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Divulgação/Epic Records

Música|18 de julho de 2026

Disputa pelo espólio de Michael Jackson abala relação entre irmãos

Site americano afirma que Prince e Bigi se afastaram de Paris Jackson após vitória judicial da cantora contra os administradores da fortuna


Pipoque pelo Texto ocultar
1 Conflito divide os herdeiros
2 O que motivou o afastamento?
3 Qual é a disputa de Paris?
4 Cinebiografia ampliou o desgaste
5 Críticas a John Branca

Conflito divide os herdeiros

A disputa de Paris Jackson contra os administradores do espólio de Michael Jackson teria abalado sua relação com os irmãos Prince e Bigi. Segundo fontes ouvidas pelo site americano Radar Online, os três herdeiros reduziram o contato e passaram a tratar assuntos relacionados ao patrimônio do pai por meio de advogados e representantes.

O que motivou o afastamento?

O desgaste teria aumentado depois que Paris obteve uma vitória judicial sobre pagamentos feitos pelos administradores do espólio. Um tribunal determinou que US$ 625 mil, cerca de R$ 3,5 milhões, concedidos como bônus a escritórios de advocacia em 2018 fossem devolvidos ao patrimônio de Michael Jackson. O dinheiro não foi entregue a Paris, como chegaram a afirmar algumas publicações.

A equipe da artista classificou a decisão como uma conquista para toda a família e afirmou que sua atuação busca aumentar a transparência e impedir gastos injustificados.

Qual é a disputa de Paris?

A alegação de rompimento não foi confirmada publicamente pelos irmãos. A ação judicial em andamento também não coloca Paris contra Prince e Bigi, mas contra John Branca e John McClain, responsáveis pela administração dos bens e negócios deixados pelo cantor. A cantora e atriz questiona há anos a maneira como Branca e McClain administram o espólio. Ela cobra prestações de contas mais detalhadas e contesta pagamentos feitos a advogados e empresas ligadas à gestão do patrimônio.

Os administradores negam irregularidades e afirmam que transformaram um espólio endividado numa operação bilionária. Eles também ressaltaram que a decisão sobre os US$ 625 mil não apontou pagamentos indevidos aos próprios executores.

Apesar das divergências, Paris, Prince e Bigi figuram como beneficiários do patrimônio. O controle direto das operações, porém, permanece nas mãos dos executores indicados no testamento de Michael Jackson.

Cinebiografia ampliou o desgaste

A relação familiar também teria sido afetada por “Michael”, cinebiografia estrelada por Jaafar Jackson, sobrinho do cantor. Prince participou da produção, enquanto Paris se distanciou do projeto e afirmou que sugestões apresentadas por ela durante a leitura de uma versão inicial do roteiro foram ignoradas.

“Eu li uma das primeiras versões do roteiro e fiz minhas anotações sobre o que eu achava ser desonesto ou que não parecia certo para mim. Quando eles simplesmente ignoraram, eu resolvi seguir com a minha vida”, declarou.

O filme superou US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais e se tornou a cinebiografia de maior arrecadação da história.

Críticas a John Branca

Representantes de Paris afirmam que a artista continuará cobrando responsabilidade na administração do legado do pai.

A equipe também declarou que o patrimônio de Michael Jackson deveria beneficiar sua família e preservar sua obra, e não funcionar como um “fundo de garantia” para os projetos e interesses de John Branca.

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