Diretor de Jornada nas Estrelas II – A Ira de Khan vai produzir a nova série de Star Trek
A nova série derivada do universo “Star Trek” fez uma grande contratação, que aumentou exponencialmente sua expectativa. O diretor-roteirista Nicholas Meyer, responsável pelo melhor filme da franquia, “Jornada nas Estrelas II – A Ira de Khan” (1982), integrou-se à equipe de produção. Ele vai escrever e coproduzir a nova série ao lado de Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”), showrunner da atração. Fuller, que é trekker assumido, começou sua carreira escrevendo em séries derivadas de “Star Strek” nos anos 1980 – “Deep Space Nine” e “Voyager”. E para criar a nova produção decidiu tirar da aposentadoria uma lenda desse universo. Além de dirigir e escrever “A Ira de Khan”, Nicholas Meyer também escreveu o igualmente ótimo “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa” (1986) e assinou “Jornada nas Estrelas VI – A Terra Desconhecida” (1991). A experiência dos dois é praticamente um selo de aprovação antecipado para a produção do novo “Star Trek”. “Nicholas Meyer perseguiu Kirk e Khan em torno da Nebulosa de Mutara e das chamas de Genesis, ele salvou as baleias com a Enterprise e sua tripulação e travou guerra e paz entre Klingons e a Federação”, disse Fuller, no comunicado que anunciou o novo produtor da série. “Estamos entusiasmados em anunciar que um dos maiores contadores de histórias de ‘Star Trek’ está corajosamente retornando: Nicholas Meyer se teleporta à bordo da nova equipe de roteiristas Trek.” Além da dupla, Alex Kurtzman, roteirista dos filmes “Star Trek” (2009) e “Além da Escuridão – Star Trek” (2013), também participa da produção, que está sendo tratada com a mais alta prioridade pela rede americana CBS. A CBS quer utilizar a popularidade da franquia para alavancar seu canal próprio de streaming. A série será integralmente disponibilizada em janeiro de 2017 no serviço CBS All Access, seguindo o modelo da Netflix, que lança temporadas completas de uma só vez. A ideia é usar a franquia como chamariz para novos assinantes. Por isso, o novo “Star Trek” passará boa parte de 2016 em gravações, além de utilizar esse cronograma para aperfeiçoar seus efeitos visuais.
Game of Thrones: Cartazes sombrios exploram a morte de personagens
O canal pago americano HBO divulgou uma coleção de pôsteres da 6ª temporada de “Game of Thrones”, que explora a morte de seus personagens. Assim como o teaser anterior, os cartazes misturam rostos de mortos e vivos, sempre com feições fúnebres, na decoração da Sala dos Rostos, no templo da seita dos assassinos conhecidos como Homens Sem Rosto. O augúrio sombrio não poupa Tyrion, Sansa, Daenerys, Arya e Cersei, mas, ao contrário do vídeo, a ausência de Jon Snow é notável. Para saber o que realmente vai acontecer na nova temporada, será preciso esperar até 24 de abril, quando está prevista a estreia dos novos capítulos – os primeiros que serão exibidos sem spoilers literários, já que o enredo ultrapassou a trama conhecida nos livros de George R. R. Martin.
Tony Burton (1937 – 2016)
Morreu Tony Burton, que interpretou o treinador de Apollo Creed e Rocky Balboa nos filmes da franquia “Rocky”. Ele faleceu na quinta (25/2), aos 78 anos, de doença prolongada, após ter sido repetidamente hospitalizado durante um ano sem nunca ter recebido um diagnóstico oficial. Nascido na cidade de Flint, no Michigan, Burton não era apenas coadjuvante de filmes de boxe. Ele próprio foi um campeão de boxe amador, vencendo dois torneios municipais e um estadual, de 1955 a 1957, na categoria de médio-pesados. Ele tentou seguir carreira como lutador profissional, mas acabou derrotado por nocaute em 1959, o que fez sua trajetória mudar. Durante uma entrevista de 1988, ele revelou que, após um período sem rumo na vida, cumpriu uma pena de prisão de três anos e meio na Califórnia por roubo, mas durante esse período conheceu algumas pessoas que lhe deram a oportunidade de virar ator. Seu primeiro trabalho como ator foi no filme “blaxploitation” “The Black Godfather” (“O poderoso chefão negro”, em tradução literal), de 1974, mesmo ano em que apareceu pela primeira vez numa série, “Kojak”. Em ambas ocasiões, viveu tipos criminosos. A situação se repetiu em um de seus melhores papéis, como um prisioneiro que se alia à polícia para defender uma delegacia de Los Angeles sitiada por gangues, no cultuadíssimo “Assalto à 13ª DP” (1976), de John Carpenter (“Fuga de Nova York”). Sua filmografia ainda incluiu pequenas aparições no terror “O Iluminado” (1980), cortada na maioria dos países em que o filme foi exibido, no drama “Bar Max” (1980), nas comédias “Loucos de Dar Nó” (1980) e “Armados e Perigosos” (1986) e no thriller de ação “Missão de Justiça” (1992). Entre as diversas séries de que participou, destacam-se “O Incrível Hulk”, “Esquadrão Classe A”, “Duro na Queda”, “Águia de Fogo”, “Nova York Contra o Crime”, “A Gata e o Rato” e “Twin Peaks”. Mas seu grande papel foi mesmo “Duke” Evers, o treinador de Apollo Creed, o adversário de Rocky Balboa em “Rocky: Um Lutador” (1976) e “Rocky II: A Revanche” (1979). Nos filmes seguintes, Duke passou a treinar o próprio Rocky, aparecendo em todo a franquia até o sexto longa-metragem, “Rocky Balboa”, lançado em 2006. Infelizmente, já doente, ele não pôde participar nem chegou a ver “Creed – Nascido para Lutar” (2015), que rendeu a Sylvester Stallone uma indicação ao Oscar. Entretanto, seu personagem também pode ser visto nesse filme, homenageado numa cena de flashback. Pelo Twitter, o ator Carl Weathers, intérprete de Apollo Creed, despediu-se do companheiro de cena lembrando que “sua intensidade e talento ajudaram a tornar os filmes ‘Rocky’ um sucesso”
Transexual indicada ao Oscar decide boicotar a cerimônia de premiação
A cerimônia do Oscar 2016 ganhou mais uma polêmica, na véspera de sua realização. E novamente envolve a questão da diversidade. Segundo artista transexual da História a ser indicada a uma estatueta, a cantora inglesa Anohni anunciou que vai boicotar a premiação, porque não poderá cantar a música pela qual concorre na categoria de Melhor Canção Original. Líder da banda Antony and the Johnsons, que fundou quando ainda era conhecida como Antony Hegarty, a cantora foi indicada pela música “Manta Ray”, composta em parceria com J. Ralph para o documentário “Racing Extinction”. Entretanto, ela não foi convidada para se apresentar no palco da festa marcada para o próximo domingo (29/2). Em um desabafo postado em seu site oficial, ela explicou porque decidiu boicotar a premiação, ao mesmo tempo em que comete uma gafe, ao desconsiderar a pioneira Angela Morley. “Sou a primeira transgênero a ser indicada, e devo agradecer por isso aos artistas que votaram em mim. Estava na Ásia quando recebi a notícia. Desde então, passei a procurar algo, no caso de ser convidada para apresentar a canção. Todo mundo me ligou para dar os parabéns. Uma semana depois, os nomes de Sam Smith, Lady Gaga e the Weeknd foram anunciados. Outros seriam revelados ‘em breve’. Confusa, sentei e esperei. No entanto, ninguém me procurou”. Apesar de sua declaração, Anohni não é a primeira artista transgênero a disputar a premiação da Academia. A pioneira Angela Morley (nascida Walter Stott) concorreu não apenas uma, mas duas vezes ao Oscar na categoria musical durante os anos 1970, como compositora de canções de “O Pequeno Príncipe” (1974), seu primeiro trabalho após a cirurgia de “ajuste sexual”, e “O Sapatinho e a Rosa: A História de Cinderela” (1976). Na época, entretanto, sua condição sexual era mantida em sigilo. Foi por isso, também, que Morley preferiu trabalhar, sem receber créditos, nas trilhas de seu amigo John Williams, a partir de 1977. Sim, ela compôs boa parte das músicas ouvidas na trilha de “Guerra nas Estrelas” (1977). Morley também trabalhou sem o devido reconhecimento em “O Império Contra-Ataca” (1980), “Superman – O Filme” (1978) e “E.T. – O Extraterrestre” (1982), entre muitos outros sucessos de bilheteria, mas venceu três Emmys (dois deles para especiais televisivos de Julie Andrews) e conquistou o respeito da indústria, a ponto de ser convidada pela própria Academia a arranjar um medley das trilhas indicadas ao Oscar de 2001, apresentado durante a cerimônia. Ela faleceu em 2009, aos 84 anos de idade. Apesar de ignorar Morley, Anohni disse, em seu desabafo, não acreditar ter sido excluída por ser trans, aceitando o fato de que os artistas anunciados têm mais apelo comercial. No entanto, ressaltou que uma vida marcada por rejeições fez com que ela não pudesse deixar de notar mais essa. “Todo mundo me disse que, mesmo assim, eu deveria ir ao prêmio. Que passar pelo tapete vermelho seria ‘bom para a minha carreira’. Noite passada, tentei me forçar a entrar num avião rumo a Los Angeles para os eventos que envolvem os indicados. Mas o sentimento de constrangimento e raiva me nocauteou. E não pude entrar na aeronave”. Como Antony Hegarty, ela gravou quatro discos da banda Antony and the Johnsons. Mas, no ano passado, anunciou a decisão de seguir em carreira solo, prometendo a estreia de seu primeiro álbum como Anohni, “Hopelessness”, para 2016.
Wolverine 3 deve seguir Deadpool e ter censura mais elevada
Após o sucesso de “Deadpool”, surgiram rumores que “Wolverine 3” também poderia ter censura elevada. Pois agora, a revista The Hollywood Reporter confirma a informação, ouvindo fontes da produção que garantem que o longa sempre foi planejado dessa forma e que a decisão não tem a ver com o fenômeno causado pelo filme de Ryan Reynolds nas bilheterias. O site cita a primeira imagem promocional de “Wolverine 3”, que mostra o mutante simulando o dedo do meio com uma garra (a imagem acima), para demonstrar que o tom do filme já estava planejado com antecedência. Além disso, afirma que a violência e linguagem do roteiro de Michael Green (o cara que escreveu “Lanterna Verde”) jamais passaria para menores. Claro que o sucesso de “Deadpool” também foi positivo, ao demonstrar para o estúdio o potencial de um filme com classificação “R” (proibido para menores de 17 anos nos EUA). No Brasil, “Deadpool” foi exibido com classificação indicativa imprópria para menores de 16 anos. Vale lembrar que tanto “X-Men Origens: Wolverine” quanto “Wolverine – Imortal” eram, no papel, filmes de censura mais elevada, mas acabaram sendo lançados para pré-adolescentes de 13 anos. Desta vez, porém, a abordagem tende a ser mais difícil de ser contornada. Durante a San Diego Comic-Con 2015, Hugh Jackman sugeriu que viverá a versão envelhecida do mutante, ao resumir o próximo filme com três palavras: “Old Man Logan. Entendam como quiser”. Trata-se de uma referência a uma minissérie em quadrinhos de 2008, traduzida no Brasil como “O Velho Logan”. Escrita por Mark Millar (criador de “Kick-Ass” e “Kingsman”), a trama se passa num futuro distópico, no qual a maioria dos heróis foi eliminada, os vilões dominam o mundo e o Caveira Vermelha é presidente dos EUA. A trama encontra Wolverine escondido, casado e envelhecido. Ou melhor, Wolverine, não. Em seu lugar há um velho chamado Logan, um homem preocupado somente com o bem estar de sua família, e que é forçado a fazer decisões desesperadas. Para quitar suas dívidas, ele aceita participar de uma última missão perigosa, ajudando o Gavião Arqueiro, agora cego, a atravessar todo o país para salvar a filha dele (que é neta do Homem-Aranha!) do Rei do Crime. Mas a jornada não tem o desfecho feliz que os leitores esperavam, resultando num banho de sangue brutal e um relato desolador. Esta história é uma porrada, para dizer o mínimo, e realmente pede uma censura elevada. Entretanto, ela é impossível de ser filmada com a atual divisão de personagens entre a Fox e a Marvel. Importantíssimo na história, o Gavião pertence ao Marvel Studios, assim como o Rei do Crime, o Homem-Aranha e o Hulk, cujos filhos canibais são vilões da trama. Caso seja mesmo a trama escolhida, vários personagens precisarão ser alterados. Mark Millar, escritor de “O Velho Logan”, entusiasmou-se com a possibilidade da história virar filme e já sugeriu algumas alterações para adaptar a trama ao universo mutante da Fox. Mas suas sugestões, que são ótimas, chegaram após o roteiro já estar pronto. Considerada uma espécie de “Cavaleiro das Trevas” do Wolverine, “O Velho Logan” também é, em termos cronológicos, a última aventura do herói. Em entrevista anterior, Hugh Jackman chegou a mencionar que a trama lhe parecia “o jeito perfeito de encerrar” a história do personagem – ou, pelo menos, seu ciclo no papel. O ator também confirmou na Comic-Con que vai interpretar Wolverine pela última vez no terceiro filme do mutante. A direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). Além disso, Patrick Stewart já mencionou que deve voltar a viver o Professor Xavier neste filme. Como as filmagens devem começar em breve, mais novidades devem vir à tona nas próximas semanas. A estreia está marcada para 3 de março de 2017.
Guardiões da Galáxia: Karen Gillan revela foto de sua transformação em Nebula
A atriz Karen Gillan divugou uma foto dos bastidores de “Guardiões da Galáxia Vol. 2” em que mostra sua transformação em Nebula. Ou quase. A imagem revela apenas sua mão azulada, e foi divulgada no Twitter com o seguinte comentário: “É bom voltar ao azul”. Veja abaixo. Curiosamente, Karen não mencionou nada sobre a outra característica da personagem, que é careca. Desta vez, o diretor James Gunn prometeu que ela não precisaria raspar a cabeça, como fez para o primeiro filme. (veja acima), marcando o começo das filmagens da continuação do sucesso de 2014. A imagem mostra a equipe principal dos guardiões, formada por . O elenco ainda contará com os retornos de Chris Pratt (Peter Quill/Senhor das Estrelas), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), as vozes de Bradley Cooper (Rocket Raccoon) e Vin Diesel (mini-Groot), Michael Rooker (Yondu) e Sean Gunn (Kraglin), além das novas adições de Pom Klementieff (“Oldboy”), que viverá a heroína Mantis, Elizabeth Debicki (“O Grande Gatsby”), Chris Sullivan (série “The Knick”) e Kurt Russell (“Os 8 Odiados”), os três últimos em papéis não especificados. Ainda não foram revelados muitos destalhes sobre a trama da continuação, mas tudo indica que o filme abordará a identidade do pai de Peter Quill (provável papel de Kurt Russell). A estreia está marcada para 4 de maio de 2017 no Brasil.
Demolidor: Novo trailer da 2ª temporada destaca papel de Elektra
O serviço de streaming Netflix divulgou um novo pôster e o segundo trailer da 2ª temporada de “Demolidor”. Enquanto o primeiro trailer destacava a chegada do Justiceiro, vivido por Jon Bernthal (série “The Walking Dead”), e sua inevitável luta contra o Demolidor (Charlie Cox), o novo explora a aliança entre o herói e Elektra, interpretada por Elodie Yung (“G.I. Joe: Retaliação”). A prévia alimenta o clima tenso entre os dois personagens, que já foram namorados, antes de mostrá-los em luta contra a Yakuza e ninjas – integrantes da organização conhecida nos quadrinhos como O Tentáculo, que a tradução da série chama de Mão. As sequências de ação são bem cinematográficas. Já o cartaz apresenta melhor o uniforme da heroína. Clique na imagem para ampliá-la. Com 13 episódios, a estreia da 2ª temporada está marcada para 18 de março.
Ator de Game of Thrones viverá o herói Punho de Ferro em nova série da Marvel
A série sobre o super-herói Punho de Ferro finalmente encontrou seu protagonista. Segundo a revista Entertainment Weekly, Finn Jones, intérprete de Loras Tyrell em “Game of Thrones”, dará vida a Daniel Rand na quarta série da Marvel produzida para o serviço de streaming Netflix. A confirmação encerra meses de especulações, após a revista The Hollywood Reporter revelar que a Marvel teria até considerado escalar um ator asiático no papel. Nos quadrinhos, o personagem é loiro – como, por sinal, Finn Jones. Criado em 1974 por Roy Thomas e Gil Kane, Punho de Ferro é a identidade de Daniel Rand, jovem que aprendeu artes marciais numa cidade mística, ao ser resgatado ainda criança de uma tragédia no Himalaia. Neste local secreto, ele aprimorou o poder que torna seu punho capaz de atravessar as superfícies mais resistentes. Ao atingir a maioridade e voltar aos EUA, ele busca a vingança pela morte de sua família, aliando-se a personagens como a heroína Misty Knight e o superforte Luke Cage. A adaptação televisiva está sendo desenvolvida pelo produtor-roteirista Scott Buck, showrunner das séries “Dexter” e “A Sete Palmos” (Six Feet Under). “Punho de Ferro” deve começar a ser gravado em abril para lançamento em 2017, considerando a previsão do Netflix de lançar apenas duas séries da Marvel por ano. Neste ano, já estão previstas as estreias da 2ª temporada de “Demolidor”, em 18 de março, e da 1ª de “Luke Cage”, em abril.
Kill Your Friends: Nicholas Hoult é capaz de matar por um hit, em trailer de comédia sobre a indústria musical britânica
A Well Go Entertainment divulgou o trailer americano da comédia “Kill Your Friends”, estrelada por Nicholas Hoult (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). A prévia destaca o humor negro e violento da produção britânica, que se passa nos bastidores da indústria musical. A trama é ambientada em 1997 e acompanha a trajetória do personagem de Hoult, jovem funcionário de uma gravadora que busca um grande hit para emplacar nas paradas de sucesso durante a explosão das boy bands e do britpop, e se mostra capaz de passar por cima de tudo e todos para se dar bem nesse negócio. O elenco ainda conta com Ed Skrein (“Deadpool”), Rosanna Arquette (série “Ray Donovan”), James Corden (“Caminhos da Floresta”) e Tom Riley (série “Da Vinci’s Demons”). Adaptação do best-seller homônimo de John Niven, com direção de Owen Harris (série “Misfits”), “Kill Your Friends” dividiu opiniões no Reino Unido, onde estreou em novembro. A estreia nos cinemas americanos acontece em 1 de abril e não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Filme derivado da série Absolutely Fabulous ganha primeiro teaser
A Fox Searchlight divulgou o primeiro teaser do filme derivado da sitcom britânica “Absolutely Fabulous”. A prévia mostra as amigas Edina (Jennifer Saunders, criadora da atração) e Patsy (Joanna Lumley) curtindo férias à beira-mar, em clima de êxtase – e de comercial de bebida – , dando início a mais uma bebedeira. A série original, exibida com grandes hiatos entre 1992 e 2012, girava em torno de Edina Monsoon, uma agente de relações públicas decadente, que passava o seu tempo enchendo a cara e seguindo tendências bizarras numa tentativa desesperada de se manter jovem para sempre, quase sempre acompanhada por sua melhor amiga Patsy Stone, muito mais bêbada e promíscua, e com a total desaprovação de sua filha careta Saffron (Julia Sawalha). Feito comédia brasileira, o filme será intitulado “Absolutely Fabulous: The Movie”, e vai acompanhar Edina e Patsy acordando após um porre, sem lembrar da noite anterior. O detalhe é que se encontram em um iate no meio do oceano, sem sinal de celular. A estreia está marcada para 1 de julho no Reino Unido e não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Assista: Reação à intolerância, documentário Bichas vira fenômeno nas redes sociais
Fenômeno nas redes sociais brasileiras, o documentário “Bichas” já teve mais de 200 mil visualizações no YouTube desde que foi disponibilizado em 20 de fevereiro. O filme consiste de depoimentos de seis gays, com histórias e perfis diversos, e foi inspirado por uma violência sofrida pelo diretor, após um desconhecido lhe apontar uma arma por rdyst num grupo em que dois homens andavam de mãos dadas. “Suas bichas, vou atirar em você”, teria dito o valente heterossexual. Publicitário, o jovem pernambucano Marlon Parente decidiu se defender tirando o poder ofensivo da palavra “Bichas”. Pegou uma câmera emprestada, comprou um microfone de R$ 10 e filmou seis amigos com luz natural – sem verba para iluminador. Depois, editou todo o material sozinho e lançou na internet. Foi o que bastou. Políticos, atores e músicos começaram a compartilhar o filme nas redes sociais. E, em três dias, “Bichas” atingiu 100 mil visualizações. A repercussão também rendeu, nesta semana, diversas matérias na imprensa do eixo Rio-SP, além de um convite para Marlon exibir “Bichas” no festival de cinema O Cubo, no Rio de Janeiro. Confira, abaixo, seus 39 minutos na íntegra.
Meu Amigo Hindu: Novo filme brasileiro de Hector Babenco será “dublado em português”
O novo filme brasileiro de Hector Babenco, “Meu Amigo Hindu”, será lançado com dublagem em português. Parece um paradoxo, mas, com Willem Dafoe (“Anticristo”) no elenco, Babenco rodou o filme em inglês, apesar da produção se passar no Brasil e contar com Maria Fernanda Cândido, Bárbara Paz, Selton Mello e Reynaldo Gianecchini. O único trailer disponibilizado na internet, por sinal, é falado em inglês. Veja abaixo. Por isso, para sua estreia no país, a distribuidora Europa Filmes decidiu produzir uma versão dublada pelos próprios atores – com exceção de Dafoe, que foi dublado por Marco Ricca (“Chatô – O rei do Brasil”), segundo informação do site Filme B. “Se algum exibidor nos pedir, temos a versão em inglês. Mas a ideia é lançá-lo mesmo como um filme brasileiro”, disse o diretor da Europa, Wilson Feitosa, para o site. O filme anterior de Babenco, “O Passado” (2007), foi filmado na Argentina e falado em espanhol. “Meu Amigo Hindu” é um drama autobiográfico em que um cineasta, vivido por Willem Dafoe, redimensiona sua vida e sua arte ao saber que sofre de uma doença fatal. O filme abriu a Mostra de São Paulo do ano passado e a distribuidora pretende lançá-lo num circuito entre 80 e 100 salas, em 20 cidades, na próxima quinta, dia 3 de março.
Fim de semana terá sessões gratuitas de filmes brasileiros
Quer ver bons filmes brasileiros de graça nos cinemas? A semana marca o início da retrospectiva Novíssimo Cinema Brasileiro, realizada pelo Cinusp, o complexo cinematográfico da USP (Universidade de São Paulo), que programou uma seleção com os melhores filmes recentes do país em duas salas de exibições, na Cidade Universitária e no Centro Universitário Maria Antônia, em São Paulo. A lista inclui “Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert, “Olmo e a Gaivota”, de Petra Costa e Lea Glob, “Califórnia”, de Marina Person, “Casa Grande”, de Fellipe Barbosa, “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro, e vários outros. O evento também contará com debates com a presença de cineastas e promoverá as pré-estreias de quatro filmes que ainda não entraram no circuito comercial: “Garoto”, de Julio Bressane, “Para Minha Amada Morta”, de Aly Muritiba, “Ato, Atalho e Vento”, de Marcelo Masagão, e “Zoom”, de Pedro Morelli. Serão, ao todo, 17 filmes exibidos de graça até 13 de maio. A programação completa, com horários, está disponível no site oficial. Com alcance ainda mais amplo, nesta quinta (25/2) começa a exibição gratuita do documentário “A Paixão de JL”, de Carlos Nader, vencedor do festival É Tudo Verdade 2015. A produção foi patrocinada pelo Espaço Itaú, que a disponibilizará simultaneamente em seis cidades (Brasília, Curitiba, Porto Alegre, São Paulo, Salvador e Rio). Criado a partir dos diários gravados em fitas cassete pelo artista plástico José Leonilson, o filme registra seus últimos anos de vida, antes de morrer vítima da Aids em 1993. Igualmente impactante e belo, conquistou tanto o prêmio do juri quanto da crítica no É Tudo Verdade do ano passado – a terceira vitória do diretor Carlos Nader no festival de documentários. Confira os cinemas e os horários das sessões no site oficial do Espaço Itaú. Além disso, o Cinearte da capital paulista realiza no sábado (26/2) a mostra de encerramento da 2ª edição do projeto É Nóis na Fita – curso gratuito de cinema dirigido a jovens de 15 a 20 anos -, exibindo 10 curtas realizados por seus alunos, com a presença da cineasta Tata Amaral (“Hoje”) e da idealizadora do projeto, a diretora e atriz Eliana Fonseca (“Coisa de Mulher”). Mais informações no site oficial.












