”, sobre um agente do governo que acaba preso após ser enganado por seus superiores. O personagem, no entanto, escapa da prisão e tenta recomeçar a vida em Berlim. O filme conta com produção da empresa britânica Working Title e é baseado no livro “Death of a Thin-Skinned Animal”, de Patrick Alexander, publicado em 1976. O roteiro da adaptação foi escrito pelo inglês John Brownlow (“Sylvia: Paixão Além das Palavras”) “A história me atraiu. Há temas semelhantes em ‘O Clã’ e ‘Abutres’. É um desafio grande, mas estou feliz”, disse Trapero, que construiu uma filmografia em cima de temas políticos e sociais, mas com uma pegada de thriller.
Minha Mãe É uma Peça 2 vira o quinto filme mais visto no Brasil em todos os tempos
O sucesso de “Minha Mãe é Uma Peça 2” agora é histórico. Em sua quarta semana de exibição, o filme caiu para o 2º lugar – atrás do péssimo “Assassin´s Creed”, evidenciando o gosto do público nacional – , mas com a venda acumulada de ingressos atingiu 6,4 milhões de espectadores aos cinemas. Trata-se da 5º maior público já reunido por um filme brasileiro em todos os tempos – ou, pelo menos, desde 1970, quando o ranking começou a ser feito. Os dados são da Rentrak e da Ancine. O filme da Dona Hermínia agora só fica atrás de, em ordem crescente, “A Dama do Lotação” (1978), “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), “Tropa de Elite 2” (2010) e “Os Dez Mandamentos – O Filme” (2016). Obviamente, teremos “Minha Mãe é Uma Peça 3”.












