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  • Série,  TV

    Roberto Guilherme, o Sargento Pincel, morre aos 84 anos

    10 de novembro de 2022 /

    O ator Roberto Guilherme, que é conhecido pelo papel do Sargento Pincel em “Os Trapalhões”, morreu nesta quinta-feira (10/11), no Rio de Janeiro, aos 84 anos. Ele lutava contra um câncer há alguns anos e estava internado na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul da capital carioca. Há seis semanas atrás, ele chegou a receber a visita de Dedé Santana, com quem contracenou no programa clássico da Globo. “Muito assunto para colocar em dia. Valeu compadre Dedé Santana pela visita!!”, ele escreveu em sua última postagem do Instagram. Roberto na verdade se chamava Edward e nasceu em Ladário, Corumbá (MT), em 25 de agosto de 1938. O nome artístico foi uma homenagem a Roberto Carlos. Antes de ser ator, ele passou por várias profissões, ainda menor de idade. Aos 11 anos, foi aprendiz de sapateiro. Aos 14, virou jogador de futebol profissional, integrando o time mirim do Vasco da Gama. Aos 18, alistou-se no Exército para seguir carreira, tornando-se paraquedista, mas sem abandonar o futebol. Ele chegou a disputar partidas pela Seleção Brasileira Militar de Futebol ao lado de Pelé. Representando o Brasil, Roberto Guilherme disputou campeonatos nos Estados Unidos, Inglaterra, Panamá, e Colômbia, e foi campeão sul-americano na categoria. Ainda no Exército, ele escreveu uma peça de teatro amador encenada no Olaria Atlético Clube, na Zona Norte do Rio. Mas um dia um ator faltou, e Guilherme acabou o substituindo. Um produtor viu a peça e convidou Roberto Guilherme para trabalhar na TV Rio. Foi o início de sua carreira definitiva. Ele teve o encontro que mudou sua vida quando começou a trabalhar na TV Excelsior e conheceu Renato Aragão, o Didi. Eles contracenaram pela primeira vez no humorístico “Um Dois, Feijão Com Arroz” (1965) e levaram a parceria para o cinema em “Dois na Lona” (1968). Depois, o ator passou a fazer parte do elenco fixo de “Adoráveis Trapalhões”, que tinha como astros principais o comediante Aragão, o lutador galã Ted Boy Marino e os cantores Ivon Cury e Wanderley Cardoso. Com o mesmo elenco, também atuou em “Os Legionários” (1965), onde interpretou pela primeira vez um militar sem nome, que virou o embrião do Sargento Pincel. Na Excelsior, ele ainda atuou no programa de aventuras “002 Contra o Crime” (1965) e na novela infanto-juvenil “A Ilha do Tesouro” (1966). O Sargento Pincel, na verdade, materializou-se fora de “Os Trapalhões”, quando Guilherme foi para a TV Record e estrelou o programa “Quartel do Barulho” (1966). No novo canal, ele voltou a fazer dupla com Renato Aragão no humorístico “Praça da Alegria”. E depois se juntou ao elenco do protótipo de “Os Trapalhões”, batizado de “Os Insociáveis” (1971-1974), que juntou pela primeira vez o trio Didi, Dedé e Mussum, além da cantora Vanusa. No final dos anos 1960, Guilherme se separou dessa turma para ir para a TV Tupi, onde trabalhou com Costinha no programa “Do Que Se Trata” (1969). Esta parceria também foi parar no cinema, na comédia “Costinha e o King Mong” (1977). Mas não demorou para ele se reencontrar com Didi, Dedé e Mussum, que o seguiram rumo à Tupi, onde Zacarias acabou se juntando ao grupo. Essa trupe definitiva se reuniu pela primeira vez em 1975 para materializar um programa novo, chamado “Os Trapalhões”. Guilherme participou desde o início, mas com destaque bem menor que o quarteto central. Só que o programa não fez sucesso e foi cancelado no ano seguinte. Sério. Em 1980, com o colapso da Tupi, Guilherme chegou a fazer teste para interpretar o palhaço Bozo, no SBT. Sem conseguir a vaga, buscou a TV Globo, onde participou de humorísticos como “Viva o Gordo” e “Balança Mais Não Cai”, e reencontrou seus antigos colegas. A Globo tinha lançado a versão mais conhecida de “Os Trapalhões” em 1977. Mas Guilherme só entrou no programa em 1982, quando popularizou de vez o Sargento Pincel, líder de um grupo atrapalhado de recrutas militares. O programa ficou no ar até 1997, perseverando mesmo após as mortes de Zacarias (1934–1990) e Mussum (1941–1994). Roberto Guilherme também participou de oito filmes dos Trapalhões entre 1984 e 2017, incluindo dois longas “solos” de Renato Aragão e um “crossover” com Xuxa, “Xuxa e os Trapalhões em o Mistério de Robin Hood” (1990). Ao final de “Os Trapalhões”, ele seguiu ao lado de Renato Aragão na série “Aventuras do Didi” (2010-2013), que manteve o Sargento Pincel na ativa até 2013. Depois disso, ainda voltou a se juntar a Didi e Dedé em “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”, último filme do grupo, lançado em 2017. Com o fim da era de Renato Aragão na TV, Guilherme chegou aparecer no humorístico “Zorra” na Globo e em duas produções do Multishow, “Treme Treme” (em 2018) e “Dra. Darci” (2018-2020), ao lado de Tom Cavalcanti. Ao longo da carreira, Roberto Guilherme ficou bastante conhecido pela careca reluzente. Mas ele não era calvo de verdade. A falta de cabelos surgiu em uma esquete de “Os Trapalhões” na Globo, onde Didi e Dedé rasparam sua cabeça completamente com a desculpa de uma aposta. Quando o personagem Sargento Pincel completou 40 anos em 2021, ele lembrou a história da caracterização em entrevista ao jornal Extra. “A máquina [elétrica] estava cega e não cortava, arrancava o meu cabelo. Enquanto o auditório morria de rir, as lágrimas corriam pelo meu rosto, de tanta dor”, comentou. Como o público achou engraçado, ele manteve o corte zero dali em diante. “Sou um cara brincalhão. Moro em Jacarepaguá desde os anos 1960, com muito orgulho. E ando por lá de sandália, bermuda, camiseta e uma bolsinha do lado, tranquilão. Todo mundo é meu amigo, eu sou amigo de todo mundo, acho a vida maravilhosa. Quando perguntam ‘E aí, Pincel, como é que tá?’, digo ‘Tirando tudo que tá errado, para mim tá tudo certo, tá tudo ótimo'”, completou Roberto Guilherme na mesma entrevista.

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  • Filme

    “Pantera Negra 2” estreia em mais de 2 mil telas no Brasil

    10 de novembro de 2022 /

    A esperada continuação de “Pantera Negra” (2018) chega aos cinemas nesta quinta (10/11) com uma distribuição digna de blockbuster. O filme vai ocupar mais de 2,1 mil salas, superando “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” num monopólio raro de se ver no país. Para se ter noção, “Adão Negro” abriu em menos da metade desse circuito no mês passado. Apesar desse domínio, a programação cinematográfica ainda recebe outros sete filmes, cinco deles brasileiros, incluindo os premiados “Paloma” e “A Mãe”. Confira abaixo a lista completa das estreias da semana.   | PANTERA NEGRA: WAKANDA PARA SEMPRE |   A continuação de “Pantera Negra” é um grande tributo ao ator Chadwick Boseman, o intérprete do herói do título, que morreu de câncer em 2020. Os temas do luto e sua superação dominam a narrativa, embora o diretor Ryan Coogler também aproveite para expandir o MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) para novas fronteiras com a ameaça de uma invasão à Wakanda comandada por Namor, o Príncipe Submarino. Seu surgimento também introduz duas novas heroínas: a Pantera Negra e a Coração de Ferro. Apesar disso, o filme perde força sem seu protagonista original. A dificuldade de se desvencilhar dessa ausência prejudica o desenvolvimento da trama, que não repete o impacto do longa anterior. O elenco conta com os retornos de Letitia Wright, Winston Duke, Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman e Florence Kasumba (mas não Daniel Kaluuya, devido ao conflito com as filmagens de “Não! Não Olhe”), e apresenta Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023, além do mexicano Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) no papel de Namor.   | ARMAGEDDON TIME |   O drama semi-autobiográfico, baseado na infância do diretor James Gray (“Ad Astra”), passa-se nos anos 1980 nos EUA, mas reflete muitos fatos que têm sido acompanhados com espanto nos telejornais do Brasil atual. A trama mostra como um menino branco é empurrado para o racismo por sua mãe, escola de elite e colegas, enquanto seu avô tenta ensinar ao jovem que sua família judia também sofreu esse tipo de ataque… de nazistas. O elenco excepcional é formado por Anthony Hopkins (“Meu Pai”) como o avô, Jeremy Strong (“Succession”) e Anne Hathaway (“Convenção das Bruxas”) como os pais, Jessica Chastain (“Os Olhos de Tammy Faye”) como a diretora da escola e o menino Banks Repeta (“O Telefone Preto”) como o jovem protagonista. O filme tem coprodução da RT Features, empresa do produtor brasileiro Rodrigo Teixeira – que também produziu a sci-fi “Ad Astra”, filme anterior de Gray – , e após passar no circuito dos grandes festivais internacionais atingiu 75% de aprovação da crítica no portal Rotten Tomatoes.   | PALOMA |   O novo filme de Marcelo Gomes (“Joaquim”) destaca uma performance consagradora de Kika Sena, que se tornou a primeira artista trans a receber o Troféu Redentor de Melhor Atriz no Festival do Rio. Ela dá vida à personagem-título, uma mulher trans que vive com seu amor e trabalha como agricultora no sertão de Pernambuco. Ela dá duro numa plantação de mamão para guardar dinheiro e realizar um sonho: casar-se na Igreja com o homem que ama, de véu e grinalda. Mas a recusa do padre em aceitar seu pedido a obriga a enfrentar a sociedade rural e sofrer violência, traição, preconceito e injustiça. “Paloma” também venceu o troféu Redentor de Melhor Filme no Festival do Rio deste ano e foi premiado no Festival de Chicago, nos EUA.   | A MÃE |   O drama de Cristiano Burlan (“Mataram o Meu Irmão”) rendeu um novo troféu para a premiada Marcélia Cartaxo (“Pacarrete”), como Melhor Atriz no Festival de Gramado deste ano. Ela vive Maria, migrante nordestina e vendedora ambulante em busca de seu filho, supostamente assassinado por policiais militares durante uma ação na vila onde mora. Numa jornada para descobrir o paradeiro do jovem desaparecido, ela enfrenta diversas adversidades, mas não consegue nenhuma notícia que a ajude a encontrá-lo. Essa tragédia deixa uma ferida profunda na sua personalidade. Burlan também venceu o Kikito de Melhor Direção pelo filme em Gramado, colocando nas telas a discussão cada vez mais necessária sobre a violência policial no país.   | ALDEOTAS |   O ator Gero Camilo (“Manhãs de Setembro”) dirige e estrela a adaptação de sua própria peça sobre dois amigos que se separam aos 17 anos em meio aos conflitos da adolescência turbulenta numa cidade pequena e conservadora do interior do Brasil. Levi, poeta, cansado de sofrer abusos, leva adiante o plano de fugir pra uma cidade grande mais liberal. Mas Elias, oprimido pela violência do seu pai, desiste de partir em cima da hora. Aos 50 anos, Levi (Camilo) volta para reencontrar o amigo (Marat Descartes) no dia de seu funeral onde as memórias dos dois são revividas antes do último adeus. Em cartaz por mais de uma década, e vencedora dos prêmios Shell e Qualidade Brasil, a peça chega ao cinema num formato bastante teatral, com economia cenográfica, dando a Gero Camilo um palco para enquadrar em sua estreia como cineasta.   | CONTRATEMPOS |   O drama francês acompanha uma mulher que luta para criar seus dois filhos sozinha no subúrbio e manter seu emprego em Paris. Quando finalmente consegue uma entrevista para um cargo correspondente às suas aspirações, uma greve geral eclode, paralisando o transporte. Em desespero, ela embarca em uma corrida frenética para chegar a tempo em seu emprego de arrumadeira num hotel, cumprir o horário da entrevista do novo trabalho e ainda atender às necessidades de sua família. Pelo filme, o cineasta Eric Gravel (da série “Versailles”) venceu o troféu de Melhor Diretor e Laure Calamy (“Minhas Férias com Patrick”) de Melhor Atriz na mostra Horizontes do Festival de Veneza deste ano.   | EU, UM OUTRO |   Em seu primeiro longa documental, a diretora Silvia Godinho (“Mostra Tua Cara”) acompanha a jornada de Luca, que nasceu como mulher biológica. Luca deixou sua cidade natal há 12 anos, mas agora finalmente decidiu procurar Ana, seu primeiro amor, que o rapaz não via desde que era uma menina. No meio do caminho, ele cruza o caminho com outros dois homens trans: Raul, um estudante de filosofia que quer ser professor, e Thalles, um segurança que odeia seu trabalho e enfrenta burocracia e preconceito para registrar seu nome masculino. O que todos eles têm em comum é a urgência de viver uma vida que acabou de começar.   | ARTHUR MOREIRA LIMA – UM PIANO PARA TODOS |   Um documentário sobre o mais premiado pianista brasileiro, que além de ter construído uma sólida carreira internacional, tocando com as mais importantes orquestras do planeta, também se dedicou a um gigantesco projeto de democratização da música de concerto: saiu pelo Brasil a bordo de um caminhão-teatro, se apresentando em praça pública por mais de 600 cidades pelo interior de todo o país. A direção é de Marcelo Mazuras.

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  • Filme

    Terrifier 2: Terror que causou desmaios e vômitos será lançado no Brasil

    10 de novembro de 2022 /

    O terror trash “Terrifier 2”, que causou desmaios e vômitos nos EUA, será lançado nos cinemas no Brasil. A Imagem Filmes vai lançar o filme em 29 de dezembro e já divulgou seu trailer nacional, que pode ser visto abaixo. Continuação de “Terrifier” (2016), o filme traz de volta o personagem Art the Clown (interpretado por David Howard Thornton), um palhaço assassino que é ressuscitado dos mortos para assombrar os jovens do condado de Miles durante a noite de Halloween. A reação do público se deve ao conteúdo violento do filme, que inclui cenas de mutilações, esfaqueamentos, escalpelamento e tortura. Diante disso, foi relatado que diversas pessoas saíram dos cinemas durante a exibição do filme nos EUA, não aguentando assistir ao filme todo. Um usuário chegou a relatar que seu amigo passou mal durante a exibição e foi preciso chamar uma ambulância. Ele postou uma foto do amigo sendo atendido pelos socorristas. “Meu amigo desmaiou e o cinema chamou uma ambulância”, contou ele na legenda da foto, acrescentando que o filme é “altamente recomendado” por conta disso. Diante da situação, os cinemas passaram a distribuir um saco de vômito para quem quisesse assistir ao filme. O saco traz a imagem de Art e os dizeres: “Aviso: este saco de vômito foi providenciado devido à extrema de violência e excesso de gore desse filme. Não o reutilize.” Ao ver essas imagens circulando na internet, muitas pessoas desconfiaram que se tratava de um golpe de publicidade. Foi preciso o próprio diretor fazer uma postagem desmentindo os boatos. “Para todos que dizem que os relatos de pessoas desmaiando e vomitando durante as exibições de ‘Terrifier 2’ são uma jogada de marketing, eu juro pelo sucesso do filme que não são”, ele escreveu no seu Twitter. “Esses relatos são 100% legítimos. Eu gostaria que fôssemos inteligentes o suficiente para ter pensado nisso! Mas, na verdade, não precisamos.” Confira uma mostra do que espera o público brasileiro depois do Natal.

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  • Série

    Olhar Indiscreto: Teaser quente apresenta nova série brasileira

    10 de novembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o teaser quente de “Olhar Indiscreto”, uma nova série brasileira de suspense, protagonizada por Débora Nascimento (“Pacificado”) e Emanuelle Araújo (“Samantha!”). O título entrega de cara a inspiração em “Janela Indiscreta”, mas a prévia com cenas tensas – e de outro tipo de tensão – sugere mais Brian De Palma (“Dublê de Corpo”) que Hitchcock. Seguindo a linha de suspense sensual, a produção traz Débora Nascimento como Miranda, uma voyeur incontrolável e hacker extremamente habilidosa. Ela gosta de espiar pela janela a vida de Cléo (Emanuelle Araújo), uma prostituta de luxo e moradora do prédio em frente. Quando Cléo bate à sua porta e pede para Miranda cuidar de seu cachorro enquanto faz uma viagem, a vida da hacker muda para sempre e ela conhece o homem dos seus sonhos. No entanto, nada é exatamente o que parece. O elenco também destaca Nikolas Antunes (“A Vida Invisível”) e o português Ângelo Rodrigues (“Golpe de Sorte”). Escrita por Marcela Citterio (“Heidi, Bem-Vinda à Casa”) e com direção de Fabrizia Pinto (“Menino Maluquinho 2: A Aventura”) e Letícia Veiga (“Bem Me Quer”), “Olhar Indiscreto” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Reality,  TV

    Record encurta “A Fazenda”. Fracasso da edição?

    10 de novembro de 2022 /

    A Record TV surpreendeu peões e público na noite de quarta (9/11) ao informar que a próxima eliminação de “A Fazenda 14” será dupla. Todos esperavam uma roça falsa para compensar o fato de que o programa está com dois integrantes a menos, devido às expulsões de Tiago Ramos e Shayan Haghbin numa briga. Entretanto, ao anunciar uma eliminação dupla, a produção foi no caminho oposto, encurtando o programa. Seguindo o cronograma, caso não haja maiores surpresas, o reality vai acabar três semanas antes do prazo original. A decisão foi anunciada dias após correrem boatos de que “A Fazenda” estaria perdendo patrocinadores em meio ao clima tóxico da edição. Originalmente apresentada com pompa como patrocinadora da competição, a Netflix não está mais junto do programa e até os peões notaram, em conversa transmitida pelo Play Plus. Na terça (8/11), Ruivinha de Marte disse que o reality perdeu o patrocínio “daquele app de filme que não pode mais falar o nome, o que começa com ‘N'”, durante uma conversa com Bárbara Borges. Na época do anúncio da parceria com a Record, correu a informação de que a Netflix faria três ações de conteúdo em “A Fazenda” para divulgar produções nacionais. No prática, porém, foi só uma, sobre a série “Só Se For por Amor”, protagonizada por Lucy Alves, atualmente no ar na novela “Travessia”. Isso ocorreu logo no início do reality, antes do nível desandar. Como golpe de misericórdia, a vilã do programa, Deolane Bezerra, recusou-se a participar de uma ação patrocinada da edição nessa semana, dizendo que a Record teria que pagar mais pra ela se sujeitar a esse tipo de merchan. A advogada acabou obrigada a participar da dinâmica por questões contratuais, mas a má vontade com o patrocinador foi registrada. O público, por sinal, não entende a proteção exercida pela produção em relação a Deolane e seu grupo. Responsáveis por sabotar a edição com violência, ameaças e baixo nível, têm sido protegidos em várias ocasiões. O próprio Tiago Ramos, antes de ir pra cima de Shayan, fez tudo o que daria desclassificação, pedindo para sair e até abandonando o cenário do programa. Mesmo assim, recebeu aval para voltar e prejudicar a edição. Deolane, por exemplo, parece autorizada a dizer que vai “amassar” ou “pegar” os rivais fora do programa porque Adriane Galisteu não lhe chama – nem jamais chamou – atenção contra suas ameaças físicas, normalizando a agressividade da “Doutora”. O aviso da eliminação dupla também causou surpresa por não ter sido antecipado ao público, numa ação de falta de transparência, que tem rendido muitas críticas pelo timing, que caiu sob medida para prejudicar o grupo B, rival de Deolane. A comparação com o “BBB” tem sido cruel para a equipe de Rodrigo Carelli, uma vez que todas as regras de paredão do reality da Globo são antecipadas ao público, num regime de total transparência, que não permite casuísmos e a manipulação que o público de “A Fazenda” tem acusado os produtores de fazer nesta edição. O pior é que teria sido tão simples fazer uma boa edição. Bastaria eliminar Tiago no começo do programa, seguindo as próprias regras, e alertar Deolane de que baixarias não podem ser toleradas na televisão. Do jeito que está, parece que Deolane é a chefe de Carelli. Ela até espalhou que era dona de uma marca patrocinadora do programa – e não foi contestada por Galisteu – , como se isso fosse normal.

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  • Filme,  Música

    Vida de Snoop Dogg vai virar filme

    10 de novembro de 2022 /

    A Universal Pictures está preparando um filme sobre a vida o rapper Snoop Dogg. O estúdio contratou o roteirista Joe Robert Cole, de “Pantera-Negra: Wakanda para Sempre”, e o diretor Allen Hughes, dos filmes “Perigo para a Sociedade” (1993), “O Livro de Eli” (2010) e o documentário “The Defiant Ones” (2017) sobre Dr. Dre, para iniciar a produção. “Snoop Dogg é uma das figuras mais amadas internacionalmente no hip-hop”, disse Hughes em comunicado sobre o projeto. “Há algo em sua energia que une pessoas de todas as esferas da vida. Snoop Dogg, não apenas o artista, mas o homem e sua marca, transcendeu gerações com sua conexão e apelo ao público. Sua história é tão autêntica e totalmente inspiradora, e ter a oportunidade de contá-la me permite voltar ao tema de ‘Perigo para a Sociedade’, 30 anos depois, podendo dizer mais agora do que podia antes.” O próprio Snoop está fortemente envolvido com o projeto, que incorporará músicas de seu catálogo e lançará sua produtora cinematográfica, Death Row Pictures. “Esperei muito tempo para montar esse projeto porque queria escolher o diretor certo, o roteirista perfeito e a maior empresa de cinema com a qual eu poderia fazer parceria, que pudesse entender o legado que estou tentando retratar na tela e a memória que estou tentando deixar para trás”, disse Snoop no mesmo comunicado. “Foi o casamento perfeito. Era um matrimônio sagrado, não um macarrão sagrado”. Snoop, cujo nome verdadeiro é Calvin Cordozar Broadus Jr., ganhou fama na cena do rap da Costa Oeste dos anos 1990 graças às suas colaborações com Dr. Dre e seus álbuns “Doggystyle” e “The Doggfather”. Ele transformou o sucesso inicial em um império de mídia e negócios, tornando-se um ator, DJ e celebridade, interpretando a si mesmo em inúmeras séries e fazendo diversos filmes como “Dia de Treinamento” (2001), “Starsky & Hutch: Justiça em Dobro” (2004) e o recente “Dupla Jornada” (2022), da Netflix. Também virou um empresário com vínculos com tecnologia, marcas globais de consumo, indústrias de alimentos e bebidas e, claro, com o mundo da cannabis. “A vida e o legado de Snoop Dogg fazem dele um dos ícones mais emocionantes e influentes da cultura popular”, afirmou Donna Langley, presidente do Universal Filmed Entertainment Group. “Nós nos encontramos com Snoop logo depois que ele adquiriu a [gravadora] Death Row Records e tivemos a oportunidade de ouvir sua história em suas próprias palavras. Estamos honrados por poder criar o documento duradouro deste artista singular.” A Universal já teve sucesso explorando a cultura do rap com cinebiografias musicais, em filmes como “8 Mile: Rua das Ilusões” (2002), com Eminem, e “Straight Outta Compton”, que contou a história do NWA – e que trouxe o ator LaKeith Stanfield (“Judas e o Messias Negro”) como Snoop Dog. Em fase inicial, o filme sobre Snoop Dogg ainda não tem título definido nem previsão de estreia.

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  • Etc

    McKenna Grace revela cirurgia de coluna e que sua vida mudou

    9 de novembro de 2022 /

    Jovem veterana que aos 16 anos de idade já tem 28 filmes e várias séries no currículo, a atriz McKenna Grace (“Ghostbusters: Mais Além”) revelou ter passado por uma cirurgia na coluna em outubro. Ela contou que isso aconteceu, por coincidência, no dia da exibição do episódio de “Handmaid’s Tale” que a mostrou em uma cama de hospital. Em um post em seu Instagram, McKenna Grace mostrou vídeos de sua internação e recuperação. “Ocasionalmente, a vida imita a arte, e na noite em que saiu o episódio de ‘Handmaid’s Tale’ em que eu estava em uma cama de hospital, eu estava realmente em uma cama de hospital de verdade”, ela escreveu ao lado do vídeo. A atriz não revelou o que levou a fazer uma cirurgia, mas disse que sua vida mudou. “A mídia social reflete apenas o que queremos que as pessoas saibam – muitas vezes não vemos os lados feios, duros e menos lisonjeiros de uma pessoa e de sua vida. Para mim, tem sido mais fácil esconder minhas lutas e inseguranças e talvez escrever sobre elas em músicas, mas isso não as resolveu. Definitivamente vou elaborar mais sobre tudo isso [depois], porque minha vida e quem eu sou e quero ser realmente mudou, mas por enquanto… quero agradecer ao Dr. Skaggs e sua equipe, seu PA Morgan, sua enfermeira Elaine e minha equipe incrível de enfermeiras (que merecem seu próprio post depois), minha mãe e pai que nunca saíram do meu lado e meus amigos que me mostraram que estão aqui nos momentos emocionantes/divertidos, mas também no momento mais baixo da minha vida. Finalmente, o final da temporada de ‘Handmaid’s Tale’ já está sendo transmitido… assista!”, concluiu Ela se juntou à “Handmaid’s Tale” na 4ª temporada como uma esposa de 14 anos, Esther, e rapidamente marcou a trama ao se juntar ao movimento rebelde de June (Elisabeth Moss). Mas devido à sua agenda lotada (ela também estrela a série limitada “A Friend of the Family” de Peacock e tem quatro projetos em pós-produção), só conseguiu aparecer em três episódios da temporada atual. Essas cenas, no entanto, foram muito impactantes. A situação referenciada em seu post, por exemplo, mostrou Esther acordando num coma de hospital após tentar o suicídio, apenas para ser informada de que está grávida depois de ser estuprada por um comandante de Gilead. Em uma entrevista ao final da temporada, o showrunner Bruce Miller sugeriu que Esther retornará para a 6ª e última temporada da série, prevista para o ano que vem. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mckenna Grace (@mckennagraceful)

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  • Etc

    Warren Beatty é processado por suposta vítima de abuso de menor

    9 de novembro de 2022 /

    Uma mulher chamada Kristina Hirsch está processando o veterano ator Warren Beatty por coagi-la a fazer sexo em 1973, quando ela era menor de idade. A ação foi protocolada no Tribunal Superior de Los Angeles na segunda-feira (7/11) e não identifica Beatty diretamente, descrevendo o agressor como um “renomado e conhecido ator e produtor” que foi indicado ao Oscar em 1967 por seu papel como Clyde em “Bonnie e Clyde: Uma Rajada de Balas”. A ação foi submetida sob uma lei da Califórnia de 2019, que abriu uma janela de três anos para que pessoas apresentarem queixas antigas de abuso sexual infantil que, de outra forma, seriam barradas devido à prescrição. Hirsch diz que Beatty iniciou contato com ela no set de um filme quando ele tinha 35 anos e ela 14 anos, de acordo com o processo. Ele lhe deu “atenção indevida”, além de seu número de telefone, e a instruiu a ligar quando estivesse perto de um hotel em que ele morava na época. “A autora ficou emocionada com a atenção e o convite do réu”, diz a denúncia. “A Autora adolescente fez como a estrela de cinema a instruiu e chamou o réu logo após seu primeiro encontro.” O processo alega que Beatty levou Hirsch com ele em passeios de carro, se ofereceu para ajudá-la com a lição de casa e falou com ela sobre “perder a virgindade”. Ao longo de 1973, Hirsch diz que Beatty a coagiu a fazer sexo em várias ocasiões. O relacionamento deles continuou até o final do ano. “Devido à estatura do réu, posição de autoridade, preparação predatória e manipulação da autora, bem como a pouca idade da autora, a autora ficou inicialmente emocionada que o réu estivesse interessado nela e acreditou que estivesse envolvida em um relacionamento romântico com uma estrela de cinema”, afirma a denúncia. O processo diz que ela sofreu sofrimento físico, psicológico e emocional como resultado do trauma associado à agressão sexual na infância. A acusação alega que houve agressão sexual, sexo forçado e sexo com uma menor.

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  • Série

    Vídeo apresenta escola sobrenatural da série “Wandinha”

    9 de novembro de 2022 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo de bastidores da série “Wandinha” (Wednesday), que destaca a escola Nevermore, um internato exclusivo para adolescentes sobrenaturais. Junto de depoimentos do elenco e equipe, a prévia revela a arquitetura e as tribos do local, divididas entre vampiros, lobisomens e até sereias, todos com seus uniformes listrados tradicionais. A série vai retratar a filha caçula da Família Addams pela primeira vez como uma jovem adulta, mas como a mesma personalidade mórbida. Após passar por oito escolas diferentes em cinco anos, ela é enviada pela família para a tal Nevermore Academy (ou Academia Nunca Mais). A trama vai mostrá-la se relacionando com os novos colegas, alguns tão complicados quanto ela, enquanto aprende a dominar suas habilidades psíquicas emergentes, frustra uma monstruosa onda de assassinatos que aterroriza a cidade e resolve um mistério sobrenatural que envolveu seus pais 25 anos atrás. O elenco destaca Jenna Ortega (“Pânico 5”) no papel-título, Catherine Zeta Jones (“A Máscara do Zorro”) e Luis Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”) como seus pais Morticia e Gomez Addams, Isaac Ordonez (“Uma Dobra no Tempo”) como seu irmão Feioso (Pugsley) e Fred Armisen (“Los Espookys”) como o Tio Chico, além de Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), Riki Lindhome (“Entre Facas e Segredos”), Jamie McShane (“Mank”), Hunter Doohan (“Your Honor”), Georgie Farmer (“Treadstone”), Moosa Mostafa (“The Last Bus”), Emma Myers (“Girl in the Basement”), Naomi J. Ogawa (“Skylin3s”), Joy Sunday (“Cara Gente Branca”), Percy Hynes White (“The Gifted”) e Christina Ricci, que foi a Wandinha dos filmes de “A Família Addams” dos anos 1990. Os responsáveis pelos roteiros são Alfred Gough e Miles Millar, dupla que criou “Smallville” e a sci-fi de artes marciais “Into the Badlands”. Já o visual gótico estilizado estará sob comando de um especialista: Tim Burton, responsável por vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, incluindo “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990). A estreia está marcada para 23 de novembro.

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  • Filme

    Netflix revela novo trailer do “Pinóquio” de Guillermo del Toro

    9 de novembro de 2022 /

    A Netflix divulgou um novo trailer da animação “Pinóquio” produzida pelo cineasta Guillermo del Toro (vencedor do Oscar por “A Forma da Água”). Há mais de uma década em desenvolvimento – as primeiras imagens dos bonecos dos personagens foram divulgadas em 2011 – , a animação em stop-motion conta uma versão altamente estilizada da fábula de Carlo Collodi (1826–1890), que é descrita como uma história de amor e desobediência, mostrando como Pinóquio luta para corresponder às expectativas de seu pai Gepeto. Para fazer o filme, Del Toro se juntou com Mark Gustafson, animador de “O Fantástico Sr. Raposo” (2009), com quem divide a direção. A produção, por sua vez, conta com parcerias com a Jim Henson Company (“O Cristal Encantado: A Era da Resistência”) e a ShadowMachine (“BoJack Horseman”), e ainda tem fantoches criados pela produtora Mackinnon and Saunders (“Noiva Cadáver”). A versão dublada em idioma inglês conta com o estreante Gregory Mann como a voz de Pinóquio, Ewan McGregor (“Aves de Rapina”) como o Grilo Falante e David Bradley (“Game of Thrones”) como Gepeto, além de Cate Blanchett (“Carol”), Tilda Swinton (“Suspiria”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”), Finn Wolfhard (“Stranger Things”), Ron Perlman (“Hellboy”), Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”), John Turturro (“Transformers”) e Burn Gorman (“The Expanse”). O filme terá lançamento limitado nos cinemas em novembro, antes de chegar ao streaming em 9 de dezembro.

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  • Reality,  TV

    Liziane Gutierrez descreve briga de Vini e Hadballa: “Cena de terror”

    9 de novembro de 2022 /

    A ex-Fazenda 13 Liziane Gutierrez se disse chocada com a violência nas gravações do “Celeiro da Justiça”, que serviu de palco para uma briga sangrenta entre o ex-Fazenda 14 Vini Buttel e o ex-BBB 20 Hadson Nery, conhecido como Hadballa. Testemunha das agressões, ela falou sobre a pancadaria em seu Instagram. “Cheguei aqui agora, tô tremendo. Eu tô em choque demais. O negócio foi assim, do meu lado, 2 centímetros, um monte de gente ensanguentada, eu tô me tremendo. Já tomei água com açúcar, bizarro”, contou ela nos Stories. Após se acalmar, ela voltou a postar, desabafando. “Tudo é biscoito pra vocês. Vai lá então ser a única mulher metida numa briga com um bando de marmanjo. Graças a deus a Record contornou a situação na hora. Parecia que eu tava em uma cena de terror, do meu lado. Estava lá a 2 cm dos dois”, disse. Em seguida, contou sua versão sobre a briga. “Gente, a briga toda começou entre Lucas [Santos, também ex-Fazenda 14] e Hadballa, depois o Vini acabou se metendo. Não vou me meter na briga deles, graças a Deus não sobrou pra mim. O que eu não achei legal foi o pai do Lucas querer se meter na briga, não para apartar, mas sim para querer bater mais no Hadballa. Isso eu não achei legal, não estou defendendo o Had, só acho que foi uma questão de covardia mesmo”. Vídeos da briga estão circulando pelas redes sociais e, segundo informações preliminares, tudo teria começado quando Lucas se desentendeu com Hadson, que foi convidado para o podcast comandado por Lucas Maciel para “julgar” os peões. Na tentativa de acalmar a treta, Vini teria sido atingido por Hadballa e revidado com um soco, que abriu o supercílio do ex-BBB. Num dos vídeos que estão ciruclando é possível ver que os dois trocaram diversas agressões e demoraram a ser separados pela equipe da emissora. Nem mesmo Eliza Fagundes, mulher de Hadson, conseguiu apartar a confusão rapidamente. Em outras gravações é possível ver que elementos do cenário foram quebrados durante a briga, e o estúdio ficou com marcas de sangue. Também é possível ouvir alguém dizendo para chamar a polícia. A polícia foi realmente acionada. Os dois brigões foram levados para ambulatórios diferentes e seguiram para a delegacia a fim de prestar depoimentos. Hadson preencheu boletim de ocorrência e garantiu que está tomando medidas legais contra o ex-peão. Esta foi a segunda confusão da semana envolvendo um eliminado do chamado Grupo A de “A Fazenda 14”, atualmente em exibição na Record TV. O Grupo B do reality costuma chamar os rivais de opressores e violentos. No domingo (6/11), Tiago Ramos, que foi expulso de “A Fazenda 14” por violência, foi gravado trocando agressões com vendedores no litoral paulista. Testemunhas presentes no local afirmaram que ele levou dois socos no rosto e um vídeo mostrou ele agredindo um homem pelas costas.

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  • Reality,  TV

    Gravação na Record TV termina com Vini Buttel e Hadballa na polícia por agressão

    9 de novembro de 2022 /

    As gravações desta quarta (9/11) do programa “Celeiro da Justiça”, da Record TV, terminou em pancadaria entre o ex-Fazenda Vini Buttel e o ex-BBB Hadson Nery, conhecido como Hadballa. Também participavam da atração os ex-Fazenda Lucas Santos e Liziane Gutierrez. Vídeos da briga estão circulando pelas redes sociais e, segundo informações preliminares, tudo teria começado quando Lucas se desentendeu com Hadson, que foi convidado para o podcast comandado por Lucas Maciel para “julgar” os peões. Na tentativa de acalmar a treta, Vini teria sido atingido por Hadballa e revidado com um soco, que abriu o supercílio do ex-BBB. Num dos vídeos que estão ciruclando é possível ver que os dois trocaram diversas agressões e demoraram a ser separados pela equipe da emissora. Nem mesmo Eliza Fagundes, mulher de Hadson, conseguiu apartar a confusão rapidamente. Em outras gravações é possível ver que elementos do cenário foram quebrados durante a briga, e o estúdio ficou com marcas de sangue. Também é possível ouvir alguém dizendo para chamar a polícia. A polícia foi realmente acionada. Os dois brigões foram levados para ambulatórios diferentes e seguiram para a delegacia a fim de prestar depoimentos. Hadson preencheu boletim de ocorrência e garantiu que está tomando medidas legais contra o ex-peão. Esta foi a segunda confusão da semana envolvendo um eliminado do chamado Grupo A de “A Fazenda 14”, atualmente em exibição na Record TV. O Grupo B do reality costuma chamar os rivais de opressores e violentos. No domingo (6/11), Tiago Ramos, que foi expulso de “A Fazenda 14” por violência, foi gravado trocando agressões com vendedores no litoral paulista. Testemunhas presentes no local afirmaram que ele levou dois socos no rosto e um vídeo mostrou ele agredindo um homem pelas costas. 🚨VEJA: Hadballa após a briga com Vini Buttel. pic.twitter.com/y0dmwzbJTC — CHOQUEI (@choquei) November 9, 2022 Vini saiu quebrado tbm eim pic.twitter.com/bIzgo3LxIK — Blessed 🙏 (@BestJhowOli) November 9, 2022

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  • Música,  TV

    Rolando Boldrin, ator e criador do “Som Brasil”, morre aos 86 anos

    9 de novembro de 2022 /

    O ator, cantor e apresentador Rolando Boldrin morreu nesta quarta-feira (9/11) aos 86 anos, em São Paulo. Ele estava internado no Hospital Albert Einstein havia dois meses, mas a causa da morte não foi informada. Com mais de 60 anos de carreira na TV, Rolando Boldrin foi galã de novelas e se tornou profundamente identificado com a divulgação da música regional brasileira nos programas “Som Brasil”, que criou na Globo, e “Sr. Brasil”, que ele apresentava há 17 anos na TV Cultura. “Ele tirou o Brasil da gaveta e fez coro com os artistas mais representativos de todas as regiões do país. Em seu programa, o cenário privilegiava os artesãos brasileiros e era circundado por imagens dos artistas que fizeram a nossa história, escrita, falada e cantada, e que já viajaram, muitos deles ‘fora do combinado’, conforme costumava dizer Rolando”, disse a TV Cultura em nota oficial. Como ator, ele também fez História na TV brasileira. Boldrin protagonizou a primeiríssima novela da Record TV, “A Muralha”, produção de época lançada em 1954 quando ainda não existia videotape e toda a programação televisiva era exibida ao vivo. Participou ainda de vários programas clássicos da Tupi, incluindo diversos teleteatros ao vivo, como “TV Teatro”, “TV de Vanguarda” e “Grande Teatro Tupi”, além de novelas históricas, como a primeira protagonizada por Gloria Menezes, “Há Sempre o Amanhã” (1960), e o fenômeno de audiência “O Direito de Nascer” (1964). Ao voltar à Record na virada da década, fez nova passagem marcante por novelas, entre elas “As Pupilas do Senhor Reitor” (1970) e “Os Deuses Estão Mortos” (1971), antes de ressurgir na Tupi na icônica “Mulheres de Areia” (1973). Ele permaneceu na Tupi até o final dos anos 1970, participando de “O Profeta” (1977) e “Roda de Fogo” (1978) antes de migrar para a rede Bandeirantes em 1979, onde fez mais quatro novelas, com destaque para “Os Imigrantes” (1981), maior sucesso da teledramaturgia da emissora, assinada por Benedito Ruy Barbosa (autor também de “Pantanal”), que teve mais de 450 capítulos de duração. Boldrin se despediu das novelas com a maratona da Band. Em 1981, ele foi para a Globo, onde virou apresentador. O próprio ator criou o programa “Som Brasil”, que tinha como objetivo divulgar a música regional brasileira, até então pouco reconhecida. Exibida nas manhãs de domingo, a produção se tornou um enorme sucesso, ficando no ar até 2013. Mas Boldrin bateu de frente com a emissora e, insatisfeito com o horário de exibição, deixou a apresentação em 1984, sendo substituído pelo ator Lima Duarte. Ele adaptou o projeto e o relançou com outro nome, “Empório Brasileiro” na Band, e depois como “Empório Brasil” no SBT. Em 2005, fechou com a TV Cultura para continuar seu projeto no programa “Sr. Brasil”, que era exibido até hoje. Apesar de ter largado as novelas, ele permaneceu ligado à atuação, trabalhando em filmes como “Doramundo” (1978) e “O Tronco” (1999), ambos de João Batista de Andrade, “Ele, o Boto” (1987), de Walter Lima Jr., e o recente “O Filme da Minha Vida” (2017), de Selton Mello. Segundo a nota da Fundação Padre Anchieta, responsável pela TV Cultura, Boldrin dizia que continuava a ser fundamentalmente um ator. “Esse tem sido meu trabalho a vida inteira; radioator, ator de novela, de teatro, de cinema, um ator que canta, declama poesias e conta histórias”, descrevia-se.

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