Novo trailer da série Barry traz Bill Hader como assassino profissional/ator amador
A HBO divulgou mais um trailer de “Barry”, primeira série de comédia estrelada por Bill Hader depois de oito temporadas no programa humorístico “Saturday Night Live”. Em “Barry”, ele viverá um ex-militar que trabalha como assassino de aluguel no Meio-Oeste americano. Bem sucedido, mas não apaixonado por sua linha de trabalho, ele descobre que pode ser bom em outra coisa ao viajar até Los Angeles para um “serviço”. Ao seguir seu alvo, ele acaba se deparando com a comunidade de teatro amador da cidade. E passa a crer que atuar é sua verdadeira vocação. Desde que saiu de “Saturday Night Live” há três anos, Hader trabalhou principalmente como dublador – nas animações “Divertida Mente”, “Procurando Dory”, “Angry Birds: O Filme” e na aventura “Power Rangers” (voz original de Alpha 5). Ele criou “Barry” em parceria com Alec Berg, produtor do sitcom “Silicon Valley”, e fará sua estreia como diretor no comando de alguns episódios. O elenco também inclui Henry Winkler (o eterno Fonzie de “Happy Days”), Stephen Root (“Corra!”), Sarah Goldberg (“Um Golpe Perfeito”), Anthony Carrigan (Victor Zsasz em “Gotham”), Glenn Fleshler (série “Billions”) e Paula Newsome (série “No Tomorrow”). A estreia está marcada para 25 de março, inclusive no Brasil.
Al Pacino enfrenta escândalo sexual no trailer cinematográfico de Paterno
A HBO divulgou o segundo e cinematográfico trailer de “Paterno”, filme de temática absolutamente atual, que deve dominar o Emmy 2018. O que levanta a inevitável questão: porque os filmes da HBO são indicados ao Emmy, quando os da Netflix concorrem ao Oscar? A prévia é uma paulada que resume a trama de forma eficiente pela exploração de seus conflitos, tanto de forma íntima quanto em grande escala, ao contar a história real de Joe Paterno, ex-treinador de futebol da Universidade Penn State envolvido num escândalo sexual. Depois de se tornar o treinador mais vitorioso da história do futebol universitário, Paterno foi acusado de ter ignorado as acusações de abuso contra seu assistente Jerry Sandusky, que molestava os jovens. Um relatório concluiu que o treinador e outros funcionários do time estavam cientes das ações de Sandusky, mas optaram por ignorar o fato. As acusações acabaram se tornando públicas e sepultaram as carreiras de todos os envolvidos. O filme traz Al Pacino (“O Poderoso Chefão”) no papel-título e Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como a jornalista que não deixa o caso ser abafado, além de Kathy Baker (série “The Ranch”), Annie Parisse (série “Vynil”), Peter Jacobson (série “Colony”), Benjamin Cook (visto na série “Veep”), John D’Leo (“A Família”) e Nicholas Sadler (“Nunca Diga Seu Nome”). Trata-se do quarto trabalho de Pacino para a HBO, após “Phil Spector” (2013), “Você Não Conhece o Jack” (You Do Not Know Jack, 2010) e a minissérie “Angels in America” (2003), todas baseadas em histórias reais. A direção está a cargo de Barry Levinson, que foi o diretor de “Você Não Conhece o Jack” e do mais recente telefilme do canal, “O Mago das Mentiras” (The Wizard of Lies), estrelado por Robert De Niro. A estreia de “Paterno” vai acontecer em 7 de abril.
Música indicada ao Oscar 2018 vira hino não oficial de protestos nos Estados Unidos
“Stand Up For Something”, composta por Diane Warren e o rapper Common para o filme “Marshall”, e indicada ao Oscar 2018 na categoria de Melhor Canção Original, virou o hino não oficial de diversas manifestações dos últimos meses nos Estados Unidos, e atingiu unanimidade de escolha em eventos contra a violência armada que tomaram conta do país desde 14 de fevereiro, dia em que 17 estudantes foram assassinados numa escola de Ensino Médio da Flórida. A canção, que traz uma mensagem sobre a importância de se defender o que se acredita, tem sido ouvida em vários eventos uma de suas frases, “Você não pode simplesmente falar a conversa, você tem que caminhar a caminhada”, foi adotada como slogan por diversas organizações. Entre as coberturas, eventos e manifestações em que a música ressoou incluem-se CNN Heroes, NAACP Image Awards (premiação de artistas negros), a Gala da Declaração de Direitos da ACLU, a Marcha das Mulheres, e até no programa “Jimmy Kimmel Live”, quando foi dedicada para a defesa dos direitos dos imigrantes. A música será apresentada durante a cerimônia de premiação do Oscar 2018, com interpretação de Common e da cantora Andra Day, que a entoa no filme. Apesar de toda essa repercussão, o filme “Marshall” foi ignorado pelas distribuidoras brasileiras. Assim como outra produção estrelada por ator atro indicada ao Oscar (“Roman J. Israel, Esq.”), não tem previsão de lançamento no Brasil – coincidência? Além do intérprete principal, o diretor também é negro e a trama aborda um caso jurídico real da juventude do primeiro juiz negro da Suprema Corte dos Estados Unidos, quando atuava em defesa de negros acusados de crimes que não cometeram. Vale apontar que o ator principal, Chadwick Boseman, é o mesmo de “Pantera Negra”. Veja abaixo o clipe oficial de “Stand Up For Something”, bastante despojado, com cenas do filme, e a performance de Andra Day, Common e Diana Warren (nos teclados) durante a apresentação na noite de quinte (22/2) no programa de Jimmy Kimmel, o apresentador do Oscar 2018.
Trailer anuncia data de estreia da 3ª temporada de The Expanse
O SyFy divulgou um trailer da 3ª temporada de “The Expanse”, repleto de closes de personagens e foco nos impasses da atração, que é mais cara do canal pago americano. A única novidade do vídeo é a revelação da data de estreia dos novos episódios. “The Expanse” é baseada na franquia de livros “Leviathan Wakes”, escrita por James S.A. Corey, e se passa 200 anos no futuro, quando a Terra vive uma crise política com suas colônias em Marte e no cinturão de asteroides. A situação é agravada pelo ataque a uma nave espacial terrestre, falsamente creditado à Marte, e por um teste com arma biológica num asteroide habitado, ecoando uma conspiração interplanetária que ameaça conduzir a uma guerra entre mundos. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), a série é estrelada por Steven Strait (série “Magic City”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (série “Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Jared Harris (série “Mad Men”) e Chad Coleman (série “The Walking Dead”). Além deles, a 3ª temporada contará ainda com participação recorrente da atriz Elizabeth Mitchell (das séries “Lost” e “Revolution”) num papel descrito, por enquanto, apenas como alguém “que traz uma nova perspectiva espiritual para a série”. Pelos custos elevados, “The Expanse” foi concebida como uma série limitada de 10 episódios. Mas o sucesso obtido, especialmente entre a crítica, animou o Syfy a investir na sua continuação. A 3ª temporada estreia em 11 de abril nos Estados Unidos.
Saoirse Ronan mostra nova atuação arrebatadora em trailer da adaptação do best-seller Na Praia
A distribuidora Bleecker Street divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer do drama de época britânico “On Chesil Beach”, novo filme estrelado por Saoirse Ronan (“Lady Bird”). A prévia tem fotografia belíssima e sugere mais um desempenho arrebatador da atriz, que apesar de ter apenas 23 anos já foi indicada três vezes ao Oscar, inclusive em 2018. Adaptação do best-seller “Na Praia”, de Ian McEwan, a produção marca a segunda vez que Saoirse filma um drama baseado na obra do escritor. A anterior foi “Desejo e Reparação” (2007), que lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar, como Atriz Coadjuvante aos 13 anos de idade. “On Chesil Beach” se passa em 1962 e acompanha Florence, uma jovem e talentosa violinista, que sonha com uma carreira profissional e uma vida perfeita ao lado de Edward, um jovem estudante de História. O livro aborda temas como medo e mostra como os equívocos podem moldar o resto das nossas vidas. Dirigido por Dominic Cooke (minissérie “The Hollow Crown”), o filme ainda inclui no elenco Billy Howle (“Dunkirk”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Adrian Scarborough (série “Crashing”), Emily Watson (“Cavalo de Guerra”) e Samuel West (“O Destino de uma Nação”). A première mundial aconteceu no Festival de Toronto com críticas positivas, e a estreia comercial está marcada para 15 de julho no Reino Unido. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Jesse Eisenberg vai viver o famoso mímico Marcel Marceau em filme de guerra
Conhecido por personagens verborrágicos, Jesse Eisenberg (“Batman vs. Superman”) vai viver em seu próximo filme o maior mímico de todos os tempos, Marcel Marceau. O detalhe é que a trama de “Resistance” vai se passar antes dele calar a boca. A trama, por sinal, vai explorar como o fato de falar bom inglês tornou Marcel Mangel, como ainda era chamado, um importante combatente na luta secreta da resistência francesa contra o nazismo. Escrito e dirigido pelo venezuelano Jonathan Jakubowicz (“Punhos de Aço”), o filme acompanhará a trajetória de Marcel durante a 2ª Guerra Mundial, quando serviu de ligação entre a resistência e o exército aliado e ajudou a resgatar milhares de crianças judias, com a ajuda de sua irmão e sua parceira Emma, papel de Haley Bennett (“Sete Homens e um Destino”), ao mesmo tempo em que perdeu o pai no holocausto. O elenco também inclui o alemão Matthias Schweighoefer (“Operação Valquíria”) como o terrível comandante nazista Klaus Barbie, também conhecido como o Açougueiro de Lyon, pelas táticas de tortura utilizadas contra os rebeldes na França. As gravações de “Resistance” estão previstas para o segundo semestre.
Danny Boyle aceita dirigir o próximo filme de 007… mas só se puder assinar o roteiro
A MGM começou a correr contra o tempo para anunciar o próximo diretor da franquia James Bond. Sam Mendes, que dirigiu os dois últimos filmes, “007 – Operação Skyfall” e “007 Contra Spectre”, já anunciou que não volta. E após ouvir “agora não” de Dennis Villeneuve (“Blade Runner 2049”) e Christopher Nolan (“Dunkirk”), a revista Variety afirmou que o estúdio resolveu apostar em Danny Boyle, vencedor do Oscar 2009 por “Quem Quer Ser um Milionário?”. A especulação ganhou novos detalhes no site Deadline. Ao confirmar que o cineasta sempre mostrou interesse em dirigir o espião mais famoso do cinema, surgiu a notícia de que ele estava desenvolvendo uma trama para uma franquia de espionagem que pretendia lançar mais adiante. Pois essa história pode agora ser revisitada no próximo 007. De acordo com o Deadline, Boyle chamou seu parceiro John Hodge, com quem trabalhou em “Trainspotting – Sem Limites”, para adaptar sua história num roteiro alternativo para o 25º filme do espião James Bond. Assim, o estúdio precisará decidir se aprova esta história “original” para contratar Boyle ou retoma as buscas por outro cineasta, uma vez que ele teria condicionado assumir a direção apenas se puder dirigir seu próprio argumento. Um detalhe importante é que, ainda segundo o Deadline, após ouvir a premissa do cineasta, a MGM teria dado sinal verde e dois meses para a criação do roteiro. Isto significa que a definição só deverá acontecer no final de abril. Vale lembrar que a MGM já tem um roteiro pronto da dupla Neal Purvis e Robert Wade, que escreve para a saga 007 desde “O Mundo Não É o Bastante”, lançado em 1999. Caso feche com Boyle, a produção marcará um reencontro do diretor com o ator Daniel Craig. Responsável pela abertura das Olimpíadas de Londres, Boyle comandou Craig numa cena de paraquedismo em que ele viveu justamente 007 nos jogos olímpicos. Ainda sem título, o próximo 007 deve chegar aos cinemas no dia 8 de novembro de 2019.
Isabelle Huppert será madrasta malvada em sátira erótica de Branca de Neve
A atriz francesa Isabelle Huppert, indicada ao Oscar 2017 por “Elle”, vai viver uma madrasta malvada em “Pure as Snow”, uma sátira erótica contemporânea da célebre fábula encantada da Branca de Neve. O filme será dirigido pela cineasta Anne Fontaine (“Coco Antes de Chanel”) e trará Lou de Laâge (“Respire”) como a jovem protagonista. As duas trabalharam juntas no elogiado filme “Agnus Dei” (2016) – 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A trama vai girar em torno de Claire, uma bela garota que trabalha no hotel do pai, gerido por sua temível madrasta chamada Maud. Mesmo sem querer, a menina provoca ciúmes em Maud, após o novo namorado dela se encantar pela jovem. A vilã decide dar um fim em Claire, que encontra refúgio em uma fazenda com sete belos príncipes. “Anne Fontaine modernizou este conto e deu um tom erótico, refinado e leve para o projeto. Ela também retrata suas personagens femininas de uma forma empoderada e estimulante”, declarou a co-produtora do estúdio Gaumont, Cecile Gaget, ao anunciar o projeto. As filmagens começam em abril, mas ainda não há previsão para o lançamento.
Mudo: Sci-fi do diretor de Warcraft vira produção pior avaliada da história da Netflix
A sci-fi “Mudo” (Mute), mais uma aposta do gênero feita pela Netflix, foi destruída pela crítica norte-americana. Dirigido por Duncan Jones (“Warcraft”), o longa está sendo considerada pior que “Bright”. Na verdade, muitíssimo pior, com apenas 4% de avaliação positiva na média do site Rotten Tomatoes. Trata-se da menor taxa de aprovação de uma produção original da plataforma de streaming. O detalhe é que o nível desce ainda mais quando apenas os chamados “top critics”, dos grandes jornais e revistas, são considerados. Aí, a aprovação cai para redondos 0% no Rotten Tomatoes. Um horror, no pior sentido. “Mudo” se passa no futuro próximo, daqui a 40 anos em Berlim, onde o personagem de Alexander Skarsgård (“A Lenda de Tarzan”), um bartender mudo e ex-amish, procura sua namorada que desapareceu, e nessa jornada acaba se envolvendo com cirurgiões americanos bastante excêntricos. Além de dirigir, Jones escreveu a trama em parceria com Michael Robert Johnson (do igualmente péssimo “Pompéia), e o elenco ainda inclui Paul Rudd (“Homem-Formiga”) de bigode e Justin Theroux (série “The Leftovers”) quase irreconhecível de peruca loira. Veja abaixo o que a crítica está maldizendo sobre o filme, disponibilizado nesta sexta (23/2) na plataforma de streaming. “Os primeiros trailers fizeram o filme parecer um neon-noir que misturava ‘Blade Runner’ e ‘O Quinto Elemento’. Mas, infelizmente, é apenas outro lixo sem frescor numa embalagem reluzente” – Chris Nashawaty, revista Entertainment Weekly “‘Mute’ é uma lição objetiva sobre a necessidade de auto-edição em ficção narrativa. Ao tentar fazer de tudo, o filme acaba sem dize quase nada” – Andy Crump, site The Playlist. “Skarsgård simplesmente ocupa espaço na tela. Se atuar fosse como fazer música, ele é barulho, uma série de sons apenas vagamente relacionados” – Charles Bramesco, jornald The Guardian. “Me pergunto o que Jones está tentando dizer com ‘Mudo’? Não se poderia imaginar que este filme genérico excessivamente congestionado de elementos provenha da mesma mente do elegante e minimalista de ‘Lunar’, que fez um uso muito melhor de tudo que não disse” – Peter Debruge, revista Variety. “Duncan Jones criou a história anos atrás. No entanto, conforme ela cresce e assume temas mais emocionais, ele não encontra o equilíbrio correto entre o sentimental e o insensível” – Kevin Crust, jornal Los Angeles Times. “Com sua chegada na Netflix neste fim de semana, seria recomendável que o serviço de streaming adicionasse mais uma categoria: ‘Caso você literalmente não tenha mais nada para assistir’” – The Wrap, do site TheWrap.
Donald Trump repete 1999 e culpa filmes e games por massacre em nova escola dos EUA
O presidente dos Estados Unidos Donald Trump fez uma viagem sigilosa nesta semana. Ele visitou o massacre da escola de Columbine, em 20 de abril de 1999. E o que aprendeu com esse uso governamental da máquina do tempo secreta foi a desculpa dada na época para as mortes sem sentido de crianças por um colega armado. A culpa foi de “Matrix”. De Hollywood e da indústria de games violentos. De volta a 2018, ele repetiu o que aprendeu de seu passeio pelo passado. 19 anos depois, a culpa pelo massacre de Parkland, na Flórida, em que um ex-estudante fuzilou 17 crianças, foi de “Matrix”. Ops, do filme que estiver em cartaz neste momento. De Hollywood e da indústria de games violentos. “Eu estou ouvindo cada vez mais, de algumas pessoas, que games estão muito violentos, e isso afeta a cabeça das crianças”, disse o presidente à CNN. “E, além dos games, os filmes também”. Esta foi sua resposta ao clamor popular por maior controle na venda de armas nos Estados Unidos. Dizendo que ia ser o presidente que faria algo à respeito da violência crescente que tem causado tantas vítimas nas escolas do país, ele encontrou seu alvo. “Nós precisamos criar um sistema de censura e classificação indicativa [diferente do que está em vigência nos EUA]. Hoje em dia, crianças podem assistir a filmes violentos e sangrentos, desde que eles não tenham sexo. Isso está errado”, declarou ainda. Controle de venda de armas? Não, Trump quer aumentar a quantidade de armas disponíveis para impedir os massacres. Outra de suas propostas visionárias é armar professores. Assim, em vez de massacres cometidos por um único estudante, a ideia é incentivar tiroteios entre várias pessoas numa escola repleta de crianças. A culpa é realmente de Hollywood, por ter feito tantos filmes que glamourizaram o Velho Oeste. E da TV. Por ter transformado Trump num astro de reality show, que agora confunde a realidade com filme violento. Enquanto isso, no país tropical em que a violência supostamente é tão arraigada que levou outro presidente a decidir por intervenção militar em seu principal cartão postal, parlamentares elaboram mudanças na lei para permitir aumentar o arsenal disponível nas ruas. Não é preciso usar a máquina do tempo de Trump para ver o resultado. Quando der errado, já se sabe quem levará a culpa. A única vantagem dessa máquina agora seria acelerar para as eleições de 2018 e mudar logo – e completamente – todo esse jogo político, viciado e previsível. O mais violento de todos.
Jared Leto entra na yakuza em trailer de filme da Netflix
A Netflix divulgou o trailer e o pôster do filme “The Outsider”, estrelado pelo ator Jared Leto (“Blade Runner 2049”) em meio a um elenco de maioria japonesa. E é curioso reparar que até a Netflix segue a mania dos “tradutores” nacionais de transformar títulos específicos em nomes genéricos para o lançamento no Brasil – aqui, o filme virou “Dívida Perigosa”. Um detalhe que costuma ser ignorado pelo próprio serviço de streaming, ao disponibilizar seu acervo. O longa se passa no Japão após a 2ª Guerra Mundial, quando um soldado americano deixa a prisão com a ajuda de seu colega de cela que faz parte da Yakuza. Livre, ele se propõe a ganhar o respeito da máfia japonesa e a pagar sua dívida transitando no perigoso mundo do crime oriental. O elenco inclui Tadanobu Asano (o Hogun da trilogia “Thor”), Kippei Shîna (“Shinobi – A Batalha”), Shioli Kutsuna (“Oh, Lucy!”), Rory Cochrane (“Aliança do Crime”) e Emile Hirsch (“O Grande Herói”) Para completar a miscelânea cultural, “The Outsider” tem direção do dinamarquês Martin Zandvliet, que ficou conhecido quando seu terceiro longa, “Terra de Minas”, foi indicado ao Oscar 2016. A estreia está marcada para 9 de março.
Minissérie de Bryan Cranston baseada no Perigoso Livro para Garotos ganha primeiro trailer
A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Dangerous Book For Boys”, série infantil com temática dramática de superação. A atração é baseada no best-seller “O Perigoso Livro para Garotos” dos irmãos Conn e Hal Iggulden, originalmente um guia prático sobre atividades ao ar livre para meninos, que foi transformado num drama familiar sobre a importância da imaginação fértil das crianças. A trama gira em torno das dificuldades de uma mãe para lidar com a morte do marido e criar seus três filhos que, desde a perda do paí, mergulharam em videogames e celulares, ignorando o mundo. A solução se encontra num livro escrito a mão e repleto de colagens, feito pelo pai dos meninos, que serve de guia para aventuras ao ar livre que ele pretendia compartilhar com eles. Por meio desse livro, o filho mais novo volta a ver o pai e, ao embarcar na diversão, acessa a imaginação necessária para se reconectar com o mundo real. Curiosamente, a Disney tentou transformar o livro dos irmãos Iggulden num filme em 2007, mas o projeto nunca saiu do papel. Assim, o ator Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) conseguiu os direitos em 2014 com o objetivo de fazer uma série. Com seis episódios, “O Perigoso Livro para Garotos” virou um minissérie criada por Cranston e o cineasta Greg Mottola (“Superbad” e “Férias Frustradas de Verão”). O elenco liderado pelo jovem Gabriel Bateman (“Quando as Luzes se Apagam”) ainda inclui Chris Diamantopoulos (“Os Três Patetas”) como o pai, Erinn Hayes (série “Childrens Hospital”) como a mãe, Drew Powell (a versão mirim de Weller na série “Blindspot”) e Kyan Zielinski (do vindouro terror “They Reach”) como os irmãos. “The Dangerous Book for Boys” estreia na plataforma de streaming no dia 30 de março.
Carey Mulligan investiga assassinato no trailer legendado da minissérie Collateral
A Netflix divulgou a versão legendada do trailer de “Collateral”, minissérie britânica que combina investigação policial e temática social, estrelada pela atriz Carey Mulligan (“O Grande Gatsby”). A trama acompanha a detetive Kipe Glaspie (Mulligan), que investiga o assassinato de um entregador de pizzas muçulmano, em busca dos motivos por trás do crime. Um detalhe: o crime foi cometido em frente a casa da ex-mulher de um político influente. A mulher é vivida por Billie Piper e o político por John Simm (que trabalharam em épocas diferentes na série “Doctor Who”). A série foi escrita por David Hare (“O Leitor” e “Negação”) e coproduzida pela rede pública britânica BBC. A estreia no Brasil vai acontecer em 9 de março pelo serviço de streaming, quatro dias após o último episódio ir ao ar no Reino Unido.












