Retrospectiva: As 10 melhores séries de sci-fi e fantasia de 2016
A batalha dos bastardos de “Game of Thrones” rendeu o melhor episódio de série do ano. “Stranger Things” foi o maior fenômeno cultural. “The Oa”, o mistério inesperado. “Westworld”, a melhor série estreante. “The Expanse”, o melhor visual. “Luke Cage”, a melhor trilha sonora. “Orphan Black”, a melhor interpretação. Até “Supergirl” se destacou com a mais sensível saída de armário da história televisiva. Por estas e outras, 2016 foi um dos melhores anos para a sci-fi e a fantasia na TV. Um ano em que sci-fi e fantasia foram o melhor da TV.
Retrospectiva: 50 estrelas que se foram em 2016
Num ano marcado por muitas perdas, recorde 50 estrelas que se apagaram em 2016, mas permanecerão brilhando na história do cinema e da televisão – algumas também na música. Clique nos nomes para ler sobre as carreiras de cada um. Abbas Kiarostami (1940 – 2016) Andrea Tonacci (1944 – 2016) Angus Scrimm (1926 – 2016) Antônio Pompêo (1953 – 2016) Cauby Peixoto (1931 – 2016) César Macedo (1935 – 2016) Chus Lampreave (1930 – 2016) Debbie Reynolds (1932 – 2016) Ettore Scola (1931 – 2016) Elke Maravilha (1945 – 2016) Florence Henderson (1934 – 2016) Gato Barbieri (1932 – 2016) Gene Wilder (1933- 2016) George Gaynes (1917 – 2016) Guy Hamilton (1922 – 2016) Herschell Gordon Lewis (1926 – 2016) Jacques Rivette (1928 – 2016) Michael Cimino (1939 – 2016) Michael Massee (1955 – 2016) Nancy Reagan (1921 – 2016) Patty Duke (1946 – 2016) Prince (1958 – 2014) Robert Vaughn (1932 – 2016) Rubén Aguirre (1934 – 2016) Tereza Rachel (1935 – 2016) William Christopher (1932 – 2016) Alan Rickman (1949 – 2016) Andrzej Wajda (1926 – 2016) Anton Yelchin (1989 – 2016) Arthur Hiller (1923 – 2016) Bud Spencer (1929 – 2016) Carrie Fisher (1956 – 2016) Curtis Hanson (1945 – 2016) David Bowie (1947 – 2016) Domingos Montagner (1962 – 2016) Flávio Guarnieri (1959 – 2016) Garry Marshall (1934 – 2016) George Kennedy (1924 – 2016) Guilherme Karam (1957 – 2016) Hector Babenco (1946 – 2016) Ivan Cândido (1931 – 2016) Kenny Baker (1934 – 2016) Lupita Tovar (1910 – 2016) Michèle Morgan (1920 – 2016) Noel Neill (1920 – 2016) Orival Pessini (1944 – 2016) Peter Vaughan (1923 – 2016) Ron Lester (1970 – 2016) Steven Hill (1922-2016) Umberto Magnani (1941 – 2016) Zsa Zsa Gabor (1917 – 2016)
Adilson Maghá (1948 – 2016)
Morreu o ator mineiro Adilson Maghá. Ele faleceu no sábado (31/12), em um hospital de Belo Horizonte, aos 68 anos de idade. O artista lutava contra um câncer no pulmão que acabou atingindo o cérebro, por metástase. Maghá chegou a ser submetido a uma cirurgia cerebral nesta semana, mas acabou não resistindo. Nascido em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte, em maio de 1948, Maghá iniciou carreira artística nos anos 1960 como cantor e compositor, mas acabou seguindo rumo às artes cênicas, inicialmente no teatro, quando foi autor, ator e diretor. Também trabalhou como administrador do Teatro Santa Maria de Belo Horizonte. Deu aulas de técnica teatral e foi o fundador-presidente do Grupo Cena de Teatro. Seu primeiro trabalho na TV foi na minissérie “Grande Sertão: Veredas” (1985) na Rede Globo, mas apenas recentemente veio a se tornar presença constante nas novelas do canal, participando do elenco de “Sete Pecados” (2007), “Caminho das Índias” (2009) e “Araguaia” (2010). Seu último papel foi uma participação em “Velho Chico” (2016). A carreira cinematográfica também é recente, e inclui títulos como “O Vestido” (2003), “Confronto Final” (2005), “Oração do Amor Selvagem” (2015) e o inédito “Vazante”, selecionado para o Festival de Berlim. O diretor de teatro Pedro Paulo Cava, amigo do ator, postou uma homenagem ao ator. “Último dia do ano que traz tristeza para a cena mineira. Deixou-nos esta madrugada o nosso querido Adilson Maghá, um dos mais instigantes e criativos atores brasileiros. Generoso, alegre, excelente profissional, um companheiro imprescindível nesta trajetória de lutas pelo bom teatro em Minas Gerais.”
William Christopher (1932 – 2016)
Morreu o ator William Christopher, que marcou época na TV na série “M*A*S*H”. Ele faleceu no sábado (31/12) em sua casa, em Pasadena, na Califórnia, em decorrência de um câncer de pulmão, aos 84 anos. Christopher teve um papel recorrente na série “Fuzileiro das Arábias”, entre 1965 e 1968, antes de conseguir seu papel mais conhecido: o padre Francis Mulcahy, em 1972. O personagem trazia sensibilidade e humanismo à trama, uma comédia de humor negro passada num hospital militar durante a Guerra da Coréia, e logo se destacou na produção, que durou 11 temporadas e ficou ao ar até 1983, registrando a maior audiência de todos os tempos em seu episódio final – imbatíveis 125 milhões de telespectadores. O ator ainda reprisou seu papel na continuação da série, “After M*A*S*H”, exibida entre 1983 e 1985. Ao fim da série, Christopher ainda fez participações em “O Barco do Amor”, “Assassinato por Escrito”, “Louco por Você” e “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman”. Seu último trabalho foi um arco na novela “Days of Our Lives” em 2012, em que também interpretou um padre. A atriz Loretta Swit, intérprete de Margaret “Hot Lips” Houlihan em “M*A*S*H”, compartilhou uma homenagem ao colega. “Nosso Querido Bill, com toda a sua bondade, era um grande argumento a favor da existência do Céu. Nunca o ouvi reclamar ou perder a calma. Todo mundo o adorava. Tinha um grande senso de humor e era um grande humanitário. Ele se tornou o padre mais marcante da TV como o padre Mulcahy em ‘M*A*S*H’ e foi o casting mais perfeito já visto. E ele foi, provavelmente, responsável por muitas pessoas recuperarem a fé ou se tornarem devotas. Deus certamente acolherá Bill com os braços abertos.”
Tyrus Wong (1910 – 2016)
Morreu o artista chinês Tyrus Wong, que ajudou a conceber um dos personagens mais queridos da história da animação, o pequeno Bambi do filme homônimo de Walt Disney. Ele faleceu na noite de sexta (31/12) nos EUA, aos 106 anos de idade. Nascido em Cantão, na China, em 1910, Wong trabalhou nos estúdios Walt Disney durante apenas três anos, entre 1938 e 1941. Mas foi fundamental para o longa-metragem do filhotinho de cervo. Enquanto trabalhava no estúdio, desenhando curtas de Mickey Mouse, Wong soube que havia começado a fase de pré-produção de “Bambi” (1942). Por conta própria, pintou vários esboços de cervos em uma floresta, usando tons pasteis e interpretação impressionista. E as artes foram parar na mesa de Walt Disney, que se encantou e decidiu usá-las como base para o estilo visual do filme, principalmente para criar o visual da floresta de Bambi. “Walt Disney viu que Tyrus (Wong) era capaz de produzir obras de arte excelentes, que não necessariamente pareciam a floresta, mas se sentiam como a floresta. A visão que Walt Disney teve sobre Bambi e o uso que fez do trabalho de Tyrus ainda influencia os filmes de hoje”, manifestou-se em comunicado o The Walt Disney Family Museum. Após trabalhar para os estúdios de Walt Disney, Wong foi contratado pela produtora Warner Bros., onde trabalhou no departamento de arte de dezenas de filmes como “Juventude Transviada” (1955), “A Volta ao Mundo em 80 Dias” (1956) e “Meu Ódio Será Sua Herança” (1969). Em 2015, sua arte foi tema de um documentário, batizado apenas com seu primeiro nome, “Tyrus”.
Pedro Almodóvar passeia com Caetano Veloso pelo Farol da Barra
As férias musicais baianas do cineasta Pedro Almodóvar (“Julieta”) tiveram direito a mais um flash. Após mergulhar com Anitta, ele passeou com Caetano Veloso pelo Farol da Barra, em Salvador. A imagem foi postada pelo cantor nesta sexta (30/12) em seu Instagram, com a legenda: “Com o amigo Pedro Almodóvar, em Salvador turistando no Farol da Barra”. Os dois são amigos de longa data, a ponto de as músicas do brasileiro já terem aparecido nos filmes do espanhol. Segundo Paula Lavigne, Almodóvar vai passar o réveillon no Brasil. “Ele está de férias hospedado aqui em casa na Bahia. Como já fez muitas vezes”, ela contou.
Leonardo DiCaprio teria sido flagrado em fotos na praia de Trancoso
O cineasta Pedro Almodóvar (“Julieta”) está na Bahia para passar o réveillon. Mas não seria a única celebridade internacional do verão baiano. Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) também estaria pegando uma praia no litoral do estado, mais precisamente em Trancoso. Veja acima as fotos do relaxamento do astro, entre um cigarro e uma leitura à beira-mar, enviadas por uma assessoria de imprensa de eventos da cidade. Parece ele, não é? Mas será? Atualização: não é.
Encontro inusitado: Pedro Almodóvar passa férias com Anitta na Bahia
Ninguém imaginaria essa dupla junta: o cineasta espanhol Pedro Almodóvar (“Julieta”) e a cantora Anitta. Os dois estão passando férias na praia do Loreto, na paradisíaca Ilha dos Frades, na Bahia. Quem fez a revelação foi a produtora Paula Lavigne, numa foto publicada na quinta-feira (29/12) em sua conta no Instagram. “Turma boa na Bahia”, escreveu a produtora na imagem em que o grupo de amigos posa na água. Ela confirmou ao jornal O Globo que o cineasta espanhol vai passar o réveillon no Brasil. “Ele está de férias hospedado aqui em casa na Bahia. Como já fez muitas vezes”, ela contou.
Vídeo criativo transforma 2016 em filme de terror
As mortes de tantas celebridades e os acontecimentos traumáticos de 2016 inspiraram o Friend Dog Studios a produzir um curta em forma de trailer para “2016: The Movie”, transformando o ano num filme de terror. Tudo começa de forma inocente, com a comemoração do ano novo numa casa nova, mas de repente coisas inesperadas começam a acontecer, como a morte de lendas, de David Bowie à Carrie Fisher, celulares explodem, a Inglaterra deixa a União Europeia e um serial killer com a máscara de Donald Trump acaba de vez com a tranquilidade dos personagens. É bem divertido, mas a esperança é que não haja uma sequência. Ou que “2017: The Movie” seja uma comédia.
Debbie Reynolds escreveu em sua biografia que não sobreviveria à morte de Carrie Fisher
A atriz Debbie Reynolds (“Dançando na Chuva”) escreveu em sua autobiografia que seu maior medo era presenciar a morte da filha Carrie Fisher (franquia “Star Wars”). “Não sei se poderia sobreviver a isso”, ela desabafou no livro “Unsinkable”, publicado em 2013. Em um trecho do livro, Reynolds abordou o medo de perder Carrie, após ver vários de seus colegas de profissão amargarem a morte dos filhos por conta de problemas com drogas e álcool. “Não é natural viver mais do que um filho e esse sempre foi o meu maior medo. Não sei se poderia sobreviver a isso”, escreveu a atriz, que tinha uma relação amorosa, mas conturbada com a filha, devido aos vícios de Carrie. Debbie Reynolds morreu no dia 28, vítima de uma Acidente Vascular Cerebral, um dia após a morte da filha, que sofreu uma parada cardíaca. As duas terão um funeral conjunto, segundo o site TMZ.
Camila Pitanga pretende dar um tempo na carreira em 2017, após ano traumático
Camila Pitanga decidiu dar um tempo na atuação em 2017. A atriz testemunhou a morte do colega Domingos Montagner, seu par romântico em “Velho Chico”, que faleceu por afogamento enquanto os dois mergulhavam no Rio São Francisco, em Sergipe, nos intervalos de gravação da novela. Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, a atriz contou que pretende separar o ano que vem para se dedicar à família e aos estudos. “Eu considero esse um ano trágico. Tem muita coisa que dói, que está aí pulsando na minha alma. São muitas mortes, muitas perdas. Ter testemunhado a perda de Domingos foi uma coisa marcante”, admitiu. “Mudou tudo depois disso. Tenho uma fome de viver, e, também, há um estado de delicadeza sobre o que vem. Querer ficar com a minha família no ano que vem, para me guardar um pouco, tem a ver com isso”. E acrescentou: “Talvez eu volte a cantar, quem sabe. Desejo é o que não falta para realizar em 2017”.
Carrie Fisher e Debbie Reynolds terão funeral conjunto
Carrie Fisher, atriz que interpretou a Princesa Leia na saga “Star Wars”, e sua mãe Debbie Reynolds, estrela de “Dançando na Chuva” (1952) terão um funeral conjunto, segundo o site TMZ. Debbie morreu no dia 28, vítima de uma Acidente Vascular Cerebral, um dia após a morte da filha, que sofreu uma parada cardíaca. Carrie tinha 60 anos e foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na sexta-feira (23/12) após sofrer uma parada cardíaca dentro de um avião, pouco antes de a aeronave, que veio de Londres, pousar em Los Angeles. Ela estava sendo mantida viva por aparelhos quando teve um segundo ataque cardíaco e faleceu na terça (27/12). Debbie Reynolds morreu aos 84 anos, um dia após sua filha, vítima de um AVC (acidente vascular cerebral). O filho de Debbie, Todd Fisher, confirmou ao site TMZ que a mãe passou mal enquanto conversava sobre o funeral de Carrie. “Ela está com Carrie”, disse. Segundo o site TMZ, a família ainda define os detalhes de como será o funeral, mas possivelmente será uma cerimônia privada.
Filho de Debbie Reynolds faz homenagem emocionante à mãe e à irmã Carrie Fisher
Todd Fisher postou no Twitter uma homenagem emocionante à sua irmã e sua mãe, que faleceram um dia após a outra. Ele desenhou Carrie Fisher, em seu vestido de Princesa Leia de “Guerra nas Estrelas” (1977), abraçada à Debbie Reynolds, trajada com a capa de chuva de “Cantando na Chuva” (1952). A imagem foi acompanhada por um verso da música do filme de 1952: “Que sentimento glorioso. Eu estou feliz novamente”. E no post, ele acrescentou: “Essa é uma bela história de amor que pude testemunhar por 58 anos. Eu sinto tanto a falta das duas. O amor é eterno”. Carrie Fisher morreu na terça-feira (27/12) e Debbie Reynolds faleceu no dia seguinte. This is a beautiful love story to witness in my 58 years. I miss them both so much. Love is everlasting pic.twitter.com/AeIVGaGl9k — Todd Fisher (@tafish) December 29, 2016












