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    Justice Smith se assume queer e revela namoro com ator de Queen Sugar

    6 de junho de 2020 /

    O ator Justice Smith, conhecido por seus papéis em “Pokémon: Detetive Pikachu”, “Jurassic World: Reino Ameaçado” e na série “The Get Down”, se assumiu queer no Instagram. O ator revelou que está namorando o colega de profissão Nicholas L. Ashe, da série “Queen Sugar”, e que o movimento Black Lives Matter precisa incluir os direitos dos negros LGBTQIA+. “Nic e eu fomos a um protesto em Nova Orleans [nos EUA] hoje”, escreveu ele, referindo-se às manifestações que eclodiram pelo país após o assassinato de George Floyd, sufocado à luz do dia por policiais brancos. “Nós bradamos: ‘Vidas negras trans importam’, ‘vidas negras queer importam’, ‘todas as vidas negras importam'”. “Como um homem negro queer, eu me senti desapontado ao ver pessoas ansiosas para dizer que vidas negras importam [‘black lives matter’], mas hesitando ao incluir a palavra trans/queer na frase. Eu quero reiterar uma coisa: se o seu movimento não inclui vozes negras queer, ele não é antirracista”, comentou o ator. “Se a sua revolução se sente bem em deixar pessoas negras trans como Tony McDade morrerem para liberar apenas homens negros cisgênero e héteros, ela não é antirracista. Você está tentando lutar contra um sistema desenhado contra você, mas não quer deixar ninguém vir junto”, escreveu ainda. “Está no nosso condicionamento tentar chegar o mais perto possível da branquitude, da heteronormatividade, da masculinidade, porque é nesses lugares que estão o poder. Se a gente conseguir que eles gostem de nós, talvez nos deem um pedaço desse poder”, continuou. “A revolução não pode ser sobre fazer com que eles gostem de nós. Tem que ser sobre reivindicar coisas que deveriam ser nossas desde o começo. O que deveria ser dado a indivíduos negros, queer, trans desde o começo: o direito de existir, viver e prosperar, em público, sem medo de perseguição e violência”, explicou. Para encerrar sua mensagem de maneira positiva, Smith colocou fotos suas com o namorado, Ashe, no post. “Há tanta tragédia na timeline neste momento, então adicionei algumas fotos minhas com Nic para mostrar um pouco de #alegrianegra #amornegro #amorqueernegro”, escreveu. “Você tem sido minha rocha e meu farol durante todo este momento e eu te amo tanto. Eu sei que do outro lado disso tudo há uma mudança, mas a luta está só começando”, declarou ainda. Veja o post original abaixo. Ver essa foto no Instagram @nckash and I protested today in New Orleans. We chanted ‘Black Trans Lives Matter’ ‘Black Queer Lives Matter’ ‘All Black Lives Matter’. As a black queer man myself, I was disappointed to see certain people eager to say Black Lives Matter, but hold their tongue when Trans/Queer was added. I want to reiterate this sentiment: if your revolution does not include Black Queer voices, it is anti-black. If your revolution is okay with letting black trans people like #TonyMcDade slip through the cracks in order to solely liberate black cishet men, it is anti-black. You are trying to push yourself through the door of a system designed against you, and then shut the door behind you. It is in our conditioning to get as close to whiteness, straightness, maleness as we can because that’s where the power is. And if we appeal to it, maybe it’ll give us a slice. But the revolution is not about appeal. It is about demanding what should have been given to us from the beginning. What should have been given to black, queer, and trans individuals from the beginning. Which is the right to exist. To live and prosper in public. Without fear of persecution or threat of violence. There is so much tragedy on the timeline these last couple of days so I added some photos of me and Nic to show some #blackboyjoy #blacklove #blackqueerlove ❤️🧡💛💚💙💜 You’ve been my rock and guiding light through all of this and I love you so much. I know that on the other side of this Is change, though the fight is far from over. #justicefortonymcdade #justiceforninapop #justiceforgeorgefloyd #justiceforahmaud #justiceforbreonna #sayhername #defundthepolice #endwhitesupremacy Uma publicação compartilhada por Justice Smith (@standup4justice) em 5 de Jun, 2020 às 8:37 PDT

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    Marvel condena uso da caveira do Justiceiro por policiais que reprimem atos antirracistas nos EUA

    6 de junho de 2020 /

    Depois de uma campanha online pedir que a Disney/Marvel proíba a polícia dos Estados Unidos de utilizar a caveira do Justiceiro em seus uniformes, a Marvel se pronunciou, afirmando que “está levando a sério” o uso não licenciado do símbolo do Justiceiro por policiais vistos na linha de frente da repressão contra os protestos antirracistas que eclodiram nos EUA desde a morte de George Floyd, sufocado por policiais brancos. Embora não tenha dado detalhes das ações que pretende adotar para impedir o uso do símbolo da caveira, a Marvel condenou diretamente a associação entre policiais e o Justiceiro, apontando para um trecho de uma história em quadrinhos em que o próprio personagem aborda o tema. “Não somos iguais. Vocês fizeram um juramento de manter a lei e ajudar as pessoas, enquanto eu desisti disso há muito tempo. Vocês não fazem o que eu faço, ninguém faz. Vocês precisam de um modelo? O nome dele é Capitão América e ele ficará feliz em ouvi-los”, diz o Justiceiro na revista indicada pela editora, em que Frank Castle aparece rasgando um adesivo com sua caveira colada em uma viatura e exigindo que os policiais nunca mais a utilizassem. Conhecido por matar criminosos, o logo do Justiceiro representa um vigilantismo que não cabe a policiais no mundo real, que são convocados para manter a ordem, e não executar suspeitos. A Marvel também apontou para uma declaração pública de apoio aos protestos que fez pelas redes sociais. “Nós estamos juntos contra o racismo. Estamos juntos pela inclusão. Estamos juntos com nossos funcionários, contadores de histórias, criadores e toda a comunidade negra. Precisamos nos unir e falar sobre isso”, escreveu a empresa no último domingo (31/5) nas redes sociais. Para completar, Gerry Conway, criador do personagem, disse que criará uma campanha para desassociar a caveira de Frank Castle da brutalidade policial. Pelo Twitter, o quadrinista convocou artistas não-brancos a “reivindicar a caveira como um símbolo de justiça ao invés de [um ícone para] opressão ilegal da polícia”.

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    Claude Heater (1927 – 2020)

    6 de junho de 2020 /

    O ator e cantor de ópera Claude Heater, que ficou conhecido por interpretar Jesus Cristo no filme “Ben-Hur” (1959), morreu na semana passada aos 92 anos. A notícia foi confirmada só neste sábado (6/6) no site oficial do cantor. O rosto de Heater nunca aparece em “Ben-Hur”, e seu nome também não é visto nos créditos. Nas cenas do filme, ele é retratado sempre de costas ou com a face escondida — não por vontade do diretor William Wyler, mas por uma determinação legal. Na época em que o longa foi feito, a lei britânica proibia mostrar o rosto ou a voz de Jesus em um filme no qual ele fosse “um personagem secundário”. O protagonista de “Ben-Hur”, no caso, é o personagem-título, um príncipe judeu interpretado por Charlton Heston. O longa de William Wyler acabou vencendo 11 Oscar, incluindo melhor filme, o maior número de estatuetas já vencido por um filme – anos depois, a marca também foi igualada por “Titanic” (1997) e “O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei” (2003). O “Ben-Hur” dos anos 1950 era remake de uma das maiores produções do cinema mudo, lançada em 1925, e ganhou uma nova versão em 2016, com o brasileiro Rodrigo Santoro no papel de Jesus, desta vez aparecendo em todas as cenas. Heater aceitou o papel porque foi missionário mórmon antes de começar a carreira de cantor, iniciada na Broadway em 1950, no musical cômico “Top Banana”, no qual vivia um malabarista. Poucos anos depois, se deslocou para o ramo da ópera, ganhando elogios por performances em “La Traviata” e “Faust” em Nova York (EUA). Heater viajou para Milão (Itália) para estudar canto e depois se apresentou por toda a Europa. Pouco antes de se aposentar, retornou às telas, desta vez numa produção operística, uma montagem belga de “Tristão e Isolda”, baseada na ópera de Wagner, em que viveu o papel de Tristão e cantou em alemão. Em 2007, ele escreveu um livro, “Fatal Flaws in the Most Correct Book on Earth”, onde denunciou inconsistências em sua experiência religiosa na igreja mórmon.

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    Califórnia pretende retomar produção de filmes e séries em uma semana

    6 de junho de 2020 /

    A Califórnia pretende retomar a produção de filmes e séries em uma semana, informaram as autoridades estaduais ao aprovarem novas diretrizes para impedir a propagação do novo coronavírus nos estúdios. Os produtores precisarão da aprovação das autoridades locais de saúde para reiniciar as filmagens, de acordo com uma declaração do Departamento de Saúde da Califórnia, emitida na sexta (6/6). Com a aprovação, poderão voltar ao trabalho a partir da sexta-feira que vem (12/6), seguindo medidas indicadas pela força-tarefa formada por estúdios e Hollywood e sindicatos. As medidas, desenvolvidas por representantes de Walt Disney, Netflix, AT&T, Warner Bros e NBCUniversal, além de sindicatos como SAG-AFTRA, IATSE e DGA, incluem testes amplos de coronavírus, checagens diárias de sintomas e outras salvaguardas para permitir que atores e membros da equipe possam voltar ao trabalho em condições seguras. As filmagens no estado foram interrompidas em meados de março, numa medida para conter a pandemia de coronavírus.

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  • Etc

    Produtores processam Ancine para receber verbas aprovadas há mais de um ano

    6 de junho de 2020 /

    A paralisação dos recursos do audiovisual foi parar nos tribunais de justiça. Sem acesso a recursos já aprovados, produtores passaram a processar a Ancine (Agência Nacional de Cinema). Desde meados de abril, empresas decidiram entrar com mandados de segurança para que a agência libere recursos de projetos já aprovados e que cumpriam os trâmites exigidos, mas se encontravam engavetados sem justificativa. Algumas destas ações determinam inclusive multas diárias direcionadas ao presidente interino da instituição, Alex Braga. A judicialização virou a última saída para os produtores, muitos dos quais esperavam mais de um ano – isto é, desde o começo do desgoverno Bolsonaro – pela liberação de verbas travadas pela desorganização de todas as agências ligadas à Cultura. Reportagem do jornal O Globo procurou alguns dos produtores que processaram a Ancine e descobriu que muitos se arrependeram de ter esperado, pacientemente, por uma resolução satisfatória dos trâmites burocráticos. Mas a entidade assumiu postura kafkiana de usar a incompetência como método de trabalho. A produtora catarinense Aline Belli, sócia da Belli Studio, responsável pela série animada “Boris e Rufus” exibida pelo Disney XD, foi selecionada em um edital de Santa Catarina, pelo qual recebeu R$ 250 mil em outubro de 2018 para a realização dos 13 episódios da 2ª temporada. O projeto seria complementado com recursos do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual), no valor de R$ 950 mil. Após cumprir todas as exigências, o prazo máximo determinado pela própria Ancine seria de aproximadamente 105 dias, entre análise do projeto e análise complementar, o que deveria acontecer até junho do ano passado. Um ano depois, o contrato foi enviado apenas após a entrada da produtora na Justiça. “Passamos meses fazendo tudo o que eles nos pediam, tentamos todos os contatos possíveis, inclusive por intermédio do governo do estado. Nos informavam que estávamos numa fila de análise, mas sem dar um prazo. Como eu poderia fechar um contrato de exibição sem a previsão de quando os recursos para finalizar a produção serão liberados?”, desabafou Belli. A ação demonstrou o único caminho possível para que outros produtores buscassem seus recursos aprovados, levando à multiplicação de mandados judiciais. Apenas entre os membros da Associação das Produtoras Independentes (API), estima-se que entre 25 e 30 processos sigam o mesmo caminho, para a liberação de um montante total que pode chegar a R$ 15 milhões — e que seguem travados pela agência sem maiores explicações. Um produtor baseado em São Paulo, que preferiu não se identificar ao jornal por temer represálias na agência, contou ter se surpreendido com o uso da burocracia para impedir financiamentos e só conseguiu obter o orçamento já captado para seu projeto após entrar com mandado de segurança. “Há mais de uma década faço estes trâmites na Ancine. A impressão é que de dois anos para cá a burocracia aumentou muito, e por vezes temos que refazer os processos. Havia um diálogo maior com o setor, hoje recebemos decisões que parecem arbitrárias e nos deixam falando sozinhos. É uma morosidade que não se justifica, e são recursos originados pelo próprio audiovisual. Se não há uma razão econômica, fica uma sensação de um viés ideológico por trás do travamento deste dinheiro”, reclama o produtor. Também sob condição de anonimato, dois servidores da Ancine confirmaram as impressões do produtor. Um deles disse haver pressão para que produções com temas que contrariem as diretrizes de Bolsonaro para a liberação de fomento, como sexo e drogas, caiam em demandas burocráticas, que vão de novas análises até diligências para as produtoras. “Eram orientações sutis da direção, que não eram passadas diretamente a todos os servidores da área”, contou um dos servidores. “Mas há uma perseguição a quem não aceita, gente que perdeu gratificação, ou foi impedida de trocar de área”. Outro servidor ouvido por O Globo entende que a decisão de segurar projetos é deliberada para todos os projetos, independente da temática. “Pode ter foco maior sobre projetos de determinados temas, mas tem uma coisa mais ampla deste governo para não repassar verbas para a Cultura. As demandas do TCU (Tribunal de Contas da União) sobre a prestação de contas viram um álibi conveniente para travar as coisas”, revelou. Procurada pelo jornal, a agência não quis comentar as manifestações dos servidores. Mas disse que “as decisões judiciais serão cumpridas, e as ações da Ancine também serão informadas em juízo, assim como a situação financeira do FSA” e que “a direção da Ancine tem compromisso com a gestão pública e a legislação em vigor”. A sugestão dessa narrativa é que, em relação à liberação de verbas, apenas as “as decisões judiciais serão cumpridas”, porque há um problema sobre “a situação financeira do FSA”. Sobre esse detalhe, fontes ouvidas pelo site O Antagonista declararam haver um rombo nos fundos do audiovisual, que teriam um déficit de R$ 650 milhões em investimentos assumidos. Atenta a esse quadro, há duas semanas o TCU enviou um ofício a Regina Duarte, questionando as razões pelas quais a Secretaria Especial de Cultura e a Ancine paralisaram a política de fomento ao setor cultural, feita pelo Fundo Nacional de Cultura (FNC) e pelo Fundo Setorial de Audiovisual. O tribunal quer um levantamento sobre o FSA, cujo resultado pode se tornar mais um escândalo no desgoverno. Não por acaso, Bolsonaro tem feito de tudo para impedir reunião do Comitê Gestor do Fundo, entre outras coisas mudando continuamente o titular da secretaria de Cultura e deixando a secretaria do Audiovisual acéfala. O FSA está parado por falta de uma reunião do Comitê Gestor do Fundo. A reunião devia ter acontecido há um ano. Chegou a ser marcada em dezembro, um dia antes de Bolsonaro trocar o secretário da Cultura. Sua substituta já está demissionária. Mesmo assim, Regina acena com a falsa expectativa de realizar a mitológica reunião, citada numa postagem de sexta (5/6) em seu Instagram. Ela só não diz, claro, em que dia. Ou que mês. O fundo mantém repasses que datam de 2018 cujo montante total é mantido em segredo, mas pode chegar a R$ 2 bilhões.

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    Ator e diretora de Selma dizem que filme foi vítima de racismo no Oscar

    5 de junho de 2020 /

    O filme “Selma: Uma Luta Pela Igualdade” (2014), que a Paramount liberou de graça para aluguel digital nos EUA, em apoio aos protestos contra o racismo estrutural, teria sido vítima deste mesmo racismo durante o Oscar 2015. Um dos filmes mais aclamados pela crítica em 2014, alcançando 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Selma” teve uma recepção frustrante da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, recebendo apenas duas indicações ao Oscar: Melhor Canção Original (que ganhou) e Melhor Filme. Mas todos esperavam uma nomeação histórica para Ava DuVernay em Melhor Direção, além do reconhecimento da atuação impressionante de David Oyelowo como Martin Luther King Jr. Enquanto isso, dramas medíocres como “O Jogo da Imitação” (8 indicações), “A Teoria de Tudo” (5 indicações) e “Sniper Americano” (6 indicações) saíram consagrados. A frustração da equipe de “Selma” voltou à tona nesta semana, durante uma conversa de Oyelowo com a Screen International, em que ele acusou a Academia de ter sido racista. O ator lembrou que os atores de Selma usaram camisetas “I Can’t Breathe” em homenagem a Eric Garner, que, assim como no recente caso de George Floyd, foi sufocado até a morte por policiais brancos em julho de 2014. Integrantes da Academia teriam comentado que eles estavam “mexendo com m****” e não votariam no filme porque “onde já se viu fazer isso?” DuVernay confirmou o relato de Oyelowo no Twitter. “História verdadeira”, ela escreveu. Na ocasião, nenhum ator negro foi indicado entre as 20 vagas de interpretação possíveis do Oscar, disparando uma campanha histórica que enquadrou o racismo da Academia nas redes sociais com a hashtag #OscarSoWhite. Nos anos seguintes, a Academia mudou de comando e rumos, trabalhando para diversificar seu quadro de membros. Isto resultou nas vitórias até então impensáveis de “Moonlight” (2016) e “Parasita” (2019) na premiação, apesar da derrota do impactante “Infiltrado na Klan” (2018) para o convencional “Green Book” (2018) no ano retrasado. True story. https://t.co/l7j8EUg3cC — Ava DuVernay (@ava) June 5, 2020

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    Lili Reinhart se assume bissexual após se separar de Cole Sprouse

    5 de junho de 2020 /

    A atriz Lili Reinhart, intérprete de Betty Cooper em “Riverdale”, assumiu-se bissexual durante uma série de Stories em seu Instagram, na quarta passada (3/6). Após terminar seu namoro com o colega de elenco Cole Sprouse, intérprete de Jughead Jones na série, ela fez vídeos para convidar seus seguidores a participar de uma passeata LGBTQIA+ em apoio ao movimento Black Lives Matter, integrando-se aos protestos contra o racismo estrutural dos EUA como uma “bissexual orgulhosa”. “Embora nunca a tenha anunciado publicamente antes, sou uma mulher bissexual orgulhosa”, disse a atriz de 23 anos. “E eu vou me juntar a este protesto hoje. Venha juntar-se.“ Reinhart também aproveitou para abordar no Twitter sua indignação contra o assassinato de George Floyd por policiais brancos no mês passado. “Quero dizer que tenho vergonha do racismo que existe neste país. Somos ensinados a ver nossos policiais como prestativos e amigáveis quando aprendemos sobre “líderes” na escola primária. Nossos ‘líderes’ falharam conosco”, ela . “Não consigo imaginar o horror de se preocupar em não ser protegido por seus ‘líderes’ por causa da cor de sua pele. Eu sei que existe um privilégio branco e nunca consegui entender completamente como é ser oprimido por causa da minha raça. Não tenho todas as palavras certas, mas estou ao seu lado. #BlackLivesMatter.” O ex-namorado da atriz também tem participado dos protestos que estão sacudindo os EUA. Cole Sprouse revelou que até foi preso durante uma manifestação em Santa Monica, Califórnia, na segunda-feira (1/6).

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    Regina Duarte diz que ainda é secretária de Cultura

    5 de junho de 2020 /

    A ex-atriz Regina Duarte revelou em seu Instagram que ainda não virou ex-secretária da Cultura. Num post confuso, em que parece acusar bolsonaristas de sabotagem, Regina desabafou: “E sigo Secretária”. A afirmação acontece três semanas depois dela dizer que tinha “ganhado um presente”: “O Presidente Bolsonaro me propôs, a partir de agora, assumir a Cinemateca”. Em outras palavras, em vez de anunciar sua demissão, Bolsonaro deliberou seu rebaixamento para o comando da Cinemateca Brasileira. O anúncio foi feito entre risos num vídeo publicado nas redes sociais, em que Bolsonaro afirma ainda que Regina estava com saudade da família e que a mudança seria para o “bem” dela, em respeito ao “passado” da ex-atriz e “por tudo o que representa para todos nós”. Só que o prêmio de consolação era presente de grego. O cargo para o qual Regina foi nomeada por Bolsonaro não existe. Era fake, porque a Cinemateca deixou de ser administrada diretamente pelo governo federal há quatro anos, quando teve sua gestão transferida para uma organização social, a Acerp (Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto). Desde então, o governo faz um repasse anual à Roquette Pinto para gerir o espaço. Mas como a proposta de Bolsonaro para a Cultura é o sucateamento, as verbas foram diminuindo até sumirem. No ano passado, a previsão era de entrada de R$ 13 milhões, mas só R$ 7 milhões foram transferidos até dezembro. Neste ano, nada. Por conta disso, Associações ligadas ao setor audiovisual lançaram um manifesto em defesa da Cinemateca Brasileira na quinta-feira (4/6), reclamando do desgoverno Bolsonaro A nomeação fake de Regina serviu de pretexto para o ministério do Turismo, pasta em que a Cultura foi jogada, determinar que a Cinemateca seria estatizada. Em comunicado, o ministério informou que a Acerp já não responde mais pela preservação do acervo da Cinemateca. Entretanto, o desgoverno, que se elegeu com proposta desestatizante, não deu prazo para a incorporação da entidade. O comunicado conclui dizendo apenas que “a Cinemateca Brasileira, que detém uma parcela significativa da memória audiovisual e documental brasileira, prosseguirá sob a Direção da secretária Regina Duarte​”. Em seu novo post no Instagram, Regina não citou a Cinemateca. Na verdade, ela parece ignorar completamente o vídeo de 20 de maio, que ainda está em seu feed. Veja abaixo. Para falar que segue secretária, Regina fez um longo preâmbulo em que assume sua inexperiência e seus embates contra uma “torcida nas mídias, nas redes sociais”, feita por quem está “muito mais preocupado com ideologias do que com Cultura”. Parece até que reclama de bolsonaristas. Só que não. “… e por falar em Cultura… aceitei assustada o convite para a Missão. Aceitei por amor ao meu País, por paixão irrefreável por Arte e Cultura, por confiança no governo Bolsonaro. Aceitei porque muita gente, muita gente mesmo, quando cruzava comigo, em qualquer lugar, com o olho brilhando de esperança, dizia: ‘Aceita, Regina’!”, contou. “Minha inexperiência em gestão pública foi crucial para que eu descobrisse, até com certo atraso, que o Projeto de Cultura com que sempre sonhei era inviável, porque eu estava enredada num universo muito mais preocupado com ideologias do que com Cultura. As pressões cotidianas de gente que desconhece a máquina da administração pública foram companheiras constantes. Sempre me pareceu nítido que havia uma torcida nas mídias, nas redes sociais para que a minha gestão não se consolidasse”, escreve, como quem se desculpa pelo fracasso de sua gestão. Então, vem a surpresa: “E sigo Secretária”. Sem mencionar o caos causado na Cinemateca por conta de seu “presente”, ela interpreta o papel de líder cultural. “Não me permito sair deixando incompletas lutas e conquistas para o Setor Cultural. Um exemplo? A Convocação pelo Ministério do Turismo, da reunião do Conselho Gestor da ANCINE para que o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) seja liberado. Editais que darão novo fôlego à Cultura Brasileira serão novamente possíveis”, escreveu. O conselho gestor do FSA deveria ter sido convocado há pelo menos um ano e quem tira o fôlego da Cultura Brasileira é o desgoverno que protela para cumprir o mínimo de suas obrigações burocráticas. “Trabalho ainda na edição de um vídeo com textos e imagens que falam do Projeto de Cultura que pude construir com minha Equipe. Não foi pouca coisa. Em breve vou ter a alegria de comunicar as ações que minha passagem pela Secretaria Especial da Cultura deixa como legado a quem me suceder”, ela afirma. Esse material citado tende a ser outra surpresa bombástica sobre fatos que contrariam evidências. Por enquanto, a única realização visível da rainha da sucata cultural é a transferência do comando de sua pasta de Brasília para o limbo. Ver essa foto no Instagram … e por falar em Cultura… … aceitei assustada o convite para a Missão. Aceitei por amor ao meu País, por paixão irrefreável por Arte e Cultura, por confiança no governo Bolsonaro. Aceitei porque muita gente, muita gente mesmo, quando cruzava comigo, em qualquer lugar, com o olho brilhando de esperança, dizia: “Aceita, Regina”! Minha inexperiência em gestão pública foi crucial para que eu descobrisse, até com certo atraso, que o Projeto de Cultura com que sempre sonhei era inviável, porque eu estava enredada num universo muito mais preocupado com ideologias do que com Cultura. As pressões cotidianas de gente que desconhece a máquina da administração pública foram companheiras constantes. Sempre me pareceu nítido que havia uma torcida nas mídias, nas redes sociais para que a minha gestão não se consolidasse. E sigo Secretária. Não me permito sair deixando incompletas lutas e conquistas para o Setor Cultural. Um exemplo? A Convocação pelo Ministério do Turismo, da reunião do Conselho Gestor da ANCINE para que o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) seja liberado. Editais que darão novo fôlego à Cultura Brasileira serão novamente possíveis. Trabalho ainda na edição de um vídeo com textos e imagens que falam do Projeto de Cultura que pude construir com minha Equipe. Não foi pouca coisa. Em breve vou ter a alegria de comunicar as ações que minha passagem pela Secretaria Especial da Cultura deixa como legado a quem me suceder. Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte) em 4 de Jun, 2020 às 7:54 PDT Ver essa foto no Instagram Oba! 😉 Meus queridos, este vídeo representa a concretização de um um sonho. O Presidente Bolsonaro me propôs, a partir de agora, assumir a Cinemateca , órgão da Secretaria Especial de Cultura que cuida da proteção do acervo e também do desenvolvimento da cinematografia brasileira . Trata-se de duplo presente : vou poder ficar mais próxima da minha família (minha paixão) e também participar mais de perto e ativamente de um setor da Secretaria de Cultura : o áudio visual, a tele dramaturgia, outras paixões da minha vida. Ter a possibilidade de dispor do equipamemto de ponta da Cinemateca Brasileira para criar , fazer Cultura … é prêmio ! É uma honraria . E agora, enquanto este sonho não se concretiza burocraticamente … nos próximos dias vocês vão poder acompanhar uma Série de Vídeos contendo projetos e realizações dos meus últimos 2 meses de trabalho como Secretária Especial da Cultura. Neles faço questão de mostrar metas e o legado que minha Equipe e eu desenvolvemos para continuar contribuindo com os amados brasileiros que fazem e consomem Arte no Brasil.☺️💓🇧🇷🥰🥰🥰🥰🥰 Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte) em 20 de Mai, 2020 às 7:57 PDT

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    Instagram censura segunda fake news de Regina Duarte

    5 de junho de 2020 /

    O Instagram estampou um alerta de fake news sobre uma publicação feita pela ex-atriz Regina Duarte. É a segunda vez que a plataforma utiliza informações verificadas por agências de checagem de fatos para indicar que ela compartilha dados inverídicos sobre a pandemia da Covid-19. A primeira foi em abril e dizia respeito ao uso da cloroquina no combate à doença. Na quinta-feira (4/6), o selo de “notícia falsa” foi estampado sobre conteúdo que tentava minimizar a covid-19 ao afirmar que pandemias acontecem a cada cem anos e seguem um padrão. A informação é, digamos, imprecisa e as datas citadas não batem com a realidade. Um “verificador independente” a serviço do Instagram concluiu que se trata de notícia falsa porque pandemias não seguem um padrão, as datas envolvidas na teoria não refletem fatos históricos e todas as exceções que desmentem a tese foram excluídas da hipótese, como a pandemia de gripe A em 2009, por exemplo. Ao ser flagrada mentindo para seus seguidores pela segunda vez, Regina apagou o post. Mas é possível ver a intervenção do Instagram na cópia abaixo.

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    Setor audiovisual lança manifesto em defesa da Cinemateca Brasileira

    5 de junho de 2020 /

    Associações ligadas ao setor audiovisual lançaram um manifesto em defesa da Cinemateca Brasileira. O documento, que conta com apoio de Cinematecas europeias, foi divulgado durante um protesto realizado na quinta-feira (4/6) em frente ao prédio da entidade, que é mais uma vítima do desgoverno Bolsonaro. Ao menos 25 entidades e associações ligadas ao audiovisual brasileiro participaram da manifestação, convocada pela Associação Paulista de Cineastas (Apaci). No texto, os grupos criticam o governo federal, que parou de fazer repasses para a Associação Roquette Pinto (Acerp), responsável pela gestão da Cinemateca. A dívida do governo com a Acerp já soma R$ 11 milhões e a proposta do desgoverno é não pagar, visando estatizá-la. Sem dinheiro, a Cinemateca vai sofrer um apagão – literalmente. “Um eventual apagão elétrico será desastroso, pois atingirá a climatização das salas onde estão arquivados verdadeiros tesouros de seu acervo histórico. Sem refrigeração e inspeção constante, os filmes em nitrato de celulose ficarão expostos ao tempo e podem entrar em autocombustão como já ocorreu em 2016”, diz trecho do manifesto. A conta de luz já está dois meses atrasada. Além disso, contratos com terceirizados, como manutenção e segurança, estão prestes a acabar, e os funcionários da Cinemateca estão com os salários atrasados desde de abril. Tudo isso é fruto da “política cultural” de destruição de Bolsonaro. “Técnicos valiosos e especializados foram demitidos e as atividades foram reduzidas drasticamente. Entre outras coisas, isso se refletiu na subutilização dos equipamentos de ponta, fruto de vultosos investimentos, que correm o risco de sucateamento”, frisou a Apaci. Ao tomar ciência do caos, o Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP) encaminhou um ofício à Secretaria Especial da Cultura cobrando “informações a respeito da possível ausência de repasse orçamentário que vem prejudicando o funcionamento da Cinemateca Brasileira e causando danos a acervo audiovisual mantido pela citada entidade”. De acordo com o documento, que o jornal O Globo divulgou na sexta (30/5), a secretaria tem agora 54 dias para confirmar se houve ou não repasse à Cinemateca Brasileira. Se confirmada a falta de envio dos recursos — eram previstos R$ 12 milhões para 2020 — , o Ministério Público poderá entrar com uma ação civil pública contra a pasta. Só não se sabe quem responderá por isso. A pasta está sem comando. Regina Duarte foi “saída” por Bolsonaro há três semanas, mas o presidente ainda não publicou sua exoneração no Diário Oficial. Tecnicamente, ela ainda é a responsável por esse problema, embora não esteja mais em Brasília. Pior que isso: Regina sonha em presidir a Cinemateca, provavelmente confundindo a função com curadoria de mostras cinematográficas. Quando demitiu a ex-atriz, Bolsonaro se comprometeu em colocá-la na Cinemateca. Só que, para realizar isso, precisa retomar o controle da entidade, que desde 2018 é gerida pela Acerp, uma organização social (OS) independente. Em comunicado, o ministério do Turismo, onde Bolsonaro jogou a pasta da Cultura, confirmou os planos de “reincorporação” da Cinemateca pela União, declarando que a Acerp já não responde mais pela preservação do acervo. Entretanto, o desgoverno, que se elegeu com proposta desestatizante, não deu prazo para a estatização da entidade. O comunicado conclui dizendo apenas que “a Cinemateca Brasileira, que detém uma parcela significativa da memória audiovisual e documental brasileira, prosseguirá sob a Direção da secretária Regina Duarte​”. Como o desgoverno determinou por conta própria que a Acerp não é mais responsável pela Cinemateca e, por outro lado, nem sequer oficializou o desligamento de Regina Duarte do cargo de secretária de Cultura, a responsabilidade pelo equipamento caiu oficialmente no limbo. Fundada em 1946, a Cinemateca guarda registros inestimáveis, como filmes feitos durante as incursões do Exército brasileiro na 2ª Guerra Mundial, filmes do Brasil do começo do século 20, coleção de imagens raras da TV Tupi, primeira emissora de TV do país, inaugurada em 1950, 1 milhão de documentos relacionados à área do audiovisual, 245 mil rolos de filmes e 30 mil títulos de cinema, entre obras de ficção, documentários, cinejornais, filmes publicitários e registros familiares de personalidades históricas. O descaso com o acervo precioso que trata da própria História do Brasil só não é maior que o descaso com a saúde dos brasileiros, considerando que, em plena pandemia, o Ministério da Saúde também encontra-se sem titular há três semanas.

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    Governo do Rio vai comprar ingressos de eventos culturais para minimizar perdas do setor

    5 de junho de 2020 /

    O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, sancionou a Lei nº 8863, que autoriza a utilização de até 30% dos recursos do Fundo Estadual de Cultura para a compra antecipada de ingressos para eventos culturais. A lei, que engloba cinemas, teatros e casas de shows e espetáculos, visa minimizar o impacto financeiro da pandemia sobre o setor, e foi concebida pelo deputado André Ceciliano (PT), presidente da Alerj. De acordo com o texto, publicado na quinta-feira (4/6) no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, os recursos serão utilizados com “o objetivo de garantir a manutenção dos pagamentos pelos mecanismos culturais enquanto perdurar a proibição de realização de eventos com aglomeração de pessoas.” Desse modo, as casas que receberem o aporte deverão priorizar “o pagamento de seus funcionários de apoio técnico, operacional e administrativo, bem como de seu corpo técnico e artístico.” Segundo a proposta, os ingressos adquiridos através da lei devem ser distribuídos entre a população de baixa renda e alunos do sistema estadual de educação, podendo ser utilizados até o dia 31 de dezembro de 2021. A lei, que entrou em vigor nesta quinta, tem validade até o fim do período de isolamento social causado pela pandemia do novo coronavírus.

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    Senado aprova Lei Aldir Blanc de auxílio à Cultura brasileira

    4 de junho de 2020 /

    O Senado Federal aprovou nesta quinta-feira (4/6), por unanimidade, o projeto de lei que vai destinar R$ 3 bilhões para socorrer o setor cultural durante a pandemia do novo coronavírus. Conhecida como Lei Aldir Blanc, em homenagem ao compositor que morreu vítima de covid-19, a lei prevê um auxílio de R$ 600, em três parcelas, para trabalhadores da arte e da cultura, que Bolsonaro excluiu, via veto, do “coronavoucher” destinado aos trabalhadores informais, de baixa renda e microempreendedores individuais. Como o senado aprovou o projeto sem alterar o texto encaminhado pela Câmara, o texto vai seguir diretamente para a sanção presidencial. O relator do projeto, senador Jaques Wagner, fez um apelo para que o presidente da República sancione o projeto sem vetos. “Eu espero que Sua Excelência, o presidente da República, acolhendo o apelo de seus líderes, e me somo a esse apelo como Relator desta matéria no Senado, que Sua Excelência possa aprovar o texto sem vetos para que esse recurso possa rapidamente, como o texto prevê, em 15 dias chegar à ponta para que o remédio não encontre o paciente já em situação terminal”. De autoria da deputada Benedita da Silva (PT-RJ) e de outros 23 parlamentares, o projeto de Lei 1075/2020 prevê também que os espaços culturais terão direito a uma quantia que varia entre R$ 3 mil e R$ 10 mil até o fim da quarentena. Além disso, 20% do total deverá ser aplicado na manutenção de espaços artísticos e no apoio a micro e pequenas empresas culturais, cooperativas e instituições dedicadas à arte que tiveram as suas atividades interrompidas por força das medidas de isolamento social. O recurso também poderá ser usado para editais, chamadas públicas, prêmios, aquisição de bens e serviços vinculados ao setor cultural. De acordo com o texto, os R$ 3 bilhões serão divididos ao meio: 50% vão para os estados e o Distrito Federal e 50%, para os municípios. 80% do valor destinado aos municípios (R$ 1,5 bilhão) serão distribuídos de acordo com o tamanho da população deles. Os outros 20% serão distribuídos de acordo com os critérios do Fundo de Participação de Município (FPM), uma transferência constitucional que leva em consideração fatores como tamanho e renda per capita. A partir do momento em que o dinheiro entra em caixa, o município terá 60 dias para distribuir o apoio emergencial. Para ter direito ao auxílio emergencial, o trabalhador vai precisar comprovar sua atuação social ou profissional nas áreas artística e cultural dos últimos dois anos. Pela proposta, serão analisados os cadastros culturais dos estados, onde os artistas devem estar registrados. O profissional também não poderá ter outro emprego formal ativo e não pode ser titular de benefício previdenciário ou assistencial ou beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, ressalvado o Bolsa Família. E aqueles que já recebem o auxílio emergencial do governo pago a trabalhadores informais também não terão acesso a nova ajuda. O benefício de pessoa jurídica será para espaços culturais e artísticos, micro e pequenas empresas culturais, organizações culturais comunitárias, cooperativas e instituições culturais com atividades atualmente suspensas como prevenção contra a pandemia. Elas precisam comprovar que constam em ao menos um dos cadastros públicos existentes (estadual, municipal, distrital de Cultura, ou de pontos de cultura) para receber o montante. Estas empresas também não podem ter vínculo com a administração pública, Sistema S ou fundações e institutos mantidos por grupos empresariais. Esta lei se tornou emergencial porque Bolsonaro, além de barrar o auxílio de R$ 600 para artistas, não liberou nenhum valor dos fundos de fomento cultural, que superam esse montante. O dinheiro arrecadado desde 2018 para financiar a Cultura encontra-se parado em aplicações financeiras, enquanto o setor atravessa sua mais grave crise econômica. Como reação à essa “política cultural”, deputados, artistas e secretários estaduais e municipais de Cultura decidiram se organizar e negociar uma solução para o setor, via Congresso. Isso se provou necessário porque o desgoverno não tem nem sequer quem responda pela pasta da Cultura, assim como não tem ministro da Saúde em plena pandemia.

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    Dwayne Johnson cobra liderança compassiva de Trump em vídeo com 10 milhões de visualizações

    4 de junho de 2020 /

    O ator Dwayne Johnson questionou a atuação do presidente dos EUA, Donald Trump, em um vídeo disponibilizado nesta quinta (4/5) nas redes sociais, em que desabafa contra o racismo e manifesta seu apoio ao movimento Black Lives Matter. Em poucas horas, o vídeo, com oito minutos de duração, foi visto por mais de 10 milhões de pessoas só no Instagram, além de ter sido compartilhado 40 mil vezes no Twitter. Sem nomear diretamente Trump, Johnson pergunta: “Onde você está? Onde está o nosso líder? Onde está nosso líder neste momento em que nosso país está de joelhos, implorando, suplicando, magoado, zangado, frustrado, com dores em seus braços abertos, apenas querendo ser ouvido?” Os comentários de Trump sobre os protestos e distúrbios civis foram amplamente criticados por celebridades e políticos pela frieza e tom de ameaça contra os manifestantes. Em contraste com as declarações de guerra do presidente, que prefere tratar manifestantes como terroristas e ameaçá-los com ação militar, o astro de “Velozes e Furiosos” e “Jumanji” pede “liderança compassiva” nesse momento, em que o país foi convulsionado por protestos e está ressentido pelo racismo estrutural que resultou no assassinato de George Floyd à luz do dia por policiais brancos. “Você tem a minha palavra de que farei tudo que estiver ao meu alcance, até o dia da minha morte, meu último suspiro, para criar a mudança necessária, para normalizar a igualdade, porque as vidas negras são importantes. Mas onde você está?”, diz Johnson no vídeo. Johnson pede responsabilidade e liderança. “Devemos nos tornar os líderes que estamos procurando. Vou perguntar mais uma vez: onde você está? Onde está esse líder compassivo que deve assumir a responsabilidade por seu país e por todas as pessoas em nosso país? Onde você está? Vou te dizer uma coisa, nós estamos aqui. Estamos todos aqui. O processo de mudança já começou. Você pode sentir isso em todo o país. Mudança está acontecendo. Vai levar tempo. Nós vamos ser espancados. Nós vamos ficar com galos. Haverá sangue, mas o processo de mudança já começou”. O ator, que sugeriu uma possível carreira política no passado, já tinha tuitado em 30 de maio que estava “atordoado e tentando entender a morte de George Floyd”. Ele também agradeceu às muitas pessoas de outros países que protestaram em solidariedade ao movimento Black Lives Matter. Ver essa foto no Instagram Our country is crippled and on its knees, begging to be heard and pleading for change. Where is our compassionate leader? The leader who unifies and inspires our country at our most painful time when we need it the most. The leader who steps up and takes full accountability for our country and embraces every color in it. The leader who picks our country up off its knees and says you have my word – we got this – and together, change will happen. Where are you? Because we’re all here. Maybe one day that galvanizing leader will emerge. Either way, the process to change has already begun. #normalizeequality #blacklivesmatter Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 3 de Jun, 2020 às 7:33 PDT Ver essa foto no Instagram Past few days I’ve been stunned trying make sense of George Floyd’s death. The video. The plea for breath. The callous response. The racism. The killing. This is our ongoing disease. I’ve had cops in my family. Good men. And there’s a cop code, granting you the authority to use force if your life is in danger. But when a man is handcuffed, on the ground, no longer a threat, with your brothers in arms standing around watching and he struggles to say, “please I can’t breathe” when your knee is on his neck.. not his back, but his neck – cutting off his air. Cop code must become moral code. Ethics code. HUMANITY code. Knowing that if you don’t ease up, then that man is going to die. So when you decide to not ease up, your intention is to kill. And that’s what this was. George Floyd, said “officer I can’t breathe” as he struggled for air. He said these words a total of 15 times. Not once. Not twice. 15 times. These officers will be charged, I’m positive of that. Held accountable. But then where’s the greater accountability? The leadership to healing. More importantly, the leadership to EQUALITY. We ultimately win when we can normalize equality. I’m so sorry to the Floyd family. My heart breaks for you. Let the process begin now. #JusticeForGeorgeFloyd #NormalizeEquality Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 28 de Mai, 2020 às 10:30 PDT

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