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Pedro Bial revela enfisema pulmonar causado pelo cigarro: “Sou um arrependimento ambulante”
Jornalista abandonou o cigarro aos 50 anos, mas convive com uma sequela do tabagismo
Sequela do cigarro
Pedro Bial revelou que convive com um enfisema pulmonar causado pelos anos em que foi fumante. Aos 68 anos, o jornalista contou em entrevista à GQ Brasil que abandonou o cigarro aos 50, mas ficou com a doença como sequela do tabagismo. “Eu era um fumante bravo”, afirmou. Ao avaliar o hábito que manteve durante décadas, resumiu: “A minha vida é feita de arrependimento. Eu sou um arrependimento ambulante.”
O que Bial contou?
O apresentador descreveu o enfisema como pequeno, mas suficiente para fazê-lo lamentar os anos em que fumou. O enfisema é uma forma de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) que destrói progressivamente as paredes dos alvéolos e compromete a capacidade respiratória. O tabagismo está entre suas principais causas.
Bial deixou o cigarro há 18 anos e passou a cuidar da saúde com maior atenção. Atualmente, faz caminhadas rápidas de cerca de meia hora diariamente, musculação duas ou três vezes por semana e também pratica tai chi chuan. Ele não corre devido a lesões no joelho esquerdo, consequência do período em que jogou basquete.
Saúde mudou após cirurgia
A mudança de hábitos também foi influenciada por outro problema de saúde. Em 2016, Bial passou por uma cirurgia cardíaca e colocou três pontes de safena. Na entrevista, contou que a experiência ampliou suas reflexões sobre envelhecimento e morte.
O jornalista defendeu que decisões sobre o fim da vida sejam discutidas enquanto a pessoa ainda está saudável e pode manifestar seus desejos. Para Bial, deixar essa conversa apenas para uma situação crítica é “o pior momento de falar”.
O apresentador não planeja se aposentar. Em 2026, foi promovido a diretor artístico do núcleo de documentários e programas da Globo e continua à frente do “Conversa com Bial”, que passou por uma reformulação para o formato semanal.