Ativistas de topless interrompem show de jazz de Woody Allen em protesto
Duas ativistas do grupo Femen interromperam um show da banda de Woody Allen, a New Orleans Jazz Band, durante uma apresentação em Hamburgo, na Alemanha, na noite de terça (11/7). Elas subiram ao palco de topless, com o corpo coberto por mensagens com críticas ao diretor, num protesto contra o que chamaram de “cultura do silêncio” em torno das alegações de abuso sexual contra o cineasta, e receberam vaias do público. As mulheres foram retiradas do palco por seguranças enquanto tentavam ler uma carta escrita pela filha adotiva de Allen, Dylan Farow, que acusa o cineasta de abuso sexual quando ela tinha sete anos. O texto foi publicado pelo jornal New York Times em fevereiro de 2014 e respondido pelo diretor no mesmo jornal, poucos dias depois. Esta acusação já rendeu processo judicial, movido por Mia Farrow após Woody, seu ex-marido, deixá-la por Soon-Yi Previn, que ela tinha adotado quando era casada com André Previn. O julgamento terminou inocentando Allen, após especialistas desacreditarem a criança, que estaria inventando ou reproduzindo informações alimentadas por sua mãe, devido às incongruências de suas lembranças. Recentemente, outro filho adotivo do diretor, Moses Farrow, veio a público dizer que se alguém era abusivo era sua mãe, que tinha coagido os filhos a mentirem e acusarem Woody Allen. Até hoje Dylan acusa Woody Allen de abuso sexual. O diretor, por sua vez, continua casado com a outra filha de Farrow. Ele e Soon-Yi estão juntos há 25 anos. Após o incidente, as integrantes do Femen divulgaram uma nota para a imprensa: “Apesar do incidente ter ocorrido décadas atrás, Dylan (hoje com 31 anos) ainda sofre as consequências. Woody Allen não é apenas o diretor, ator e músico neurótico e charmoso, mas também uma pai que gosta de colocar o dedo na filha. Nós queremos lembrar o mundo, e os fãs de jazz, desse fato.” O show continuou normalmente após o protesto. Veja o vídeo da manifestação abaixo.
Maria Estela (1942 – 2017)
Morreu no último dia 6 de julho a atriz Maria Estela, aos 75 anos de idade. A causa da morte ainda é desconhecida, e o fato só veio à tona agora, através da publicação de mensagens de amigos e ex-colegas da atriz. Maria Estela foi uma das mais importantes atrizes de novela dos anos 1970, protagonizando várias produções da Excelsior, Record e Tupi, geralmente no papel de mocinha. Ela começou a carreira em 1965, na TV Excelsior, que, à época, fazia novelas de sucesso. A estreia aconteceu em “O Caminho das Estrelas”, em que o ídolo musical Agnaldo Rayol interpretava um cantor boêmio. Na Excelsior, ela também estrelou “A Pequena Karen”, a primeira adaptação de “O Tempo e o Vento” e uma versão do clássico gótico britânico “O Morro dos Ventos Uivantes”. Transferiu-se para a Record em 1968, durante a época de ouro das novelas da emissora, e participou de “As Pupilas do Senhor Reitor”, “Os Deuses Estão Mortos”, “Quarenta Anos Depois”, “Sol Amarelo”, “O Leopardo” e “Os Fidalgos da Casa Mourisca”. A mudança para a Tupi veio em 1973, e logo de cara ela fez a primeira versão de “Mulheres de Areia”. A história das gêmeas Ruth e Raquel (vividas por Eva Wilma) marcou época e chegou a ganhar remake da Globo em 1993. Também participou de “Meu Rico Português”, “Um Dia o Amor” e as das últimas novelas na Tupi: “Aritana” e “Roda de Fogo”. Nos anos 1980, entrou em produções da Band e do SBT, como “Os Imigrantes”, “O Campeão” e “Vida Roubada”. E só foi chegar na Globo na década de 1990, participando da minissérie “Boca do Lixo” e das novelas “Meu Bem Meu Mal” e “Despedida de Solteiro”. Em 1994, voltou para o SBT e atuou em “Éramos Seis”, passando a se destacar em tramas de sucesso do canal, a maioria adaptadas de novelas latinas, como “Chiquititas”, “Pícara Sonhadora”, “Esmeralda” e “Marisol”, mas também “Vende-Se Um Véu de Noiva”, de Íris Abravanel. Seu último papel, porém, foi na Globo, registrado em 2010 na novela “Passione”, em participação especial. Desde então, estava afastada das telas.
Video mostra Kit Harington vestido como Daenerys em “teste” de Game of Thrones
Jimmy Kimmel aproveitou a proximidade da estreia da 7ª temporada de “Game of Thrones” para fazer uma brincadeira, apresentando “pela primeira vez” um vídeo dos testes de Kit Harington para a produção. O vídeo “exclusivo” do programa “Jimmy Kimmel Live” revela que o ator inglês se candidatou a outros papéis antes de ser contratado para viver Jon Snow. Ele também tentou ser Cersei, Tyrion, Daenerys, Hodor e até Harry Potter em “Game of Thrones”. Ao final, o apresentador elogiou a versatilidade do astro. Confira abaixo. A 7ª temporada de “Game of Thrones” estreia no domingo (16/7) na HBO.
José Loreto presta queixa na polícia contra vazamento de vídeo íntimo
Após ter um vídeo íntimo vazado na internet, o ator José Loreto prestou queixa na DRCI (Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática), no Rio de Janeiro, de acordo com informações da coluna Olá, do jornal Agora. A situação virou agora caso de polícia. O registro de ocorrência é pelos crimes de injúria e difamação, que é o que acontece quando alguém divulga algo que pode, de certa forma, ofender ou causar vexame a uma pessoa. O ator já tinha se manifestado, nas redes sociais, afirmando que considerava o vazamento do vídeo um ato criminoso. “A divulgação de fotos, vídeos e outros materiais com teor sexual sem o consentimento do dono é crime. Infelizmente, nas últimas horas, fui pego de surpresa ao ver minha intimidade exposta em um vídeo feito aproximadamente há dez anos e gravado sem a minha permissão, obviamente sem a mesma para sua divulgação”, ele escreveu em seu Instagram. “A divulgação de vídeos íntimos não autorizados além de crime, são tristes porque afetam as vítimas e também suas famílias e as consequências muitas vezes podem ser devastadoras. A partir daqui não irei mais me pronunciar, meus advogados assumem o caso. Peço a todos compreensão e sobre tudo respeito e privacidade”, concluiu.
Família de Nelsan Ellis revela que ator morreu lutando contra o vício em álcool e drogas
A família do ator Nelsan Ellis, conhecido pelo papel de Lafayette na série “True Blood”, revelou que seu vício em álcool e outras drogas pode ter lhe custado a vida. Ele morreu no sábado (8/7), aos 39 anos, de insuficiência cardíaca. Em um comunicado publicado no site The Hollywood Reporter, a família revelou que o ator lutava contra o abuso de drogas durante anos e, depois de passar por uma série de internações, decidiu se tratar sozinho. Segundo o pai de Ellis, o abuso de álcool fez com que ele contraísse uma infecção no sangue, além de outras complicações, como a parada de seus rins e inchaço no fígado. A nota ainda afirma que o ator passou quatro dias internado até a morte na manhã de sábado. “Nelsan tinha vergonha de seu vício e sempre relutou falar sobre o assunto. Apesar da perda, a família do ator deseja que isso sirva de aviso a quem também precisa de ajuda”, diz o comunicado. Nelsan Ellis esteve em todas as sete temporadas de “True Blood” e atualmente estava em “Elementary”. Ele também fez muitos filmes, com seus principais desempenhos realizados em “O Mordomo da Casa Branca” (2013), em que interpretou Martin Luther King, e “Get on Up: A História de James Brown” (2014), no qual viveu o músico Bobby Byrd. Ele tinha acabado de filmar “True to the Game”, um drama que estreia em setembro nos Estados Unidos.
Vídeo íntimo de José Loreto vaza na internet e ator lamenta nas redes sociais
Um vídeo íntimo do ator José Loreto (“Mais Forte Que o Mundo”, “Os Dias Eram Assim”) vazou no fim de semana, virando assunto nas redes sociais. Na noite de domingo (9/7), o ator confirmou que as imagens eram dele e avisou que divulgá-las era crime. “A divulgação de fotos, vídeos e outros materiais com teor sexual sem o consentimento do dono é CRIME. Infelizmente, nas últimas horas, fui pego de surpresa, ao ver minha intimidade exposta em um vídeo feito aproximadamente há dez anos e gravado sem a minha permissão, obviamente sem a mesma para sua divulgação”, ele escreveu em seu Instagram. “A divulgação de vídeos íntimos não autorizados além de CRIME é triste porque afeta as vítimas e também suas famílias e as consequências muitas vezes podem ser devastadoras”. O ator, casado com a atriz Debora Nascimento (novela “Êta Mundo Bom!”), pediu privacidade neste momento e afirmou que não falará mais sobre o assunto. “Meus advogados assumem o caso”. A divulgação de fotos, vídeos e outros materiais com teor sexual sem o consentimento do dono é CRIME. Infelizmente, nas últimas horas, fui pego de surpresa ao ver minha intimidade exposta em um vídeo feito aproximadamente há dez anos e gravado sem a minha permissão, obviamente sem a mesma para sua divulgação. A divulgação de vídeos íntimos não autorizados além de CRIME, são tristes porque afetam as vítimas e também suas famílias e as consequências muitas vezes podem ser devastadoras. A partir daqui não irei mais me pronunciar, meus advogados assumem o caso. Peço a todos compreensão e sobre tudo respeito e privacidade. Uma publicação compartilhada por José Loreto (@joseloreto) em Jul 9, 2017 às 5:37 PDT
Filha desaparecida de Donal Logue é encontrada pela polícia após duas semanas
Desaparecida há duas semanas, a filha adolescente de Donal Logue (série “Gotham”) foi encontrada pela polícia de Nova York. O ator confirmou que ela estava segura no Twitter. “Obrigado a todos pelo amor e apoio. Nós estamos bem. Kasey e eu desejamos agradecer à Polícia de Nova York, ao FBI, ao departamento de Crianças Desaparecidas e inúmeros outros”. De acordo com a TMZ , uma força-tarefa conjunta da NYPD e do FBI localizou Jade ilesa na casa de um amigo na Carolina do Norte, na manhã de sábado (8/7). Não há maiores detalhes sobre o que aconteceu. Ela foi vista pela última vez indo para o Brooklyn, em Nova York, encontrar um amigo. A ex-esposa de Logue e a mãe de Jade, Kasey Smith, confirmou que a filha já voltou para casa no Twitter e também agradeceu “o amplo apoio” recebido desde o desaparecimento da jovem. Poucas horas antes da notícia do retorno seguro de Jade, Logue pediu uma última vez nas redes sociais: “Jade, venha para casa, minha alma doce e linda. Nós amamos e sentimos muito sua falta”. Jade desapareceu uma semana após completar 16 anos, em 26 de junho. Dois meses antes, escreveu no Twitter que temia se tornar vítima de violência “pelo simples fato de existir”. Nascida menino como Arlo Logue, Jade se assumiu uma adolescente transgênero em abril. O ator tem outro filho, Finn Logue, de 18 anos. Thank you ALL for the love and support. We are good. Kasey and I wish to thank the NYPD. FBI, @MissingKids and countless others. — donal logue (@donallogue) July 8, 2017
Elsa Martinelli (1935 – 2017)
A atriz italiana Elsa Martinelli, sex symbol dos anos 1950 e 1960, morreu no sábado (8/7) em sua casa em Roma, aos 82 anos de idade. Ela começou sua carreira como modelo em Roma, o que a levou a fazer pequenos papéis em filmes italianos. Mas já adolescente ambicionava o sucesso internacional. Aos completar 18 anos em 1953, foi para Nova York sem saber inglês e com U$ 20 no bolso, atrás de uma carreira de modelo e atriz nos Estados Unidos. Acabou fazendo um ensaio na revista Life que chamou atenção do ator Kirk Douglas, que a contratou para viver a filha sedutora de um cacique sioux no western “A um Passo da Morte” (1955). A cena em que ela se banha no rio quase ofuscou todo o resto do filme. Mas foi a projeção alcançada ao contracenar com um dos maiores astros de Hollywood que a fez voltar com outro status para a Itália. Logo em seu filme seguinte, “Arroz Maldito” (1956), foi escalada como protagonista. E em seguida foi filmar com um grande mestre do cinema italiano, Mario Monicelli, no papel-título da comédia “Donatella” (1956). Estampando pôsteres que a transformavam em pin-up, atraiu atenção de diretores de toda a Europa, consagrando-se como uma estrela continental. Virou musa de mestres, como o francês radicado na Inglaterra Guy Hamilton, em “A Clandestina” (1957), o italiano Mauro Bolognini em “A Longa Noite de Loucuras” (1959), filme escrito por ninguém menos que Pier Paolo Pasolini, Dino Risi em “Um Amor em Roma” (1960), e o francês Roger Vadim em “Rosas de Sangue” (1960), que foi ousadíssimo, como primeira adaptação do clássico de vampira lésbica “Carmilla” (1872). Após uma dúzia de produções de grande repercussão, Martinelli voltou a receber convites para trabalhar em Hollywood. Ela estrelou “Hatari!” (1960), um dos filmes de safari mais bem-sucedidos de todos os tempos, que reunia o time clássico do ator John Wayne e o diretor Howard Hawks na África. E seguiu com “O Pombo que Conquistou Roma” (1962), como par de Charleton Heston, “O Processo” (1962), dirigido por Orson Welles, “Gente Muito Importante” (1963), com Elizabeth Taylor e Richard Burton, e “Maldita Aventura” (1963), com Robert Mitchum. Sem dar sinais de desacelerar, entrou numa fase de filmes cults, entre eles a influente sci-fi mod “A Décima Vítima” (1965), com Marcello Mastroianni, a comédia psicodélica britânica “Candy” (1968), com Ringo Starr, e a famosa comédia “europeia” de Hollywood “Enquanto Viverem as Ilusões” (1969), repleta de astros da época. Sua carreira também acompanhou as diversas tendências do cinema comercial italiano, passando por spaghetti westerns (foi a “A Pistoleira de Virginia”), aventuras de época (“Marco Polo, O Magnífico”), muitas comédias sexuais (“Costa Azul, a Praia dos Amantes”), sátiras de espionagem (“Tunis Top Secret”), grandes assaltos (“Todo Homem é Meu Inimigo”) e giallos (“Uma Sobre a Outra”). E foi até garota-propaganda da Vespa, antes de, lentamente, entrar em ocaso nos anos 1970. Seu último filme foi uma comédia americana de 1992, “Era uma Vez… um Crime”, no qual viveu uma agente secreta, fatal como os fãs a eternizaram. Ela marcou o cinema por sua beleza elegante, mas nem por isso deixou de ser notada por sua capacidade de dar vida a personagens complexos em produções ambiciosas. Nunca faltaram atrizes bonitas no cinema, mas poucas foram tão versáteis quanto Martinelli, que estrelou praticamente todos os gêneros de filmes existentes.
Nelsan Ellis (1978 – 2017)
O ator Nelsan Ellis, que ficou conhecido pela série “True Blood”, morreu no sábado (8/7) após uma parada cardíaca, aos 39 anos. Ellis interpretou o cozinheiro gay Lafayette em todas as sete temporadas da série da HBO, entre 2008 e 2014. O detalhe é que o personagem não tem um arco longo nos livros de Charlaine Harris, em que a série era baseada. Tanto que Ellis não deveria continuar na série após a 1ª temporada, como insinuava o cliffhanger que encerrou o ano inaugural da produção. Entretanto, o ator conseguiu transformar o personagem num dos favoritos do público, ao retratá-lo de forma empoderadora, como um homossexual afetadíssimo que não levava desaforo para casa, e mudou a trajetória da adaptação televisiva. “True Blood” não foi a primeira série da carreira de Ellis, que estreou na TV em 2005, no elenco fixo do drama policial “The Inside”, e até apareceu num episódio de “Veronica Mars”. Mas foi a popularidade da atração criada por Alan Ball que lhe abriu as portas do cinema. Após se consagrar na série da HBO, o ator passou a aparecer com frequência no cinema, em papéis cada vez maiores. Entre os destaques de sua filmografia incluem-se “O Solista” (2009), “Secretariat – Uma História Impossível” (2010), “Histórias Cruzadas” (2011) e “O Relutante Fundamentalista” (2012), com seus principais desempenhos realizados em “O Mordomo da Casa Branca” (2013), em que interpretou Martin Luther King, e “Get on Up: A História de James Brown” (2014), no qual viveu o músico Bobby Byrd. Atualmente, ele fazia parte do elenco da série “Elementary” e tinha acabado de filmar “True to the Game”, um drama que estreia em setembro nos Estados Unidos. O criador de “True Blood”, Alan Ball, disse que “Nelsan foi um talento único, cuja criatividade nunca parou de me surpreender. Trabalhar com ele foi um privilégio”. Anna Paquin, atriz principal de “True Blood”, também lamentou a perda súbida. “Foi um imenso privilégio trabalhar com seu talento enorme e sua alma profundamente generosa. Nelsan Ellis, estou devastada por sua morte fora de hora”. A HBO também emitiu um comunicado exaltando que seu legado. “O retrato inovador de Lafayette será recordado com carinho no legado que ‘True Blood’ deixou. Nelsan vai fazer muita falta para seus fãs e todos nós da HBO”.
Shia LaBeouf volta a ser preso por beber demais e perder o controle
O ator Shia LaBeouf (“Ninfomaníaca”) voltou a ser detido por beber demais e perder o controle. Ele foi conduzido à uma delegacia de Savannah, na Geórgia, na madrugada deste sábado (8/7) após perder o controle às 4 da manhã, acusado de desordem e embriaguez pública. Segundo o site TMZ, sua fiança foi estabelecida em US$ 7 mil. Esta não é a primeira vez que LaBeouf vai parar numa delegacia pelo mesmo motivo. Em 2008, ele foi pego dirigindo embriagado em Los Angeles, o que é considerado um crime grave. Depois, em 2014, saiu algemado de uma apresentação do espetáculo musical “Cabaré”, em Nova York, que ele interrompeu com conduta desordeira. E em 2015 foi preso nas ruas de Austin, no Texas, por comportamento enebriado. Fora isso, também protagonizou momentos de bebedeira patética que não terminaram em prisão, apenas em vexame no YouTube, como uma briga em Vancouver em que foi nocauteado, uma discussão violenta com a então namorada Mia Goth na Europa e um surto dentro de um boliche em Los Angeles. Ele teria xingado um dos funcionários de racista após beber cerveja por três horas e não receber uma porção de fritas que havia solicitado. LaBeouf está na Geórgia filmando “The Peanut Butter Falcon”, que também é estrelado por Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Bruce Dern (“Nebraska”). Ele será visto a seguir em “Borg vs. McEnroe”, que estreia em setembro.
Cara Delevingne faz ensaio sexy de temática sci-fi para a GQ britânica
A modelo e atriz inglesa Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) estampa a capa da edição britânica da revista GQ deste mês. Em suas páginas, ela estrela um ensaio fotográfico sensual no qual lembra “Barbarella” – com um toque de robô sexy de “Metrópolis”. O visual não deixa de ser uma referência ao seu novo papel no cinema, que, como “Barbarella”, também é uma adaptação de quadrinhos espaciais franceses dos anos 1960. Cara vive a heroína Laureline em “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”. O filme é baseado em quadrinhos criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967, e acompanha os exploradores espaciais Valerian (Dane DeHaan, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Laureline em uma missão para descobrir uma ameaça planetária. A direção é de Luc Besson (“O Quinto Elemento”) e a estreia está marcada para 10 de agosto no Brasil – três semanas após o lançamento nos EUA. Além das fotos e da entrevista, a publicação também produziu um vídeo com Cara em roupa e peruca sci-fi, que pode ser visto abaixo.
No dia do biquíni, confira 15 filmes que não seriam os mesmos sem ele
No dia mundial do biquíni, relembre 15 biquínis que marcaram a história do cinema, dos anos 1950 aos lançamentos mais recentes. Ou da idade das pedras a uma galáxia muito distante. Batizado com o nome do atol em que foi testada a bomba atômica, as duas peças explosivas foram lançadas em Paris por Louis Reard em 5 de julho de 1946, e não por acaso foram estourar no cinema na pele de uma francesa, Brigitte Bardot, que inaugurou a era das ninfetas caiçaras em 1952. Aos poucos, pranchas de surfe, facas e metralhadoras viraram acessórios icônicos das heroínas de biquíni. Mas o que um dia seduziu e escandalizou hoje já é tratado de forma tão comum quanto um uniforme de salva-vidas – veja-se “Baywatch”. Passe o mouse sobre as fotos para saber de que filmes são as fotos abaixo e clique nas imagens para ampliá-las em tela inteira.
Casa de Ronda Rousey é assaltada por skatistas
A atriz e lutadora Ronda Rousey teve sua casa em Venice Beach assaltada por um bando de skatistas. Ela fez a revelação durante sua participação no programa “Live with Kelly & Ryan” nesta quarta (5/7). “Alguém invadiu e viveu na minha casa por três dias, dormiu na minha cama, roubou minhas medalhas olímpicas, minhas armas, todas as minhas jóias preciosas, todos os fones de ouvido da casa e cartões de crédito”, disse ela, compartilhando a experiência de chegar de viagem e descobrir-se vítima de assalto. Ela e seu noivo, o lutador do UFC Travis Browne, descobriram a identidade dos culpados graças à câmeras de segurança, que eles não perceberam. “Nós temos câmeras de segurança, e quando fomos ver as imagens, vimos que era um grupo de garotos com skates. Como há uma pista famosa de skate do outro lado da rua, Travis, que tem 2,03m de altura e 118kg, correu para lá e achou os caras. Mas ele foi esperto o suficiente para não bater neles, porque isso nos custaria um grande processo. Ele chamou a polícia e todos foram detidos”. “Eles sabiam que era minha casa”, ela acrescentou. “Não há como não saber que era a minha casa após a invasão. Que pequenos punks”. Rousey é a celebridade mais recente a ter a casa assaltada nos EUA. Mas ao contrário dela, os roubos das residências de David Spade, Emmy Rossum, Nick Young, Kendall Jenner e Kevin Hart não foram solucionados. A polícia de Los Angeles não acredita que os casos sejam relacionados, como os crimes da gangue que inspirou o filme “Bling Ring” (2013), de Sofia Coppola. Vista recentemente na série “Blindspot”, Ronda Rousey está atualmente envolvida na produção de “22 Mile”, thriller ação que marcará a quarta colaboração entre o diretor Peter Berg e o ator Mark Wahlberg – após “O Grande Herói” (2013), “Horizonte Profundo: Desastre no Golfo” (2016) e “Dia do Atentado” (2016).












