
Instagram/Mariana Maffeis
Separação de filha de Ana Maria Braga passa a tramitar em segredo de Justiça
Mariana Maffeis diz que não pretende transformar o processo contra Badarik González em uma disputa pública
Processo passa a tramitar sob sigilo
O processo de separação de Mariana Maffeis e Badarik González passou a tramitar em segredo de Justiça. A filha de Ana Maria Braga afirmou que não pretende transformar o conflito com o ex-marido em uma disputa pública, embora os dois já tenham apresentado versões diferentes sobre o fim do casamento.
Que disse Mariana Maffeis?
Em um vídeo publicado no YouTube, Mariana agradeceu o apoio recebido e afirmou que pretende preservar a família durante o processo.
“Sou muito afortunada por essa família, por esse momento e pelo apoio que tenho recebido, que temos recebido enquanto família. Não quero travar guerra nenhuma, a gente quer seguir a nossa guerra. Porque a vida é uma guerra espiritual”, declarou.
Versões diferentes/h2>
A produtora de conteúdo também comentou a circulação de versões diferentes sobre o caso, mas não revelou quais fatos motivaram as medidas judiciais.
“As narrativas são muitas. E a gente tende a querer impor narrativas para conquistar territórios. O ilusionista trabalha assim. Chama atenção para outras coisas para não verem o que está realmente acontecendo”, afirmou.
Badarik diz estar afastado dos filhos
Mariana e Badarik se casaram em 2020 e tiveram dois filhos. Ela tornou pública a decisão de se separar em julho, enquanto o professor de ioga afirmou posteriormente que uma medida protetiva o impedia de se aproximar das crianças.
Em uma transmissão nas redes sociais, o colombiano disse que não havia assinado os documentos do divórcio e questionou a concessão da medida sem que sua versão fosse ouvida.
“O que estão dizendo para eles? Não estou na Colômbia, estou no Brasil. Meus filhos têm direito a um pai. Medida protetiva é algo delicado. Por que não me investigam, então? Não escutaram minha versão. Sempre fui um pai presente. Nunca bati nos meus filhos”, declarou.
Com o processo sob segredo de Justiça, os fundamentos da medida protetiva e as demais informações apresentadas pelas partes não estão disponíveis para consulta pública.
Mariana rebate críticas por exposição
A decisão de falar sobre o término também provocou críticas de seguidores, que acusaram Mariana de expor a vida familiar em seu canal.
Ela respondeu que o conteúdo faz parte de um trabalho desenvolvido há anos e negou a intenção de prejudicar o ex-marido.
“Aqui, neste canal, tenho um trabalho sério, consistente, com direcionamento. Não é exposição quando faço isso. Continuei aqui sem querer criar problema nenhum para ninguém. Só querendo ser eu mesma”, disse.
Ao anunciar a separação, Mariana afirmou que o relacionamento havia perdido o diálogo e que Badarik teria se acomodado às facilidades encontradas ao lado dela.
“Infelizmente, havia se apresentado também um processo de acomodação. Não da relação, mas da pessoa em si, com as facilidades que encontrou ao meu lado. Parece que é um karma meu”, declarou na ocasião.
Ex-marido rebate acusação de acomodação
Badarik contestou a declaração e afirmou que contribuía financeiramente com as despesas da família, apesar de não dispor dos mesmos recursos de Mariana.
“Falam que eu nunca botei um real nas contas. Quem diz isso precisa ver quantos reais eu colocava. O pouco dinheiro que chega na minha mão eu sempre dividi com a família”, disse em uma live.
Em 2024, o professor de ioga já havia respondido a críticas sobre o padrão de vida da família e a ajuda financeira de Ana Maria Braga.
“Simplicidade tem a ver com esforço, com dedicação. A simplicidade vai se manifestar, sou muito grato pelo que minha sogra dá para nós”, afirmou.
Motivo de prisão
Em meio à repercussão da separação, Badarik também contou ter sido preso e afirmou que recebeu auxílio do consulado da Colômbia para deixar a cadeia.
O episódio não estava relacionado ao divórcio. Ele foi preso em flagrante em Minas Gerais sob suspeita de furtar um anel de prata exposto em um estande durante um festival em Ipoema, distrito de Itabira.
Embora a ocorrência tenha sido inicialmente registrada como roubo, a Justiça considerou que os fatos descritos se aproximavam do crime de furto, pois não havia indicação de que o objeto tivesse sido levado mediante violência.
Badarik recebeu liberdade provisória no início de junho, sem pagamento de fiança. Entre as medidas cautelares, deve comparecer à Justiça quando for intimado e manter seu endereço atualizado.
“Fui preso e não saí por fiança. O consulado da Colômbia que me soltou. Podem procurar, não tenho antecedentes criminais em nenhum lugar do mundo. O processo tem 66 folhas, nem consegui ler por completo minhas acusações”, declarou.
O espaço segue aberto para posicionamentos, declarações e atualizações das partes citadas, que queiram responder, refutar ou acrescentar detalhes em relação ao que foi noticiado.