Colonia: Novo trailer traz Emma Watson convertendo-se a uma seita sinistra
A Screen Media Films divulgou o novo trailer do filme “Colonia”, estrelado por Emma Watson (“Noé”) e Daniel Brühl (“Rush: No Limite da Emoção”). Diferente das anteriores, a prévia se foca na conversão da personagem de Watson numa estranha seita, comandada por um nazista(Michael Nyqvist, de “Missão Impossível – Protocolo Fantasma”) exilado no Chile nos anos 1970, e a forma como ele usa brutalidade para controlar seus seguidores, ao mesmo tempo em que revela as segundas intenções da jovem, que visa usar a seita como forma de reencontrar seu namorado (Bhrul), “desaparecido” durante o golpe militar chileno. Baseada em fatos verídicos, o filme tem direção do alemão Florian Gallenberger (“Sombras do Passado”) e estreou na quinta (18/2) na Alemanha. A produção só chega aos cinemas americanos em abril, mas ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Sequência de O Tigre e o Dragão ganha novo trailer repleto de ação
O serviço de streaming Netflix divulgou segundo trailer de “Crouching Tiger, Hidden Dragon: Sword of Destiny”, continuação do clássico de artes marciais “O Tigre e o Dragão” (2000), que vendeu o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. A prévia tem imagens espetaculares e destaca o retorno de Michelle Yeoh ao papel de Yu Shu Lien, que participa de muitas lutas e cenas de ação. Entre os combates de guerreiros que parecem voar, o vídeo introduz a história, que, como em 2000, volta a girar em torno de uma jovem impetuosa e uma espada cobiçada. Também foram divulgados pôsteres dos personagens centrais para o mercado chinês. O roteiro de John Fusco (“O Reino Proibido”) é baseada no livro “Iron Knight, Silver Vase”, de Wang Du Lu, quinto e último livro da franquia literária que inspirou o filme de 2000. A direção está a cargo Yuen Woo-ping, mais conhecido em Hollywood por criar a coreografia de artes marciais de filmes como “Matrix” (1999), “Kill Bill” (2003) e o próprio “O Tigre e o Dragão”, mas que já dirigiu quase 30 filmes na China, entre eles o maior clássico da carreira de Jackie Chan, “O Mestre Invencível” (1978), e é um especialista na técnica denominada wire fu (kung-fu aéreo, coreografado por meio de cabos, que erguem os lutadores). O elenco traz Donnie Yen (“O Grande Mestre”), Jason Scott Lee (“Dragão: A História de Bruce Lee”), Harry Shum Jr. (série “Glee”), Eugenia Yuan (“Memórias de uma Gueixa”), Shuya Chang (“A Vingança dos Dragões Verdes”), Juju Chan (“Fist of Dragon”) e Chris Pang (“Guerreiros do Amanhã”). A estreia está marcada para 26 de fevereiro no Netflix, com um detalhe que o diferencia do filme original, falado em mandarim. Visando o público americano, a continuação foi filmada com diálogos em inglês.
Fox quer mais uma temporada de Arquivo X
O presidente da rede americana Fox, David Madden, afirmou que o canal quer mais episódios de “Arquivo X”. A volta da atração, como uma minissérie de seis episódios, provou-se um sucesso de audiência, com o primeiro episódio assistido por 50 milhões de pessoas em todo o mundo. Embora tenha deixado a desejar do ponto de vista dos roteiros, a expectativa para o final da temporada, que irá ao ar na segunda-feira (22/2), já anima a Fox a buscar um acordo para retomar a série em 2017. “Dissemos antes da temporada começar a ir ao ar que adoraríamos fazer mais, e estamos muito entusiasmados com a perfomance dos episódios até o momento. A resposta tem sido encorajadora. Ainda não falamos com os talentos envolvidos sobre uma nova temporada, mas certamente existe uma audiência respondendo à série e que adoraria ver mais episódios”, disse Madden à revista Variety. O principal entrave para o projeto é a agendas dos atores David Duchovny e Gillian Anderson, intérpretes dos agentes Mulder e Scully, que possuem outros compromissos. Duchovny será visto a seguir na 2ª temporada de “Aquarius”, em que caça o serial killer histórico Charles Manson (Gethin Anthony, da série “Game of Thrones”), e Anderson fará a 3ª e última temporada de “The Fall”, em que caça o serial killer fictício Paul Spector (Jamie Dornan, de “Cinquenta Tons de Cinza”), além de estrelar o filme “Official Secrets”, de Justin Chadwick (“Mandela: O Caminho para a Liberdade”). Mas os dois se disseram abertos à ideia, após a boa experiência com os seis episódios da 10ª temporada. Já o roteirista-produtor Chris Carter, criador da atração, não tem nenhum outro projeto engatilhado, mas deve tentar incluir seus planos para um terceiro filme baseado na franquia durante as negociações. O final da 10ª temporada de “Arquivo X” será exibido nesta segunda também pelo canal pago brasileiro Fox, por volta da meia-noite. Por sinal, para comprovar a intenção da Fox, o último episódio está sendo anunciado como “final de temporada” e não como “final da série”.
O Escaravelho do Diabo: Adaptação do clássico de mistério juvenil ganha primeiro trailer
A Paris Filmes divulgou o pôster e o primeiro trailer de “O Escaravelho do Diabo”, adaptação do clássico da literatura de mistério juvenil. A prévia resume a trama, mostrando como o cotidiano de um menino (Thiago Rosseti) é afetado pelo assassinato de seu irmão mais velho. Enquanto a polícia permanece sem suspeitos, a criança junta as peças do quebra-cabeças, a partir do terrível inseto do título, que as vítimas de um serial killer obcecado por ruivos recebem antes de morrer. O vídeo também revela algumas opções curiosas da produção, alternando de forma radical o tom de algumas cenas, que vão da comédia infantil (a paixonite do protagonista) ao terror adulto (a tatuagem à “Dragão Vermelho” do assassino). A confusão pode ser resultado de uma iniciativa tomada durante a adaptação. No icônico livro de Lúcia Machado de Almeida, best-seller da coleção Vaga-Lume nos anos 1970, o protagonista é um jovem adulto, mas o diretor Carlo Milani (novela “Além do Horizonte”), que faz sua estreia no cinema, optou por transformá-lo em um pré-adolescente de 13 anos. Além do estreante Thiago Rosseti, o elenco inclui Marcos Caruso (“O Diário de Tati”), Jonas Bloch (“O Outro Lado do Paraíso”), Lourenço Mutarelli (“Que Horas Ela Volta?”), Celso Frateschi (minissérie “José do Egito”), Selma Egrei (“Hoje Eu Quero Voltar Sonho”) e a menina Bruna Cavalieri. “O Escaravelho do Diabo” tem estreia prevista para o dia 14 de abril.
Atriz de True Blood vai enfrentar vampiros na série Van Helsing
O canal pago americano Syfy anunciou a contratação de Kelly Overton, que viveu uma lobisomem sexy em “True Blood”, como a matadora de vampiros da série “Van Helsing”. Ela será Vanessa Helsing, filha do lendário caçador de monstros, criado por Bram Stoker em seu célebre romance gótico “Drácula”, de 1897. “’Van Helsing’ reimagina a história clássica de uma forma cativante, trazendo uma heroína complexa e corajosa como destaque”, pontuou Chris Regina, vice-presidente de Estratégias de Programa do Syfy, insinuando que a emissora vai seguir a tendência das novas produções estreladas por mulheres fortes em 2015, casos de “Supergirl”, “Quantico” e “Blindspot”, por exemplo. A trama vai acompanhar Vanessa, que é ressuscitada em 2020 e descobre que os vampiros tomaram conta do planeta — e que ela possui um poder único sobre eles. Assim, a herdeira de Van Helsing se torna a última esperança da humanidade para recuperar o mundo destes seres sanguinários. O elenco também inclui Jonathan Scarfe (série “Hell on Wheels”) como Axel, um oficial da Marinha com experiência em enfrentar vampiros, Christopher Heyerdahl (“Saga Crepúsculo”) como Sam, sobrevivente da insurreição de vampiros, Paul Johansson (série “Mad Men”) como Dimitri, um vampiro que havia se transformado antes da insurreição e que agora atua como o líder de sua espécie, David Cubitt (série “Ray Donovan”) como John, outro sobrevivente, Tim Guinee (série “Homeland”) como o líder de uma tropa de elite, e Vincent Gale (série “Bates Motel”) como Flesh, um vampiro que bate de frente com Vanessa. Pouco inovadora, a premissa lembra filmes B recentes, como “2019 – O Ano da Extinção” (2009) e “Padre” (2011). Mas também pode ser resumida como “Dominion” com vampiros, em referência à série de anjos apocalípticos recentemente cancelada pelo SyFy. A produção tampouco inova ao escolher como protagonista uma herdeira do famoso matador de vampiros. A Marvel introduziu Rachel Van Helsing, bisneta do caçador de monstros, em 1972, nos quadrinhos de “A Tumba do Drácula”, que também revelaram o personagem Blade. No mesmo ano, a Hammer lançou o filme “Drácula no Mundo da Minissaia” (1972), que trouxe o vampiro para os “dias de hoje” e mostrou os descendentes de seu maior inimigo, entre eles a jovem Jessica Van Helsing (Stephanie Beacham). A nova série foi desenvolvida pelo cineasta Neil LaBute (“Morte no Funeral”), que, por sinal, já tem experiência negativa com personagens do universo gótico popularizados pelo estúdio Hammer. Ele foi responsável por “O Sacrifício” (2006), remake do terror clássico “O Homem de Palha” (1973), que marcou o início da decadência do ator Nicolas Cage. Sem abandonar a carreira no cinema, LaBute vem se aventurando pelas séries nos últimos anos, tendo escrito cinco episódios do western “Hell on Wheels” e criado a comédia “Billy & Billie”. “Van Helsing” terá uma 1ª temporada de 13 episódios produzida pela Nomadic Pictures, produtora responsável por “Fargo” e “Hell on Wheels”. As gravações começam na segunda (22/2) para uma estreia na próxima temporada de outono (entre setembro e novembro) nos EUA.
Orphan Black: Trailer alimenta tensão da 4ª temporada
O canal pago BBC America divulgou o trailer da 4ª temporada de “Orphan Black”, que traz as diversas clones interpretadas por Tatiana Maslany em situações tensas. Além disso, a prévia revela a identidade da nova personagem misteriosa, que surgiu em fotos e vídeos anteriores com a identidade escondida por uma máscara de ovelha. Sob a máscara também está Tatiana Maslany. Não está claro, porém, se o disfarce é usado por Sarah ou um novo clone. Sem relação com a trama, o vídeo ainda se destaca pelo uso criativo dos diálogos, editados e sampleados de forma a integrar a trilha eletrônica, com direito até a refrão. A sinopse divulgada revela que, nos próximos episódios, Sarah (Maslany) vai sair do seu esconderijo para rastrear um elusivo e misterioso aliado, ligado à clone que começou toda a trama – Beth Childs (também vivida por Maslany). Sarah vai seguir os passos de Beth em uma relação perigosa com um novo inimigo em potencial, caminhando para uma nova e assustadora direção. Enquanto suas irmãs são levadas para diferentes direções, Sarah se distancia dos relacionamentos que a mudaram para melhor. Os novos episódios só começam a ser exibidos em 14 de abril nos EUA e no Canadá (o canal pago canadense Space também divulgou um pôster, veja abaixo). No Brasil, a série pode ser assistida no canal A&E ou no Netflix, onde as primeiras duas temporadas estão disponíveis.
Série Vinyl é renovada para sua 2ª temporada
O canal pago americano HBO renovou a série “Vinyl” para sua 2ª temporada. Bastou apenas a exibição do primeiro episódio, que teve première mundial no domingo (14/2), para a decisão ser tomada. Entretanto, a repercussão foi muito maior na mídia que entre o público. A sintonia do episódio inaugural, com tamanho de filme (duas horas) e direção de Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”), ficou abaixo das expectativas do canal. Apenas 764 mil pessoas assistiram a estreia ao vivo, segundo dados do instituto Nielsen. Pesou contra a estratégia de lançamento o dia e a hora escolhidos, que coincidiram com o retorno de “The Walking Dead”, maior audiência da TV paga americana, que no mesmo horário de “Vinyl” juntou 13,7 milhões de telespectadores. O voto de confiança da HBO reside, portanto, na qualidade da produção e nos talentos envolvidos. Além de dirigir o episódio inaugural, Scorsese também divide a produção da série com o cantor Mick Jagger e o roteirista Terence Winter (série “Boardwalk Empire”). E o elenco destaca atores conhecidos como Bobby Cannavale (“Blue Jasmine”), Olivia Wilde (“Rush – No Limite da Emoção”), Juno Temple (“Malévola”), Ray Romano (série “Parenthood”) e James Jagger (“Sex & Drugs & Rock & Roll”), o filho de Mick. “Vinyl” acompanha os bastidores de uma gravadora durante a efervescência musical de Nova York no começo dos anos 1970, e, com imenso potencial criativo, tem tudo para se tornar cultuada.
Atores e cineastas fazem abaixo-assinado contra liminar que isenta empresas de telefonia do pagamento do Condecine
Diversos profissionais do cinema e da TV assinaram um abaixo-assinado contra a liminar conseguida, há duas semanas, pelo SindiTeleBrasil, que isentou as empresas de telefonia do pagamento da Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional). São, ao todo, 136 nomes, entre diretores, atores, produtores e roteiristas, condenando a decisão da Justiça, que eles estimam representar uma perda de R$ 1,1 bilhão para o orçamento gerido pela Ancine (Agência Nacional do Cinema). Intitulado “Abaixo-assinado em defesa do audiovisual brasileiro”, o documento traz assinaturas de, entre outros, cineastas como Fernando Meirelles, Guel Arraes, Cacá Diegues, Roberto Santucci, Alê Abreu e Anna Muylaert, e atores como Selton Mello, Lázaro Ramos, Wagner Moura, Marieta Severo, Leandro Hassum e Fernanda Montenegro. O texto lembra o acordo, feito há cinco anos entre o setor de telefonia e o governo, para as teles ingressarem no segmento da TV paga, em troca do recolhimento do Condecine. Conhecida como “Lei da TV Paga”, a lei 12.485/2011 destravou a concorrência do setor, permitindo que as empresas de telefonia passassem a oferecer assinaturas de televisão. O governo alegou que a taxa do Condecine seria uma “contrapartida” à redução que fez no Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações). Entretanto, em dezembro o Ministério da Fazenda autorizou um reajuste de quase 28,5% no valor do Condecine, no momento em que o setor sangra com perda de assinantes, colocando em risco o modelo de negócios. Isto levou as empresas a buscarem uma saída jurídica, que encontrou apoio no juiz Itagiba Catta Preta Neto, da Quarta Vara Federal da Justiça Federal do Distrito Federal, responsável por conceder a liminar contra a cobrança, argumentando, no processo, que se tratava de “intervenção estatal” na economia. Embora a lei não faça distinção, em seu despacho o juiz apontou que as teles são agentes de distribuição e não de produção de conteúdo, portanto não poderiam ser enquadrados como tais. “Ainda que se vislumbre uma tênue vinculação entre os setores em questão, tal vinculação não se apresenta como caráter estrito, e isto justifica o afastamento da norma instituidora do tributo, ao menos em princípio”, ele se pronunciou. A questão só deve ser resolvida em outras instâncias jurídicas, eventualmente chegando ao STF (Supremo Tribunal Federal), mas até a Justiça chegar a uma decisão definitiva, as teles não serão obrigadas a repassar a taxa do Condecine, razão pela qual os artistas de cinema e TV protestam, prevendo encolhimento no orçamento federal disponível para seus projetos. Leia abaixo a íntegra do abaixo-assinado: O Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel de celular e Pessoal – SindiTeleBrasil – que representa as empresas Claro, Oi, Telefonica/Vivo, Tim, dentre outras, entrou e obteve liminar na Justiça contra o pagamento da chamada CONDECINE, fonte principal de recursos que alimenta o setor audiovisual através do FUNDO SETORIAL DO AUDIOVISUAL. Esta contribuição é prevista na lei 12.485/2011 e graças a ela o setor audiovisual brasileiro vive um momento virtuoso traduzido em produções que se destinam às salas de cinema, televisões por assinatura e banda larga. Por ocasião da promulgação da lei, as teles aceitaram pagar essa contribuição e, em contrapartida, elas, que antes eram impedidas de atuar na distribuição de TV, tiveram permitida sua entrada nesse mercado. A veiculação de produtos audiovisuais em suas redes contribui para a expansão dos negócios da telefonia brasileira. Assim, não deixa de ser surpreendente e inaceitável que às vésperas do recolhimento anual da CONDECINE, o setor de telefonia rompa o acordo feito há 5 anos, através de uma liminar, que caso não seja cassada, terá o poder de paralisar todo setor audiovisual brasileiro. Somente em 2014 e 2015, 713 empresas de audiovisual produziram em todo o país 2.867 horas de conteúdos, 306 longas-metragens, 433 séries e telefilmes, gerando empregos qualificados, aumentando nossa presença na TV, salas de cinema e ainda trazendo prestígio internacional para o país, como atestam os prêmios recebidos por filmes como “Que Horas Ela Volta?” e “O Menino e o Mundo”, filme este que, além de vários prêmios mundo afora, concorre ao Oscar de Melhor Animação, ao lado de obras que custaram 300 vezes mais que a animação brasileira. A geração de empregos no setor expande-se a olhos vistos. Técnicos e técnicas, atores e atrizes, diretores e diretoras, produtores e produtoras, roteiristas trabalham com afinco imprimindo nas telas brasileiras, de todos tamanhos, a identidade de nosso povo. Disputamos um mercado extremamente competitivo onde a presença maciça de produtos hegemônicos encontra diversidade justamente pela significância da produção nacional. Ou seja, temos vocação para esse negócio, respeito internacional e comunhão com o público que prestigia nossas obras. Estas obras circulam cada vez mais em celulares, tablets e computadores. Quem as distribui são justamente as teles, portanto, o recolhimento da CONDECINE é naturalmente inerente a este setor. Contribuir para o fortalecimento do audiovisual brasileiro é uma justa contrapartida pelo conteúdo que trafega e incrementa o seu negócio. Nós, abaixo-assinados, repudiamos esta ação judicial promovida pelas teles através do SindiTeleBrasile reiteramos nosso compromisso com o desenvolvimento do setor audiovisual brasileiro. Para tanto, esperamos que a Justiça Brasileira casse esta tentativa torpe de obstruir o nosso crescimento ou mesmo que o SindiTeleBrasil retire sua impensada ação judicial. Em nome de milhares de brasileiros que constroem e consomem nossas obras que geram emoções, risos, reflexões, além de empregos e receitas, manifestamos nossa certeza que o setor audiovisual brasileiro não recuará de seu movimento de expansão. Assinam o documento: Atores: Adriana Esteves Alice Braga Aline Moraes Andréa Beltrão Bruna Lombardi Bruno Gagliasso Bruno Mazzeo Caio Blat Camila Pitanga Carlos Alberto Ricelli Carolina Dieckmann Cauã Reymond Cleo Pires Daniel Oliveira Dira Paes Emilio Dantas Enrique Díaz Fabio Porchat Fernanda Montenegro Fernanda Torres Gisele Fróes Gloria Pires Gregório Duvivier Ingrid Guimarães José Abreu Juliano Cassarré Lazaro Ramos Leandro Hassum Lucio Mauro Malu Galli Márcio Garcia Marcos Frota Marcos Rica Maria Flor Maria Luisa Mendonça Maria Paula Maria Ribeiro Mariana Lima Mariana Ximenes Marieta Severo Miguel Falabela Ney Latorraca Otávio Müller Patrícia Pillar Paulinho Vilhena Paulo Betti Paulo Gustavo Regina Casé Renato Aragão Rodrigo Santoro Selton Melo Silvia Buarque Ulisses Ferraz Vladimir Britcha Wagner Moura Diretores, Produtores e Roteiristas: Alê Abreu Andrucha Waddington Anna Muylaert Antonio Prata Arnaldo Jabor Arthur Fontes Assunção Hernandes Bianca Villar Breno Silveira Cacá Diegues Caio Gullane Cao Hamburger Carlos Cortez Carolina Jabor Claudio Torres Daniel Rezende Daniela Thomas David França Mendes Di Moretti Eliana Soárez Eliane Ferreira Estevão Ciavatta Fabiano Gullane Fábio Mendonça Fernando Gronstein Fernando Meireles Georgia Costa Glaucia Camargos Guel Arraes Gustavo Rosa de Moura Hector Babenco Helena Solberg Hugo Janeba Iafa Britz João Daniel Tikomirof José Alvarenga Jr. Julia Rezende Juliana Reis Karim Ainouz Kiki Lavigne Laís Bodansky Leonardo Monteiro de Barros LG Bayão Luciano Moura Luiz Bolognesi Lula Buarque de Hollanda Malu Andrade Marcos Bernstein Maria Ionesco Maria Amelia Leão Teixeira Maria Camargo Marina Person Marisa Leão Maurício Farias Mauro Mendonça Filho Michel Tikhomiroff Mini Kerti Nando Olival Paulo Morelli Paulo Thiago Pedro Buarque de Hollanda Pedro Morelli Quico Meirelles Reinaldo Moraes Renata Brandão Roberto Santucci Rodrigo Meirelles Ruy Guerra Sara Silveira Sergio Machado Sergio Resende Stephano Capuzzi Suzana Villas Boas Tata Amaral Tati Bernardi Thiago Dottori Tomás Portela Toni Venturi Van Fresnot Walter Lima Jr. Zita Carvalhosa
Roadies: Veja o primeiro trailer da série roqueira do diretor de Quase Famosos
O canal pago americano Showtime divulgou as fotos e o primeiro trailer de “Roadies”, série criada pelo cineasta Cameron Crowe, que volta ao universo dos bastidores do rock visto em seu melhor filme, “Quase Famosos” (2000). Escrita e dirigida por Cameron, a série será centrada nos roadies, assistentes de palco, responsáveis pelo transporte e a montagem dos equipamentos antes dos shows, acompanhando grandes shows pelos EUA. O elenco é cinematográfico e inclui Luke Wilson (“Legalmente Loira”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Imogen Poots (“Need for Speed”), Rafe Spall (“A Grande Aposta”), Keisha Castle-Hughes (série “Game of Thrones”), Machine Gun Kelly (“Nos Bastidores da Fama”), Ron White (“Perseguição Implacável”) e Peter Cambor (série “NCIS: Los Angeles”). O tema musical não é estranho para Crowe, que começou sua carreira como repórter da revista Rolling Stone, fato que inspirou “Quase Famosos” (2000). Mais recentemente, ele dirigiu o documentário “Pearl Jam Twenty” (2011), que narrou os 20 anos de trajetória da banda Pearl Jam. Não por acaso, a música “Hard Sun”, do Pearl Jam, toca no trailer de “Roadies”. Kelly Curtis, empresário do Pearl Jam, também faz parte da equipe de produção da série, assim como o cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”). Com uma temporada inicial de 10 episódios, a estreia de “Roadies” está marcada para 26 de junho nos EUA.
Atrizes de Once Upon a Time vão se reencontrar em série de terror
Duas atrizes que participaram da fase “Frozen” de “Once Upon a Time”, Elizabeth Mitchell (mais lembrada por “Lost”) e Elizabeth Lail, vão estrelar a nova série dos roteiristas-produtores Adam Horowitz e Edward Kitsis, não por acaso criadores de “Once Upon a Time”. Trata-se de uma produção de terror, “Dead of Summer”, passada em um acampamento de férias de verão no final dos anos 1980. A sinopse serviria para um filme da franquia “Sexta-Feira 13” ou similares, como “Acampamento Sinistro” (1983) e “Chamas da Morte” (1981). A trama se desenvolve em Camp Clearwater, um acampamento de férias de verão do meio-oeste americano, onde jovens dos anos 1980 vão experimentar seus primeiros amores, seus primeiros beijos – e também suas primeiras mortes, graças a um antigo e sombrio mito da região. Elizabeth Mitchell, a Rainha do Gelo de “Once Upon a Time”, vai viver Deb, a nova proprietária de Camp Clearwater. Ex-frequentadora do lugar, ela quer trazer de volta a magia do acampamento de verão que ela amava, mas parece valorizar o seu controle sobre o campo por um motivo muito mais obscuro. Já Elizabeth Lail, a princesa Anna de “Once Upon a Time”, será Amy, um conselheira inteligente recém-chegada no camping, que se esforça para se enturmar com a equipe, e se torna a primeira a descobrir as pistas de que algo perturbador está acontecendo em Camp Clearwater. O elenco também vai inclui Zelda Williams (série “Teen Wolf”), Mark Indelicato (série “Ugly Betty”), Alberto Frezza (“Resgate Impossível”), Eli Goree (série “The 100”), Ronen Rubenstein (série “Orange Is the New Black”) e Paulina Singer (“Gotham”) A 1ª temporada foi aprovada sem precisar passar por fase de piloto, apenas pela força de seu roteiro. Mesmo assim, ainda não há previsão de lançamento.
Andrzej Zulawski (1940 – 2016)
Morreu o diretor polonês Andrzej Zulawski, dos cultuados “O Importante É Amar” (1975) e “Possessão” (1981). Ele faleceu em consequência de um câncer, aos 75 anos de idade, informou seu filho, o também cineasta Xawery Zulawski, pelo Facebook. Zulawski nasceu em 1940 na cidade polonesa de Lwów – que após a 2ª Guerra Mundial foi rebatizada de Lviv e anexada à Ucrânia. Ele estudou cinema em França no final dos anos 1950 e iniciou a carreira como diretor assistente do célebre cineasta polonês Andrzej Wajda, trabalhando no potente drama do holocausto “Samson, a Força Contra o Ódio” (1961), na antologia romântica “O Amor aos 20 Anos” (1962) e no épico napoleônico “Cinzas e Diamantes” (1965). A qualidade de seu trabalho acabou chamando atenção do ucraniano Anatole Litvak, já estabelecido em Hollywood, que o convidou a auxilia-lo nas filmagens do clássico de guerra “A Noite dos Generais”, filmado na Polônia com muitos astros ingleses, como Peter O’Toole, Tom Courtenay e Donald Pleasence, além do egípcio Omar Shariff, em papeis de militares nazistas. Com a experiência adquirida, dirigiu seu primeiro longa-metragem em 1971, “A Terça Parte da Noite”, passado durante a ocupação nazista da Polônia, mas com tom bem diferente das obras em que foi assistente. A perseguição de um homem fugitivo, que tem a família exterminada, assumia com Zulawski contornos de terror, com direito a visões alucinógenas. O tema da descida à loucura repetiu-se em “O Diabo” (1972), passado durante a invasão da Polônia pela Prússia no final do século 18. Mas a violência do protagonista, que disfarçava uma metáfora sobre como a Polônia vinha sendo tratada por invasores ao longo dos séculos, fez o filme ser proibido pelas autoridades comunistas. A proibição levou o cineasta a buscar exílio na França, onde realizou, em 1975, aquela que é considerada a sua obra-prima, “O Importante É Amar”, melodrama estrelado pela austríaca Romy Schneider. História de um triângulo amoroso, o longa mostra uma atriz no ponto mais baixo da sua carreira, filmando obras eróticas, quando um fotógrafo apaixonado resolve lhe ajudar, financiando, com dinheiro de agiotas, uma produção teatral para ela estrelar. O gesto a comove, mas ela é casada e se vê dividida. Romy Schneider, que venceu o César (O Oscar francês) pelo papel, dizia que “O Importante É Amar” foi o melhor filme de sua carreira, repleta de clássicos. Depois das performances à beira da histeria de “O Importante É Amar”, Zulawski buscou novos excessos com seu filme seguinte, “Possessão” (1981). Novamente demandando uma grande performance de sua protagonista, o diretor filmou Isabelle Adjani entre cenas grotescas e escatológicas. Na trama, após pedir divórcio de seu marido, o comportamento da sua personagem se torna cada vez mais errático. Até que as suspeitas de infidelidade revelam algo muito pior, com o clima alucinatório atingindo níveis apocalípticos. O terror contou também com uma coincidência importante: dois meses antes, o ator Sam Neill tinha interpretado Damien Thorne em “A Profecia 3”. Ele era o marido traído, mas também a besta apocalíptica do novo horror, que surgia inicialmente como um monstro amórfico, fazendo sexo com Adjani. A entrega da atriz às situações bizarras acabou recompensada com o César, além de um prêmio no Festival de Cannes. “Possessão” foi um filme nascido do aborto de outro. Consagrado com “O Importante É Amar”, Zulawski tentou voltar a filmar na Polônia em 1977. Mas a produção de “Globo de Prata” foi interrompida pelos comunistas e parte dos negativos se perdeu, levando o diretor a voltar à França para extrapolar em “Possessão”. Entretanto, Zulawski completaria aquele filme interrompido em 1988, usando narração em off para cobrir a ausência das cenas desaparecidas. Os filmes seguintes de Zulawski mantiveram-se fiel a seu estilo exagerado e controverso, atraindo sempre grandes atrizes dispostas a se arriscar, como Valérie Kaprisky, em “A Mulher Pública” (1984). Como um jovem atriz inexperiente, sua personagem é convidada a desempenhar um papel em um filme baseado em, claro, “Os Possessos”, de Dostoievski. Mas o diretor passa a tomar conta de sua vida pessoal, e em pouco tempo ela se torna incapaz de identificar a diferença entre o filme e a realidade. Logo após se casar com Sophie Marceau, Zulawski a escalou em “A Revolta do Amor” (1985), livremente adaptado de “O Idiota”, de Dostoievski, colocando-a como vértice de um triângulo amoroso estranho e trágico, que envolve seu namorado ladrão e o idiota que o segue por todo o lado. O casamento rendeu mais três filmes com a atriz, “Minhas Noites São Mais Belas que Seus Dias” (1989), “A Nota Azul” (1991) e “A Fidelidade” (2000). Este último lidava com a questão do amor e a fidelidade e, sintomaticamente, antecipou a separação do casal, que se divorciou no ano seguinte. Além de dar imagens a suas obsessões amorosas, Zulawski também era apaixonado pela arte, o que rendeu várias adaptações e referências a grandes autores – de Dostoievski a Andy Warhol, celebrado em “A Fidelidade”. Mas ele também filmou referências mais diretas, como “Boris Godounov” (1989), a gravação da famosa ópera de Modest Mussorgsky sobre os eventos trágicos do governo do czar Boris no século 17 – repleto de anacronismos para incluir críticas à União Soviética – e “A Nota Azul”, sobre os últimos dias de Chopin. Com o fim da União Soviética, ele fez uma nova tentativa de filmar na Polônia, trabalhando sobre um roteiro da escritora feminista Manuela Gretkowska. O título “Szamanka” (1996) significa xamã em polonês, e há a múmia de um xamã na história, mas a trama gira realmente em torno de uma jovem (a estreante Iwona Petry), conhecida apenas como “a italiana”, que exerce um fascínio irresistível sobre os homens. Totalmente amoral, ela faz o que lhe dá na telha e ninguém consegue recusá-la, especialmente o professor de antropologia que lhe aluga um quarto. Como de praxe, não faltam visões, que culminam num desfecho canibal. Mesmo após a queda do comunismo, o filme incomodou o governo polonês, que só permitiu exibições noturnas, enquanto a crítica local o taxou como “O Último Tanto em Varsóvia” pelo forte conteúdo sexual. Mas após lançar seu filme seguinte, “Fidelidade”, a separação de Marceau abalou seu processo criativo, fazendo-o se afastar do cinema por 15 anos, período em que se dedicou à literatura e expressou sua desilusão e desgosto pelo estado do cinema atual. “Fui o último aluno destes dinossauros que admirei, Bergman, Fellini, Kurosawa, Welles, Stroheim, Peckinpah… O cinema que queria fazer não existe mais, a voz extinguiu-se. A inteligência abandonou o argumento e a realização para se refugiar na tecnologia. Para mim, acabou”, ele escreveu em 2004. Apenas a proximidade da morte o fez retornar à ativa, com o lançamento de “Cosmos”, seu último filme, em 2015. Adaptação do romance homônimo de Witold Gombrowicz, “Cosmos” acompanhava dois amigos que chegavam numa casa de campo, onde encontram sinais misteriosos e assustadores. A obra rendeu a Zulawski o prêmio de Melhor Diretor do Festival de Locarno, o mais importante reconhecimento de sua carreira, com o qual se despediu, no exato momento em que o filme começa a ganhar “vida” no circuito exibidor.
Estreias de cinema se dividem entre o terror e o Oscar
O terror chega aos cinemas nesta quinta (18/2) com o lançamento de três fracassos americanos. “Boneco do Mal” é o mais ambicioso, estreando em 305 salas após ganhar promoção como pegadinha no “Programa Sílvio Santos”. Horror barato, traz Lauren Cohan (série “The Walking Dead”) como uma babá contratada para cuidar de uma criança, que na verdade é um boneco sinistro. Não só isso: ela deve seguir regras que não podem ser desobedecidas, sob o risco de o boneco (virar um Gremlin?)… O que acontece não empolgou a crítica americana, rendendo média de apenas 32% de aprovação no Rotten Tomatoes. O público tampouco se empolgou, com o filme abrindo em 5º lugar nos EUA. Outro fracasso importado, “Horas Decisivas” é um filme de catástrofe, baseado em fatos verídicos, que acompanha Chris Pine (“Star Trek”) numa missão de resgate, tentando salvar um navio petroleiro partido ao meio durante uma tempestade em alto-mar. Os críticos gringos gostaram um pouco mais, dando 60% de aprovação, mas o público se empolgou menos, fazendo-o sair do Top 10 das bilheterias americanas após duas semanas. Chega em 200 salas. Em 20 salas a menos, “13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi” reencena o ataque terrorista contra a Embaixada dos EUA na Líbia em 2012. A tragédia custou a vida do Embaixador. O filme é dirigido por Michael Bay (“Transformers”) com muitos clichês de heroísmo, o suficiente para ser considerado medíocre, com 54% de aprovação no Rotten Tomatoes e estreia em 4º lugar. Saiu do Top 10 após a terceira semana. Para compensar as três bombas, também estreiam três candidatos ao Oscar 2016. “O Quarto de Jack” já venceu o Festival de Toronto e rendeu o SAG Award (prêmio do Sindicato dos Atores) de Melhor Atriz para Brie Larson. Ela interpreta a mãe de um menino que viveu a vida inteira confinado num quarto, até que os dois conseguem escapar. Os outros dois longas indicados ao Oscar disputam na categoria de Melhor Filme Estrangeiro e chegam em circuito limitadíssimo. São o colombiano “O Abraço da Serpente”, de Ciro Guerra, premiado no Festival de Cannes, e o jordaniano “O Lobo do Deserto”, de Naji Abu Nowar, premiado no Festival de Veneza, que ocupam, respectivamente, 14 e 12 salas no país inteiro. Completa a programação o lançamento do drama brasileiro independente “A Vizinhança do Tigre”, de Affonso Uchoa, vencedor da Mostra de Tiradentes 2014, com sessões em 15 salas em nove cidades diferentes. Estreias de cinema nos shoppings Estreias em circuito limitado
Guardiões da Galáxia: Diretor divulga primeira foto da continuação
O cineasta James Gunn divulgou no seu Twitter a primeira foto oficial de “Guardiões da Galáxia Vol. 2” (veja acima), marcando o começo das filmagens da continuação do sucesso de 2014. A imagem mostra a equipe principal dos guardiões, formada por Peter Quill (Chris Pratt), Gamora (Zoe Saldana), Drax (Dave Bautista), Rocket Raccoon (voz de Bradley Cooper) e um mini-Groot (voz de Vin Diesel). O elenco ainda contará com os retornos de Michael Rooker (no papel de Yondu), Sean Gunn (Kraglin) e Karen Gillan (Nebula), além das novas adições de Pom Klementieff (“Oldboy”), que viverá a heroína Mantis, Elizabeth Debicki (“O Grande Gatsby”), Chris Sullivan (série “The Knick”) e Kurt Russell (“Os 8 Odiados”), os três últimos em papéis não especificados. Ainda não foram revelados muitos destalhes sobre a trama da continuação, mas tudo indica que o filme abordará a identidade do pai de Peter Quill (provável papel de Kurt Russell). A estreia está marcada para 4 de maio de 2017 no Brasil.












