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Filme

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    Oscar 2017 exibiu foto de produtora viva na seção In Memoriam

    27 de fevereiro de 2017 /

    A gafe na entrega do Oscar de Melhor Filme – anunciada por engano a “La La Land” antes de chegar às mãos da equipe de “Moonlight”, o verdadeiro vencedor – não foi a única trapalhada da cerimônia realizada no domingo (26/2). A produtora australiana Jan Chapman disse à imprensa americana que ficou “devastada” ao ver uma foto sua no segmento “In Memoriam”, que homenageou profissionais do cinema mortos em 2016. “Estou viva, bem e continuo ativa”, afirmou a australiana em um e-mail enviado à revista Variety. A imagem de Chapman foi usada para ilustrar o tributo a Janet Patterson, figurinista também australiana, que morreu em outubro do ano passado. O nome e a ocupação da homenageada estavam corretos, mas a foto mostrada era, na verdade, de Chapman, segundo a própria produtora. As duas trabalharam juntas em “O Piano” (1993), filme pelo qual Patterson foi indicada ao Oscar em 1994 – ela também concorreu outras três vezes, por “Retratos de uma Mulher” (1996), “Oscar e Lucinda” (1997) e “O Brilho de uma Paixão” (2009). “Eu fiquei devastada com o uso da minha foto no lugar da minha grande amiga e colaboradora de longa data Janet Patterson”, disse Chapman à Variety. “Eu pedi para a agência dela checar qualquer fotografia que pudesse ser usada e soube que a Academia disse a eles que estava tudo certo. Janet foi uma grande beleza, quatro vezes indicada ao Oscar, e é decepcionante que esse erro não tenha sido notado.” A produtora é uma das mais reconhecidas da Austrália e continua ativa, como demonstram os sucessos internacionais do terror “O Babadook” (2014) e o drama “The Daughter” (2015). A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que promove o Oscar, ainda não comentou o caso. A sessão “In Memoriam” provocou muitos protestos por ter deixado de fora vários artistas importantes, como Robert Vaughn (“Sete Homens e um Destino”) e Garry Shandling (“De que Planeta Você Veio?”), sem falar de Bill Paxton (“Aliens, o Resgate”), morto na véspera, apesar da música ter sido bem mais longa que a projeção da imagens dos homenageados. O tributo foi acompanhado por uma apresentação de “Both Sides Now”, de Joni Mitchell, interpretada pela cantora americana Sara Bareilles.

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  • Etc,  Filme

    La La Land, ops, Moonlight vence o Oscar 2017

    27 de fevereiro de 2017 /

    Mais politizado, divertido e atrapalhado de todos os tempos, o Oscar 2017 culminou sua noite, após discursos e piadas disparadas na direção de Donald Trump, premiando o filme errado. No melhor estilo Miss Universo, só após os agradecimentos dos produtores de “La La Land” veio a correção. O vencedor do Oscar de Melhor Filme não foi o anunciado por Warren Beatty e Faye Dunaway. O próprio Beatty explicou ao microfone que tinham recebido o envelope errado, que premiava Emma Stone por “La La Land”. E foi o nome do filme da Melhor Atriz que Dunaway anunciou. O que deve dar origem a uma profusão de memes e piadas foi, na verdade, quase um ato falho. Enquanto a falsa vitória de “La La Land” foi aplaudidíssima, a verdadeira vitória de “Moonlight” foi um choque. De pronto, foi um prêmio para o cinema indie. Um dia antes, “Moonlight” tinha vencido o Spirit Awards, premiação do cinema independente americano. Rodado por cerca de US$ 5 milhões, o filme fez apenas US$ 22,2 milhões nos EUA e jamais venceria um concurso de popularidade. Pelo conjunto da noite, sua vitória também representou um voto de protesto. Menos visto pelo grande público entre todos os candidatos, era o que representava mais minorias: indies, pobres, negros, imigrantes, latinos e gays. Para completar, o ator Mahershala Ali, que venceu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por seu micro papel de traficante cubano radicado em Miami, é muçulmano na vida real – e se tornou o primeiro ator muçulmano premiado pela Academia. Ao todo, “Moonlight” levou três Oscars. O terceiro foi de Melhor Roteiro Adaptado, dividido entre o cineasta Barry Jenkins e Tarell Alvin McCraney, autor da história e da peça original. “La La Land”, porém, venceu o dobro de prêmios: seis ao todo. Entre as conquistas do musical, a principal foi tornar Damien Chazelle o diretor mais jovem a ganhar um Oscar, aos 32 anos de idade. Além disso, Emma Stone venceu como Melhor Atriz. “Manchester à Beira-Mar” e “Até o Último Homem” se destacaram a seguir, com dois Oscar cada. Enquanto o filme de Mel Gibson levou prêmios técnicos, o segundo drama indie mais premiado da noite rendeu uma discutível vitória de Casey Affleck como Melhor Ator e a estatueta de Melhor Roteiro Original para o cineasta Kenneth Lonergan. Viola Davies confirmou seu favoritismo como Melhor Atriz Coadjuvante por “Um Limite Entre Nós”, tornando-se a primeira atriz negra a vencer o Emmy, o Tony e o Oscar. Sua vitória ainda ajudou a demonstrar como o Oscar se transformou com as mudanças realizadas por sua presidente reeleita Cheryl Boone Isaacs, que alterou o quadro de eleitores, trazendo maior diversidade para a Academia. Após um #OscarSoWhite 2016 descrito francamente como racista pelo apresentador Jimmy Kimmel, na abertura da transmissão, a Academia premiou negros como atores, roteiristas e até produtores. Mas o recado foi ainda mais forte, ao premiar os candidatos com maior potencial de dissonância, especialmente aqueles ligados aos países da lista negra de Donald Trump. O diretor inglês de “Os Capacetes Brancos”, Melhor Documentário em Curta-Metragem, sobre o trabalho humanitário em meio à guerra civil da Síria, generalizou em seu agradecimento, mesmo tendo seu cinematógrafo impedido de viajar aos EUA para participar do Oscar. Já o iraniano Asghar Farhadi, que venceu seu segundo Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira com “O Apartamento”, foi na jugular. Sua ausência já era um protesto em si contra o que ele chamou, em texto lido por seus representantes, ao “desrespeito” dos EUA. “Minha ausência se dá em respeito aos povos do meu pais e de outros seis países que foram desrespeitados pela lei inumana que bane a entrada de imigrantes nos Estados Unidos”. Foi bastante aplaudido. Interessante observar que, apesar do clima politizado manifestado por meio da seleção de vencedores, apenas os estrangeiros e Jimmy Kimmel fizeram discursos contundentes. Os americanos sorriram amarelo e agradeceram suas mães, enquanto artistas de outros países provocaram reações pontuadas por aplausos com suas declarações contrárias à política internacional americana. Até Gael Garcia Bernal, convidado a apresentar um prêmio, deixou seu texto de lado para se manifestar “como mexicano”. Menos evidente, mas igualmente subversivo, foi o fato dos serviços de streaming e a TV paga terem se infiltrado na premiação. Assim como aconteceu no Globo de Ouro, Jeff Bezos, dono da Amazon, ganhou destaque e propaganda gratuita (será?) do apresentador no discurso de abertura. A Amazon produziu um dos filmes premiados, “Manchester à Beira-Mar”, e foi a distribuidora oficial de “O Apartamento” nos EUA – filme que, prestem atenção, não entrou em circuito comercial nos cinemas americanos. A Netflix também faturou seu Oscar por meio de “Os Capacetes Brancos”, que – prestem mais atenção – é inédito nos cinemas. Para completar, o Oscar de Melhor Documentário foi para “O.J. Simpson: Made in America”, uma minissérie de cinco episódios do canal pago ESPN. Sinal dos tempos. E sinal de alerta para o parque exibidor. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Vencedores do Oscar 2017 Melhor Filme “La La Land” “Moonlight” Melhor Direção Damien Chazelle (“La La Land”) Melhor Ator Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”) Melhor Atriz Emma Stone (“La La Land”) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Moonlight”) Melhor Atriz Coadjuvante Viola Davis (“Um Limite entre Nós”) Melhor Roteiro Original Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira-Mar”) Melhor Roteiro Adaptado Barry Jenkins (“Moonlight”) Melhor Fotografia Linus Sandgren (“La La Land”) Melhor Animação “Zootopia” Melhor Filme em Língua Estrangeira “O Apartamento” (Irã) Melhor Documentário “O.J. Made in America” Melhor Edição John Gilbert (“Até o Último Homem”) Melhor Edição de Som Sylvain Bellemare (“A Chegada”) Melhor Mixagem de Som Kevin O’Connell, Andy Wright, Robert Mackenzie e Peter Grace (“Até o Último Homem”) Melhor Desenho de Produção David Wasco e Sandy Reynolds-Wasco (“La La Land”) Melhores Efeitos Visuais Robert Legato, Adam Valdez, Andrew R. Jones e Dan Lemmon (“Mogli, o Menino Lobo”) Melhor Canção Original “City of Stars”, de Justin Hurwitz, Benj Pasek e Justin Paul (“La La Land”) Melhor Trilha Sonora Justin Hurwitz (“La La Land”) Melhor Cabelo e Maquiagem Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson (“Esquadrão Suicida”) Melhor Figurino Colleen Atwood (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) Melhor Curta “Sing” Melhor Curta de Animação “Piper” Melhor Curta de Documentário “Os Capacetes Brancos”

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    Rita Repulsa ameaça os Power Rangers em novo comercial

    26 de fevereiro de 2017 /

    O filme dos “Power Rangers” ganhou um novo comercial que destaca a performance da atriz Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”) como a vilã Rita Repulsa. Além da atriz, o elenco da produção ainda traz Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Naomi Scott (“Perdido em Marte”) como a Ranger Rosa, RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul, Becky Gomez (série “Empire”) como a Ranger Amarela e Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Zordon. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Animação Carros 3 ganha novo trailer com capotagens

    26 de fevereiro de 2017 /

    A Disney divulgou um novo trailer dublado em português de “Carros 3”, que volta a destacar o acidente sofrido pelo protagonista Relâmpago McQueen. A prévia adianta que a capotagem pôlêmica é apenas preâmbulo da história. A trama vai mostrar como o carrinho dará a volta por cima, superando as limitações causadas pela tragédia para retornar às pistas de corridas animadas. O roteiro foi escrito por Daniel Gerson (“Universidade Monstros” e “Operação Big Hero”) e a direção está a cargo de Brian Fee, que estreia na função após trabalhar no storyboard dos dois primeiros filmes. O filme vai estrear nos cinemas brasileiros para 13 de julho, um mês depois do lançamento nos EUA.

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    Rob Zombie confirma participação em Guardiões da Galáxia Vol 2

    26 de fevereiro de 2017 /

    O roqueiro e cineasta Rob Zombie (“Halloween – O Ínicio”) revelou seu envolvimento em “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, ao postar uma foto no Instagram, ao lado do diretor do filme, James Gunn. Junto da imagem, ele completou a informação, escrevendo: “Com @jamesgunn na Disney gravando uma voz para Guardiões da Galáxia 2!”. Para confirmar, Gunn escreveu logo em seguida nas redes sociais que, sem “os talentos vocais de Zombie”, seu filme não estaria completo. Isto porque o roqueiro gravou participações vocais em todos os filmes do diretor, desde “Seres Rastejantes” (2006) e incluindo a voz de Deus em “Super” (2010). No primeiro “Guardiões da Galáxia” (2014), ele dublou o sistema de navegação dos Ravagers. Mas, desta vez, parece que terá um personagem criado por computador. Gunn até adiantou o nome: Fitzgibbon. “Agora, é com vocês descobri-lo”. “Guardiões da Galáxia Vol. 2” estreia em 27 de abril no Brasil. With @jamesgunn at Disney recording a voice for Guardians of the Galaxy 2! #robzombie #jamesgunn #guardiansofthegalaxy2 #godblesstinytim Uma publicação compartilhada por RobZombieofficial (@robzombieofficial) em Fev 22, 2017 às 6:12 PST It isn’t a James Gunn film without @RobZombie’s voice!! https://t.co/wv8SM6c177 — James Gunn (@JamesGunn) 23 de fevereiro de 2017 There are two things you can be sure of in my films: 1) There will be a character named Fitzgibbon. And 2) There will be a @robzombieofficial voice cameo. Yesterday Rob came by to lend his voice to Guardians of the Galaxy Vol. 2. Now it'll be up to you guys to find it. #GotGVol2 #robzombie Uma publicação compartilhada por James Gunn (@jamesgunn) em Fev 23, 2017 às 9:30 PST

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    Indicada a Melhor Atriz, Natalie Portman não irá ao Oscar 2017

    26 de fevereiro de 2017 /

    A atriz Natalie Portman, indicada ao Oscar 2017 de Melhor Atriz por seu papel em “Jackie”, de Pablo Larrain, não comparecerá à cerimônia de premiação, que acontece neste domingo (26/2). Ela também não participou da entrega do Independent Spirit Awards, no sábado. Segundo comunicado divulgado pela atriz, ela não poderá comparecer devido ao estágio avançado de sua gravidez. Grávida de seu segundo filho com o bailarino e coreógrafo francês Benjamin Millepied, que conheceu durante as filmagens de “Cisne Negro” (2010), a atriz deve dar à luz a qualquer momento.

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    Resident Evil 6 quebra recorde de bilheteria com estreia de US$ 94 milhões na China

    26 de fevereiro de 2017 /

    A estreia chinesa de “Resident Evil 6: O Capítulo Final” superou expectativas. O lançamento do filme em seu último mercado internacional aconteceu na sexta (24/2) e em três dias rendeu impressionantes US$ 94,3 milhões. Trata-se da maior abertura de três dias de um filme americano na China em todos os tempos, e a segunda maior já registrada no país, atrás apenas da produção nacional “Lost In Hong Kong” (2015). Vale observar que “Warcraft” (2016) e “Velozes & Furiosos 7” (2016) fizeram mais em suas estreias chinesas, mas tiveram lançamentos numa quinta, somando seus valores em quatro dias. O recorde de “Resident Evil” é para o novo padrão chinês de estreias nas sextas, como nos EUA. O detalhe é que nos EUA, onde estreou em 27 de janeiro, o filme só faturou US$ 26,5 milhões. E isto somando as bilheterias de um mês inteiro. Graças ao sucesso chinês, a soma total da arrecadação do longa está em US$ 238,5 milhões, impedindo um fiasco apocalíptico. “Resident Evil 6” é o segundo filme americano que o mercado chinês ajudou a tirar do vermelho em 2017. “xXx: Reativado” também teve uma ótima recepção nos cinemas do país, após patinar nos demais mercados. Dos US$ 329 milhões que o thriller estrelado por Vin Diesel soma mundialmente, quase metade, US$ 152 milhões, vêm da China.

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    Terror de temática racial lidera as bilheterias dos EUA com 100% de aprovação da crítica

    26 de fevereiro de 2017 /

    O terror “Corra!” (Get Out) assustou a concorrência com uma estreia monstruosa nos EUA. Primeiro longa dirigido pelo comediante Jordan Peele (da série “Key and Peele”), faturou US$ 30,5 milhões e se tornou o filme mais visto nos cinemas americanos no fim de semana. A trama, que envolve a visita de um jovem negro (Daniel Kaluuya, de “Sicário”) à casa de campo da família rica de sua namorada branca, causou comoção entre o público e a crítica, conseguindo nota A no CinemaScore e impressionantes 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Corra!”, que ainda não tem previsão de lançamento no Brasil, é o segundo terror consecutivo da produtora Blumhouse a abrir em 1º lugar, após o impacto de “Fragmentado”, que já faturou US$ 130,8 milhões nos EUA e ainda está no ranking, em 9º lugar. Com isso, “Lego Batman” caiu para a 2ª posição com US$ 19 milhões, seguida por “John Wick: Um Novo Dia Para Matar” com US$ 9 milhões no Top 3. “A Grande Muralha” e “Cinquenta Tons Mais Escuros” completam o Top 5. E três indicados ao Oscar 2017 ainda aparecem no Top 10: “Estrelas Além do Tempo” , “La La Land” e “Lion”. As outras duas estreias amplas, com lançamento em mais de 2 mil salas, não conseguiram boas bilheterias: a animação “Rock Dog” fez R$ 3,7 milhões em 11º lugar e o thriller “Collide”, filmado originalmente em 2015, fez US$ 1,5 milhão em 13º lugar. Estes, claro, já têm distribuição garantida no Brasil e estreiam, respectivamente, em 13 de abril e 18 de maio. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Corra! Fim de semana: US$ 30,5 milhões Total EUA: US$ 30,5 milhões Total Mundo: US$ 30,5 milhões 2. Batman Lego – O Filme Fim de semana: US$ 19 milhões Total EUA: US$ US$ 133 milhões Total Mundo: US$ 226 milhões 3. John Wick – Um Novo Dia para Matar Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 74,4 milhões Total Mundo: US$ 125,5 milhões 4. A Grande Muralha Fim de semana: US$ 8,7 milhões Total EUA: US$ 34,4 milhões Total Mundo: US$ 300 milhões 5. Cinquenta Tons Mais Escuros Fim de semana: US$ 7,7 milhões Total EUA: US$ 103,6 milhões Total Mundo: US$ 328,3 milhões 6. Te Pego na Saída Fim de semana: US$ 6,3 milhões Total EUA: US$ 23,2 milhões Total Mundo: US$ 24,7 milhões 7. Estrelas Além do Tempo Fim de semana: US$ 5,8 milhões Total EUA: US$ 152,8 milhões Total Mundo: US$ 182,8 milhões 8. La La Land – Cantando Estações Fim de semana: US$ 4,6 milhões Total EUA: US$ 140,8 milhões Total Mundo: US$ 368,9 milhões 9. Fragmentado Fim de semana: US$ 4,1 milhões Total EUA: US$ 130,8 milhões Total Mundo: US$ 221,2 milhões 10. Lion Fim de semana: US$ 3,8 milhões Total EUA: US$ 42,8 milhões Total Mundo: US$ 88,7 milhões

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    Scarlett Johansson pilota moto futurista em nova foto de A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell

    26 de fevereiro de 2017 /

    A Paramount divulgou um novo pôster e uma nova foto (via revista Empire) de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”. A foto traz Scarlett Johansson pilotando uma moto futurista – da marca japonesa Honda. Na trama, Scarlett Johansson surge com o mesmo visual da heroína criada em 1989 no mangá de Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e sua versão anime (longa animado) feita em 1995 por Mamoru Oshii, mas os produtores batizaram seu papel de Major, sua patente, visando evitar muitas críticas à etnia da atriz, trazidas à tona em meio às queixas de embranquecimento de personagens orientais por Hollywood. Mas não há como ver as imagens sem pensar imediatamente na origem japonesa de tudo o que é mostrado. O elenco ainda inclui o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) como Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, a francesa Juliette Binoche (“Godzilla”) como a Dra. Ouelet, que não existe nos quadrinhos, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). Com direção de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”), o filme estreia em 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Animação dos Smurfs ganha vídeo com música de Meghan Trainor

    26 de fevereiro de 2017 /

    A Sony divulgou uma nova prévia da animação “Os Smurfs e a Vila Perdida” ao som de uma das músicas da trilha sonora, “I’m a Lady”, cantada por Meghan Trainor. Pelo destaque dado à Smurfete no vídeo, a canção poderia ser seu tema, ainda que a personagem seja dublada por outra cantora pop, Demi Lovato. Entretanto, Trainor também está no elenco de dubladores, como SmurfMelody, uma nova personagem azulada. Por sinal, o filme vai responder à velha dúvida dos fãs dos quadrinhos e desenhos dos Smurfs: será que não há outras Smurfetes por aí? Na trama, Smurfete convence um grupo de Smurfs a se aventurar para longe de seu vilarejo, atravessando a Floresta Proibida, repleta de criaturas mágicas e perigosas, para encontrar uma Vila Perdida, habitada sabe-se lá por quem – ou o quê. Após sair do vilarejo, no entanto, eles passam a ser perseguidos pelo vilão Gargamel (voz de Rainn Wilson, da série “The Office”), e não demoram a ficar em apuros. O elenco original de vozes ainda inclui Joe Manganiello (“Magic Mike”) como Robusto, Jack McBrayer (série “30 Rock”) como Desastrado, Danny Pudi (série “Community”) como Gênio e Mandy Patinkin (série “Homeland”) como Papai Smurf. Escrito por Stacey Harman (série “The Goldbergs”) e Pamela Ribon (série “Samantha Who?”), e dirigido por Kelly Asbury (“Shrek 2” e “Gnomeu e Julieta”), “Os Smurfs e A Vila Perdida” chega aos cinemas brasileiros em 6 de abril, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Saiba onde assistir a transmissão do Oscar 2017

    26 de fevereiro de 2017 /

    A rede Globo não vai mesmo transmitir a cerimônia de premiação do Oscar 2017 na noite deste domingo (26/2). Para tristeza dos fãs de memes, quem sintonizar o canal irá se deparar com carnaval. Mesmo assim, a emissora carioca escalou Cristiane Pelajo, Miguel Falabella e Artur Xexéo para apresentar os melhores momentos do evento, num compacto que irá ao ar na noite seguinte, 27 de fevereiro, 24 horas após o resultado ser conhecido e debatido à exaustão. Quem quiser assistir ao evento máximo do cinema ao vivo, terá como opção apenas a TV paga. A 89ª edição da premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas será exibida no Brasil pelo canal pago TNT, com comentários de Rubens Ewald Filho, a partir das 21h. Além disso, o canal E! começará a transmissão do evento às 15h30, ficando a tarde inteira à espera de alguma celebridade no tapete vermelho do Oscar – a programação só deve esquentar no começo da noite, após as 20h30, quando chegam os astros mais esperados da cerimônia. A cobertura da E! também inclui o “after party”, que mostrará as festas de Hollywood para os vencedores, e uma edição especial do programa “Fashion Police”, dedicada a avaliar os vestidos das estrelas do cinema. A entrega do Oscar 2017 vai acontecer no palco do Dolby Theatre, em Los Angeles, com apresentação de Jimmy Kimmel, âncora do talk show “Jimmy Kimmel Live!”. Confira abaixo a lista dos indicados, liderada pelo recordista “La La Land”, que, com 14 indicações em 13 categorias, atingiu a maior quantidade de nomeações já conquistadas por um filme, chegando à mesma marca de “Titanic” (1997) e “A Malvada” (1950). Indicados ao Oscar 2017 Melhor Filme “A Chegada” “Até o Último Homem” “Estrelas Além do Tempo” “Lion: Uma Jornada para Casa” “Moonlight: Sob a Luz do Luar” “Um Limite entre Nós” “A Qualquer Custo” “La La Land” “Manchester à Beira-Mar” Melhor Direção Dennis Villeneuve (“A Chegada”) Mel Gibson (“Até o Último Homem”) Damien Chazelle (“La La Land”) Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira-Mar”) Barry Jenkins (“Moonlight”) Melhor Ator Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”) Denzel Washington (“Um Limite entre Nós”) Ryan Gosling (“La La Land”) Andrew Garfield (“Até o Último Homem”) Viggo Mortensen (“Capitão Fantástico”) Melhor Atriz Natalie Portman (“Jackie“) Emma Stone (“La La Land”) Meryl Streep (“Florence: Quem é essa mulher?”) Ruth Negga (“Loving”) Isabelle Huppert (“Elle“ ) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Moonlight”) Jeff Bridges (“A Qualquer Custo”) Lucas Hedges (“Manchester à Beira-Mar”) Dev Patel (“Lion: Uma Jornada para Casa”) Michael Shannon (“Animais Noturnos”) Melhor Atriz Coadjuvante Viola Davis (“Um Limite entre Nós”) Naomi Harris (“Moonlight”) Nicole Kidman (“Lion”) Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”) Michelle Williams (“Manchester à Beira-Mar”) Melhor Roteiro Original Damien Chazelle (“La La Land”) Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira-Mar”) Taylor Sheridan (“A Qualquer Custo”) Yorgos Lanthimos e Efthymis Filippou (“O Lagosta”) Mike Mills (“20th Century Woman”) Melhor Roteiro Adaptado Barry Jenkins (“Moonlight”) Luke Davies (“Lion”) August Wilson (“Um Limite entre Nós”) Allison Schroeder e Theodore Melfi (“Estrelas Além do Tempo”) Eric Heisserer (“A Chegada”) Melhor Fotografia Bradford Young (“A Chegada”) Linus Sandgren (“La La Land”) James Laxton (“Moonlight”) Rodrigo Prieto (“O Silêncio”) Greig Fraser (“Lion”) Melhor Animação “Kubo e as Cordas Mágicas” “Moana: Um Mar de Aventuras” “Minha Vida de Abobrinha” “A Tartaruga Vermelha” “Zootopia” Melhor Filme em Língua Estrangeira “Terra de Minas” (Dinamarca) “Um Homem Chamado Ove” (Suécia) “O Apartamento” (Irã) “Tanna” (Austrália) “Toni Erdmann” (Alemanha) Melhor Documentário “Fogo no Mar” “Eu Não Sou Seu Negro” “Life, Animated” “O.J. Made in America” “A 13ª Emenda” Melhor Edição “A Chegada” “Até o Último Homem” “A Qualquer Custo” “La La Land” “Moonlight” Melhor Edição de Som “A Chegada” “Horizonte Profundo: Desastre no Golfo” “Até o Último Homem” “La La Land” “Sully: O Herói do Rio Hudson” Melhor Mixagem de Som “A Chegada” “Até o Último Homem” “La La Land” “Rogue One: Uma história Star Wars” “13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi” Melhor Desenho de Produção “A Chegada” “Animais Fantásticos e Onde Habitam” “Ave, Cesar!” “La La Land” “Passageiros” Melhores Efeitos Visuais “Horizonte Profundo: Desastre no Golfo” “Doutor Estranho” “Mogli” “Kubo e as Cordas Mágicas” “Rogue One: Uma História Star Wars” Melhor Canção Original “Audition (The Fools Who Dream)” (“La La Land”) “Can’t Stop the Feeling” (Trolls”) “City of Stars” (“La La Land”) “The Empty Chair” (Jim: The James Foley Story”) “How far I’ll Go” (“Moana”) Melhor Trilha Sonora Micha Levi (“Jackie”) Justin Hurwitz (“La La Land”) Nicholas Britell (“Moonlight”) Thomas Newman (“Passageiros”) Melhor Cabelo e Maquiagem “Um Homem Chamado Ove” “Star Trek: Sem fronteiras” “Esquadrão Suicida” Melhor Figurino “Aliados” “Animais fantásticos e onde habitam” “Florence: Quem é essa mulher?” “Jackie” “La La Land” Melhor Curta “Ennemis Intérieurs” “La femme et le TGV” “Silent night” “Sing” “Timecode” Melhor Curta de Animação “Blind Vaysha” “Borrowed Time” “Pear Cider and Cigarettes” “Pearl” “Piper” Melhor Curta de Documentário “Extremis” “41 miles” “Joe’s Violin” “Watani: My Homeland” “The White Helmets”

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    Bill Paxton (1955 – 2017)

    26 de fevereiro de 2017 /

    Morreu o ator americano Bill Paxton, que marcou época em grandes produções como “Aliens, o Resgate” (1986), “Twister” (1996) e “Titanic” (1997) e estrelou a série “Amor Imenso” (Big Love) na HBO. Segundo comunicado da família, ele morreu repentinamente devido a complicações de uma cirurgia, aos 61 anos. Paxton não começou sua carreira em Hollywood como ator. Nos anos 1970, ele trabalhou como carpinteiro e pintor de cenários de diversos filmes B, incluindo produções de Roger Corman. Foi numa delas, “Galáxia do Terror” (1981), que chamou atenção do cenógrafo e diretor assistente James Cameron. Os dois se tornaram grandes amigos e Cameron o convidou a participar de seu segundo filme como cineasta: “O Exterminador do Futuro” (1984). Ele viveu um punk que enfrentava o robô interpretado por Arnold Schwarzenegger logo no começo da trama. No mesmo ano, apareceu no clipe “Shadows of the Night” (1984), de Pat Benatar, e logo começou a demonstrar sua capacidade para roubar cenas, como o irmão mais velho de um dos nerds de “Mulher Nota Mil” (1985), clássico de John Hughes. Mas foi o velho amigo James Cameron quem lhe deu seu primeiro grande papel, como o soldado Hudson, um dos fuzileiros espaciais do cultuado “Aliens, o Resgate”. Indo do egoísmo ao sacrifício pessoal, da covardia ao heroísmo, Paxton construiu um arco tão rico do personagem que sua morte foi uma das mais lamentadas do filme. A cineasta Kathryn Bigelow, na época namorada de Cameron, também se impressionou com o rapaz e o escalou como um vampiro sanguinário em “Quando Chega a Escuridão” (1987), mistura de terror, western e love story rural com idéias inovadoras. Mergulhando no sadismo do personagem, Paxton roubou as cenas e acabou sendo escolhido para ilustrar o cartaz da produção, mesmo não sendo o mocinho. O ator também apareceu num clipe do New Order, “Touched by the Hand of God” (1989), enfrentou os futuros rivais dos Aliens em “Predador 2 – A Caçada Continua” (1990) e acabou se consolidando como um dos coadjuvantes mais requisitados de Hollywood. O período incluiu papéis de destaque em “Marcados Pelo Ódio” (1989), “Os Saqueadores” (1992), “Encaixotando Helena” (1993), “Tombstone” (1993), “Apollo 13” (1995) e “True Lies” (1994), novamente dirigido por Cameron. Tantos destaques consecutivos abriram caminho para sua transformação em protagonista, que aconteceu no filme de desastre ambiental “Twister” (1996), em que enfrentou tornados com a mesma coragem com que lutou contra Aliens. Ele confirmou ser um dos atores favoritos de James Cameron ao embarcar a bordo de “Titanic” (1997), que bateu recordes de bilheteria mundial. E aproveitou o período de sucesso para dar sequência à carreira de protagonista, estrelando o excelente suspense “Um Plano Simples” (1998), de Sam Raimi, um remake infantil da Disney, “Poderoso Joe” (1998), ao lado de Charlize Theron, e um thriller de alpinismo, “Limite Vertical” (2000). A esta altura, decidiu passar para trás das câmeras, estrelando e dirigindo o terror “A Mão do Diabo” (2001), que conquistou críticas positivas, mas baixa bilheteria. Ele só dirigiu mais um filme, “O Melhor Jogo da História” (2005), no qual escalou seu filho, James Paxton (atualmente na série “Eyewitness”). Mas acabou descuidando da própria carreira de ator. Apostou em produções infantis, como a franquia “Pequenos Espiões” e a adaptação da série de fantoches “Thunderbirds”, que implodiram. E o declínio o convenceu a realizar uma curva estratégica, rumo à televisão. Com o primeiro papel fixo numa série, veio a consagração que lhe faltava. Ele conquistou três indicações ao Globo de Ouro como protagonista de “Big Love”, história de um polígamo, casado com três mulheres diferentes, exibida entre 2006 e 2011. Também se agigantou na premiada minissérie “Hatfields & McCoys” (2011), que lhe rendeu sua única indicação ao Emmy, teve uma passagem marcante como vilão em “Agents of SHIELD” (em 2014) e liderou o elenco da minissérie “Texas Rising” (2015). Ao voltar às produções de ponta, relembrou o soldado Hudson na sci-fi “No Limite do Amanhã” (2014), na qual voltou a enfrentar alienígenas, desta vez ao lado de Tom Cruise. E ainda teve papel importante no excelente “O Abutre” (2014), filme indicado ao Oscar, com Jake Gyllenhaal. Paxton participava atualmente da nova série “Traning Day”, baseada no filme “Dia de Treinamento”, numa versão do papel que deu o Oscar a Denzel Washington, e poderá ser visto ainda em uma última sci-fi, “O Círculo”, de James Ponsoldt, com Emma Watson e Tom Hanks, que estreia em abril.

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    Veja o trailer do primeiro anime original da Netflix, baseado em mangá do criador de Knights of Sidonia

    26 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix da Ásia divulgou o trailer do aguardado “Blame!”, primeiro longa animado japonês lançado mundialmente pelo serviço de streaming. A prévia destaca o visual impactante e o clima pós-apocalíptico da trama, que adapta o mangá homônimo de Tsutomu Nihei, artista cultuado, que recebeu homenagem e prêmio pela carreira na San Diego Comic-Con 2016. “Blame!” se passa num futuro distante, no qual o que sobrou da humanidade vive na Megaestrutura, um imenso e perigoso labirinto que enlouqueceu e está totalmente fora de controle. E no meio dessa loucura está Killy, um sujeito misterioso determinado a salvar a civilização humana do esquecimento. Publicada inicialmente como um mangá entre os anos de 1997 e 2003, “Blame!” ainda não tinha sido adaptada nem sequer como série. A produção, por sinal, foi consequência do sucesso de “Knights of Sidonia” no Netflix, série animada derivada de outra obra de Nihei. No anúncio da produção, David Lee, o vice-presidente internacional de Originais Netflix, deu a entender que a plataforma pretende explorar mais animes em seu futuro. “Estamos sempre ansiosos para oferecer os melhores animes originais e trabalhar com os mais conceituados criadores da indústria”, ele afirmou. Coproduzido pela Polygon Pictures, a animação tem direção de Hiroyuki Seshita (também de “Knights of Sidonia”) e estreia marcada para 20 de maio. A produção também será disponibilizada no Brasil, como demonstra o pôster nacional abaixo.

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