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  • Série

    Produtor revela primeira foto da nova série de Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira

    6 de abril de 2018 /

    O produtor Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, revelou em seu Twitter a primeira foto das gravações da nova série da bruxinha Sabrina. A imagem mostra a atriz Kiernan Shipka (da série “Mad Men”) no papel da aprendiz de feiticeira e Ross Lynch (série “Austin & Ally”) como seu namoradinho Harvey. Na série, Aguirre-Sacasa trabalhará novamente com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). A atração é baseada na nova versão dos quadrinhos da personagem, “Chilling Adventures of Sabrina”, que mostra uma versão dark de Sabrina. Mais “Buffy” que a comédia teen “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira” dos anos 1990, a protagonista lutará para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. O elenco grandioso inclui Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”), Michelle Gomez (série”Doctor Who”), Tati Gabrielle (da série “The 100”) e Bronson Pinchot (“Amor à Queima-Roupa”). Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear no final de 2018. Well, it’s out there. A 1st look at Harvey and Sabrina from the “Chilling Adventures of #Sabrina.” ADORBS, right? pic.twitter.com/9n8cznpv2c — RobertoAguirreSacasa (@WriterRAS) April 4, 2018

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  • Série

    Siren: Série sobre sereias assassinas bate recordes de audiência nos Estados Unidos

    6 de abril de 2018 /

    A estreia de “Siren”, série sobre sereias assassinas, tornou-se a segunda maior audiência da história do canal pago americano Freeform. O lançamento, com a exibição de dois episódios consecutivos, foi assistido por 1,5 milhão de telespectadores em seus três primeiros dias de exibição, na semana passada nos Estados Unidos. A audiência só foi menor que a da estreia de “Shadowhunters” em janeiro de 2016, data que marcou a mudança de identidade do antigo canal ABC Family para Freeform. Ou seja, “Siren” teve a maior audiência do canal em mais de dois anos. Mas quando somadas as plataformas digitais, a série das sereias superou “Shadowhunters”, atingindo um total de 4,3 milhões de telespectadores em três dias. Para completar, “Siren” liderou a audiência ao vivo da TV paga americana entre o público feminino e foi a série mais comentada nas redes sociais no dia de sua estreia. A trama se passa em Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Quando a chegada de uma garota misteriosa prova que este folclore tem fundo verdadeiro, fica claro que as sereias são predadores que retornam para reclamar seu lugar de direito. A série é estrelada por Alex Roe (“A 5ª Onda”) como Ben, um jovem biólogo marinho que se vê atraído por Ryn, a nova garota misteriosa da cidade, interpretada por Eline Powell. Como curiosidade, a atriz também viveu uma sereia no filme “Rei Arthur: A Lenda da Espada”. O elenco ainda inclui Sibongile Mlambo (série “Black Sails”), Ian Verdun (visto na série “Lucifer”), Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”) e Fola Evans-Akingbola (série “Death in Paradise”), além de Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Tammy Gillis (série “Ghost Wars”) em papéis recorrentes.

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  • Filme

    Remake de Fahrenheit 451 com Michael B. Jordan ganha trailer legendado

    6 de abril de 2018 /

    A HBO divulgou um trailer legendado do remake do clássico sci-fi “Fahrenheit 451”. A prévia mostra livros queimando e o trabalho dos bombeiros – que não é o esperado – , com ênfase na doutrinação de crianças sobre a importância de acabar com a cultura. A tensão crescente deságua no começo do questionado do bombeiro vivido por Michael B. Jordan (“Pantera Negra”), que chega a confrontar seu chefe, interpretado por Michael Shannon (“O Homem de Aço”). O destaque é a cena em que Shannon oferece “A Metamorfose”, de Franz Kafka, para Jordan ler, como prova da inutilidade da literatura, numa ironia desconcertante. Baseado na influente trama distópica do escritor Ray Bradbury, originalmente publicada em 1953 – e que já virou um filme cultuado de François Truffaut em 1966 – , “Fahrenheit 451” se passa num futuro totalitário, em que as pessoas sofrem lavagem cerebral de programas de televisão idiotizantes e são proibidas de ler. Nesta sociedade, o trabalho do corpo de bombeiros é um dos mais importantes, responsável por incendiar bibliotecas e qualquer resquício de cultura antiquada. O nome da obra se refere à temperatura (451 em graus fahrenheit) da queima dos livros. Enquanto no filme europeu dos anos 1960 todos os personagens eram brancos, a nova versão segue o bombeiro negro Montag (papel de Jordan), que passa a questionar a motivação dos subversivos para esconder livros. O elenco também inclui Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como Millie, a mulher de Montag, cuja imersão nas mídias sociais e consumismo resultam num casamento distante, e Sofia Boutella (“A Múmia”) como Clarisse, uma apaixonada por literatura que desperta dúvidas no protagonista sobre o seu próprio trabalho. O filme da HBO tem roteiro e direção de Ramin Bahrani (“A Qualquer Preço” e “99 Casas”) e estreia em maio.

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  • Série

    Após fracassar em streaming, Carcereiros vai finalmente estrear na Globo

    6 de abril de 2018 /

    Um ano após vencer o prêmio de Melhor Série Internacional do MIPTV 2017, festival/feira internacional de televisão, em Cannes, “Carcereiros” vai finalmente estrear na Globo. A emissora anunciou nesta sexta (6/4), que a série chega à TV em 26 de abril. Mas ela já estava disponível na plataforma Globo Play desde junho do ano passado, numa experiência para testar o interesse do público por produtos exclusivos de streaming. O resultado do teste, porém, foi decepcionante. Os números disponíveis no próprio aplicativo indicam que os 12 episódios da 1ª temporada foram vistos 849,5 mil vezes, ao todo. O primeiro episódio, o mais popular, teve 192 mil visualizações. Já o último, apenas 45 mil. Isto significa que, de cada quatro espectadores que assistiram à estreia, apenas um viu o desfecho. Sinal de que houve rejeição grande à série ou de que a exibição por streaming não agrada ao público da Globo. Gravada no último trimestre de 2016, “Carcereiros” deveria ter estreado em janeiro de 2017, mas as rebeliões dos presídios da região Norte fizeram com que fosse adiada na ocasião. Como a produção já estava inteiramente gravada, ela foi exibida no MIPTV 2017, na França, onde acabou consagrada. “Carcereiros” adapta o segundo livro da trilogia carcerária de Drauzio Varella, a mesma que rendeu o filme “Carandiru” (2003), de Hector Babenco. A trama é centrada nos conflitos cotidianos de agentes penitenciários. A série é estrelada por Rodrigo Lombardi (novela “Velho Chico”) no papel de Adriano, o carcereiro que tem a responsabilidade de passar o cadeado e controlar todo acesso às celas de um presídio. Colocado diariamente diante de dilemas éticos e morais, ele vive entre muros, grades, armas, ameaças e conflitos – humanos e psicológicos, principalmente. E também encara problemas dentro de sua própria casa. Além de Rodrigo Lombardi, o elenco inclui Aílton Graça (“Até que a Sorte nos Separe 3”), Matheus Nachtergaele (“Trinta”), Chico Díaz (“Em Nome da Lei”), Giovanna Rispoli (novela “Totalmente Demais”) e o rapper Projota, entre outros. A adaptação foi escrita por Marçal Aquino (“Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios”) e Fernando Bonassi (“Carandiru”), e a direção é de José Eduardo Belmonte (“Alemão”) e Fernando Grostein Andrade (“Quebrando o Tabu”). Os roteiristas e Belmonte também trabalharam juntos em “Supermax”. Para se ter ideia de como a abordagem é forte, no primeiro capítulo, intitulado “O Resgate”, explode uma rebelião, enquanto o agente Adriano (papel de Lombardi) é incumbido de levar um preso de um pavilhão para outro. Mas o presidiário só aceita se mudar se levar consigo sua namorada, uma travesti. O que pode não ter agradado aos fãs de seriados é que, nos episódios, as histórias de ficção são intercaladas com trechos de um documentário realizado por Fernando Grostein Andrade e Pedro Bial (“Jorge Mautner: O Filho do Holocausto”), no qual agentes veteranos relembram histórias reais vividas dentro de presídios. Nisto, a produção se aproxima mais de um quadro do “Fantástico” do que de uma série da Netflix. A Globo já encomendou a 2ª temporada da série. Veja o trailer abaixo.

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  • Série

    Elenco de Murphy Brown se reúne na primeira imagem do revival da série clássica

    6 de abril de 2018 /

    O elenco da série clássica “Murphy Brown” já voltou a se encontrar. A atriz Candice Bergen, intérprete da personagem-título, divulgou uma foto do reencontro em seu Instagram. Uma das séries mais premiadas da rede CBS, vencedora de 17 prêmios Emmy, “Murphy Brown” voltará à TV após 20 anos, na onda dos revivals bem sucedidos que tem levantado a audiência da TV americana. Neste ano, os retornos de “Will & Grace” e “Roseanne” surpreenderam ao atrair muito mais público que o esperado – e ambas já foram renovadas para novas temporadas. A série original foi exibida durante dez anos, de 1988 à 1998, acompanhando os bastidores de um telejornal, que tinha como estrela a jornalista celebridade Murphy Brown, uma ex-alcoólatra que se tornou mais ranzinza após passar por reabilitação. Assumidamente liberal, ela considerava o governo Bush seu maior inimigo, e quando não reclamava de tudo, tentava lidar com a família e problemas financeiros. O revival está a cargo da criadora da atração, Diane English, e a produção contará com todo o original, inclusive a estrela Candice Bergen, vencedora de cinco prêmios Emmy de Melhor Atriz de Série de Comédia pelo papel-título. Além de reunir o elenco clássico, a atração contará com a adição do ator Jake McDorman (astro de “Limitless”), que viverá o filho adulto da protagonista. Avery Brown era uma criança no final da série e será reintroduzido como um jornalista que segue os passos de sua mãe e se mostra muito parecido com ela, inclusive no espírito competitivo. Curiosamente, o antigo intérprete do personagem se tornou bastante diferente de McDorman. Era ninguém menos que Haley Joel Osment, que depois do fim da série foi ver gente morta em “O Sexto Sentido” (1999) e hoje em dia aparece gordinho e com indícios de calvície precoce em séries como “Arquivo X” e “Silicon Valley”. Outra novidade do revival será o personagem vivido por Nik Dodani (da série “Atypical”), que terá a responsabilidade de atualizar Murphy e a equipe do telejornal para as mídias sociais do século 21. O ator, inclusive, pode ser visto na foto do elenco, logo atrás de Candice Bergen. Os demais atores na imagem são Faith Ford (Corky Sherwood, na série), Joe Regalbuto (Frank Fontana) e Grant Shaud (Miles Silverberg), que aparecem acompanhados da criadora Diane English. A produção terá 13 episódios, que deverão refletir os dias atuais, com a proliferação das mídias sociais e das notícias falsas (fake news), além do governo de Donald Trump. A previsão de estreia é para o outono (entre setembro e novembro) nos Estados Unidos. MURPHY BROWN…together again. Coming to your neighborhood TV in the fall. Just in time… Uma publicação compartilhada por Candice ? (@bergenbags) em 5 de Abr, 2018 às 9:43 PDT

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  • Série

    Everything Sucks: Série adolescente passada nos anos 1990 é cancelada pela Netflix

    6 de abril de 2018 /

    A Netflix cancelou sua nova série adolescente “Everything Sucks!”, sobre a juventude dos anos 1990. Comparada à cultuada “Freaks and Geeks” (1999), de Judd Apatow, a série não virou frisson, atingindo 69% de aprovação entre a crítica norte-americana. Com o cancelamento, ela ficará sem fim, já que o último episódio termina num cliffhanger – a famosa situação-limite que precisa ser resolvida no próximo capítulo. A série combinava drama e comédia, ao acompanhar adolescentes da época – e seus pais – durante rituais típicos de todas as gerações, como escola, amizades, namoro e sexualidade, com uma novidade do período: a internet. A trama se passava em 1996 em Boring, uma cidade que realmente existe com este nome (Tedioso, em inglês) no Oregon, e girava em torno de um grupo de estudantes do Ensino Médio, que decidiram juntar forças para criar um filme – com os meninos acreditando que assim iam finalmente conquistar algumas garotas. Com muitas referências à cultura pop dos anos 1990, a começar pelo título – nome de um disco da banda punk Descendents, lançado justamente em 1996 – , a série era criação de uma dupla em ascensão no cinema indie americano: o ator e roteirista Ben York Jones (“Newness”) e o diretor e roteirista Michael Mohan (“Save the Date”). O elenco incluía Peyton Kennedy (do terror “Fábula Americana”), Jahi Winston (minissérie “The New Edition Story”), Rio Mangini (série “Bella e os Bulldogs”), Sydney Sweeney (série “The Handmaid’s Tale”), Zachary Ray Sherman (série “90210”) e Patch Darragh (série “The Path”). A 1ª e única temporada foi disponibilizada em 16 de fevereiro.

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  • Filme

    Stephen King elogia Um Lugar Silencioso: “Trabalho extraordinário”

    6 de abril de 2018 /

    O terror “Um Lugar Silencioso” conquistou a crítica americana em sua estreia neste fim de semana, mas um comentário em particular será guardado com especial carinho por John Krasinski, que estrela, escreveu e dirigiu o filme. Ninguém menos que o escritor Stephen King (“It – A Coisa”) foi ao Twitter rasgar elogios à produção. “É um trabalho extraordinário. Atuação maravilhosa, mas a coisa principal é o silêncio, e como faz o alcance da câmera se expandir como poucos filmes conseguiram”, escreveu King. O filme está atualmente com 96% de aprovação da crítica, com apenas seis críticas negativas num total de 167 resenhas, mas atinge 100% entre os críticos que o Rotten Tomatoes considera elite – de jornais e revistas. Em sua avant-première no Festival SXSW, foi aplaudido de pé. O terror é o terceiro filme dirigido por Krasinski, após as comédia indies “Brief Interviews with Hideous Men” (2009) e “Família Hollar” (2016), e marca a primeira vez que ele contracena com sua esposa na vida real, a atriz Emily Blunt (“Sicario”). Os dois vivem os pais de uma família em fuga, que se afasta da civilização para viver no mais completo silêncio, numa fazenda isolada. O motivo do silêncio são criaturas terríveis, que invadiram o planeta e reagem ao menor barulho. Considerado o melhor terror do ano, até este momento, o filme também estreou no Brasil na quinta-feira (5/4) A QUIET PLACE is an extraordinary piece of work. Terrific acting, but the main thing is the SILENCE, and how it makes the camera's eye open wide in a way few movies manage. — Stephen King (@StephenKing) April 6, 2018

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  • Série

    Sandy defende virgindade digital contra a pirataria na Netflix

    6 de abril de 2018 /

    A cantora e atriz Sandy é a estrela de uma nova campanha da Netflix para divulgação de uma de suas produções, que também embute uma mensagem anti-pirataria. Com um tom que parece defender a abstinência sexual e a castidade, evocando o suposto comportamento pudico da época em que Sandy era solteira, o mote da divulgação é “Eu resolvi esperar”, com direito a hashtag. “A gente tem que resistir e esperar a hora certa”, diz Sandy. Mas o suposto teor sexual da mensagem é, na verdade, um alerta contra a pirataria. O vídeo foi feito para divulgar a segunda parte da série espanhola “La Casa de Papel”, que virou frisson nacional. O problema é que os capítulos que chegam agora ao catálogo internacional da Netflix estrearam em outubro na Espanha. A demora para a disponibilização no serviço streaming fez com que muitos fãs assistissem à série por meio ilegais na internet. O vídeo ainda conta com o “relato” de jovens que resistiram à tentação de perder a virgindade digital, diante da possibilidade de pegar “um vírus” e não gozar sua primeira vez com a série da melhor forma possível — o vírus, no caso, seria uma consequência de entrar em sites perigosos de pirataria. “São milhares de pessoas que resolveram não se entregar”, declara Sandy no vídeo. “Quem se resguardou para esse momento vai aproveitar da melhor forma possível, porque tudo tem a sua hora.” Criada por Álex Pina (da também cultuada série sci-fi “El Barco”), “La Casa de Papel” chega nesta sexta (6/4) na Netflix.

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    Chris Pratt dá show de simpatia em vídeos com fãs brasileiros

    6 de abril de 2018 /

    O ator Chris Pratt não demonstrou apenas ser bom de prato em São Paulo, devorando de pastel de feira a feijoada com caipirinha, ele também comprovou sua simpatia ao encontrar fãs e mandar um recado meigo para uma fã-mirim, em vídeos disponibilizados no site da Marvel Brasil. Ao receber mensagem da mãe de uma garotinha chamada Olivia, que pretendia comemorar seus 4 anos com uma festa temática de “Guardiães da Galáxia”, Pratt, que vive o herói Peter Quill, resolveu torná-la “oficialmente” parte do time. “Você é oficialmente um membro dos Guardiões da Galáxia a partir deste exato momento. Se algum dia alguém te questionar, você mostre esse vídeo e diga que Peter Quill disse que você é um membro dos Guardiões da Galáxia. Parabéns!”, disse o astro num dos vídeos feitos no país. Ele também surpreendeu alguns fãs convidados pela Disney para falar de suas expectativas sobre o filme “Vingadores: Guerra Infinita”, aparecendo de surpresa, derretendo corações e conquistando com grande espontaneidade. O estúdio, claro, também disponibilizou isso no YouTube, conforme se pode ver abaixo. Pratt chegou a São Paulo na terça (3/4) e encontrou muito o que fazer na cidade. Além de seu compromisso num evento com fãs – e a imprensa – realizado na noite de quarta, ele treinou MMA com os lutadores Minotouro e Minotauro, foi à Vila Madalena, passeou pelo parque Ibirapuera e frequentou os mais diversos restaurantes, experimentando de churrasco a sushi, sem esquecer dos pratos típicos paulistanos mencionados no começo do texto.

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    Nicole Kidman posta primeira foto de Meryl Streep nas gravações de Big Little Lies

    6 de abril de 2018 /

    A atriz Nicole Kidman postou em sua conta no Instagram a primeira imagem de Meryl Streep no set da série “Big Little Lies”. Na legenda, ela contou que foi seu primeiro dia de gravação com a atriz, que, na 2ª temporada, viverá Mary Louise Wright, mãe do violento Perry Wright (papel de Alexander Skarsgard). Na trama, ela busca respostas sobre o assassinato do filho e se mostrará preocupada com os netos Jax e Max (os gêmeos Nicolas e Cameron Crovetti, também vistos na imagem). Após ganhar oito Emmys e quatro Globos de Ouro, a série do canal pago HBO começou a gravar sua 2ª temporada em março. Kidman é coprodutora da série, junto com a colega Reese Witherspoon e o roteirista David E. Kelley, criador da atração. Os sete próximos capítulos serão dirigidos pela inglesa Andrea Arnold (“Docinho da América”) e novamente escritos por Kelley. Apesar de a 1ª temporada ter contado toda a história do livro homônimo de Liane Moriarty, a autora também ajudou a desenvolver a trama da continuação, que ainda não teve a data de estreia anunciada. First day on the set with Meryl and “my” darling boys! #BigLittleLies Uma publicação compartilhada por Nicole Kidman (@nicolekidman) em 5 de Abr, 2018 às 11:00 PDT

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  • Série

    Benedict Cumberbatch surta no pôster e no novo trailer da minissérie Patrick Melrose

    6 de abril de 2018 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o pôster oficial e um novo trailer da minissérie “Patrick Melrose”, em que Benedict Cumberbatch ensaia o que promete ser uma performance consagradora. Ele surta, ao som de “London Calling”, da banda The Clash, lembrando a infância com um pai marcante – que lhe deixou marcado por traumas. A montagem frenética mistura diferentes fases da vida do personagem, evocando o fato de a minissérie atravessar décadas. “Patrick Melrose” é baseada na coleção de romances de Edward St. Aubyn sobre o personagem-título, um aristocrata que teve uma infância profundamente traumática e que, enquanto luta para superar os danos infligidos por seu pai, precisa decidir se mergulha na vida de playboy escandaloso ou se torna um homem de família. A adaptação transforma cada livro da coleção num episódio diferente, mudando de década a cada capítulo. Serão, ao todo, cinco episódios escritos pelo roteirista David Nicholls (“Um Dia”, “Longe Deste Insensato Mundo”), que chamou Cumberbatch de “o Patrick Melrose perfeito”. Por sinal, o ator já tinha dito, numa entrevista de 2013, que Patrick Melrose era o personagem literário que ele mais gostaria de interpretar. O elenco também inclui Hugo Weaving (“Até o Último Homem”) como o pai de Melrose, Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”) como sua mãe, Anna Madeley (“Na Mira do Chefe”) como sua mulher, além de Allison Williams (“Corra!”), Blythe Danner (“Entrando numa Fria”), Pip Torrens (série “The Crown”), Jessica Raine (série “Call the Midwife”), Prasanna Puwanarajah (série “Doctor Foster”), Holliday Grainger (série “The Borgias”), Indira Varma (série “Game of Thrones”) e Celia Imrie (“O Bebê de Bridget Jones”). A direção é do alemão Edward Berger (série “Deutschland 83”) e a estreia está marcada para 12 de maio nos Estados Unidos.

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    Trailer legendado de A Primeira Noite de Crime mostra como a distopia começou

    6 de abril de 2018 /

    A Universal divulgou fotos, o pôster nacional e o trailer legendado de “A Primeira Noite de Crime”, indicando ter voltado atrás na equivocada titulagem do terceiro filme (“12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição”). A prévia mostra como a tradição distópica de “Uma Noite de Crime” (2013) começou, com a aprovação de uma legislação que libera o crime por 12 horas em todos os Estados Unidos. Diante de protestos pacíficos da população contra a lei do expurgo (tradução literal de “Purge”, o título original da franquia), o governo resolve inserir militares disfarçados de civis para iniciar a matança. “A Primeira Noite de Crime” é o primeiro “Purge” sem direção de James DeMonaco, que comandou todos os anteriores. Ele continua como produtor e roteirista, enquanto a direção ficou a cargo de Gerard McMurray (“O Código do Silêncio”). O elenco inclui Marisa Tomei (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Melonie Diaz (“O Expermimento Belko”), Luna Lauren Velez (série “Dexter”), Mo McRae (série “Pitch”), Patch Darragh (série “The Path”), Y’lan Noel (série “Insecure”), Lex Scott Davis (série “Training Day) e Joivan Wade (série “Doctor Who”). A estreia está marcada para 4 de julho nos Estados Unidos e apenas 23 de agosto no Brasil.

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    Susan Anspach (1942 – 2018)

    6 de abril de 2018 /

    A atriz Susan Anspach morreu em sua casa, em Los Angeles, na segunda-feira (2/4), aos 75 anos de idade por complicações de uma doença arterial coronariana. A notícia foi compartilhada na quinta por seu filho, Caleb Goddard. Estrela efervescente dos anos 1970, Susan Anspach iniciou a carreira no teatro nova-iorquino, participando da montagem original de “Hair”, como a hippie Sheila. Ela estreou no cinema junto com a Nova Hollywood, despontando em dois clássicos contraculturais: “Amor Sem Barreiras” (1970), de Hal Ashby, e principalmente “Cada um Vive como Quer” (1970), de Bob Rafelson, no papel de uma pianista que se envolve com o personagem de Jack Nicholson, embora estivesse noiva do irmão dele. Ela também estrelou “Sonhos de um Sedutor” (1972), de Herbert Ross, como a ex-mulher excêntrica de Woody Allen, e “Amantes em Veneza” (1973), de Paul Mazursky, trocando o marido mulherengo (George Segal) por um músico desempregado (Kris Kristofferson). Após uma passagem por produções televisivas, ela voltou a chamar atenção como uma dona de casa entediada que fuge para acompanhar um bando de ciganos iugoslavos no clássico “Montenegro” (1981), de Dusan Makavayev. Seu currículo também incluiu “O Grande Engano” (1978), com Richard Dreyfuss, “Michael X Michael (1979), com Michael Douglas, “O Diabo e Max Devlin” (1981), com Elliott Gould, e “Back to Back” (1989), com Bill Paxton. Ela ainda fez algumas participações em filmes até 2010, mas sem a mesma projeção. Anspach foi casado com o ator Mark Goddard (o Major Don West, de “Perdidos no Espaço”) e com o músico Sherwood Ball.

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