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  • Série

    Disney+ apresenta novos protagonistas de “Doctor Who”

    19 de novembro de 2022 /

    A Disney+ anunciou nas redes sociais que a atriz Millie Gibson vai coestrelar a 14ª temporada de “Doctor Who”. Conhecida no Reino Unido por participar da novela britânica “Coronation Street” de 2019 a 2022, ela vai interpretar a personagem Ruby Sunday, que será a nova companheira do Doutor em 2023, gravando novas aventuras na Tardis ao lado de Ncuti Gatwa (o Eric de “Sex Education”). Gatwa foi escalado como o 15º Doutor em maio, tornando-o o primeiro ator negro a protagonizar a longeva série. Ele entra na produção como substituto de Jodie Whittaker, a primeira mulher a viver o personagem-título, que se despediu num episódio especial lançado em outubro. Antes de Gatwa e Gibson assumirem, “Doctor Who” ainda trará de volta os atores David Tennant e Catherine Tate para reprisarem os papéis do Doutor e sua companheira Donna. Tennant estrelou a série do final da 1ª à 4ª temporada completa, passando a ter a companhia de Donna Noble a partir do terceiro ano da produção. Eles retornam provisoriamente para marcar outro retorno na produção. O produtor-roteirista Russell T. Davis, responsável pelo relançamento da série clássica em 2005, está retomando o comando da produção e convenceu o par a ressurgir na série para marcar sua chegada. Assim, Tennant aparecerá como o protagonista do próximo especial, que será lançado em novembro de 2023 em comemoração aos 60 anos de “Doctor Who”, antes do primeiro episódio oficial da 14ª temporada. Além de Gatwa e Gibson, a próxima temporada também contará com participações de Yasmin Finney (Elle Argent na série “Heartstopper”) e Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”), que interpretará um novo vilão. Vale lembrar que em outubro passado a Disney fechou acordo com a BBC para exibir “Doctor Who” em seu serviço de streaming em todo o mundo. Com isso, a atração deve sair da Globoplay no Brasil e migrar para a Disney+. Everybody, meet Ruby Sunday! 💙 Millie Gibson joins the cast of #DoctorWho as the Doctor’s companion. Coming to #DisneyPlus in 2023. pic.twitter.com/4eaXKF1zq8 — Disney+ (@DisneyPlus) November 18, 2022

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  • Música

    Jung Kook, do BTS, vai apresentar música inédita na abertura da Copa do Mundo

    19 de novembro de 2022 /

    O cantor sul-coreano Jung Kook, um dos integrantes do grupo BTS, vai apresentar uma música solo inédita na cerimônia de abertura da Copa do Mundo no Catar, no próximo domingo (20/11). Intitulada “Dreamers”, a faixa faz parte da trilha sonora oficial do campeonato, promovida pela FIFA. A faixa vai ganhar clipe na terça (22/11), que Jung Kook gravou no Catar no mês passado. Além dele, estão confirmados no show de abertura os artistas Lil Baby, Maluma, J. Balvin, Diplo, Julian Marley e Calvin Harris, e outras atrações são especuladas. Entretanto, muitos recusaram o convite para participar do evento, incluindo Shakira, Dua Lipa e Rod Stewart, em protesto contra a falta de compromisso do país sede com os direitos humanos, especialmente com as mulheres e a comunidade LGBTQIAP+. A cerimônia de abertura da competição tem previsão de início para às 12h de domingo e será exibida na TV aberta brasileira pela Globo. Veja abaixo a capa do single de “Dreamers”.

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  • Música

    Copa do Mundo ganha clipe oficial com Nicki Minaj, Maluma e Myriam Fares

    19 de novembro de 2022 /

    A FIFA divulgou o clipe da nova música oficial da Copa do Mundo de Futebol. Chamada de “Tukoh Taka”, a faixa tem uma batida eletrônica forte de house music e é cantada pela rapper americana Nicki Minaj, ao lado do colombiano Maluma e a libanesa Myriam Fares, que pode estar escandalizando o Oriente Médio com sua participação. Fares é cristã e costuma ser muito criticada entre os árabes por seu estilo de entretenimento “provocativo”, especialmente sua escolha de guarda-roupa e estilo de cabelo, que geram comparações com Shakira. No clipe, ela aparece bastante sexy e rouba as cenas em roupas mínimas, cantando em árabe e dançando com os tradicionais snujs nas mãos. Vale lembrar que a Copa acontece no Catar, um dos países mais conservadores do mundo. De todo modo, a música é muito dançante, contagiante e a primeira da história das Copas a contar com letra em inglês, árabe e espanhol. Dirigido por Edgar Esteves (de clipes de French Montana) e Juan Felipe Zuleta (parceiro de Maluma), o vídeo se alterna entre os três artistas e imagens de ônibus de torcedores cruzando o deserto, em meio a bandeiras, uniformes de times e grandes coreografias. Entre as cenas produzidas especialmente para o clipe, a edição ainda inclui imagens de craques do evento, como Cristiano Ronaldo, Lionel Messi, Thomas Muller e James Rodríguez – mas não Neymar. “Tukoh Taka” é, na verdade, a segunda música liberada pela FIFA para a Copa. Em abril, veio à tona a gravação de “Hayya Hayya (Better Together)”, que contou com as participações de Trinidad Cardona, Davido e Aisha, numa mistura de reggae e jingle de refrigerante que não empolgou. Apesar dessa ênfase musical, vários artistas que foram convidados a participar do evento recusaram, como Shakira, Rod Stewart e Dua Lipa, em protesto contra a falta de direitos das mulheres e das pessoas LGBTQIAP+ no Catar.

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  • Filme

    “Velozes e Furiosos 10” será terceiro filme mais caro de todos os tempos

    19 de novembro de 2022 /

    O orçamento de “Velozes e Furiosos 10” foi para o espaço. Segundo apurou o site americano The Wrap, a produção do 10º filme da franquia está custando em torno de US$ 340 milhões. Isto faz do longa o terceiro mais caro de todos os tempos, perdendo apenas para “Vingadores: Ultimato” (US$ 350 milhões) e “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas” (US$ 376.5 milhões). Se os números forem corretos, o filme precisará faturar pelo menos US$ 1 bilhão nas bilheterias só para empatar o investimento. Os custos elevados se devem ao elenco cada vez mais caro, à troca repentina do diretor, a quantidade de carros destruídos nas filmagens e às medidas de segurança preventivas contra a covid-19, entre outros fatores. O valor é 70% mais alto que o custo final de produção de “Velozes e Furiosos 9”, que girou em torno dos US$ 200 milhões. A produção de “Velozes e Furiosos 10” começou a ser filmada em 20 de abril com Justin Lin de volta à cadeira de diretor. Mas em menos de uma semana, ele abandonou o trabalho, alegando “diferenças criativas”. Vin Diesel tinha reclamado publicamente que a história excluía a personagem Mia, vivida por Jordana Brewster, e isso não podia ser aceito. A Universal trouxe então o diretor francês Louis Leterrier (“Truque de Mestre”) para assumir o comando do longa, mas até sua definição a equipe recebeu um mês de salário para não fazer nada, aguardando orientações. A continuação, que está sendo anunciada como final da franquia, também encareceu pela contratação de astros como Brie Larson (a “Capitão Marvel”), Daniela Melchior (a Caça-Ratos II de “O Esquadrão Suicida”), Rita Moreno (“Amor, Sublime Amor”), Alan Ritchson (“Reacher”) e Jason Momoa (o “Aquaman”) para se unir ao já grandioso time de protagonistas – Vin Diesel, Tyrese Gibson, Ludacris, Michelle Rodriguez, Nathalie Emmanuel, Sung Kang, Jordana Brewster, Charlize Theron e possivelmente até Jason Statham. A estreia está marcada para 18 de maio de 2023 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Etc

    Centro Dom Bosco perde mais um processo contra Porta dos Fundos

    18 de novembro de 2022 /

    Colecionando derrotas em processos contra o grupo Porta dos Fundos, o Centro Dom Bosco de Fé e Cultura perdeu mais um nessa semana. A 30ª Vara Cível do Rio extinguiu a ação que pedia a retirada do ar do vídeo “Corpo de Cristo”, produzido pelo Porta Fundos em 2018. A Justiça concluiu que a entidade de tendência ultraconservadora, que acusava a produção de “achincalhar com a fé católica”, não era parte legítima para propor ação individual em nome de seus associados. A sentença destaca que “a liberdade de culto e de religião, a fé, a crença e o sentimento religioso são direitos e atributos vinculados exclusivamente às pessoas naturais, que são o público-alvo das religiões”. E que cumpria à entidade ter distribuído ação coletiva, indicando, através de lista, os associados representados, o que não foi feito. Exibido originalmente no feriado religioso de Corpus Christi de 2018, o vídeo na verdade usa o contexto da data para fazer uma crítica jocosa à “cultura fitness”, que leva as pessoas a restrições alimentares desmedidas como forma de emagrecimento. O esquete traz Evelyn Castro questionando um padre se a hóstia tem glúten. Veja abaixo. O Centro Dom Bosco possui um longo histórico de processos perdidos para o Porta dos Fundos. Todo o especial de Natal do grupo rende uma ação da associação religiosa na justiça comum. Mas como os casos tratam de liberdade artística e de expressão, nas raras vezes em que a associação vence, as sentenças são sempre revertidas no STF. Em uma decisão de 2019, o ministro relator Gilmar Mendes sugeriu aos religiosos ofendidos simplesmente não assistirem ao conteúdo. A repetição de ações já chamou atenção na Justiça e levou a 11ª Vara Cível de São Paulo a multar o grupo religioso no mês passado. O Dom Bosco foi condenado a pagar R$ 10 mil por conduta de má-fé ao abrir processo contra a animação “Te Prego Lá Fora”, especial de Natal do Porta dos Fundos levado ao ar no final de 2021 pela plataforma de streaming Paramount+. A ação, que pedia a censura da produção por supostamente “atacar a fé católica”, foi julgada improcedente. Além de considerar falta de motivo para pedir censura, a Justiça considerou que a associação agiu de má-fé ao processar as empresas responsáveis pela divulgação do especial, após ter acionado judicialmente o Porta dos Fundos por diversas vezes em função de produções anteriores. “O conteúdo do especial, repisa-se, não se trata de discurso de ódio, mas, de uma sátira, por mais questionável que seja a qualidade da produção”, citou a decisão. Confira o esquete que ocasionou a derrota mais recente dos ultraconservadores.

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  • Etc

    Anya Taylor-Joy sofreu bullying e largou escola aos 16 anos

    18 de novembro de 2022 /

    A atriz Anya Taylor-Joy, que venceu o Emmy por protagonizar a série “O Gambito da Rainha”, revelou que teve que abandonar a escola aos 16 anos por sofrer excesso de bullying devido à sua aparência e sotaque. Ela detalhou os problemas de adolescência em entrevista à atriz Drew Barrymore, no programa “The Drew Barrymore Show”. Anya contou que foi criada na Argentina até os seis anos de idade, mas depois se mudou com os pais para Londres, onde passou a ser perseguida pelos colegas de aula. “A Argentina era toda verde, eu tinha cavalos e animais ao meu redor. De repente, eu estava em uma cidade grande e não falava a língua. Eu me senti deslocada. Eu era inglesa demais para ser argentina e argentina demais para ser inglesa”, afirmou. “As crianças não me compreendiam de nenhuma forma. Elas tinham o hábito de me trancar em armários”, denunciou. Cansada de ser maltrata, ela decidiu abandonar a escola. Pouco antes, tinha recebido uma oferta para trabalhar como modelo e decidiu seguir essa carreira. Dois anos depois veio o convite para atuar em “A Bruxa” (2015). E ela explodiu nas telas. Ela diz que teve sorte de contar com o apoio de seus pais em todas as decisões, além de elogiar sua mãe por ter sido responsável por reforçar sua autoestima. “Eu tive muita, muita sorte com os meus pais, porque, quando me senti atacada pela minha aparência, a minha mãe sempre me disse para sempre buscar o interior das pessoas. Você olha para o interior de alguém, não a sua aparência, você ignora todo o resto. Não importa o que a pessoa faz da vida, diz respeito apenas ao coração de alguém”, relembrou. “Preciso agradecer a minha mãe, porque ela realmente me ajudou muito”, completou. Veja a íntegra da entrevista abaixo.

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  • Música

    “Fantástico” fará quadro sobre Música Preta Brasileira em 2023

    18 de novembro de 2022 /

    A Globo vai lançar um quadro sobre a black music nacional no “Fantástico”. Com formato similar ao do “Bem Sertanejo”, comandado por Michel Teló desde 2014, a atração vai se chamar “Música Preta Brasileira” e vai juntar a apresentadora Maju Coutinho. A ideia do quadro partiu de Maju Coutinho, que está à frente do dominical desde 2021, e vai trazer grandes nomes do rap, hip hop, soul e funk do Brasil. O objetivo é retratar a influência negra na produção musical brasileira desde os anos 1970, mas os primeiros nomes cotados para o programa são de rappers contemporâneos, como Emicida, Xamã, Criolo e até Mano Brown, do Racionais MC’s, que jamais se apresentou na Globo. As gravações devem começar só no ano que vem, mas o projeto já consta do plano comercial do “Fantástico” para 2023, que foi apresentado para o mercado publicitário. Maju emplacou o projeto usando o gancho da programação especial de 50 anos do “Fantástico”. Com a data em vista, ela sugeriu destacar a importância cultural da música negra nas últimas cinco décadas. O “Fantástico” vai completar 50 anos em agosto do ano que vem, e a data também inspirará outros quadros especiais, além de matérias sobre como o mundo evoluiu desde o primeiro “show da vida” na Globo.

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  • Série

    “The White Lotus” é renovada para 3ª temporada

    18 de novembro de 2022 /

    A HBO anunciou a renovação de “The White Lotus” para sua 3ª temporada. Originalmente concebida como minissérie, “The White Lotus” acabou virando um dos maiores sucessos de público e crítica do conglomerado Warner Bros. Discovery. Com a consagração no Emmy 2022, quando se tornou a atração mais premiada do ano, a produção se assumiu como série anual, transformando-se numa antologia com novos personagens e locação diferente a cada temporada. Atualmente no começo de seu segundo ano de produção, a série mudou do Havaí para a a ilha da Sicília, na Itália, acompanhando um novo grupo de turistas americanos abastados em férias de verão. Mas apesar das mudanças, o elenco continua destacando Jennifer Coolidge, que venceu o Emmy pelo papel de Tanya McQuoid. Em suas novas férias, ela passa a encontrar os novos personagens vividos por Aubrey Plaza (“Legion”), Michael Imperioli (“Família Soprano”), F. Murray Abraham (“Homeland”), Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), Theo James (“A Mulher do Viajante no Tempo”), Haley Lu Richardson (“A Cinco Passos de Você”), Will Sharpe (“Giri/Haji”), Adam DiMarco (“A Ordem”), Meghann Fahy (“The Bold Type”) e Leo Woodall (“Cherry – Inocência Perdida”), entre outros. A produção continua a cargo do criador Mike White (“Escola do Rock”), que somou às vitórias da atração seus dois Emmys de Melhor Roteiro e Direção. Em comunicado, o produtor exaltou a continuidade da parceria com a HBO. “Não há lugar melhor em que eu prefira trabalhar do que a HBO e não há pessoas com quem eu mais goste de fazer parceria do que Casey Bloys, Francesca Orsi, Nora Skinner e sua incrível equipe. Sinto-me muito sortudo por ter esta oportunidade novamente e estou animado para me reunir com meus colaboradores incrivelmente talentosos de ‘The White Lotus’”. Francesca Orsi, vice-presidente executiva de programação da HBO, acrescentou: “Considerando a origem humilde de ‘The White Lotus’ como uma produção pandêmica e contida, é impossível não ficar impressionada com a forma como Mike orquestrou uma das séries mais badaladas e aclamados pela crítica. E, no entanto, ele continuou a alcançar novos patamares na 2ª temporada, que é o testemunho final da visão crua e incomparável de Mike. Sua coragem de explorar as águas desconhecidas da psique humana, combinada com seu humor irreverente e estilo de direção dinâmico, nos faz sonhar com mais dias de férias no resort que adoramos. Não poderíamos estar mais entusiasmados por ter a chance de colaborar em uma 3ª temporada juntos.” Ainda não há previsão para a estreia do terceiro ano. Veja abaixo o trailer da 2ª temporada, que será concluída em 11 de dezembro na HBO Max.

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  • Etc,  TV

    José de Abreu diz que radicalismo de Cassia Kis é “deficiência psíquica”

    18 de novembro de 2022 /

    O ator José de Abreu voltou a comentar sobre sua relação estremecida com Cassia Kis, após a colega da Globo fazer declarações homofóbicas e passar a frequentar manifestações antidemocráticas. Em uma live promovida pelo canal MyNews nesta sexta (18/11) no YouTube, Abreu afirmou que a intérprete de Cidália em “Travessia” sofre de transtornos “psíquicos” e que se recusa a tomar a medicação. Isto explicaria sua radicalização e a postura que vem adotando na vida pessoal. Relacionadas “Ela tem uma petulância que me parece ser algo psíquico, como se a maneira que ela pensasse fosse a correta. Essa certeza dela revela uma certa deficiência psíquica – o ser humano é feito de dúvidas”, analisou o ator da novela “Mar do Sertão”. “Ela tem uma deficiência, e o terapeuta medicou, mas ela parou com os remédios”, acrescentou. “É complicada a situação da Cassia, ela nunca foi uma pessoa fácil. Nunca fomos amigos, mas eu estive na casa dela”. Vale lembrar que Cassia Kis realmente anunciou em 2009 que sofria de transtorno bipolar. No entanto, alguns anos mais tarde, em 2016, ela voltou atrás e contou que deixara de se medicar porque o diagnóstico médico havia sido equivocado. Abreu revelou ainda que bloqueou Cássia nas redes sociais. “Senti que ela começou a provocar, mandar mensagens agressivas, uma coisa que passou do bolsonarismo. Eu bloqueei, e soube por amigos que estava impossível de conversar com ela.” No início da semana, o ator entrou com processos contra a atriz por conta das falas homofóbicas proferidas no final de outubro numa live da jornalista Leda Nagle. Por meio da advogada Luanda Pires, especialista em Direito Antidiscriminatório, Abreu entrou com uma notícia-crime no Ministério Público Federal e ingressou na Secretária de Justiça de São Paulo, acusando a atriz de cometer o crime de LGBTfobia. Ele também protocolou uma ação cível coletiva, pleiteando uma indenização a ser revertida em favor da comunicade LGBTQIAP+. A ação é movida em conjunto com a psicóloga Paula Dalaio e instituições como Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos) e o Grupo de Advogados Pela Diversidade Sexual e de Gênero. Os processos são motivados por falas que atacam as relações homossexuais e a “ideologia de gênero” (definição bolsonarista para a sexualidade humana) por destruírem as famílias e a “vida humana”. “Não existe mais o homem e a mulher, mas a mulher com mulher e homem com homem, essa ideologia de gênero que já está nas escolas”, disse a atriz. “Eu recebo as imagens de crianças de 6, 7 anos se beijando, duas meninas se beijando, onde há um espaço chamado beijódromo”, ela disse na live de Leda Nagle, no melhor estilo “kit gay” (famosa fake news bolsonarista da eleição presidencial passada). Segundo Cássia, quando há uma relação entre duas pessoas de sexo igual há uma “destruição à vida humana”. “O que está por trás disso? Destruir a família. Destruir a vida humana, na verdade, porque onde eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não dá filho. Como a gente vai fazer?”, questionou. Ela também criticou a adoção de crianças por casais homossexuais, porque elas são geradas apenas pelo “útero de uma mulher”. José de Abreu tem uma filha transexual, Bia.

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  • Etc

    Abaixo-assinado junta 25 mil contra Mario Frias na Cultura de São Paulo

    18 de novembro de 2022 /

    A perspectiva de o bolsonarismo se instalar em São Paulo com a vitória de Tarcísio de Freitas no governo estadual mobilizou diversos artistas e trabalhadores do segmento cultural a protestar contra a possibilidade de Mario Frias assumir a Secretaria de Cultura. “Não queremos o Mario Frias na cultura de São Paulo”, diz o título do abaixo-assinado criado na tarde de quinta-feira (17/11), que em poucas horas juntou cerca de 25 mil assinaturas na plataforma change.org ( https://www.change.org/p/não-queremos-o-mario-frias-na-cultura-de-são-paulo). O ex-ator e ex-secretário especial da Cultura do governo Bolsonaro tem sido cotado para assumir uma das secretarias de Cultura mais importantes do país, nas mãos do governador eleito Tarcísio de Freitas. “Os trabalhadores da Cultura dizem não ao nome de Mario Frias para comandar a Secretaria de Cultura no Estado de São Paulo!”, explicita o texto do manifesto. “Isso seria uma desgraça para a Cultura Paulista. Mario Frias não é respeitado na área cultural e trará para o estado a política de destruição do setor implementada por Jair Bolsonaro. Mario Frias não pode assumir este importante cargo no Estado de São Paulo!”, completa o abaixo-assinado. Responsável pela destruição de políticas culturais, mutilação da Lei Rouanet e por fazer campanha declarada contra subsídios para artistas, como a Lei Paulo Gustavo e a Lei Aldir Blanc, a passagem de Frias pelo governo Bolsonaro também foi marcada por bate-bocas e viagens mal explicadas para os EUA com custos bancados pelos contribuintes. Além disso, ele fez uma live para insinuar que o ator Paulo Gustavo não morreu de Covid e disse no Twitter que o historiador pernambucano Jones Manoel, um homem negro com cabelo em estilo black power, tinha que tomar “um bom banho”.

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  • Música

    Filmes: 10 estreias para o cinema em casa

    18 de novembro de 2022 /

    A programação de estreias digitais da semana vai do terror extremo à fantasia infantil de Natal, incluindo também produções nacionais importantes, como o candidato do Brasil ao Oscar 2023 e um documentário sobre o mais famoso grupo de rap do país. Confira abaixo as 10 principais estreias para aproveitar em casa.   | X – A MARCA DA MORTE | VOD*   Um dos terrores mais elogiados do ano, o filme do diretor Ti West (“Cabana do Inferno 2”) atingiu 95% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. Fez tanto sucesso que já ganhou um prólogo (ainda inédito no Brasil) e tem um continuação confirmada. O “X” do título se refere à classificação americana para filmes proibidos para menores. Passado nos anos 1970, o longa acompanha a equipe de um filme adulto, que aluga uma casa de um casal de velhinhos no interior do Texas para usar como cenário de uma nova produção. Só que os velhinhos não são inocentes e a locação se revela uma armadilha, que transforma a produção do pornô num terror slasher sanguinário, com direito a ataques de crocodilos e assassinatos sádicos. O elenco destaca Mia Goth (“Ninfomaníaca”) em papel duplo (como porn star e velhinha decrépita), Jenna Ortega (“Pânico”), Martin Henderson (“Virgin River”), Brittany Snow (“A Escolha Perfeita”), Owen Campbell (“A Mulher Invisível”), Stephen Ure (“Máquinas Mortais”) e Scott Mescudi (mais conhecido como o rapper Kid Cudi, visto em “Não Olhe para Cima”).   | VOCÊ NÃO ESTARÁ SÓ | VOD*   O terror fantasioso e envolvente de Goran Stolevski (da série australiana “Nowhere Boys”) explora lendas de seu país natal. A trama se passa numa aldeia isolada nas montanhas da Macedônia do século 19, quando uma criança é sequestrada e criada por uma bruxa, crescendo totalmente isolada e transformada numa criatura sombria. Ao se perceber abandonada, a jovem tenta se reconectar com a família perdida, mas a bruxa observa tudo à distância, com raiva e desejo de vingança. Premiado em dois dos principais festivais de filmes fantásticos, Sitges, na Espanha, e Bucheon, na Coreia do Sul, a obra agradou a crítica em cheio, com 92% no Rotten Tomatoes, mas há quem a considere artística demais para o gênero. O elenco destaca a sueca Noomi Rapace (“Prometheus”) e a australiana Alice Englert (“Ratched”).   | TERRIFIER | AMAZON PRIME VIDEO   O primeiro “Terrifier” – cuja sequência causou desmaios nos cinemas dos EUA – chegou de surpresa ao streaming. Lançado em 2016, o slasher é uma produção independente, escrita, produzida e dirigida por Damien Leone, que traz basicamente garotas sendo torturadas e fatiadas por um palhaço sádico. A trama se passa na noite de Halloween, quanto três jovens têm um encontro inesperado com Art, o Palhaço (David Howard Thornton). Curiosamente, esta não foi a primeira aparição de Art. Ele surgiu num curta de 2008, “The 9th Circle”, retornou em outro curta de 2011, também chamado “Terrifier”, e ainda apareceu na antologia “All Hallows’ Eve” (2013), sempre dirigido por Leone. Cenas desses filmes foram aproveitadas em “Terrifier” (ou “Aterrorizante”, fora do streaming no Brasil). Para completar, o palhaço assassino está de volta na continuação, que é ainda mais violenta e tem lançamento marcado para 29 de dezembro nos cinemas brasileiros.   | O MILAGRE | NETFLIX   O drama sobrenatural, que destaca nova performance arrebatadora de Florence Pugh (“Viúva Negra”), passa-se na Irlanda no ano de 1859, e acompanha uma enfermeira (personagem de Pugh) e uma freira (Josie Walker, de “Belfast”) levadas a uma pequena vila para observar uma menina que supostamente sobrevive há meses sem comer. Segundo a jovem, sua alimentação é fornecida diretamente por Deus. Elas devem determinar se o caso é milagre ou farsa. Baseado no romance homônimo de Emma Donoghue, o filme tem direção do chileno Sebastián Lelio (“Uma Mulher Fantástica”), que também escreveu o roteiro em parceria com Alice Birch (“Normal People”). Muito aplaudido no circuito dos festivais, chega na Netflix com 84% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes.   | DESENCANTADA | DISNEY+   A aguardada sequência de “Encantada” (2007) volta a trazer Amy Adams no papel da Princesa Giselle. Pra quem não lembra, a comédia original foi uma sátira divertida e bem-sucedida aos desenhos animados musicais de princesas da Disney, mostrando o duro choque de realidade sofrido por uma dessas princesas ao emergir na moderna cidade de Nova York nos dias atuais. Giselle perde o rumo ao conhecer a vida desencantada das pessoas normais, mas descobre a felicidade com um viúvo nova-iorquino comum (Patrick Dempsey), mesmo com o Príncipe Encantado (James Marsden) vindo em seu resgate. A sequência encontra o casal do filme original após o final feliz, que não dura para sempre, pois Giselle sente falta de seu reino encantado e deseja que tudo em sua vida volte a se tornar mágico. Mas quando esse desejo se materializa, o resultado não é o esperado, já que, ao transformar sua vida num conto de fadas, ela se descobre a madrasta malvada da filha adolescente do personagem de Dempsey, assumindo a personalidade de uma Rainha Má das fábulas. O cineasta Adam Shankman (“Rock of Ages: O Filme”) é responsável pela direção do novo longa, que ainda destaca Maya Rudolph (“Fortuna”), Oscar Nuñez (“Professor Iglesias”), Jayma Mays (“Glee”), Idina Menzel (“Cinderela”), Yvette Nicole Brown (“Community”) e a jovem Gabriella Baldacchino (“Ask for Jane”) no elenco.   | SPIRITED | APPLE TV+   A comédia musical satiriza o clássico “Um Conto de Natal” de Charles Dickens, trazendo Ryan Reynolds (o “Deadpool”) como um Scrooge moderno, que não liga para o Natal, e Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) como um espírito tentando lhe dar uma lição de vida. O problema é que o personagem de Reynolds conhece a história de cor e se recusa a cooperar, enquanto Ferrell se esforça para não ser derrotado, tentando conduzi-lo por uma jornada transformadora com coreografias de musical da Broadway. O filme tem roteiro e direção de Sean Anders e John Morris, responsáveis pela comédia “Pai em Dose Dupla” e sua continuação, ambas estreladas por Ferrell.   | UMA HISTÓRIA DE NATAL NATALINA | HBO MAX   Esta comédia natalina é continuação do clássico infantil “Uma História de Natal”, de 1983. Para quem não lembra, a famosa Sessão da Tarde se passava na década de 1940 e acompanhava um garoto obcecado em convencer a todos que uma arma de ar comprimido era o presente de Natal perfeito. O novo filme acontece em 1970, com Ralphie levando mulher e filhos para uma visita a sua antiga casa de infância. O personagem é vivido pelo mesmíssimo ator. Peter Billingsley tinha 12 anos quando o filme original foi lançado e atualmente tem 50. Na trama, ele é convencido por sua mãe a realizar um Natal grandioso e a promessa o faz valorizar os esforços de seu falecido pai, que fazia parecer tão fácil organizar a festa, além de reviver alguns dos mesmos problemas de sua noite feliz de 40 anos atrás. O próprio Billingsley concebeu a história da continuação, que teve seu roteiro final escrito por Nick Schenk (parceiro de Clint Eastwood em “Gran Torino” e “A Mula”) e dirigido por Clay Kaytis (“Angry Birds: O Filme”).   | TERRA DOS SONHOS | NETFLIX   A fantasia estrelada por Jason Momoa (“Aquaman”) é baseada na obra-prima “Little Nemo in Slumberland”, de Winsor McKay, quadrinhos revolucionários lançados em 1905 que continuam influentes até hoje. Mas toma muitas liberdades com a concepção original, a começar pela mudança de sexo de Little Nemo, que deixa de ser um garoto com sonhos febris para virar uma menina (Marlow Barkley, de “Single Parents”) em jornada pelo continente onírico. Mesmo com grande orçamento para materializar a Terra dos Sonhos com muitos efeitos especiais, o filme não chega aos pés dos quadrinhos. Carece de referências mínimas, vislumbradas em alguns momentos de surrealismo, e até de vínculo com a história original. Enquanto Nemo buscava o Reino de Morfeu para brincar com sua filha, no filme sua versão feminina se refugia nos sonhos com saudades do pai falecido (Kyle Chandler, de “Godzilla vs Kong”). Até o personagem de Momoa é completamente distinto. McKay desenhava Flip como um palhaço maníaco e fumador de charuto, sempre disposto a perturbar Nemo com o objetivo de acordá-lo. No filme, ele vira um falastrão com cornos de bode. Todas essas mudanças foram rejeitadas pela crítica, que considerou o filme dirigido por Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: A Esperança”) medíocre – 50% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | MARTE UM | VOD*   Grande vencedor do Festival de Gramado e candidato brasileiro a uma vaga no Oscar 2023, o filme de Gabriel Martins (“Temporada”) acompanha uma família de periferia que tenta viver seus sonhos. Enquanto a mãe comemora mais trabalhos de faxina, o filho mais novo revela seu desejo de deixar de jogar futebol para virar astrofísico e ir à Marte. Rejane Faria (“Segunda Chamada”) e Carlos Francisco (“Bacurau”) vivem os pais. “Marte Um” também foi exibido no Festival de Sundance, nos EUA, onde encantou a crítica americana e atingiu 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | RACIONAIS: DAS RUAS DE SÃO PAULO PRO MUNDO | NETFLIX   O documentário traz depoimentos e imagens históricas da carreira dos rappers paulistas, traçando a origem e a ascensão do grupo formado por Mano Brown, KL Jay, Ice Blue e Edi Rock. Além de cobrir toda sua trajetória de três décadas, a produção aborda o impacto e o legado dos artistas desde os primeiros shows nas quebradas de São Paulo – há imagens de uma performance fantástica em cima de uma laje – , apresentações polêmicas como da Virada Cultural de 2007, até os dias de hoje. Mas como sugere o título, o filme dirigido por Juliana Vicente (“Cidade Correria”) também fala das ruas, da periferia do Capão Redondo e da Vila Mazzei, bairros dos extremos paulistanos, que raramente ganham espaço no audiovisual brasileiro. Zonas de guerra, com marcas de balas e cadáveres, descritas em clássicos da música racional, devidamente celebrados nessa obra. E ainda há olhares femininos, de mães e esposas, que acompanharam a luta dos rappers para sobreviverem no inferno, como dizia o famoso álbum de 1997. Obrigatório para fãs do grupo e do rap em geral. * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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  • Série

    Séries: 10 lançamentos para a maratona de fim de semana

    18 de novembro de 2022 /

    A semana marca a volta de várias séries populares ao streaming. Mas, apesar disso, a grande expectativa é causada pela estreia de uma nova atração misteriosa dos criadores de “Dark”. Entre os destaques da programação, também há suspenses adolescentes, comédia sombria, drama de época, animação adulta, hip-hop e até Papai Noel. Confira abaixo 10 opções para maratonar no sofá.   | 1899 | NETFLIX   A nova série de terror dos criadores de “Dark” é basicamente “Lost” no “Titanic”. Tudo se passa durante uma viagem transatlântica do fim do século 19, que sofre um desvio para realizar o salvamento de outra embarcação. Mas ao chegar no suposto naufrágio, situações sobrenaturais começam a se manifestar, assombrando passageiros e a tripulação no oceano sombrio. Segundo a mesma lógica labiríntica de “Dark”, os produtores e roteiristas alemães Baran Bo Odar e Jantje Friese acrescentam cada vez mais perguntas conforme os episódios se desenvolvem, sem responder à maioria e encerrando a temporada num gancho para uma futura resolução. Como prova do prestígio conquistado pelos produtores com sua série anterior, o elenco reúne uma impressionante coleção de talentos internacionais, com destaque para os britânicos Emily Beecham (Melhor Atriz em Cannes pelo terror biológico “Little Joe”), Aneurin Barnard (“Dunkirk”) e Rosalie Craig (“Truth Seekers”), o português José Pimentão (da série da Amazon “Filhas da Lei”), o franco-camaronês Yann Gael (“Loro”), a francesa Mathilde Ollivier (“Operação Overlord”), o alemão Andreas Pietschmann (de “Dark”), o espanhol Miguel Bernardeau (“Elite”), o polonês Maciej Musial (“The Witcher”) e os dinamarqueses Lucas Lynggaard Tønnesen, Clara Rosager (ambos de “The Rain”) e Maria Erwolter (“O Ritual”), além da chinesa estreante Isabella Wei.   | DISQUE AMIGA PARA MATAR 3 | NETFLIX   O final da atração, que pode marcar a despedida de Christina Applegate (“Up All Night”) das séries, traz a atriz como Jen, uma viúva aparentemente certinha, mas com problemas de gerenciamento de raiva. Depois que seu marido morre em um acidente, ela desenvolve uma amizade com Judy (Cardellini), uma mulher de espírito livre que conheceu num grupo de apoio. Mas quando se tornam amigas improváveis, Judy revela um grande segredo. James Marsden (“Westworld”) também fez parte do elenco nas duas primeiras temporadas, até ter um destino trágico, que acaba envolvendo as duas amigas numa investigação do FBI. Agora, elas tentam fazer de tudo para evitar serem presas. A 3ª temporada ainda mostra como a produção incorporou os problemas de saúde de Applegate à trama, usando um acidente de carro para explicar suas dificuldades para se locomover e o visível aumento de peso. A atriz foi diagnosticada com esclerose múltipla e fez um grande esforço para completar as gravações. “Disque Amiga Para Matar” ainda voltou a reuni-la com o comediante Will Ferrell e o cineasta Adam McKay, que foram, respectivamente, seu coprotagonista e diretor na comédia de cinema “O Âncora” (2004). Os dois produzem a comédia, que foi criada por Liz Feldman (“Duas Garotas em Apuros”).   | ELITE 6 | NETFLIX   O novo ano escolar em Las Encinas começa tentando encobrir os desastres e tragédias do passado recente. Mas os problemas nas suas salas de aula são sistêmicos: racismo, sexismo, abuso doméstico e LGBTfobia, entre outros temas polêmicos, que são abordados nos novos capítulos. A série perdeu vários integrantes do elenco nos últimos dois anos – a maioria dos personagens originais se formou, mas também houve morte. As mais recentes baixas são Samuel (Itzan Escamilla), Omar (Omar Ayuso), Rebeka (Claudia Salas) e Cayetana (Georgina Amorós). Por isso, o elenco foi reforçado. O principal destaque é Ana Bokesa (“La que se Avecina”), primeira atriz negra da atração em cinco anos. Anteriormente, a série de adolescentes brancos chegou a trazer Sergio Momo (Yeray) e Leïti Sène (Malik), mas os primeiros atores negros, que surgiram na 3ª temporada, foram rapidamente dispensados, sem retornar mais. Outras novidades incluem Carmen Arrufat (“Todos Mentem”), Álvaro de Juana (“HIT”), Ander Puig (“Ser o No Ser”), Álex Pastrana (“Bem-Vindo ao Éden”) e a estreante Ana Bokesa. Eles se juntam aos “novatos” do quinto ano, como o brasileiro André Lamoglia (“Juacas”) e a argentina Valentina Zenere (“Sou Luna”).   | A VIDA SEXUAL DAS UNIVERSITÁRIAS 2 | HBO MAX   Criada por Mindy Kaling (“Projeto Mindy” e “Eu Nunca…”) em parceria com o roteirista Justin Noble (“Brooklyn Nine-Nine”), a série gira em torno de quatro colegas de quarto, que passam a conviver em meio à tensão sexual e situações constrangedoras da faculdade. Nos novos episódios, as garotas estão cada vez mais amigas e animadas em meio a festas, vizinhos descamisados e até strippers masculinos. O elenco central destaca as atrizes Pauline Chalamet (a irmã de Timothée Chalamet), Amrit Kaur, Renée Rapp e Alyah Chanelle Scott. Sem experiências prévias, elas se tornaram rapidamente conhecidas com a atração, que atingiu 96% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes.   | UM DE NÓS ESTÁ MENTINDO 2 | NETFLIX   A primeira produção em inglês do criador de “Elite”, Darío Madrona, é uma adaptação do best-seller homônimo de Karen M. McManus sobre um grupo de estudantes suspeitos de homicídio. O suspense começa com cinco estudantes passando juntos uma tarde de detenção em sua escola – como no clássico “O Clube dos Cinco” (1985). No entanto, no fim do dia, um deles está morto e os investigadores policiais acreditam que a morte não foi acidental. Juntando-se para resolver o crime e se livrarem das suspeitas, eles acabam descobrindo o responsável, que termina a 1ª temporada assassinado, deixando a culpa por uma morte de verdade em suas consciências. Na 2ª temporada, eles tentam manter as aparências, mas quando “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” encontra “Pretty Little Liars”, começam a receber mensagens ameaçadoras no celular ameaçando expor seus segredos. O jovem elenco inclui Annalisa Cochrane (“Cobra Kai”), Marianly Tejada (“The Purge”), Chibuikem Uche (“A Guerra do Amanhã”) e Cooper van Grootel (“Mystery Road”),   | LE MONDE DE DEMAIN | NETFLIX   A minissérie dramática conta a história da chegada do hip-hop na França e a formação da famosa banda de rap francesa NTM, fazendo um retrato da cena musical e da vida no país europeu nos anos 1980. A criação é de David Elkaim, Vicente Poymiro (ambos da minissérie “Desaparecido para Sempre”) e Hélier Cisterne (“Vandal”).   | RIVERDALE 6 | NETFLIX   A 6ª temporada marca uma guinada bizarra em “Riverdale”. Após vários flertes, a série finalmente abraçou o sobrenatural, com direito a participações do diabo, de la llorona e da bruxinha Sabrina Spellman (Kiernan Shipka), num crossover com “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Mas isso é apenas o aperitivo de uma narrativa de proporções apocalípticas, que culmina na aparição de super-heróis e na descoberta do metaverso. Absolutamente estranha no multiverso da loucura, esta é também uma das temporadas mais criativas e divertidas da série baseada nos quadrinhos da Archie Comics.   | MEU PAPAI (AINDA) É NOEL | DISNEY+   Depois de virar trilogia, o clássico natalino “Meu Papai é Noel” (1994) vira série. Assim como nos filmes, a produção é estrelada por Tim Allen na pele de Scott Calvin, um homem que se vê obrigado a assumir o posto de Papai Noel após causar um acidente com o Bom Velhinho real. Devia ser um arranjo provisório, mas, como mostraram as continuações, a substituição acabou valendo para todos os Natais. Só que agora ele quer se aposentar e parte em busca de um substituto para, finalmente, após quase 30 anos, passar um Natal inteiro com a família. Claro que o plano dá errado, especialmente devido às piadas divisivas escritas por Jack Burditt, criador da sitcom “Last Man Standing”, que também foi estrelada por Tim Allen. Allen é um conservador assumido, assim como Burditt, e a série tende a mostrar um Papai Noel que, apesar de totalmente vermelho, prefere sempre curvas à direita da realidade.   | MASTERS OF SEX | PARAMOUNT+   A série sobre os pioneiros da pesquisa sexual científica estreia completa em streaming, com as quatro temporadas produzidas de 2013 a 2016. Desenvolvida por Michelle Ashford (“O Soldado que Não Existiu”), traz Michael Sheen (“Belas Maldições”) e Lizzy Caplan (“Castle Rock”) como William Masters e Virginia Johnson, o casal que organizou secretamente uma revolucionária pesquisa sobre comportamento sexual entre os anos 1950 e 1960 – foram eles os terapeutas que identificaram os quatro estágios do ato sexual e desmistificaram muitas informações equivocadas sobre o orgasmo feminino. Com uma recriação primorosa de época, a trama vai dos comportados anos 1950 aos descabelados 1970, impressionando com figurino, cenografia, fotografia e também por uma coleção de cineastas renomados atrás de suas câmeras. Para dar ideia, a lista de diretores que assina os episódios inclui, entre outros, John Madden (“Shakespeare Apaixonado”), Michael Apted (“007 – O Mundo Não é o Bastante”), Miguel Sapochnik (“Game of Thrones”), Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”) e Karyn Kusama (“Garota Infernal”).   | DEPARTAMENTO DE CONSPIRAÇÕES 2 | NETFLIX   A nova série animada de Alex Hirsch, criador de “Gravity Falls”, acompanha o trabalho da Cognito, uma divisão do Departamento de Conspirações dos EUA formada pelos poucos humanos que sabem que alienígenas reptilianos existem, mas o pouso na lua foi fake. Liderada por Reagan Ridley, uma cientista antissocial que precisa lutar contra seu desejo de dominar o mundo, a Cognito se dedica a manter a verdade secreta e… incognita. Na 2ª temporada, Reagan tem pela frente um conflito incontornável contra seu maior inimigo: seu pai Randy Ridley, que assumiu o controle da Cognito e, ao contrário dela, não luta contra seu desejo de dominar o mundo. O elenco de dubladores é liderado por Lizzy Caplan (“Masters of Sex”) como Reagan, Christian Slater (“Mr. Robot”) como seu pai, e também inclui Clark Duke (“Greek”), Tisha Campbell (“Dr. Ken”), Chris Diamantopoulos (“Made for Love”) e Brett Gelman (“Stranger Things”).

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  • Música

    Liniker faz História no Grammy Latino 2022

    18 de novembro de 2022 /

    A premiação do Grammy Latino 2022, que aconteceu na noite de quinta (17/11) em Las Vegas, marcou uma vitória histórica de Liniker, que se tornou a primeira artista transgênero brasileira a vencer o prêmio. A cantora e atriz de 27 anos, estrela da série “Manhãs de Setembro”, conquistou a categoria de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira com “Indigo Borboleta Anil”. Em seu discurso, Liniker chamou atenção para o feito: “Olá. Eu sou a Liniker, sou uma cantora, compositora e atriz brasileira e hoje algo histórico acontece na história do meu país. É a primeira vez que um artista transgênero ganha um Grammy”. “Muito obrigada a toda a minha equipe, que está comigo desde o início, sonhando comigo. Obrigada a meus produtores, a todas as compositoras que trabalharam comigo nesse álbum. Estou muito feliz. Muito obrigada”, finalizou. Vários outros artistas brasileiros foram premiados no evento, entre eles Ludmilla, Alceu Valença, Erasmo Carlos, Marisa Monte e Chitãozinho & Xororó. Mas Anitta, que concorria com “Evolver”, passou em branco. As estatuetas de Melhor Canção e Melhor Gravação ficaram com a parceria entre o uruguaio Jorge Drexler e o espanhol C. Tangana na música “Tocarte” Outros destaques internacionais foram o astro do reggaeton porto-riquenho Bad Bunny, com quatro vitórias, e a espanhola Rosalía, que levou o prêmio de Álbum do Ano por “Motomami”. Além disso, o Grammy prestou uma homenagem a Gal Costa, falecida na semana passada, com a participação de Anitta e dedicação da cerimônia à artista brasileira. Com imagens da cantora exibidas no telão da cerimônia e ao som de “Chuva de Prata”, Anitta declarou: “Há poucos dias nos deixou uma figura icônica. Divertida, única e infinitamente talentosa. Você vai fazer muita falta e esse show é para você. Vamos te homenagear com mais músicas. Gal, nunca vamos te esquecer”. A brasileira estava acompanhada pela mexicana Thalía, que relembrou o Prêmio pelo Conjunto da Obra recebido por Gal Costa no Grammy Latino de 2011. Confira abaixo o discurso de Liniker, a homenagem a Gal e a lista dos vencedores do Grammy Latino 2022. Parabéns! @Liniker Melhor Álbum de Música Popular Brasileira 🎶👏👏👏 #LatinGRAMMY pic.twitter.com/pgaHqoK0yS — The Latin Recording Academy / Latin GRAMMYs (@LatinGRAMMYs) November 17, 2022 Anitta homenageando Gal Costa no #LatinGRAMMYs pic.twitter.com/tpOiMMao2n — Anitta Media Lives | Fan Account (@anittamedialive) November 18, 2022 Gravação do Ano “Tocarte” – Jorge Drexler & C. Tangana Canção do Ano “Tocarte” – Jorge Drexler & C. Tangana Álbum do Ano “Motomami” – Rosalía Melhor Artista Revelação Angela Alvarez e Silvana Estrada (empate) Melhor Canção Pop “La Guerrilla de la Concordia” – Jorge Drexler “Tacones Rojos” – Sebastián Yatra Melhor Fusão/Interpretação Urbana “Titi Me Pregunto” – Bad Bunny Melhor Interpretação Reggaeton “Yonaguni” – Bad Bunny Melhor Canção Urbana “Titi Me Pregunto” – Bad Bunny Melhor Canção Rap/Hip Hop “De Museo” – Bad Bunny Melhor Álbum Instrumental “Maxixe Samba Groove” – Hamilton de Holanda Melhor Álbum de Música Cristã (Língua Portuguesa) “Laboratório do Groove” – Eli Soares Melhor Álbum de Pop Contemporâneo (Língua Portuguesa) “Sim Sim Sim” – Bala Desejo Melhor Álbum de Rock ou Música Alternativa (Língua Portuguesa) “O Futuro Pertence À… Jovem Guarda” – Erasmo Carlos Melhor Álbum de Samba ou Pagode “Numanice 2” – Ludmilla Melhor Álbum de Música Popular Brasileira “Índigo Borboleta Anil” – Liniker Melhor Álbum de Música Sertaneja “Chitãozinho & Xororó: Legado” – Chitãozinho e Xororó Melhor Canção (Língua Portuguesa) “Vento Sardo” – Marisa Monte e Jorge Drexler Melhor Álbum de Rock (Língua Espanhola) “Unas Vacaciones Raras” – Él Mato A Un Policía Motorizado Melhor Canção de Rock (Língua Espanhola) “Lo Mejor de Nuestras Vidas” – Fito Paez Melhor Álbum Pop/Rock (Língua Espanhola) “Los Años Salvajes” – Fito Paez Melhor Álbum de Raízes em Língua Portuguesa “Senhora Estrada” – Alceu Valença Melhor Canção Pop/Rock (Língua Espanhola) “Babel” – Fito Páez e Carlos Vives Melhor Álbum de Música Alternativa “Motomami” – Rosalía Melhor Canção Alternativa (Língua Espanhola) “El Día Que Estrenaste El Mundo” – Jorge Drexler Melhor Canção Tropical “Mala” – Marc Anthony Melhor Álbum Pop Vocal “Dharma” – Sebastian Yatra

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