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Divulgação/Sony Pictures

Filme|3 de abril de 2026

Justiça rejeita acusação de assédio de Blake Lively contra Justin Baldoni

Juiz descartou grande parte do processo movido pela atriz após as filmagens de "É Assim que Acaba", mas manteve queixas de quebra de contrato e retaliação

Pipoque pelo Texto ocultar
1 O que o juiz decidiu sobre o caso?
2 A disputa sobre a campanha de difamação
3 Baldoni também teve processo rejeitado
4 Bastidores em chamas e o papel de Taylor Swift

O que o juiz decidiu sobre o caso?

A Justiça dos Estados Unidos derrubou a acusação de assédio sexual feita pela Blake Lively (“Um Pequeno Favor”) contra o ator e diretor Justin Baldoni (“Jane the Virgin”). A decisão, publicada na quinta-feira (2/4), esvaziou a maior parte do processo movido pela atriz, envolvendo os bastidores conturbados do filme “É Assim que Acaba” (2024).

O juiz Lewis Liman rejeitou dez dos 13 pedidos apresentados pela artista, incluindo as queixas de assédio, difamação e conspiração. O magistrado entendeu que Lively não poderia acionar a lei federal de assédio por ter atuado na produção como contratada independente. Ele também descartou o uso da legislação da Califórnia, uma vez que as gravações do longa aconteceram no estado de Nova Jersey.

Apesar das negativas, o tribunal determinou que três pontos do processo seguirão para julgamento: quebra de contrato, retaliação e participação em retaliação.

A disputa sobre a campanha de difamação

A atriz sustenta que Baldoni contratou uma equipe de assessores para retaliá-la, com o objetivo de alimentar e ampliar o alcance de histórias negativas sobre ela na internet. O juiz concluiu que duas dessas acusações de retaliação possuem base suficiente para serem analisadas por um júri popular.

Sigrid McCawley, integrante da equipe jurídica da estrela, ressaltou que o foco agora será provar a campanha difamatória. “Esse caso sempre foi e continuará sendo sobre a retaliação devastadora e as medidas extraordinárias que os réus tomaram para destruir a reputação de Blake Lively porque ela se posicionou em favor da segurança no set. É isso que vai a julgamento”, declarou.

Por outro lado, a defesa de Baldoni, da Wayfarer Studios e de seus publicitários comemorou o descarte da acusação mais grave. “Estamos muito satisfeitos que o tribunal tenha rejeitado todas as acusações de assédio sexual e todos os pedidos apresentados contra os réus individualmente. O que resta agora é um caso significativamente mais restrito, e esperamos apresentar nossa defesa sobre os pedidos remanescentes”, afirmaram os advogados Alexandria Shapiro e Jonathan Bach.

Baldoni também teve processo rejeitado

Blake Lively não foi a única a sofrer com decisões jurídicas no caso. Em janeiro de 2025, Baldoni abriu um processo de US$ 400 milhões contra a atriz, o marido dela, Ryan Reynolds, e a assessora do casal. Baldoni acusou o grupo de extorsão civil, difamação e invasão de privacidade, alegando que a atriz tentou “roubar” o filme “É Assim que Acaba” ameaçando reter a divulgação caso suas demandas não fossem atendidas, além de criar uma falsa narrativa sobre abusos no set.

Em junho do ano passado, o mesmo juiz rejeitou totalmente a ação do ator e diretor. O magistrado entendeu que as ameaças da atriz representavam apenas uma renegociação dura de condições de trabalho, e não uma extorsão legal. Além disso, considerou que não havia provas de que Lively fosse diretamente responsável por declarações difamatórias fora do âmbito protegido por seu próprio processo.

O processo bilionário de Baldoni foi encerrado formalmente e em definitivo em 31 de outubro de 2025, após o ator perder o prazo estipulado pelo tribunal para apresentar uma nova denúncia com alterações.

Bastidores em chamas e o papel de Taylor Swift

Apesar de perder seu processo, o ator e seus advogados seguem alegando que a colega de elenco usou acusações infladas de má conduta para assumir o controle criativo do filme e transformar Baldoni em um vilão perante o público. Segundo a defesa, as denúncias da atriz sobre o comportamento no set não passavam de “queixas menores”.

A tensão escalou e o conflito passou a envolver até nomes famosos que não faziam parte da produção, como a cantora Taylor Swift. Os advogados de Lively tentam mantê-la fora da briga judicial, mas mensagens trocadas entre ela e a protagonista vieram à tona. Em um texto enviado à atriz no segundo semestre de 2024, Swift se referiu ao diretor de forma depreciativa: “Acho que esse idiota sabe que vem coisa por aí”. Em outras interações, a própria atriz chamou o rival de “palhaço” e “diretor idiota”.

A briga chamou a atenção da alta cúpula da indústria cinematográfica. Tom Rothman, chairman da Sony Pictures Entertainment, resumiu a crise em um e-mail vazado de 2024. “É um desastre completo. Não importa mais quem está certo ou errado. A confusão virou a história e vai definir o filme. Ninguém conseguirá assistir da mesma forma. Trágico”, lamentou o executivo. O julgamento que definirá os rumos da disputa está marcado para o mês de maio.

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