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Divulgação/Netflix

Série|11 de maio de 2026

“Adolescência” faz história e bate recorde de prêmios no BAFTA TV Awards

Produção vence quatro troféus em noite marcada por desabafo contra censura da BBC


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1 O triunfo histórico
2 >Quais foram os troféus de “Adolescência”?
3 Polêmica e acusações de censura contra a BBC
4 Outros destaques da premiação britânica

O triunfo histórico

“Adolescência” encerrou sua temporada de premiações com uma vitória histórica no BAFTA TV Awards na noite de domingo (10/5). A série de Stephen Graham e Jack Thorne, que aborda a radicalização de um jovem pela “machosfera” red pill, conquistou quatro estatuetas, tornando-se a produção mais premiada em uma única noite na história da cerimônia principal. O feito coloca o drama à frente de sucessos como “Killing Eve” e “Happy Valley”, que nunca ultrapassaram a marca de três prêmios em uma mesma edição.

>Quais foram os troféus de “Adolescência”?

Stephen Graham venceu na categoria de Melhor Ator Principal, garantindo seu primeiro BAFTA de atuação na carreira. A série da Netflix também dominou as categorias de coadjuvantes, com prêmios para Owen Cooper e Christine Tremarco, além de levar o troféu de Melhor Drama Limitado. Durante o agradecimento do prêmio principal, o produtor executivo Mark Herbert elogiou o roteiro de Graham e Thorne por entregar uma história visceral que “arrancou nossos corações e nos deu um soco no estômago”.

A vitória no BAFTA consolida o sucesso absoluto da obra, que já havia demonstrado força semelhante no Emmy e no Globo de Ouro. O roteiro de Jack Thorne entrou para a história da TV por sua abordagem atual e corajosa sobre a radicalização juvenil e temas sociais complexos.

Polêmica e acusações de censura contra a BBC

A cerimônia no Royal Festival Hall, em Londres, também foi palco de um protesto contundente contra a BBC. O documentário “Gaza: Doctors Under Attack”, que havia sido descartado pela emissora estatal sob justificativa de preocupações com “imparcialidade” e posteriormente exibido pelo Channel 4, venceu na categoria de Atualidades (Current Affairs). No palco, a jornalista e cineasta Ramita Navai acusou a BBC de censura e afirmou que a equipe se recusou a ser silenciada.

Navai ressaltou que os dados apresentados no filme foram resultado de uma investigação que a própria BBC pagou, mas se recusou a exibir. O produtor executivo Ben De Pear desafiou a emissora, que transmitiu o evento com um atraso de duas horas, a não cortar as críticas da edição final: “Já que vocês descartaram o filme, vão nos descartar da exibição do BAFTA?”, questionou.

Em nota, a BBC defendeu sua decisão de não exibir o documentário, afirmando que a transmissão do material arriscaria a percepção de imparcialidade da rede. Em outras palavras, mostraria um genocídio que Israel diz que não existe. O Channel 4 aproveitou o descarte e faturou o prêmio de jornalismo da Academia.

Outros destaques da premiação britânica

A noite de premiações contemplou ainda produções de grandes plataformas globais. “The Studio”, da Apple TV+, venceu como Melhor Série Internacional, com Seth Rogen dedicando o prêmio à atriz Catherine O’Hara, recentemente falecida. Já a versão britânica de “Celebrity Traitors”, da BBC, e o humorístico “Last One Laughing”, da Prime Video, garantiram múltiplas estatuetas em categorias de entretenimento e comédia.

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