Veja 15 looks que marcaram o Globo de Ouro 2017 como desastre fashion
O tapete vermelho do Globo de Ouro deixou os fashionistas atordoados. Hordas de Princesinhas Disney, bolos de noiva ambulantes e muito pink deram saudades das TVs de tubo, quando a baixa definição enganava os olhos. Com nem todas as estrelas tiveram o bom-senso de Emma Stone, divina num Valentino, ficou impossível eleger uma seleção com as mais elegantes. Em vez disso, em homenagem à opção da grande maioria, destacamos os piores vestidos (e calças femininas) da premiação. Tente escolher o mais kitsch sem fechar (muito) os olhos. Para ampliar o horror, clique nas imagens – com cuidado.
La La Land vence tudo e quebra recorde em consagração no Globo de Ouro
O musical “La La Land” venceu todos os sete troféus a que concorria no Globo de Ouro 2017: Melhor Filme de Comédia ou Musical, Ator (Ryan Gosling), Atriz (Emma Stone), Direção e Roteiro Original (ambos de Damien Chazelle), Canção e Trilha Sonora (ambos de Justin Hurwitz). A soma é recorde na premiação, que geralmente é mais parcimoniosa. Na verdade, desde os anos 1970 um filme não tinha tamanha consagração entre os jornalistas que compõem a Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood. Dois dramas detinham o recorde anterior, de seis vitórias: “Um Estranho no Ninho” (1975) e “Expresso da Meia Noite” (1978). Em tempos mais recentes, a última vez em que um filme recebeu mais de três Globos de Ouro foi em 2009, com “A Rede Social”. Entretanto, isto não aumenta nem diminui o favoritismo de “La La Land” para o Oscar, uma vez que os eleitores são outros. Além disso, o prêmio é completamente idiossincrático, a começar por separar um musical como “La La Land” dos filmes dramáticos. O Melhor Filme de Drama, a propósito, foi “Moonlight”, favorito da categoria, enquanto o prêmio de Ator de Drama ficou com Casey Affleck, por “Manchester À Beira-Mar”, e o de Atriz com Isabelle Huppert, por “Elle”. O suspense francês também venceu como Melhor Filme em Língua Estrangeira, apesar de não figurar entre os finalistas do Oscar. Em seu agradecimento, Huppert se emocionou bastante e frisou que o cinema não tem fronteiras, reforçando o melhor discurso da noite, proferido por Meryl Streep. Homenageada com um prêmio pela carreira, Meryl tratou de lembrar que boa parte de Hollywood era composta por estrangeiros, de Natalie Portman a Ruth Negga, fator relevante diante da eleição de um presidente de plataforma xenófoba. “Hollywood está repleta de forasteiros e estrangeiros, e se você nos chutar todos para fora (do país), você não terá nada para assistir, exceto futebol e MMA, que não são arte”, a diva sentenciou. A mensagem teve especial repercussão no evento organizado por estrangeiros, que, além de premiar um francesa como Melhor Atriz, também se rendeu à supremacia britânica nas categorias televisivas. Com três Globos de Ouro, a minissérie inglesa “The Night Manager” foi a atração mais premiada da TV, confrontando o favoritismo de “The People vs. O.J. Simpson” – que mesmo assim saiu com dois troféus. Outra vitória do Reino Unido se deu na cobiçada categoria de Melhor Série de Drama, onde “The Crown” superou “Game of Thrones” e outras séries mais badaladas. A atriz Claire Foy, intérprete da rainha Elizabeth II em “The Crown”, ainda venceu como Melhor Atriz. Entre as atrações de comédias, “Atlanta” foi a grande vitoriosa, como Melhor Série e Ator, prêmio conquistado por seu criador Donald Glover. As premiações de “Atlanta” e “The Crown” ainda mantiveram a tradição do Globo de Ouro de destacar séries em 1ª temporada. Entretanto, o mais curioso no balanço televisivo é verificar a completa e absoluta derrota das produções da HBO em todas as categorias. Até a série invisível “Goliath”, da Amazon, ausente das discussões de melhores do ano, foi premiada, via reconhecimento ao desempenho de Billy Bob Thornton como Melhor Ator de Drama. Claro, reza a lenda que nada é realmente surpreendente no Globo de Ouro. E, por coincidência, Jeff Bezos, proprietário da Amazon, estava presente na cerimônia em mesa bem situada. Não só isso: teve seu nome e ego agraciados pelo apresentador Jimmy Fallon logo no esquete de abertura. A Amazon ainda é coprodutora de “Manchester à Beira-Mar” que, novamente por coincidência, também levou o prêmio cinematográfico na mesma categoria – Melhor Ator de Drama. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Indicados ao Globo de Ouro 2017 CINEMA Melhor Filme – Drama “Moonlight Melhor Filme – Comédia/Musical “La La Land” Melhor Diretor Damien Chazelle, por “La La Land” Melhor Ator em Drama Casey Affleck, por “Manchester à Beira-Mar” Melhor Atriz em Drama Isabelle Huppert, por “Elle” Melhor Ator em Comédia/Musical Ryan Gosling, por “La La Land” Melhor Atriz em Comédia/Musical Emma Stone, por “La La Land” Melhor Ator Coadjuvante Aaron Taylor Johnson, por “Animais Noturnos” Melhor Atriz Coadjuvante Viola Davis, por “Fences” Melhor Roteiro Damien Chazelle, por “La La Land” Melhor Animação “Zootopia” Melhor Filme Estrangeiro “Elle” (França) Melhor Trilha Sonora Justin Hurwitz, por “La La Land” Melhor Canção “City of Stars”, de “La La Land” TELEVISÃO Melhor Série de Drama “The Crown” Melhor Série de Comédia/Musical “Atlanta” Melhor Minissérie ou Telefilme “The People vs. OJ Simpson – American Crime Story” Melhor Atriz em Série de Drama Claire Foy, por “The Crown” Melhor Ator em Série de Drama Billy Bob Thornton, por “Goliath” Melhor Ator em Série de Comédia Donald Glover, por “Atlanta” Melhor Atriz em Série de Comédia Tracy Ellis Ross, por “Black-ish” Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme Tom Hiddleston, por “Night Manager” Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme Sarah Paulson, por “People v. OJ Simpson: American crime story” Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme Olivia Colman, por “The Night Manager” Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme Hugh Laurie, por “The Night Manager”
Orca assassina do documentário BlackFish morre nos EUA
O parque aquático SeaWorld anunciou que Tilikum, a orca que inspirou o documentário “BlackFish – Furia Animal”, morreu aos 36 anos. O SeaWorld citou vários problemas de saúde, mas não divulgou a causa da morte. A nota oficial diz: “Enquanto hoje é um dia difícil para o SeaWorld, é importante lembrar que a Tilikum teve uma vida longa e enriquecedora”. “A vida de Tilikum vai sempre estar indissoluvelmente conectada com a perda de nossa querida amiga e colega, Dawn Brancheau. Enquanto todos experimentamos profunda tristeza por essa perda, continuamos a oferecer a Tilikum o melhor cuidado possível, a cada dia, dos maiores especialistas em mamíferos marinhos do país”, completou a instituição, em nota. A orca foi responsável pela morte de sua treinadora Dawn Brancheau em 2010, num ataque tão brutal e violento que surpreendeu a todos. A agressividade de Tilikum acabou motivou o documentário de 2013, sobre o mundo dos shows com animais marinhos no EUA, desvendando o verdadeiro horror da vida em cativeiro das orcas e a completa falta de segurança de seus treinadores. O impacto de “Blackfish” mudou radicalmente a forma como o público passou a ver os parques aquáticos em todo o mundo. Relembre abaixo o trailer do documentário.
Saiba onde assistir a premiação do Globo de Ouro 2017
A cerimônia do Globo de Ouro 2017 poderá ser acompanhada ao vivo no Brasil pelo canal TNT, com exibição a partir das 22h (horário de Brasília), direto de Los Angeles, com tradução simultânea e comentários de Rubens Ewald Filho. A primeira hora da transmissão será dedicada ao tapete vermelho, com a entrega dos troféus marcada para iniciar às 23h. Além da TV, o evento também poderá ser acompanhado ao vivo pelo aplicativo TNT Go. Outras opções de cobertura são as redes sociais: Twitter, Instagram e Facebook trarão imagens do tapete vermelho da premiação, assim como o canal pago E!, que dedicará duas horas ao desfile de celebridades na entrada do hotel Beverly Hilton, a partir das 21h (horário de Brasília). Uma das principais novidades da cobertura diferenciada será a produção de vídeos em 360 graus do tapete vermelho, gerados pelo Facebook. Já o Instagram contará com uma dupla de fotógrafos de moda para clicar os bastidores da premiação com exclusividade, além de vídeos criados por celebridades que participarão do evento. O serviço de meteorologia prevê uma forte chuva no início da transmissão, por isso o tapete vermelho será protegido por tendas – mas, como é o Globo de Ouro, por conta disso as saias justas podem começar mais cedo neste ano. A premiação ainda ganhará reprise na segunda (9/1), às 16h, na TNT.
Globo de Ouro exibe sua divertida irrelevância neste domingo
A cerimônia de entrega do Globo de Ouro 2017, que acontece na noite deste domingo (8/1) em Los Angeles, com apresentação de Jimmy Fallon, é uma das premiações de menor importância no calendário de congratulações de ano novo de Hollywood. Nela, uma associação de 90 jornalistas estrangeiros entrega troféus para seus filmes, séries e astros favoritos, com direito às idiossincrasias típicas de grupinho de amigos. O grande paradoxo é que, mesmo fazendo o possível para virar piada – apresentadores bêbados, “Perdido em Marte” como Melhor Comédia – , o evento só perde em espaço midiático para o Oscar. Em parte, devido justamente ao espetáculo que oferece: prêmios disparados e astros com bebidas à vontade para virar meme no dia seguinte. Para quem leva a sério seus prêmios, como uma espécie de “termômetro” do Oscar, as coincidências são puro cálculo matemático. A verdade é que, ao dividir suas categorias cinematográficas entre Drama e Comédia ou Musical, a Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood simplesmente dobra suas chances de “coincidir” com os vencedores da Academia. Ou seja, enquanto o Oscar premia um Melhor Ator, o Globo de Ouro premia dois – em Drama e Comédia ou Musical. Entretanto, assim também evita os principais tira-teimas da temporada. Afinal, a vitória de “La La Land” como Melhor Comédia ou Musical é aposta garantida, sem que se veja seu desempenho frente a “Moonlight”, o favorito como Melhor Drama. Na edição 2017 do Globo de Ouro, “La La Land” concorre em sete categorias: Melhor Filme de Comédia ou Musical, Ator (Ryan Gosling), Atriz (Emma Stone), Direção e Roteiro Original (ambos de Damien Chazelle), Canção e Trilha Sonora. Enquanto isso, “Moonlight” está indicado a seis troféus: Melhor Filme de Drama, Ator Coadjuvante (Mahershala Ali), Atriz Coadjuvante (Naomie Harris), Direção e Roteiro Original (ambos de Barry Jenkins) e Trilha Sonora. Apenas as três últimas categorias são compartilhadas entre os gêneros, situações em que se poderá ver um confronto entre “Moonlight” e “La La Land”. A lista cinematográfica ainda chama atenção pela inclusão do drama de guerra “Até o Último Homem”, que representa a volta do diretor Mel Gibson às cerimônias de premiação – o filme recebeu dois prêmios do Critics Choice! Entre os demais candidatos a Melhor Filme de Drama estão “Manchester à Beira-Mar”, de Kenneth Lonergan, “A Qualquer Custo”, de David Mackenzie, e “Lion”, de Garth Davis. O prêmio também destaca o melhor da produção televisiva, evidenciando, em suas seleções, uma obsessão em reconhecer novidades. A renovação entre os premiados de TV é impressionante, e geralmente resulta em consagrações precoces de programas que acabam esquecidos na edição seguinte. Quem mais, senão o Globo de Ouro, anteciparia “Brooklyn Nine-Nine” como Melhor Comédia na metade de sua 1ª temporada? Na disputa de Melhor Série de Drama, apenas “Game Of Thrones” é veterano. Todas os seus concorrentes estrearam esse ano: “The Crown”, “Stranger Things”, “This Is Us” e “Westworld”. O lado positivo dessa pressa em apontar tendências – que nem sempre se confirmam – tem sido uma pressão maior sobre o Emmy, obrigando o “Oscar televisivo” a abandonar as teias de aranha que costumavam acompanham seus troféus até recentemente – quando eram dados às mesmas produções, ano após ano. Graças a aspecto colateral, os prêmios de TV do Globo de Ouro, por mais disparatados que pareçam num primeiro momento, acabam tendo maior importância que qualquer teoria sobre o troféu servir de “bafômetro” para o Oscar. A cerimônia da 74ª edição do Globo de Ouro poderá ser acompanhada ao vivo no Brasil pelo canal pago TNT, a partir das 22 horas. Confira abaixo a lista completa dos indicados ao prêmio. Indicados ao Globo de Ouro 2017 CINEMA Melhor Filme – Drama “Manchester à Beira-Mar “Moonlight “Lion – Uma Jornada para Casa” “A Qualquer Custo” “Até o Último Homem” Melhor Filme – Comédia/Musical “La La Land” “20th Century Women” “Sing Street” “Deadpool” “Florence – Quem é Essa Mulher?” Melhor Diretor Barry Jenkins, por “Moonlight” Damien Chazelle, por “La La Land” Kenneth Lonergan, por “Manchester à Beira-Mar” Mel Gibson, por “Até o Último Homem” Tom Ford, por “Animais Noturnos” Melhor Ator em Drama Casey Affleck, por “Manchester à Beira-Mar” Viggo Mortensen, por “Capitão Fantástico” Denzel Washington, por “Fences” Andrew Garfield, por “Até o Último Homem” Joel Edgerton, por “Loving” Melhor Atriz em Drama Amy Adams, por “A Chegada” Isabelle Huppert, por “Elle” Natalie Portman, por “Jackie” Ruth Negga, por “Loving” Jessica Chastain, por “Miss Sloane” Melhor Ator em Comédia/Musical Ryan Gosling, por “La La Land” Hugh Grant, por “Florence – Quem é Essa Mulher?” Colin Farrell, por “The Lobster” Ryan Reynolds, por “Deadpool” Jonah Hill, por “Cães de Guerra” Melhor Atriz em Comédia/Musical Emma Stone, por “La La Land” Meryl Streep, por “Florence – Quem é Essa Mulher?” Lily Collins, por “Rules Don´t Apply” Annette Bening, por “20th Century Women” Haille Steinfield, por “Quase 18” Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali, por “Moonlight” Jeff Bridges, por “A Qualquer Preço” Dev Patel, por “Lion – Uma Jornada para Casa” Aaron Taylor Johnson, por “Animais Noturnos” Simon Helberg, por “Florence – Quem é Essa Mulher” Melhor Atriz Coadjuvante Viola Davis, por “Fences” Nicole Kidman, por “Lion – Uma Jornada para Casa” Michelle Williams, por “Manchester à Beira-Mar” Naomie Harris, por “Moonlight” Octavia Spencer, por “Estrelas Além do Tempo” Melhor Roteiro Kenneth Lonergan, por“Manchester à Beira-Mar” Damien Chazelle, por “La La Land” Barry Jenkins, por“Moonlight” Tom Ford, por“Animais Noturnos” Taylor Sheridan,, por“A Qualquer Custo” Melhor Animação “Kubo e as Cordas Mágicas” “Zootopia” “My Life as Zucchini” “Moana” “Sing” “Trolls” Melhor Filme Estrangeiro “Toni Erdmann” (Alemanha) “Elle” (França) “Neruda” (Chile) “O Apartamento” (Irã) “Divines” (França) Melhor Trilha Sonora Jóhan Jóhannsson, por “A Chegada” Volker Bertelmann e Dustin O’Halloran, por “Lion” Justin Hurwitz, por “La La Land” Nicholas Britell, por “Moonlight” Benjamin Wallfisch, Pharrell Williams e Hans Zimmer, por “Estrelas Além do Tempo” Melhor Canção “Can’t Stop the Feeling”, de “Trolls” “City of Stars”, de “La La Land” “Faith”, de “Sing” “Gold”, de “Gold” “How Far I’ll Go”, de “Moana” TELEVISÃO Melhor Série de Drama “The Crown” “Game of Thrones” “Stranger Things” “This Is Us” “Westworld” Melhor Série de Comédia/Musical “Atlanta” “Black-ish” “Mozart in the jungle” “Transparent” “Veep” Melhor Minissérie ou Telefilme “American Crime” “The Dresser” “The Night Manager” “The Night Of” “The People vs. OJ Simpson” Melhor Atriz em Série de Drama Caitriona Balfe, por “Outlander” Claire Foy, por “The Crown” Keri Russell, por “The Americans” Winona Ryder, por “Stranger Things” Evan Rachel Wood, por “Westworld” Melhor Ator em Série de Drama Rami Malek, por “Mr. Robot” Bob Odenkirk, por “Better Call Saul” Matthew Reese, por “The Americans” Liev Schreiber, por “Ray Donovan” Billy Bob Thornton, por “Goliath” Melhor Ator em Série de Comédia Anthony Anderson, por “Black-ish” Gael Garcia Bernal, por “Mozart in the Jungle” Donald Glover, por “Atlanta” Nick Nolte, por “Graves” Jeffrey Tambor, por “Transparent” Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Bloom, por “Crazy Ex-Girlfriend” Julia Louis-Dreyfus, por “Veep” Sarah Jessica Parker, por “Divorce” Gina Rodriguez, por “Jane, The Virgin” Tracy Ellis Ross, por “Black-ish” Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme Riz Ahmed. por “The Night Of” Bryan Cranston, por “All the Way” John Turturro, por “The Night Of” Tom Hiddleston, por “Night Manager” Courtney B. Vance, por “People v. OJ Simpson” Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme Felicity Huffman, por “American Crime” Riley Keough, por “The Girlfriend Experience” Sarah Paulson, por “People v. OJ Simpson: American crime story” Charlotte Rampling, por “The London Spy” Kerry Washington, por “Confirmation” Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme Olivia Colman, por “The Night Manager” Lena Headey, por “Game of Thrones” Mandy Moore, por “This Is Us” Chrissy Metz, por “This Is Us” Thandie Newton, por “Westworld” Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme Sterling K. Brown, por “People v. OJ Simpson: American crime story” Hugh Laurie, por “The Night Manager” John Lithgow, por “The Crown” Christian Slater, por “Mr. Robot” John Travolta, por “People v. OJ Simpson: American crime story”
Viola Davis recebe a primeira estrela do ano na Calçada da Fama de Hollywood
Viola Davis se tornou a primeira estrela do ano imortalizada na Calçada da Fama de Hollywood. A homenagem à atriz de “Esquadrão Suicida” e da série “How to Get Away with Murder” aconteceu na quinta-feira (5/1), com introdução de ninguém menos que Meryl Streep – com quem Viola contracenou em “Dúvida” (2008). Duas vezes indicada ao Oscar, Viola Davis é novamente cotada para prêmios neste ano por sua performance no drama “Fences”, adaptação da peça homônima que já lhe rendeu o troféu Tony (o Oscar do teatro).
Francine York (1938 – 2017)
Morreu a atriz Francine York, que participou de diversas séries clássicas, enfrentando até Batman na TV. Ela tinha 80 anos e faleceu na sexta (6/1) num hospital em Van Nuys, na Califórnia, após uma longa batalha contra o câncer. Nascido em Aurora, uma cidadezinha mineira de Minnesota em 1938, York disputou concursos de beleza e trabalhou como showgirl antes de virar modelo em comerciais de carros, no final dos anos 1950. Sua estreia na ficção foi num pequeno papel de recepcionista num episódio da série “Rescue 8”, de 1959. A maior parte de sua carreira foi composta por figurações na TV e no cinema. Uma dessas ocasiões foi um papel descrito como “sexy girl” em “Detetive Mixuruca”, comédia estrelada por Jerry Lewis em 1962. A pequena participação foi suficiente para Lewis convencer o estúdio a contratá-la para aparecer de seus próximos cinco filmes, entre eles sua melhor comédia, “O Professor Aloprado” (1963), em que York viveu uma estudante universitária. Logo, ela se viu contracenando até com Elvis Presley, no filme “Cavaleiro Romântico” (1965). Mas estes papeis em comédias de sucesso mal lhe permitiam falar em cena. Ela só foi conseguir destaque em filmes trash, alguns dos quais ganharam culto como “Wild Ones on Wheels” (1962), em que foi vítima de uma gangue de motoqueiros, “Mutiny in Outer Space” (1965), como capitã de uma nave espacial, e “The Doll Squad” (1973), no qual liderou uma equipe de espiãs internacionais. Pouco vistos na época, os filmes B não a transformaram em estrela. Mas ajudaram a popularizá-la no casting de TV, transformando York numa das figurantes favoritas dos estúdios televisivos. Ela participou de dezenas de séries clássicas, de “Os Intocáveis” a “Jeannie É um Gênio”, até começar a se destacar com aparições marcantes: como a alienígena Niolani em “Perdidos no Espaço”, como a deusa Vênus em “A Feiticeira”, como Miss Amanda Agnew, a parceira recorrente de Robert Wagner na série “O Rei dos Ladrões”, e principalmente como Lydia Limpet, capanga do vilão Traça (Roddy McDowell) na série “Batman”. Estes papéis foram o auge de sua carreira, mas mesmo pequenos marcaram a infância de gerações de fãs. Curiosamente, mesmo sem fazer grande sucesso, ela nunca se aposentou, aparecendo até como a sogra de Nicolas Cage no filme “Um Homem de Família” (2000). As figurações continuaram até recentemente, em séries como “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman”, “Barrados no Baile”, “Las Vegas”, “O Rei do Queens”, “No Calor de Cleveland” e “Projeto Mindy”. No ano passado, ela participou do fanflic “Star Trek: Progeny” e estava dando os retoques finais em sua biografia quando morreu.
Game of Thrones, Westworld e Stranger Things vão disputar prêmio dos Produtores dos EUA
O sindicato dos Produtores dos EUA divulgou a lista dos indicados a seu prêmio anual, os PGA Awards, nas categorias televisivas. E, como esperado, a lista é dominada por atrações da Netflix, HBO e FX. Mas enquanto a Netflix domina a disputa por Melhor Série de Drama, não emplacou nenhuma comédia na seleção. O vencedor do ano passado em comédia, “Transparent”, não foi selecionado, mas “Game of Thrones” é favorito para bisar sua vitória em drama. Por sinal, chama atenção a quantidade de produções de sci-fi e fantasia na disputa: duas em minisséries/telefilmes (“Black Mirror” e “Sherlock”) e três em drama (“Game of Thrones”, “Stranger Things” e “Westworld”. As indicações de cinema serão divulgadas em 12 de janeiro. Como o PGA tem um dos principais grupos de votantes da Academia, cerca de 6 mil produtores do cinema e TV, o prêmio funciona como um termômetro do Oscar. A cerimônia de premiação acontece no dia 28 de janeiro. Confira abaixo a lista dos indicados. Indicados ao PGA Awards 2017: Televisão Melhor Minissérie ou Telefilme Black Mirror The Night Manager The Night Of The People v O.J. Simpson: American Crime Story Sherlock: The Abominable Bride Melhor Série de Drama Better Call Saul Game of Thrones House of Cards Stranger Things Westworld Melhor Série de Comédia Atlanta Black-ish Modern Family Silicon Valley Veep Melhor Série Não-ficcional 30 for 30 60 minutos Hamilton’s America Making a Murderer Melhor Reality de Competição The Amazing Race America Ninja Warrior Lip Sync Battle Top Chef The Voice Melhor Programa de Entretenimento ou Talk Show Full Frontal with Samantha Bee Last Week Tonight with John Oliver Real Time with Bill Masher Saturday Night Live Melhor Programa Infantil Garota Conhece o Mundo (Girl Meets World) Octonauts School of Rock Vila Sésamo (Sesame Street) Bob Esponja Calça Quadrada (SpongeBob SquarePants) Melhor Série Digital 30 for 30 Shorts Comedians in Cars Getting Coffee Epic Rap Battles of History Marvel’s Agents of SHIELD: Academy National Endowment for the Arts: United States of Arts
Jeff Bridges deixa a marca de suas mãos em Hollywood
O ator Jeff Bridges deixou na sexta-feira (6/1) a marca das suas mãos, seus pés e sua assinatura em cimento na entrada do famoso Teatro Chinês, em Hollywood. Vencedor do Oscar de Melhor Ator por “Coração Louco”, em 2010, Bridges foi indicado ao principal prêmio da indústria cinematográfica outras cinco vezes, desde 1972. E está cotado este ano como coadjuvante pelo filme “A Qualquer Custo”. Seu parceiro nesta produção, Chris Pine, foi quem fez sua introdução na cerimônia. “Jeff transpira amor”, ele disse, para apresentar o homenageado. Também participaram da homenagem a atriz Sharon Stone e os cineastas Peter Bogdanovich e David Mackenzie. Ainda inédito no Brasil, “A Qualquer Custo”, de Mackenzie, chega por aqui apenas em 2 de fevereiro.
Fã lança campanha para transformar Leia numa Princesa da Disney
Um fã das animações da Disney e da saga “Star Wars” criou uma petição no site Change.org para que a Princesa Leia seja oficializada no hall de Princesas da Disney. Para justificar sua petição, o fã Cody Christensen escreveu a seguinte mensagem: “Após a perda trágica de Carrie Fisher, nós sentimos que é adequado deixar de lado a regra de que uma princesa da Disney precisa ser uma personagem de uma animação e transformar a Leia numa princesa de pleno direito. Esta seria uma ótima maneira de lembrar de Carrie e dar as boas-vindas para uma das franquias mais amadas da Disney”. Ele pretendia atingir 50 mil assinaturas para entregar o abaixo assinado à Bob Iger, CEO da The Walt Disney Company. Mas a iniciativa já superou 65 mil apoios e vem se tornando cada vez mais popular. Diante disso, Christensen foi convidado a falar sobre sua ideia no site Geek.com, e revelou que suas filhas foram suas inspirações. “Eu tenho cinco filhas e elas sempre assistem filmes de princesas. Nós somos grandes fãs do atual grupo de princesas da Disney, mas acho que a Leia é um exemplo forte, positivo e incrível para as minhas meninas”. A Disney já abriu uma exceção ao coroar uma princesa anteriormente. Foi o caso de Merida, da animação “Valente” (2012). Seu filme foi produzido pela Pixar e não pelos estúdios Disney, mas mesmo assim ela foi coroada oficialmente uma Princesa Disney.
Mariana Ximenes empina o bumbum em foto de férias e o Instagram gosta
Mariana Ximenes não é das mais exibidas do Instagram, mas nem ela resistiu ao apelo do verão. Nesta sexta-feira (6/12), a atriz abriu uma exceção, empinou o bumbum e levantou os pezinhos numa foto sexy na janela de seu quarto de hotel, com uma praia paradisíaca ao fundo. Ela está curtindo férias no México, mas a paisagem que os fãs mais elogiaram foi seu bumbum empinado. “Maravilhosa”, escreveu um. “Arrasou”, comentou outra. “Por você eu faço tudo”, se declarou um terceiro. Até a youtuber Kéfera Buchmann babou: “Coisa linda”, rendendo eco. “Linda”, “Lindaaa”, “Lindaaaa!”, etc. Em questão de minutos, a foto teve mais de 10 mil “gostos” na rede social. ??❤️️ Uma foto publicada por Mariana Ximenes (@marixioficial) em Jan 6, 2017 às 6:48 PST
Om Puri (1950 – 2017)
Morreu o ator indiano Om Puri, que atuou em mais de 300 produções, entre elas o épico “Gandhi” (1982) e o sucesso recente “A 100 Passos de um Sonho” (2014). Ele faleceu nesta sexta-feira (6/12) aos 66 anos, vítima de um ataque cardíaco em sua casa em Mumbai. Om Puri estreou no cinema nos anos 1970 em um filme em idioma marathi, antes de alcançar a fama mundial com grandes sucessos de Bollywood, falados em hindi, a principal língua da Índia. Também participou de alguns filmes paquistaneses que geraram controvérsia em seu país. Mas o público mundial o conhece mais por suas produções ocidentais, incluindo “Gandhi”, o filme biográfico dirigido por Richard Attenborough e protagonizado por Ben Kingsley que venceu oito Oscars em 1983. Ele também atuou em “A Cidade da Esperança” (1992), junto a Patrick Swayze, foi pai da jovem Archie Panjabi na comédia britânica “Tradição É Tradição” (1999) e encarnou o ex-presidente paquistanês Mohammed Zia em “Jogos do Poder” (2007), de Mike Nichols, ao lado de Tom Hanks, Julia Roberts e Philip Seymour Hoffman. Seu último trabalho em Hollywood foi “A 100 Passos de um Sonho” (2014), de Lasse Hallström, como o patriarca de uma família indiana forçada a sair do país por uma tragédia e que, ao atentar se reerguer abrindo seu próprio restaurante, enfrenta o preconceito europeu e Helen Mirren. Ele deixou alguns filmes finalizados, entre eles “Viceroy’s House” (2017), drama histórico sobre o fim do período colonial britânico na Índia, no qual contracenou com Gillian Anderson, Michael Gambon e Hugh Bonneville. As redes sociais homenagearam o ator com muitas declarações de carinho e lembranças de seus êxitos cinematográficos. “Não posso acreditar que um de nossos maiores atores, Om Puri, já não está aqui. Profundamente triste e abalado”, declarou o ator Anupam Kher em um tuíte.
Jornalista arma barraco virtual com Danielle Winits e recebe ameaça de André Gonçalves
O babado virou a madrugada e pode descambar para a violência, se as ameaças forem cumpridas. Um bate-boca iniciado pela publicação de uma fofoca pelo jornalista Leo Dias sobre a atriz Danielle Winits (“Até que a Sorte nos Separe”) levou a uma troca de ofensas entre os dois nas redes sociais, e chegou a nível tão baixo que o marido da atriz, o também ator André Gonçalves (“Os Maias: Cenas da Vida Romântica”) entrou na discussão de forma curta e grossa só para avisar que vai quebrar os dentes do outro. Tudo começou com uma notinha publicada na coluna de Leo Dias na terça-feira (3/2), sobre a atriz ter alegado estar grávida para entrar com prioridade em um avião, onde passou o réveillon. Ao ter conhecimento da fofoca, Danielle deu início às postagens chamando o autor do texto de “pseudojornalista” em sua conta no Instagram. “Leo Dias (pseudojornalista) é um ser humano que merece muito além do que apenas 15 minutos de fama a qual tanto persegue anos a fio… Merece ser suprido de amor tamanha carência a qual esmaga esse peito desnutrido de afeto… Merece um basta em si mesmo tamanha falta de respeito para com o próximo… Merece ser amado pelo amor que o falta, pela mentira que o completa, pela incompletude que o cerca”, desabafou a atriz. O jornalista respondeu no Twitter. “Danielle Winits, você não sabe com quem está mexendo. Vou contar tudo agora, ok? Liga o ventilador”, alfinetou, antes de ir para o Instagram com suas bombas. “Me ataca porque eu contei que, para furar a fila da classe econômica da American Airlines, ela disse estar grávida! Tenho testemunhas. Passageiros relataram. Só que é mais uma mentira que você conta. Aliás, quer que eu lembre da última mentira que você contou para o Amaury Nunes, seu ex?”, escreveu ele no Instagram, afirmando que Danielle havia traído o ex-namorado, com quem assumiu o fim do relacionamento em maio de 2016. “Quero ver a Danielle me desmentir que traiu o Amaury com o personal dela”, afirmou. “Vocês foram jantar na pizzaria Braz, na Barra da Tijuca (no Rio). Ele tinha acabado de chegar de um período nos Estados Unidos. O garçom, educado, perguntou se você queria o mesmo vinho da semana passada que estava em falta. Amaury olhou para você e perguntou: ‘Ué, você não bebe vinho, com quem você esteve aqui?’. Ao invés de falar para o Amaury que levou seu amante personal trainer, você foi fazer um escândalo com o coitado do garçom, lembra Danielle???”, escreveu Dias. “O garçom foi humilhado, você queria que o demitissem por expor a sua vida secreta. Isso eu não contei, Danielle. Porque eu achava que as suas mentirinhas públicas eram inofensivas. Coitado do Amaury. O único que te aturou, não por muito tempo. Você me chama de pseudojornalista? Qual foi seu grande papel na TV? Mostrando seu corpo? Que há muito tempo não é mais o mesmo. Danielle, se enxergue. Você é uma farsa. Ninguém te atura por muito tempo. Nem seus amigos (e conhecidos muitos exs), nem os que foram pra cama com você (que não foram poucos, talvez dezenas), mas não ficou nenhum. Olhe pro espelho antes de falar de mim”, ele continuou. “Isso porque eu não falei do perrengue para ela receber a pensão do Guy. Sei até o valor. Uma miséria”, continuou o colunista no Twitter, já envolvendo os filhos da artista na história. “Danielle Winits não é e nunca foi uma pessoa do bem. Só lamento pelos filhos. Noah pelo menos tem pai. Guy merecia uma família melhor”, continuou, antes de André Gonçalves entrar na discussão. “Olá, Leo Dias. Deixa eu te falar uma parada, já que você não respeita ninguém. Já que você mente e inventa um monte de mentira… É o seguinte: não tem processo, eu vou quebrar seus dentes, meu filho! Seu cheirador de cocaína, filho da p… Vou quebrar seus dentes! Não tem Justiça, eu vou quebrar você, seu filho da p… Por causa da tua mentira, sacou?”, ameaçou o ator.












