Heroes v Aliens: Veja novo comercial e os pôsteres do crossover de Supergirl, Arrow, The Flash e Legends of Tomorrow
A rede americana CW divulgou um novo comercial e os quatro pôsteres do megacrossover das séries dos super-heróis da DC Comics, que ganhou o título de “Heroes v Aliens”. O crossover será baseado numa minissérie de quadrinhos dos anos 1980, intitulado “Invasão!”, que reunia os super-heróis da DC Comics contra uma invasão alienígena da Terra. A invasão começará pela série “Supergirl” em 28 de novembro, e abrangerá episódios de “The Flash”, “Arrow” e “Legends of Tomorrow”, no maior crossover de séries diferentes já feito na história da televisão.
Presidente da Marvel diz que é importante ter uma mulher na direção do filme da Capitã Marvel
O presidente do Marvel Studios Kevin Feige pisou numa casca de banana e nem percebeu, ao falar sobre seus planos para o filme da “Capitã Marvel”, numa entrevista publicada pela revista Variety. O tropeço cinematográfico aconteceu quando ele afirmou que era importante ter uma mulher como diretora do longa. “Ter uma diretora mulher no comando para contar a história de uma mulher, que também é nossa heroína mais poderosa com folga, é muito importante para nós”, disse Feige. Ou seja, o padrão da Marvel foi assumido de forma franca. Para o primeiro filme de herói negro, como “Pantera Negra”, contrata-se um diretor negro (Ryan Coogler). Para o primeiro filme de heroína, uma cineasta feminina. Mas imaginar uma mulher à frente de um filme dos Vingadores? Nem pensar. Os 90% de filmes que sobram têm sido comandados por homens brancos. A Marvel nunca lançou um filme dirigido por mulher ou negro antes. Nem tem, em seu cronograma, planos para fazer isso com outros lançamentos. Para compensar o sexismo deslavado, Feige tratou de demonstrar o quanto a Capitã Marvel é poderosa, em comparação aos demais heróis do estúdio. “Se você tivesse as fichas dos personagens da Marvel e pudesse ver seus níveis de poder, ela seria fora de série comparada a qualquer pessoa que já introduzimos em um filme”. Ele ainda aproveitou para elogiar a escolha da atriz Brie Larson (“O Quarto de Jack”) para o papel. “Com a Capitã Marvel, que tem poderes de um nível que ainda não vimos em nossos filmes, você precisa equilibrar com uma intérprete que seja muito humana, relacionável e capaz de convencer a audiência, ao voar até o sol e socar uma espaçonave. Ao mesmo tempo, ela tem que pousar e demonstrar falhas humanas”. Enquanto isso, Feige continua sem falar sobre o filme da Viúva Negra. Dois filmes com heroínas mulheres talvez sejam muito para a Marvel. Mas Capitã Marvel é tão poderosa que vale por duas, não é mesmo? O longa chega aos cinemas apenas em 2019.
Veja a abertura de 3%, primeira série brasileira da Netflix
A Netflix divulgou a abertura de “3%”, sua primeira série brasileira original, com elenco encabeçado por João Miguel (“Xingu”) e Bianca Comparato (“Irmã Dulce”). “3%” é uma série de ficção científica juvenil criada por Pedro Aguilera (“Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!”), que teve seu piloto divulgado em 2011 no YouTube, antes de “Jogos Vorazes” lançar tendência. A trama retrata uma sociedade futurista dividida entre o progresso e a devastação. A história acompanha jovens que pertencem ao lado desfavorecido e querem tentar a sorte do outro lado, mas para isso precisam passar por um processo de seleção, e só 3% conseguem. No projeto original, isto embutia uma crítica ao vestibular e ao sistema de ensino. Mas o desenvolvimento da série transformou o tema numa questão social mais ampla. Os sete episódios estreiam na sexta (25/11) com direção do uruguaio Cesar Charlone (“Artigas, La Redota”), que foi indicado ao Oscar pela fotografia de “Cidade de Deus” (2002).
Trailer “sombrio” de Carros 3 gera comoção nas redes sociais
Aparentemente, a morte da mãe de Bambi e do pai de Simba são aceitáveis, mas um carro capotar é demais para uma animação para crianças. O teaser de “Carros 3” disparou diversos comentários preocupados no Twitter. Todos de pais receosos com o conteúdo do filme, uma vez que ele mostra o carrinho protagonista Relâmpago McQueen sofrendo um acidente. Alguns usuários do Twitter chegaram até a se declarar “traumatizados” pelo vídeo. “Atenção, pais: Não mostrem para seus filhos o trailer de ‘Carros 3!'”, alertou uma mãe preocupada. “A menos que queiram ter aquela conversa sobre morte que você evita, dizendo que Spot foi para uma fazenda”, completou outra. “‘Carros 3’ parece bastante sombrio. Estou realmente assustado”, disse outro. “Por que o teaser de ‘Carros 3’ parece um filme de terror?”, comentou mais um. “Não vou deixar meus filhos verem o novo filme ‘Carros 3′”, arrematou um terceiro. E por aí seguiu o rosário das lamentações. Como não deve querer melindrar seu público alvo, a Disney vai lançar a seguir um novo comercial colorido e alegre.
Gotham: Ator de Dexter viverá o tio de James Gordon nos próximos episódios
A produção da série “Gotham” escalou James Remar (série “Dexter”) como o tio de James Gordon, vivido por Ben McKenzie. Segundo o site TVLine, o papel será recorrente. A descrição do personagem diz que Frank Gordon abandonou a família após o acidente fatal do pai de Jim. 25 anos depois, ele decide se reconectar com o sobrinho, mas esconde um grande segredo – algo que colocará o policial num dilema: escolher a família ou proteger Gotham. Remar vai estrear na série no início de 2017, em data a ser anunciada, após a série retornar de seu hiato de fim de ano. O último episódio de “Gotham” em 2016 já vai ao ar na próxima segunda, dia 28 de novembro, na rede americana Fox. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Ellen DeGeneres recebe condecoração de Barack Obama por sua coragem e pioneirismo
A comediante Ellen DeGeneres não conteve as lágrimas ao receber das mãos do presidente Barack Obama, a Medalha da Liberdade, a maior honraria concebida a civis pela Casa Branca. Ela e o ex-jogador de basquete Michael Jordan foram as celebridades mais destacadas pelo discurso do presidente americano, na cerimônia realizada na terça (22/11), que também condecorou os atores Tom Hanks, Robert Redford, Robert De Niro e o cantor Bruce Springsteen. Enquanto Michael Jordan foi celebrado como sinônimo de excelência, Ellen foi lembrada como ícone da coragem. “É fácil esquecer agora, em que chegamos tão longe e há igualdade no casamento perante à lei, a coragem que foi necessária para Ellen se assumir há quase 20 anos”, lembrou o chefe de estado dos Estados Unidos, evocando a iniciativa da comediante em se assumir lésbica publicamente, em sua então popular série de comédia “Ellen” (1994–1998). Ele declarou que a coragem da atriz impactou a todos, e não só a comunidade LGBTQ. “Como isso foi importante. Ver alguém tão repleta de bondade e luz, alguém de quem gostamos muito, alguém que poderia ser nosso vizinho, nosso colega ou nossa irmã, desafiar as nossas próprias suposições nos lembrando que temos mais em comum do que percebemos”, destacou. “E que fardo impressionante para ser carregado. Arriscar a sua carreira dessa forma. As pessoas geralmente não fazem isso. E então ter a esperança de milhões em seus ombros”, continuou Obama, celebrando o pioneirismo da atriz, que, embora tenha sofrido rejeição do grande público nos primeiros anos, resultando na queda de audiência e cancelamento de “Ellen”, deu a volta por cima conquistando seu próprio programa de entrevistas, que lidera a audiência das tardes da TV americana, horário mais assistido pelo público feminino nos EUA. Ellen DeGeneres se emocionou muito ao ouvir as palavras de Obama e, em seu Twitter, falou brevemente sobre a homenagem. “Que dia maravilhoso”, resumiu. Ao todo, Barack Obama reuniu 21 pessoas para realizar sua última homenagem a seus ídolos como presidente dos EUA. “Todo mundo neste palco conseguiu me comover pessoalmente de uma forma muito poderosa, de formas que provavelmente não podem ser imaginadas. Me ajudaram a ser quem sou”, ele disse, ao concluir a cerimônia na Ala Leste da Casa Branca.
Filha de Stanley Kubrick encerra campanha de ajuda a Shelley Duvall após denúncia de vínculo com a Cientologia
A página da plataforma Go Fund Me criada para angariar fundos para ajudar Shelley Duvall (“O Iluminado”) saiu do ar. A campanha foi abruptamente encerrada por sua organizadora, Vivian Kubrick, filha do cineasta Stanley Kubrick (que fez “O Iluminado”), após diversos comentários questionarem suas intenções. O estado de saúde da atriz Shelley Duvall (“O Iluminado”) chamou atenção durante sua recente aparição no programa do Dr. Phil, na TV dos Estados Unidos. A atriz de 67 anos participou de uma entrevista chocante, em que se mostrou bastante debilitada, tanto fisicamente quanto em nível psicológico, rendendo críticas ao psicanalista e apresentador Phil McGraw. Após ver Duvall se manifestar de forma delirante, Vivian Kubrick criticou a postura “cruel” do apresentador no Twitter, dizendo que não havia nada de compaixão ou tentativa de ajuda na exploração da dor alheia. E anunciou o lançamento de uma campanha na plataforma Go Fund Me para angariar fundos para Duvall “talvez recuperar a sua saúde”. Em poucas horas, mais de 400 pessoas doaram um total superior a US$ 17 mil. Mas logo começaram os questionamentos, pois a campanha estava sendo organizada a partir de um conhecido endereço da seita da Cientologia. Vivian abraçou a Cientologia no final dos anos 1990, quando seu pai trabalhou com Tom Cruise em “Olhos Bem Fechados” (1999), o que causou muita tristeza ao cineasta em seus últimos dias de vida. Desde então, Vivian se afastou completamente de sua família, mergulhando cada vez mais na Cientologia. O mais importante nessa questão é que a seita não acredita em psicanálise e psiquiatria. Todos os doadores da campanha que questionaram qual seria o destino do dinheiro tiveram seus comentários apagados. Quem comentasse a necessidade de tratamento psicológico também tinha suas mensagens deletadas. A questão se tornou incontornável, com cada vez mais pessoas questionando se o dinheiro arrecadado era para a Cientologia tratar Duvall e o resultado foi o cancelamento da campanha. Em seu Twitter, Vivian justificou a decisão citando a mãe da atriz, que teria pedido para suspender tudo, devido a regras do auxílio financeiro que Shelley recebe do sindicato dos atores, que seria suspenso se ela ganhasse uma grande doação. O site The Hollywood Reporter foi checar junto ao SAG-AFTRA e descobriu que não existe nenhum impeditivo do gênero.
Robert De Niro é comediante decadente em trailer de drama que ele queria filmar há anos
A Sony Pictures Classics divulgou o primeiro trailer de “The Comedian”, um dos projetos mais estimados do ator Robert De Niro (“Um Senhor Estagiário”), que tentava filmá-lo desde 2011. Como tem sido praxe, a prévia conta toda a história, mostrando a queda e a volta por cima de um comediante decadente de stand-up. Condenado a prestar serviços comunitários após atingir um membro de sua plateia com o microfone, ele acaba conhecendo uma mulher (Leslie Mann, de “Mulheres ao Ataque”) que irá mudar sua vida. Em resumo, o amor salva e lhe permite a redenção. O roteiro foi escrito por Art Linson (“Fora de Controle”) e Jeffrey Ross (“Tudo pela Fama”) e traz De Niro no papel principal. A direção está a cargo de Taylor Hackford (“Ray”) e o elenco de coadjuvantes é repleto de velhos amigos do veterano ator, propiciando reencontros que devem deleitar os cinéfilos. Há Harvey Keitel, parceiro de De Niro em “Caminhos Perigosos” (1973), Charles Grodin, de “Fuga à Meia-Noite” (1988) e Billy Crystal, de “A Máfia no Divã” (1999). Além disso, vale lembrar que De Niro quer ser “O Rei da Comédia” desde 1982. Impossível não fazer a ligação entre os dois filmes. “The Comedian”, que ainda inclui Danny DeVito (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”), Patti Lupone (série “Penny Dreadful”), Hannibal Buress (“Vizinhos”) e Edie Falco (série “Nurse Jackie”), estreia em 13 de janeiro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Silêncio: Veja o primeiro trailer épico do aguardado novo filme de Martin Scorsese
A Paramount divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Silêncio”, o aguardado novo filme de Martin Scorsese. Ainda sem legendas, a prévia demonstra a grandiosidade da produção, marcando a volta do cineasta aos épicos históricos e também à religião. Com “A Última Tentação de Cristo” (1988), Scorsese causou polêmica. Desta vez, trilha o caminho da exaltação da fé, em meio às privações e ao martírio. As imagens mostram tanto conversões quanto violência e desespero, sob tortura e o fio de espadas samurais. Adaptação do romance homônimo de Shusaku Endo, o filme acompanha padres jesuítas portugueses, que viajam ao Japão feudal para localizar seu mentor desaparecido e espalhar o evangelho do cristianismo no século 17. Estrelado por Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”), Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”) e Liam Neeson (“Busca Implacável”), o longa chegará aos cinemas americanos em 23 de dezembro, em distribuição limitada, visando atender as regras do Oscar. O lançamento mais amplo acontece em janeiro. No Brasil, por sinal, a estreia está marcada para 26 de janeiro. A produção vem sendo desenvolvida por Scorsese há décadas e a perspectiva de sua finalização neste ano era uma das grandes dúvidas em relação à disputa do Oscar 2017. Os dois últimos filmes do cineasta, “O Lobo de Wall Street” e “A Invenção de Hugo Cabret”, receberam um total de 16 indicações ao Oscar.
Kéfera Buchmann tem dor de barriga com Luan Santana e vídeo é visto 1 milhão de vezes em 24 horas
Os adolescentes amam mesmo Kéfera Buchmann. Ela acaba de lançar novo vídeo em seu canal no YouTube (5inco Minutos). E, em menos de 24 horas, mais de 1 milhão de internautas já viram. Trata-se de um clipe anti-romântico, uma paródia do sucesso popular “Dia, Lugar e Hora”, de Luan Santana, em que tudo dá errado. O próprio Luan aparece em cena, mas (felizmente para muitos) não canta, apenas demonstra seu talento como ator romântico. Nada mais justo, já que Kéfera “canta” dramaticamente. Pelos comentários, os fãs acharam engraçadíssimo, embora alguns tenham sentido saudades dos tempos em que Kéfera não precisava de uma superprodução para parecer engraçada. Já quem não é fã, dificilmente achará alguma graça. Aviso: o vídeo inclui a indefectível piada da dor de barriga que as crianças adoram e que os adultos viram trocentas vezes desde que eram crianças. Mas pode gerar uma meme: Kéfera tendo dor de barriga ao ver Luan Santana. A direção é da própria Kéfera em parceria com outro youtuber, André Pilli.
Semana dos Realizadores projeta no Rio o cinema alternativo brasileiro
A Semana dos Realizadores, considerada uma das mostras mais alternativas do cinema brasileiro, começa nesta quarta (23/11) no Rio de Janeiro, exclusivamente no Espaço Itaú de Cinema de Botafogo. Em sua oitava edição, o evento exibirá 70 filmes, entre curtas, médias e longas, divididos em seis mostras, até o dia 30 de novembro. A abertura contará com a exibição do documentário “Martírio”, de Vincent Carelli, já premiado no Festival de Brasília e na Mostra de São Paulo, sobre a luta pela sobrevivência dos índios guarani-kaiowá no Brasil. A programação ainda inclui o novo filme de Julio Bressane, “Beduíno”, sobre um casal de dramaturgos (Alessandra Negrini e Fernando Eiras) que leva a vida através da arte, e que foi exibido no Festival de Locarno, na Suíça, em agosto. Nesta edição também haverá a Mostra com Mulheres, com curadoria do coletivo CachoeiraDoc, da Bahia. A seção engloba filmes realizados e protagonizados por mulheres, entre eles o curta “Kbela”, de Yasmin Thayná, apontada como um dos expoentes da nova geração, e o clássico “Amor Maldito” (1984), de Adélia Sampaio, primeiro longa brasileiro dirigido por uma mulher negra. A programação completa está disponível no site oficial da Semana dos Realizadores.
Perdidos no Espaço: Dr. Smith vai virar Dra. Smith no remake da Netflix
Depois de mudar a raça da intérprete de Judy Robinson, a produção do remake de “Perdidos no Espaço” trocou o sexo do Doutor Smith. Segundo o site Deadline, a atriz Parker Posey (“O Homem Irracional”) viverá o papel imortalizado por Jonathan Harris no série clássica. Além da nova Dra. Smith, o elenco do remake da Netflix já escalou Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will e a adolescente Taylor Russell como Judy. Faltam apenas escalar a filha do meio, Penny, o navegador Major West e o dublador do robô. O sobrenome dos personagens é uma referência ao clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na série original, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha foi substituída por outro planeta. A trama se passava no futuro (que na época era 1997), no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabota a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. O remake está sendo escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A previsão é que o remake estreie apenas em 2018 na Netflix.
Aquarius é indicado ao Spirit Awards, o “Oscar do cinema independente”
O filme “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, foi indicado ao Independent Spirit Awards 2017, o “Oscar indie”, que premia as melhores produções independentes nos Estados Unidos. O drama brasileiro foi selecionado na categoria de Melhor Filme Estrangeiro. Além de “Aquarius”, há outros dois brasileiros na lista. Mauricio Zacharias disputa o prêmio de Melhor Roteiro por seu trabalho no longa americano “Melhores Amigos”, sobre a amizade de dois meninos cujas famílias brigam por causa de dinheiro. E Rodrigo Teixeira está duplamente representado, como produtor de “Melhores Amigos” e do terror “A Bruxa”, que concorre como Melhor Filme de Estreia. Na disputa principal, dois filmes empataram com o maior número de indicações: seis cada. São eles “Moonlight”, de Barry Jenkins, sobre um jovem negro que procura se afirmar num bairro pobre e violento, ao mesmo tempo em que descobre sua sexualidade, e “American Honey”, de Andrea Arnold, também sobre jovens, que exploram suas sexualidades em viagens para vender assinaturas de revistas. “Moonlight” e “American Honey” vão disputar o troféu de melhor filme indie do ano com outros filmes incensados pela crítica: “Manchester à Beira-Mar”, “Chronic” e “Jackie”. Por sinal, a interpretação de Natalie Portman como a ex-Primeira Dama Jacqueline Kennedy é considerada favorita para levar o troféu de Melhor Atriz. O mesmo tem sido dito sobre Casey Affleck, como o tio que reluta em criar o sobrinho órfão em “Manchester à Beira-Mar” (filme indicado a cinco prêmios). Interessante reparar que, neste ano, o vencedor do Festival de Sundance não emplacou na disputa. O escândalo sexual envolvendo o diretor e ator Nate Parker implodiu as chances de “O Nascimento de uma Nação” ambicionar qualquer prêmio novo. Entre as ausências, o franco favorito ao Oscar “La La Land” foi considerado inelegível pelas regras da premiação. “Aquarius”, por sua vez, concorre com o grego “Chevalier”, de Athina Rachel Tsangari, o francês “Três Lembranças da Minha Juventude”, de Arnaud Desplechin, o já premiadíssimo longa alemão “Toni Erdmann”, de Maren Ade, e o inesperado terror “Sob a Sombra”, estreia do iraquiano Babak Anvari. Um dos eventos mais importantes que antecedem o Oscar, a cerimônia do Spirit acontece um dia antes da premiação da Academia, em 25 de fevereiro, na praia de Santa Mônica, na Califórnia. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Indicados ao Independent Film Awards 2017 Melhor Filme American Honey Chronic Jackie Manchester à Beira-Mar Moonlight Melhor Diretor Andrea Arnold (American Honey) Pablo Larraín (Jackie) Jeff Nichols (Loving) Kelly Reichardt (Certas Mulheres) Barry Jenkins (Moonlight) Melhor Atriz Annette Bening (20th Century Women) Isabelle Huppert (Elle) Sasha Lane (American Honey) Ruth Negga (Loving) Natalie Portman (Jackie) Melhor Ator Casey Affleck (Manchester à Beira-Mar) David Harewood (Free In Deed) Viggo Mortensen (Capitão Fantástico) Jesse Plemons (Other People) Tim Roth (Chronic) Melhor Atriz Coadjuvante Edwina Findley (Free In Deed) Paulina Garcia (Melhores Amigos) Lily Gladstone (Certas Mulheres) Riley Keough (American Honey) Molly Shannon (Other People) Melhor Ator Coadjuvante Ralph Fiennes (A Bigger Splash) Ben Foster (A Qualquer Custo) Lucas Hedges (Manchester à Beira-Mar) Shia LaBeouf (American Honey) Craig Robinson (Morris from America) Melhor Roteiro Barry Jenkins (Moonlight) Kenneth Lonergan (Manchester à Beira-Mar) Mike Mills (20th Century Women) Ira Sachs & Mauricio Zacharias (Melhores Amigos) Taylor Sheridan (A Qualquer Custo) Melhor Filme de Estreia The Childhood of a Leader The Fits Other People Swiss Army Man A Bruxa Melhor Roteiro de Estreia Robert Eggers (A Bruxa) Chris Kelly (Other People) Adam Mansbach (Barry) Stella Meghie (Jean of the Joneses) Craig Shilowich (Christine) Melhor Edição Matthew Hannam (Swiss Army Man) Jennifer Lame (Manchester à Beira-Mar) Joi McMillon e Nat Sanders (Moonlight) Jake Roberts (A Qualquer Custo) Sebastián Sepúlveda (Jackie) Melhor Direção de Fotografia Ava Berkofsky (Free In Deed) Lol Crawley (The Childhood of a Leader) Zach Kuperstein (The Eyes of My Mother) James Laxton (Moonlight) Robbie Ryan (American Honey) Melhor Documentário A 13ª Emenda Cameraperson I Am Not Your Negro O.J.: Made in America Sonita, uma Rapper Afegã Sob o Sol Melhor Filme Estrangeiro Aquarius (Brasil) Chevalier (Grécia) Três Lembranças da Minha Juventude (França) Toni Erdmann (Alemanha e Romênia) Sob as Sombras (Irã e Reino Unido) Prêmio John Cassavetes (Melhor Filme Feito com Menos de US$ 500 mil) Free In Deed Hunter Gatherer Lovesong Nakom Spa Night Prêmio Robert Altman (Melhor Elenco) Moonlight












