Da China ao México, conheça 10 blockbusters que bateram Hollywood em 2016
A revista The Hollywood Reporter compilou uma lista com os 10 maiores blockbusters do mercado internacional em 2016. Não há nenhum filme brasileiro, mas a relação inclui um longa (“Invasão Zumbi”) que vai estrear nesta semana no país. A lista é repleta de besteiróis. Mesmo assim, destaca um finalista ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (“The King’s Choice”) e três cineastas conhecidos de Hollywood: o espanhol J.A. Bayona (“O Impossível”), o islandês Baltasar Kormákur (“Evereste”) e o neo-zelandês Taika Waititi (do vindouro “Thor: Ragnarok”). Confira abaixo, com trailers, quais foram os longas que se destacaram nas bilheterias mundiais neste ano, rendendo mais em seus países de origem que os lançamentos de Hollywood. COREIA DO SUL: INVASÃO ZUMBI ESPANHA: SETE MINUTOS PARA A MEIA NOITE CHINA: MERMAID JAPÃO: YOUR NAME NORUEGA: THE KING’S CHOICE ISLÂNDIA: THE OATH NOVA ZELÂNDIA: HUNT FOR THE WILDERPEOPLE FRANÇA: LES TUCHE: THE AMERICAN DREAM MÉXICO: QUE CULPA TIENE EL NIÑO ALEMANHA: WELCOME TO THE HARTMANNS
Lily Collins aparece nas primeiras fotos do filme de monstros do diretor de Expresso do Amanhã
A atriz Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”) aparece de cabelos vermelhos numa das primeiras imagens divulgadas de “Okja”, o novo filme de monstros do diretor sul-coreano Bong Joon-ho (“Expresso do Amanhã”). Segundo a sinopse, o filme é a história de “uma garotinha disposta a arriscar tudo para impedir que uma poderosa multinacional sequestre seu melhor amigo, um animal enorme chamado Okja”. O elenco contará com Tilda Swinton (que trabalhou com Joon-Ho em “Expresso do Amanhã”), Jake Gyllenhaal (“O Abutre”), Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”), Devon Bostick (série “The 100”), Steven Yeun (série “The Walking Dead”), além da dupla Byeon Hie-bong e Yun Je-mun, que trabalhou com o diretor em vários filmes, entre eles “O Hospedeiro”, primeiro filme de monstros de Bong Joon-ho. A produção está a cargo da Plan B, empresa de Brad Pitt, em parceria com o serviço de streaming Netflix.
Relembre a famosa sessão de fotos de Carrie Fisher com o biquíni da Princesa Leia
A atriz Carrie Fisher, falecida nesta terça (27/12), foi a primeira heroína moderna da sci-fi, mas além de chutar traseiros e disparar lasers, ela também conquistou fãs como a primeira sex symbol geek, graças ao figurino de “O Retorno de Jedi” (1983), o último filme da trilogia original de “Star Wars”. É verdade que chegou a reclamar do biquíni metálico que usou no começo do filme, mas também reconheceu que ele fez muitos fãs, como o cineasta Kevin Smith, apaixonaram-se por ela. Além de usá-lo no filme, Carrie também vestiu o biquíni durante uma sessão promocional de fotos para a revista Rolling Stone, que a levou para a praia com os figurantes fantasiados da produção. Essas imagens foram entronizadas nas fantasias de milhões de garotos – e garotas – da época, rendendo homenagens até hoje. “Tenho que admitir que eu pareço ótima nas fotos”, ela disse, em entrevista recente ao site Daily Beast. Citado em inúmeros episódios de TV, o biquíni voltou a chamar atenção no ano passado, quando a atriz Amy Schumer explorou seu sex appeal numa sessão fotográfica ainda mais debochada. Veja na galeria abaixo as fotos da sessão original, que incluem até imagens não publicadas na época.
Veja o vídeo do teste de Carrie Fisher para o papel de Princesa Leia
Um vídeo de Carrie Fisher, falecida nesta terça (27/12), revela como a atriz conseguiu seu famoso papel de Princesa Leia em “Guerra nas Estrelas” (1977). A gravação de 1976 registra o teste da atriz, ainda sem o famoso penteado da personagem, repassando suas falas com o ator Harrison Ford. O diálogo aborda a necessidade de enfrentar a Estrela da Morte, uma trama que, 40 anos depois, continua a reverberar nos cinemas, agora em “Rogue One: Uma História Star Wars”. Confira:
Carrie Fisher (1956 – 2016)
Morreu a atriz Carrie Fisher, que será sempre lembrada como a Princesa Leia Organa da saga “Star Wars”. Ela sofreu um ataque cardíaco na sexta-feira (23/12), durante um voo que ia de Londres para Los Angeles, e chegou a ser levada para um hospital. Mas não resistiu. Na manhã desta terça (27/12), veio a falecer. Filha do cantor Eddie Fisher e da atriz Debbie Reynolds (estrela de “Cantando na Chuva”), que se separaram quando ela era bebê, Carrie estreou como atriz num telefilme de sua mãe, “Debbie Reynolds and the Sound of Children” (1969), com 13 anos de idade. Já nesta época, mãe e filha viviam uma relação conturbada, que Carrie detalhou no livro “Postcards from the Edge”. A obra virou filme em 1990, com o título “Lembranças de Hollywood”, estrelado por Meryl Streep. Disposta a virar atriz, ela estreou no cinema como uma adolescente precoce que seduzia Warren Beatty na comédia “Shampoo” (1975). Em busca de maior destaque, candidatou-se ao teste de uma produção que procurava por atores desconhecidos para lançar uma saga espacial. Como ela conta em sua biografia, foi há muito tempo, praticamente numa galáxia distante. O vídeo, inclusive, pode ser conferido aqui. Carrie tinha 20 anos e precisou emagrecer cinco quilos para conseguir o papel, condição exigida pelo diretor George Lucas. E apesar de viver uma Princesa, recebeu o salário mínimo da categoria, cerca de 500 libras por semana. Mesmo assim, jamais se arrependeu de atuar em “Guerra nas Estrelas” (1977), que a tornou mundialmente famosa da noite para o dia. Ela chegou até a ficar surpresa quando percebeu que virara um símbolo sexual, pois se considerava feia. A fama de atriz sexy foi consequência direta do figurino do terceiro filme da trilogia original, “O Retorno de Jedi” (1983), que em seus minutos iniciais a mostrou com “visual de escreva”, num biquíni metálico. A fantasia se tornou tão popular que a revista Rolling Stone a convidou para fazer um ensaio fotográfico na praia com o biquíni de Leia. O resultado foi uma das capas mais famosas da publicação. E desde então os nerds do mundo inteiro sonham com a Princesa de biquíni. Trinta e dois anos depois, ela voltou a reviver seu papel icônico na continuação da saga. Em “Star Wars: O Despertar da Força”, Carrie ressurgiu não mais como Princesa, mas como a General Organa, heroína da República que ajudou a derrotar o Império. “Foi como se estivéssemos num acampamento. Harrison e eu ficamos um pouco derretidos no set”, disse a atriz na época do lançamento. A atriz não teve outros papéis que atingissem a mesma repercussão, mas apareceu em alguns filmes importantes, como “Os Irmãos Cara de Pau” (1980), no qual viveu a mulher misteriosa que perseguia os Blues Brothers para matar Jake Blues (John Belushi), “Hannah e Suas Irmãs” (1986), um dos melhores filmes da carreira de Woody Allen, e “Harry & Sally: Feitos um para o Outro” (1989), comédia romântica que se tornou cultuada. Ela fez diversas outras comédias nos anos 1980, incluindo duas com Tom Hanks, “O Homem do Sapato Vermelho” (1985) e “Meus Vizinhos São um Terror” (1989). Também apareceu na comédia sci-fi “As Amazonas na Lua”, de Joe Dante, e no mistério “Encontro Marcado com a Morte” (1988), adaptação de Agatha Christie, antes de sumir em papéis cada vez menos importantes a partir dos anos 1990. Acabou virando uma figurante de luxo, vista em produções tão diferentes quanto “Hook: A Volta do Capitão Gancho” (1991), “Austin Powers” (1997), “Pânico 3” (2000) e “As Panteras: Detonando” (2003), e logo se especializou em viver a si mesmo, surgindo como Carrie Fisher nos filmes “Gente Famosa” (2000) e “Mapas para as Estrelas” (2014), além das séries “Sex and the City” e “The Big Bang Theory”, entre outras. Enquanto desaparecia de vista, Carrie passou a acumular outras funções nos bastidores, trabalhando como roteirista de diversas produções, da série “O Jovem Indiana Jones” às cerimônias de entrega do Oscar. Ela também ficou conhecida por debater publicamente seus problemas pessoais, como o transtorno bipolar e o alcoolismo, que transformou numa peça/livro/especial da HBO “Wishful Drinking”, indicado ao Emmy em 2011. Entre seus últimos trabalhos, destacava-se um papel recorrente na série britânica “Catastrophe”. Ela vinha justamente da gravação de dois episódios da 2ª temporada da atração, viajando de Londres para sua casa em Los Angeles, quando sofreu o ataque cardíaco que a matou. Ela ainda deixou finalizada sua participação no filme “Star Wars: Episódio VIII”, sua derradeira aparição numa galáxia distante. E, mais importante, deixa uma filha, Billie Lourd, fruto de seu relacionamento com o empresário Bryan Lourd, que também virou atriz e segue seu legado, como parte do elenco da nova trilogia “Star Wars”.
Netflix vai relançar as séries da Marvel com nova tecnologia
A Netflix vai relançar as séries da Marvel com uma nova tecnologia, que irá torná-las mais nítidas e realçar suas cores. A plataforma vai aplicar um processo chamado HDR (High Dynamic Range) para tratar as imagens das séries, e disponibilizou um vídeo legendado explicando a inovação. “Demolidor” será a primeira atração a passar por esse tratamento, seguida por “Jessica Jones” e “Luke Cage”. Todas terão relançamento no serviço de streaming com imagens mais vívidas. Já “Punho de Ferro”, prevista para março, será a primeira a estrear com a aplicação da nova tecnologia. Confira o vídeo abaixo para verificar a diferença.
Novos comerciais legendados de Resident Evil 6 trazem muitas cenas inéditas e explicação da trama
A Sony divulgou três novos comerciais legendado de “Resident Evil 6: O Capítulo Final”, repletos de cenas inéditas. Há até, finalmente, uma explicação para a trama do desfecho da franquia. A Corporação Umbrella desenvolveu uma cura para o vírus zumbi e, para salvar a humanidade, Alice (Milla Jovovich) lidera um grupo de voluntários numa missão de busca na Colmédia, como a base da empresa do mal é conhecida. Mas lá encontra novamente o programa de defesa da Rainha Vermelha e o vilão Dr. Alexander Isaacs (Iain Glen, de “Game of Thrones”, visto pela última vez em “Resident Evil 3: A Extinção”). O elenco ainda inclui outra sobrevivente da franquia, Ali Larter (desaparecida desde “Resident Evil 4: Recomeço”), além da australiana Ruby Rose (série “Orange Is the New Black”), do irlandês Eoin Macken (série “The Night Shift”), do cubano William Levy (“O Clube das Mães Solteiras”) e do modelo e apresentador de TV japonês Rola (sério). Novamente dirigido por Paul W.S. Anderson, o último “Resident Evil” tem previsão de estreia para 26 janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Canário Negro está de volta no novo trailer de Arrow
A rede americana CW divulgou um comercial do retorno de “Arrow”, que lida com a surpresa do último capítulo antes do hiato de fim de ano: a volta de Canário Negro (Katie Cassidy). A personagem, que foi morta e enterrada na 4ª temporada da série, simplesmente reapareceu no QG do Arqueiro Verde, e a prévia traz os demais personagens lidando com a situação em dois momentos distintos: comemorando seu retorno dos mortos, mas também temendo que ela não seja a Laurel Lance que eles conheciam. A atriz Katie Cassidy, intérprete de Laurel Lance/Canário Negro, assinou um contrato especial em julho para voltar a aparecer no universo de séries da DC Comics, nos mesmos moldes dos recentes contratos dos atores John Barrowman e Wentworth Miller, intérpretes, respectivamente, de Malcolm Merlyn e Capitão Frio, que aparecerão em diversas séries simultaneamente. Isto inclui “Arrow”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow” e “Supergirl”. Intitulado “Who Are You?” (quem é você?), o episódio que retoma a 5ª temporada de “Arrow” será exibido em 25 de janeiro nos EUA. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Warner.
Palhaço Pennywise aparece no esgoto em nova foto do terror It
A revista Entertainment Weekly divulgou uma nova foto do palhaço Pennywise na versão cinematográfica de “It”, clássico da literatura de terror de Stephen King. O personagem interpretado por Bill Skarsgård (série “Hemlock Grove”) aparece num cano de esgoto. Quem conhece a obra sabe o terror que isto significa. Repleto de atores jovens, o elenco também inclui Jaeden Lieberher (série “Masters of Sex”), Owen Teague (série “Bloodline”), Nicholas Hamilton (“Terra Estranha”), Megan Charpentier (“Resident Evil 5: Retribuição”), Finn Wolfhard (série “Stranger Things”), Jack Grazer (“Tales of Halloween”), Wyatt Oleff (“Guardiões da Galáxia”), Sophia Lillis (“37”), Chosen Jacobs (série “Hawaii Five-0”) e Jeremy Ray Taylor (“The History of Us”). Publicado em 1986 e lançado no Brasil com o título “It – A Coisa”, o romance é um dos mais volumosos de Stephen King, com mais de mil páginas. A aterrorizante história gira em torno de sete crianças perseguidas pela criatura maligna que lhe dá título. Para sobreviver, elas precisarão superar seus medos e enfrentar Pennywise duas vezes em suas vidas – na infância e também em suas vidas adultas. A adaptação foi escrita por escrito por Gary Dauberman (“Annabelle”) e Chase Palmer (“Black Lung”) e a direção é do argentino Andrés Muschietti, do terror “Mama” (2013). A estreia está marcada para 7 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Robert Redford e Jane Fonda voltam a namorar na primeira foto de filme do diretor de The Lunchbox
A Netflix divulgou a primeira foto de “Our Souls at Night”, filme que volta a juntar Robert Redford e Jane Fonda quase 40 após seu último romance nas telas. O responsável pelo reencontro é o diretor indiano Ritesh Batra, do fenômeno romântico “The Lunchbox”, uma das maiores bilheterias mundiais de 2013. “Our Souls at Night” é baseado no romance homônimo de Kent Haruf (“Histórias Divididas”), publicado postumamente no ano passado, e tem roteiro da dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber (“A Culpa É das Estrelas”). A trama começa com uma visita inesperada de Addie Moore (Jane Fonda) a seu vizinho, Louis Waters (Robert Redford). Os dois são viúvos há muitos anos, mas que nunca tiveram muito contato, apesar de viverem em um pequeno povoado. Pois a situação começa a mudar a partir da iniciativa da viúva, que faz ao vizinho uma proposta indecente. Redford e Fonda trabalharam juntos em três filmes, “Caçada Humana” (1966), “Descalços no Parque” (1967) e “O Cavaleiro Elétrico” (1979), mas embora seus personagens tivessem relacionamentos em todos, eles só tiveram vida de casados no segundo. “Our Souls at Night” estreará em 2017, cinco décadas após a primeira lua de mel cinematográfica do casal.
Bilheteria inflada de Minha Mãe É uma Peça 2 revela que distribuidoras contabilizam mais de mil salas invisíveis no país
Os números impossíveis das estreias dos cinemas do fim de semana no Brasil chegaram. E enquanto a Paris Filmes celebra o fato de Paulo Gustavo ter mais Força que Darth Vader no Brasil, os recordes festejados revelam que as distribuidoras contabilizam mais de 1,5 mil salas invisíveis no país – ou seja, 50% mais salas que o circuito efetivamente mapeado pela Ancine. Segundo relatórios divulgados pelo site Filme B (veja a tabela completa abaixo), “Minha Mãe É uma Peça 2 – O Filme” registrou a segunda melhor estreia nacional do ano com R$ 8,7 milhões, ficando atrás apenas de “Os Dez Mandamentos – O Filme”. O longa foi visto por cerca de 715 mil pessoas nos últimos quatro dias e estreou em mais de mil salas, o que deveria equivaler a um terço do parque exibidor nacional e também o consagraria como o maior lançamento entre as comédias nacionais de todos os tempos. O detalhe é que a animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta” também foi lançado em circuito similar. E, para isso, era de se imaginar que “Rogue One – Uma História Star Wars” precisasse sair de cartaz na maioria das salas em que se encontrava, uma semana após registrar uma das maiores estreias do ano no país. Mas não foi o que aconteceu. “Rogue One – Uma História Star Wars” apareceu em 2º lugar, com uma arrecadação de R$ 3,7 milhões, ainda em mais de mil salas, seguido por “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, que fez R$ 2,6 milhões em 980 salas. Basta vislumbrar o desempenho destes três filmes para perceber que, se os números de seus circuitos estão corretos, não deveria haver mais nenhum outro filme em cartaz no país. Em cinema algum. Há um ano, a Ancine publicou um balanço do parque exibidor nacional, revelando que o Brasil encerrou 2015 com um pouco mais de 3 mil salas em funcionamento. O país não atingia esta marca desde 1977 e, no ano passado, cresceu em ritmo recorde com um acréscimo de 304 novas telas. Entretanto, a se acreditar nos números divulgados pelo mercado neste fim de semana, em 2016 o Brasil ganhou, por baixo, mais de 1,5 mil salas. Afinal, ainda segundo dados do Filme B, os filmes em cartaz do 4º ao 10º lugares também estão sim, por incrível que pareça, em salas de cinema. Na verdade, os dados fornecidos garantem que eles ocupam mais de 1,2 mil salas! E estes são os blockbusters. Há ainda o circuito alternativo… Não houve, porém, um milagre chinês na expansão do parque cinematográfico nacional. O mais recente relatório da Ancine, relativo ao terceiro trimestre de 2016, informa que o circuito realmente cresceu. De 3003 para… 3098 salas! A página que contém estes números pode ser conferida abaixo. O relatório ainda revela que, no último trimestre, o mercado de exibição brasileiro teve até crescimento 27% menor que no mesmo período em 2015. A íntegra do texto pode ser lida neste link. Vale observar que diversas salas alternam alguns filmes ao longo da semana e até do dia, tornando plausível que haja mais cópias exibidas do que salas disponíveis, especialmente no interior, onde a falta de telas exige maior flexibilidade. Mesmo assim, seria improvável considerar que essa prática de exceção fosse capaz de fazer o circuito inflar 50%. Ou seria capaz? O que é mais razoável? Questionar se a Ancine subestima o mercado, se as distribuidoras superestimam seus números, se o levantamento do Filme B é totalmente equivocado ou se metade dos cinemas do país exibem mais de dois filmes por semana? Um terço três filmes? Um quarto quatro filmes? Pois a resposta oficial oferecida para o mistério é que, sim, até mais da metade dos cinemas brasileiros exibem mais de um filme ao mesmo tempo. Saiba mais sobre esta explicação e suas consequências na continuação deste artigo – aqui.
Bilheterias: Rogue One pulveriza Passageiros e Assassin’s Creed nos cinemas dos EUA
“Rogue One: Uma História Star Wars” não teve dificuldades para se manter na liderança dos cinemas nos EUA pela segunda semana consecutiva. A produção da LucasFilm/Disney fez 64,3 milhões no fim de semana, quase o dobro da arrecadação do 2º lugar, a animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”. O prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) já fez mais de US$ 300 milhões nos EUA (passou de US$ 550 milhões em todo mundo). E isto tendo que enfrentar, nos últimos dias, nada menos que quatro estreias amplas. “Sing” foi o lançamento que se deu melhor, com US$ 35,9 milhões. Os demais foram pulverizados. A cara sci-fi “Passageiros”, orçada em US$ 110 milhões e estrelada por Jennifer Lawrence e Chris Pratt, ficou em 3º, com modestos US$ 14,8 milhões. Mas bem pior foi a implosão de “Assassin’s Creed”, com US$ 10,2 milhões em 5º lugar. O fiasco só confirma, novamente e definitivamente, que Hollywood apenas perde dinheiro ao insistir em adaptar games. Para se ter ideia, o filme custou US$ 125 milhões. A surpresa positiva ficou por conta do desempenho da comédia “Tinha que Ser Ele?”, que abriu no 4º lugar com US$ 11 milhões, à frente do bombardeado “Assassin’s Creed”. Estrelado por Bryan Cranston e James Franco, “Tinha que Ser Ele?” nem estava sendo considerado nas projeções da indústria para o Natal. Orçada em apenas (para Hollywood) US$ 38 milhões, a produção conseguiu sobreviver à briga dos blockbusters de mais de US$ 100 milhões e deve dar lucro. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Rogue One – Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 64,3 milhões Total EUA: US$ 318 milhões Total Mundo: US$ 555,4 milhões 2. Sing – Quem Canta Seus Males Espanta Fim de semana: US$ 35,2 milhões Total EUA: US$ 76,6 milhões Total Mundo: US$ 93,9 milhões 3. Passageiros Fim de semana: US$ 14,8 milhões Total EUA: US$ 30,4 milhões Total Mundo: US$ 30,4 milhões 4. Tinha que Ser Ele? Fim de semana: US$ 11 milhões Total EUA: US$ 16,7 milhões Total Mundo: US$ 18,9 milhões 5.
Próximo episódio de Supergirl será dirigido por Kevin Smith
O próximo episódio de “Supergirl”, que será o primeiro exibido em 2017, foi dirigido pelo cineasta Kevin Smith. O diretor do clássico indie “O Balconista” (1994) já tinha dirigido dois episódios de “The Flash” em 2016, antes de assinar sua primeira aventura da Garota de Aço. Curiosamente, o título do episódio é “Supergirl Lives”, que faz referência ao filme “Superman Lives”, encomendado mas nunca produzido pela Warner nos anos 1990. O roteirista daquele filme era ninguém menos que Kevin Smith. O trailer anteriormente divulgado pode ser conferido aqui. A série retoma sua 2ª temporada em 23 de janeiro nos EUA. No Brasil, “Supergirl” é exibida pelo canal pago Warner.












