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Divulgação/Universal

Filme|11 de junho de 2026

Guia da Pipoca: Os novos ETs de Steven Spielberg invadem os cinemas

"Dia D" é o principal destaque no circuito cinematográfico, que também recebe diversas comédias românticas na semana do Dia dos Namorados

A volta do diretor Steven Spielberg ao cinema de ficção científica é a principal novidade desta quinta (11/6), mas a programação também é marcada por várias estreias românticas, de filme inéditos à relançamentos de clássicos modernos do gênero, em aderência ao calendário. Quatro comédias românticas que marcaram o final dos anos 1990 e o começo dos 2000 serão exibidas excepcionalmente na sexta (12), Dia dos Namorados. Confira todos os títulos da semana.


 
Pipoque pelo Texto ocultar
1 🎞️ DIA D
2 🎞️ HIT PARA DOIS
3 🎞️ OS PELUDOS 2
4 🎞️ EU & VOCÊ NA TOSCANA
5 🎞️ AMOR APOCALIPSE
6 🎞️ O AFINADOR
7 🎞️ 8 DÉCADAS DE AMOR
8 🎞️ TRAGO SEU AMOR
9 🎞️ CRIADAS
10 🎞️ BUENOSAIRES
11 🎞️ A SAGA CREPÚSCULO: ECLIPSE
12 🎞️ DIÁRIO DE UMA PAIXÃO
13 🎞️ ANTES DO AMANHECER
14 🎞️ O AMOR NÃO TIRA FÉRIAS
15 🎞️ UM LUGAR CHAMADO NOTTING HILL

🎞️ DIA D

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A volta do diretor Steven Spielberg ao gênero sci-fi e ao fenômeno dos OVNIs acompanha um especialista em segurança cibernética interpretado por Josh O’Connor (“Rivais”) que consegue acesso a dados ultrassecretos do governo e decide abrir a boca, divulgando segredos para todo o mundo. Seu plano é expor um acobertamento de décadas e provar a todo o planeta que não estamos sozinhos no universo. Enquanto isso, uma meteorologista interpretada por Emily Blunt (“Oppenheimer”) começa a apresentar comportamentos bizarros e a falar em línguas desconhecidas ao vivo na televisão, indicando uma possível infiltração ou comunicação extraterrestre generalizada.
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O roteiro do suspense é assinado por David Koepp (“Jurassic Park”), frequente colaborador de Spielberg, a partir de um argumento criado pelo próprio diretor, que retoma uma temática explorada por ele em obras lendárias como “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1977), “E.T. O Extraterrestre” (1982) e “Guerra dos Mundos” (2005).

O elenco principal, que lida com o impacto social da descoberta, conta ainda com Colin Firth (“Kingsman”), Colman Domingo (“Euphoria”), Eve Hewson (“Mal de Família”) e Wyatt Russell (“Thunderbolts”).


 

🎞️ HIT PARA DOIS

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O novo musical de John Carney, autor de “Apenas Uma Vez” e “Sing Street”, é uma comédia sobre talento desperdiçado, vaidade pop e autoria. Paul Rudd (“Homem-Formiga”) vive Rick Power, músico que já teve ambição artística e hoje canta em casamentos em Dublin, até cruzar caminho com Danny Wilson, ex-integrante de uma boy band, interpretado por Nick Jonas (“Jumanji: Próxima Fase”), que tenta reconstruir a carreira como cantor solo.

O encontro vira conflito quando Rick mostra uma música própria, Danny transforma a canção em sucesso e deixa o verdadeiro autor à margem dos créditos. A disputa tira o protagonista da resignação e o empurra para uma tentativa pública de recuperar reconhecimento, mesmo que isso destrua a rotina afetiva e profissional que ainda o mantém de pé.

Carney assina o roteiro com Peter McDonald (“The Stag”), que também integra o elenco. A produção, que destaca a química entre Rudd e Jonas, reitera os temas recorrentes do diretor: personagens à beira do fracasso, música como tentativa de reinvenção e a distância entre inspiração e mercado.


 

🎞️ OS PELUDOS 2

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A animação russa retoma o universo de Finnick, criatura doméstica invisível que vive escondida entre humanos. Denis Chernov (“Kikoriki: Deja Vu”) volta à direção da franquia, agora em uma aventura em que a magia dos finns deixa de ser segredo depois que o protagonista ativa o poder de um cajado antigo.

O acidente faz Finnick perder a invisibilidade e coloca toda a espécie em risco. Agora, ele precisa reparar o erro antes que o mundo secreto dos finns seja descoberto, numa trama construída sobre amizade, responsabilidade e preservação de uma comunidade que depende do anonimato para sobreviver.

O longa mantém a mistura de fantasia familiar, humor físico e aventura de perseguição do primeiro filme, “Os Peludos: Guardiões do Lar”, lançado sem muito alarde em 2022.


 

🎞️ EU & VOCÊ NA TOSCANA

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Kat Coiro (“Case Comigo”) dirige uma comédia romântica construída sobre deslocamento, luto e recomeço na Itália. Halle Bailey (“A Pequena Sereia”) vive Anna, uma aspirante a chef que perdeu o rumo depois de abandonar os próprios planos e ficar sem trabalho e moradia.

Um encontro casual com um italiano chamado Matteo leva a jovem a descobrir a existência de uma villa vazia na Toscana. Num impulso, ela decide viajar para viver no local sem entender totalmente as consequências da decisão. O improviso vira farsa quando a mãe de Matteo aparece no imóvel. Pressionada para se explicar, Anna se diz noiva do rapaz. A mentira ganha peso com a chegada de Michael, primo de Matteo interpretado por Regé-Jean Page (“Bridgerton”), por quem Anna se sente atraída enquanto tenta sustentar o papel de futura integrante da família.

A protagonista encontra na culinária uma forma de recuperar autonomia, enquanto o personagem de Page funciona como contraponto romântico e social, dividido entre protocolo, família e desejo. O roteiro de Ryan Engle (“Rampage: Destruição Total”) e da estreante Kristin N. Engle usa locações italianas como espaço de transformação pessoal, sem abandonar os mecanismos clássicos da comédia romântica: identidades confundidas, choque de temperamentos e aproximação afetiva em cenário idealizado.


 

🎞️ AMOR APOCALIPSE

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A diretora canadense Anne Émond (“Nelly”) transforma a ansiedade climática em ponto de partida para uma comédia romântica sobre o fim de mundo. Patrick Hivon (“Les affamés”) interpreta Adam, dono de canil com fobia de colapso ambiental, que acaba criando uma ligação afetiva à distância com Tina, atendente de suporte de compra vivida por Piper Perabo (“Show Bar”).

A conexão do casal começa em torno de conversas técnicas, mas ganha peso quando desastres naturais e sinais de instabilidade se aproximam da rotina dos personagens. Adam parte em busca de Tina, e o percurso atravessa uma paisagem em que o apocalipse não surge como evento único, mas como acúmulo de panes, medos e pequenas rupturas.

Exibido na Quinzena dos Cineastas de Cannes, o filme tem título original “Peak Everything”, expressão ligada à ideia de esgotamento simultâneo de recursos e sistemas. Émond usa esse conceito para tratar o amor como impulso de contato em uma realidade contaminada por medo permanente.


 

🎞️ O AFINADOR

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O cineasta canadense Daniel Roher, vencedor do Oscar pelo documentário “Navalny”, estreia na ficção com um suspense criminal que transforma percepção auditiva em ferramenta do crime. Leo Woodall (“Um Dia”) vive Niki, ex-prodígio do piano que abandonou a carreira por causa da hiperacusia e passou a trabalhar como afinador ao lado de Harry Horowitz, mentor interpretado por Dustin Hoffman (“Rain Man”).

A habilidade de reconhecer sons mínimos, essencial para ajustar pianos, revela outro uso quando Niki descobre que consegue abrir cofres pelo ouvido. O talento chama a atenção de criminosos e o leva a uma vida dupla, enquanto seu envolvimento com Ruthie, estudante de composição vivida por Havana Rose Liu (“Bottoms”), aumenta o risco de exposição.

Roher assina o roteiro com Robert Ramsey (“Destinos Ligados”) e constrói o suspense a partir do desenho de som, não apenas da ação. O elenco ainda inclui Lior Raz (“Fauda”) e Jean Reno (“O Profissional”), em uma trama que aproxima música, crime e fragilidade física.


 

🎞️ 8 DÉCADAS DE AMOR

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O veterano diretor Julio Medem (“Lúcia e o Sexo”) condensa quase um século de história espanhola em um romance atravessado por guerra, memória e destino. Octavio e Adela, vividos por Javier Rey (“Fariña”) e Ana Rujas (“Cardo”), nascem em 14 de abril de 1931, dia da proclamação da Segunda República, e crescem ligados a famílias colocadas em lados opostos de um país que caminha para a Guerra Civil.

A relação dos dois atravessa encontros e afastamentos ao longo de oito décadas, da juventude aos efeitos tardios da ditadura e da redemocratização. O romance é menos uma história linear de casal do que um painel de como decisões íntimas são deformadas por heranças políticas e familiares.

Medem escreve, dirige, monta e coproduz o filme, estruturado em oito episódios filmados como planos-sequência. O recurso formal transforma cada fase da vida dos personagens em um bloco de tempo contínuo, com a história recente da Espanha como força que interrompe, aproxima e reabre feridas.


 

🎞️ TRAGO SEU AMOR

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O gênero da comédia de fantasia brasileira ganha uma versão queer sobre desejo e controle emocional. Giovanna Grigio (“Maníaco do Parque”) interpreta Mia, uma bruxa egocêntrica que transformou seu dom em negócio: quem a beija se apaixona por ela ou volta a amar a última pessoa que amou, dependendo do efeito da magia.

A engrenagem funciona até Mia conhecer Yuri, vivido por João Manoel (“Tudo por um Popstar 2”), rapaz abalado pelo término com René, personagem de Jê Soares (“Vai na Fé”). Ao tentar usar o feitiço para interferir no casal, a bruxa perde o comando da situação e se apaixona justamente pela mulher que deveria enfeitiçar.

Claudia Castro (“Ela Disse, Ele Disse”) dirige o roteiro de Letícia Fudissaku, com Diego Martins (“Terra e Paixão”) no papel de Ariel, parceiro de Mia. O filme usa a fantasia para discutir manipulação afetiva dentro de uma estrutura leve, mas centrada na ideia de que o amor escapa à lógica de serviço, contrato e controle mágico.


 

🎞️ CRIADAS

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A estreia de Carol Rodrigues parte de uma volta à casa da infância para discutir trabalho doméstico, colorismo e memória familiar. Mawusi Tulani (“Todos os Mortos”) vive Sandra, mulher negra de pele escura que retorna à casa da prima Mariana, interpretada por Ana Flavia Cavalcanti (“Mato Seco em Chamas”), em busca de uma fotografia da mãe, antiga empregada residente da família.

As duas cresceram no mesmo imóvel, mas a casa nunca foi o mesmo lugar para ambas. Sandra herdou a marca do serviço da mãe, enquanto Mariana, mulher negra de pele clara, permaneceu ligada à família proprietária e aos privilégios que o espaço preservou. O reencontro reabre uma convivência marcada por afeto, ressentimento e apagamento.

O filme mistura drama psicológico e realismo fantástico para materializar lembranças que a casa reteve. Mawusi Tulani e Ana Flavia Cavalcanti dividiram o prêmio de Melhor Atriz na mostra Novos Rumos do Festival do Rio passado.


 

🎞️ BUENOSAIRES

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O documentário de Tuca Siqueira (“Amores de Chumbo”) parte de uma coincidência geográfica para investigar identidade e imaginação popular. A cidade pernambucana de Buenos Aires, na Zona da Mata Norte, compartilha o nome com a capital argentina sem ter ligação histórica direta com o país vizinho, mas seus moradores criaram vínculos simbólicos com esse espelho distante.

O filme observa essa relação em camadas: o time local chamado Boca Juniors, o desejo de viajar para a Argentina, a admiração por Lionel Messi, a chegada de um morador argentino e o desfile do Maracatu Estrela Dourada durante a Copa do Mundo. A pergunta deixa de ser por que a cidade tem esse nome e passa a ser o que seus moradores projetam nele.

Produzido pela Garimpo Filmes, o longa tem roteiro da própria Tuca Siqueira e se organiza como crônica documental sobre pertencimento, sonho e distância social. A pequena Buenos Aires brasileira aparece como território real e imaginado, onde referências estrangeiras convivem com futebol, trabalho, cultura popular e vida cotidiana.


 

🎞️ A SAGA CREPÚSCULO: ECLIPSE

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Mais uma vez de volta ao cinema, o terceiro filme da franquia “Crepúsculo” troca o tom romântico adolescente por uma trama mais próxima do suspense sobrenatural, com David Slade (“30 Dias de Noite”) na direção. Bella Swan, vivida por Kristen Stewart (“Spencer”), chega ao momento de escolher entre a vida humana ao lado de Jacob, interpretado por Taylor Lautner (“Sem Saída”), e a transformação definitiva para ficar com Edward, papel de Robert Pattinson (“Batman”).

A decisão pessoal coincide com uma ameaça externa: Victoria forma um exército de vampiros recém-criados em Seattle para atacar Bella e vingar a morte de James. A escalada obriga os Cullen e os lobisomens Quileute a uma aliança instável, sustentada menos por confiança do que pela necessidade de enfrentar um inimigo comum.

O filme adapta o livro “Eclipse”, de Stephenie Meyer, com roteiro de Melissa Rosenberg (“Jessica Jones”), responsável pela transposição de toda a saga para o cinema. O relançamento recoloca em cartaz o ponto em que a série ampliou a mitologia dos vampiros e lobisomens, antes do encerramento em duas partes de “Amanhecer”, além de marcar a estreia de Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) no papel da vilã Victoria, substituindo a demitida Rachelle Lefevre.


 

🎞️ DIÁRIO DE UMA PAIXÃO

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Um dos romances mais famosos dos anos 2000, a adaptação do livro de Nicholas Sparks dirigida por Nick Cassavetes (“Alpha Dog”) retorna aos cinemas para esquentar a programação do Dia dos Namorados. Ryan Gosling (“Barbie”) vive Noah, jovem de origem humilde que se apaixona por Allie, personagem de Rachel McAdams (“Doutor Estranho”), durante um verão marcado por atração, diferença social e oposição familiar.

O reencontro dos dois anos depois reorganiza a história como disputa entre memória afetiva e escolhas de vida. Allie está noiva de outro homem, Noah reconstruiu a casa ligada à promessa da juventude, e o romance passa a depender menos do impulso adolescente do que da possibilidade de reabrir uma decisão dada como encerrada.

A estrutura do filme alterna passado e presente por meio da leitura de um diário, com James Garner (“Maverick”) e Gena Rowlands (“Uma Mulher Sob Influência”) sustentando a linha temporal dos personagens na velhice. O relançamento reforça o lugar do longa como melodrama de permanência afetiva, em que memória e amor se tornam inseparáveis.


 

🎞️ ANTES DO AMANHECER

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“Antes do Amanhecer” inaugurou a trilogia de Richard Linklater sobre Jesse e Céline com uma premissa mínima e precisa: dois desconhecidos se encontram em um trem europeu, descem em Viena e passam uma noite conversando antes de se separar e retomar seus rumos originais. Ethan Hawke (“O Telefone Preto”) vive o americano Jesse e Julie Delpy (“Três Cores: Branco”) interpreta a francesa Céline.

O filme transforma caminhada, conversa e duração em dramaturgia. Sem depender de grandes viradas, acompanha a construção de intimidade entre duas pessoas que sabem desde o início que têm pouco tempo, o que dá peso a cada assunto banal, provocação e aproximação física.

Linklater venceu o Urso de Prata de Melhor Direção no Festival de Berlim pelo longa, escrito com Kim Krizan. O relançamento recupera o primeiro capítulo de uma trilogia que acompanharia os mesmos personagens em “Antes do Pôr do Sol” e “Antes da Meia-Noite”, convertendo o romance em observação do tempo sobre desejo, frustração e maturidade.


 

🎞️ O AMOR NÃO TIRA FÉRIAS

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Nancy Meyers (“O Pai da Noiva”) já era especialista em comédias românticas quando escreveu essa história sobre mudança de cenário e amor. A trama acompanha duas mulheres que trocam de casa para escapar de frustrações afetivas. Kate Winslet (“Titanic”) interpreta Iris, jornalista britânica presa a um amor não correspondido, enquanto Cameron Diaz (“Quem Vai Ficar com Mary?”) vive Amanda, editora de trailers em Los Angeles que decide deixar a cidade depois de uma separação.

A mudança de cenário entre elas altera as trajetórias das duas. Iris encontra Miles, compositor interpretado por Jack Black (“Escola de Rock”), enquanto Amanda se envolve com Graham, personagem de Jude Law (“Closer”) e irmão da dona da casa onde ela se hospeda. O filme monta o romance a partir de deslocamento, arquitetura doméstica e reeducação emocional.

A marca de Meyers aparece na atenção aos espaços: a casa no interior inglês e a mansão californiana não funcionam só como cenários, mas como extensões das vidas que as personagens tentam reorganizar. O relançamento recoloca em cartaz uma das comédias românticas mais associadas ao conforto visual e à fantasia de reinício dos anos 2000.


 

🎞️ UM LUGAR CHAMADO NOTTING HILL

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“Um Lugar Chamado Notting Hill” marcou a consagração definitiva do roteirista Richard Curtis, após o impacto de “Quatro Casamentos e um Funeral” nos anos 1990, como principal autor de comédias românticas do Reino Unido. Para completar, juntou a então rainha do gênero em Hollywood, Julia Roberts (“Uma Linda Mulher”), com o príncipe encantado favorito do cinema britânico, Hugh Grant (também vindo de “Quatro Casamentos e um Funeral”).

Ele vive William Thacker, dono de uma pequena livraria em Londres, cuja rotina muda quando Anna Scott, estrela de Hollywood interpretada por Roberts, entra por acaso em sua loja. O romance nasce do choque entre dois regimes de vida: a intimidade desajeitada de William, cercado por amigos e pequenos constrangimentos domésticos, e a exposição permanente de Anna, tratada como imagem pública antes de ser vista como pessoa. O roteiro de Richard Curtis usa esse contraste para extrair uma fantasia romântica sobre fama e anonimato.

Além do casal, o elenco também projetou Rhys Ifans (“A Casa do Dragão”) no papel de Spike, colega de casa de William e contraponto cômico da produção. O relançamento do filme dirigido por Roger Michell (“Um Fim de Semana em Paris”) recupera uma das comédias românticas mais famosas dos anos 1990, que definiram o gênero ao apostar na paixão entre pessoas de universos opostos.

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