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Divulgação/Lionsgate

Filme|23 de abril de 2026

Estreias: Filme de Michael Jackson é principal lançamento nos cinemas

Programação também destaca "Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra", comédia sci-fi que marca a volta do diretor de "Piratas do Caribe" às telas

A programação de cinema desta quinta (23/4) destaca “Michael”, a cinebiografia de Michael Jackson, cheia de hits e pouco drama, feita para os fãs e lançada de forma ampla no circuito. Já a indicação da Pipoca Moderna é “Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra”, comédia sci-fi que marca a volta do diretor de “Piratas do Caribe” aos cinemas após uma década. A lista inclui ainda dois relançamentos clássicos de terror, uma sci-fi chinesa e quatro produções brasileiras. Confira os detalhes.


 
Pipoque pelo Texto ocultar
1 🎞️ MICHAEL
2 🎞️ BOA SORTE, DIVIRTA-SE, NÃO MORRA
3 🎞️ TERRA À DERIVA 2: DESTINO
4 🎞️ PAPAGAIOS
5 🎞️ UM PAI EM APUROS
6 🎞️ SUSPIRIA
7 🎞️ VENENO PARA AS FADAS
8 🎞️ RAÍZES DO SAGRADO FEMININO
9 🎞️ O ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA RUA

🎞️ MICHAEL

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A aguardada cinebiografia do Rei do Pop acompanha a carreira de Michael Jackson ao longo de duas décadas, mostrando diferentes fases da carreira do cantor entre os anos 1960 e os 1980. A escolha do responsável por encarnar a transição do artista mirim de soul para o fenômeno da música pop foi sujeita a muitos questionamentos. Mas a escolha do inexperiente Jaafar Jackson provou-se uma aposta certeira. O sobrinho da vida real de Michael não só se parece com o tio como se move como ele, aumentando o fator de convencimento. Um detalhe crucial ajuda sua performance: “Michael” é mais karaokê que drama.

O filme prioriza momentos musicais, incluindo a interpretação de vários hits, enquanto relega a história para segundo plano. O conceito segue de perto a cartilha de “Bohemian Rhapsody” – os dois longas são do mesmo produtor. O único fiapo narrativo é centrado no conflito de interesses entre o jovem artista e seu pai controlador, Joe Jackson, interpretado por Colman Domingo (“Euphoria”), que vê no desejo de carreira solo de Michael uma ameaça a seu projeto familiar: o grupo Jackson 5. Mesmo assim, sem retratar a extensão do abuso do patriarca.

Feito com apoio e supervisão da família do cantor, a história acaba com o lançamento de “Bad” em 1987, o auge da carreira comercial do artista – quando filmou clipe com Martin Scorsese – , evitando os comportamentos mais excêntricos e as denúncias de abuso sexual de menores, que abalaram sua fama.

Ao focar mais nas músicas, o lançamento se confirma como uma produção voltada para fãs, apostando na nostalgia e na tendência dos filmes “para cantar junto”. A crítica esperava mais, por isso a produção está sendo destruída pela imprensa dos EUA – tem apenas 37% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Dirigido por Antoine Fuqua (“O Protetor”), também inclui Miles Teller (“Top Gun: Maverick”) como John Branca (empresário do artista e um dos produtores do filme), Jessica Sula (“Fragmentado”) como a irmã LaToya Jackson, Larenz Tate (“Power”) como Berry Gordy, fundador da Motown, Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como Suzanne de Passe, executiva pioneira da música, Kat Graham (“The Vampire Diaries”) como a cantora Diana Ross e Liv Symone (“Power Book III: Raising Kanan”) como Gladys Knight. Mas omite Janet Jackson, única parente que não quis participar da hagiografia.


 

🎞️ BOA SORTE, DIVIRTA-SE, NÃO MORRA

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O sumido cineasta Gore Verbinski, que viveu seu auge no começo dos anos 2000 com o terror “O Chamado” e a franquia “Piratas do Caribe”, retorna às telas com uma mistura de comédia, ação e ficção científica, que parte de uma premissa absurda. Um homem que parece sem teto invade uma lanchonete em Los Angeles, dizendo que veio do futuro para recrutar um grupo aleatório de clientes para uma missão importante. O objetivo é impedir que uma inteligência artificial destrua a humanidade antes do amanhecer.

A trama segue o grupo improvável em uma corrida contra o tempo por uma cidade mergulhada em eventos bizarros, incluindo robôs descontrolados e ameaças tecnológicas. Sam Rockwell (“Jojo Rabbit”) lidera a equipe, que conta com personagens vividos por Zazie Beetz (“Coringa”) e Haley Lu Richardson (“The White Lotus”). O conflito central reside na falta de habilidade dos civis para lidar com os perigos futuristas.

O roteiro aborda temas contemporâneos sobre a dependência tecnológica e a obsolescência humana, enquanto o visual explora cenários distópicos urbanos por meio de efeitos práticos e computação gráfica. A narrativa mantém um ritmo acelerado, característico das obras do diretor, mesclando humor ácido com sequências de ação. Dez anos após seu último lançamento, o terror anticlimático “A Cura” (2016), Verbinski conseguiu agradar a crítica, com 82% de aprovação no Rotten Tomatoes.


 

🎞️ TERRA À DERIVA 2: DESTINO

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Produção chinesa de ficção científica, “Terra à Deriva 2: Destino” é uma continuação que amplia a escala apocalíptica ao colocar a sobrevivência do planeta no centro de uma operação global. O enredo gira em torno da tentativa de deslocar a Terra para longe da ameaça representada pelo Sol, com a construção de motores gigantescos e uma cadeia de decisões políticas, científicas e militares que transforma o projeto em uma corrida contra o tempo.

Esse ponto de partida permite ao filme trabalhar desastre, tecnologia e sacrifício coletivo dentro de uma narrativa de grandes proporções, sustentada por efeitos visuais e por uma lógica de ameaça permanente. Dirigido por Frant Gwo, responsável pelo primeiro “Terra à Deriva” (2019), o longa foi lançado em 2023 como uma das produções mais ambiciosas da China, e conquistou a crítica internacional – atingiu 83% de aprovação no Rotten Tomatoes americano.


 

🎞️ PAPAGAIOS

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Produção nacional que mistura drama e suspense, “Papagaios” parte de uma figura típica do noticiário televisivo brasileiro: os “papagaios de pirata”, pessoas comuns que perseguem repórteres para aparecer ao fundo das transmissões. A trama ambientada na periferia do Rio de Janeiro acompanha Tunico, um veterano dessa prática que busca as câmeras a qualquer custo, seja em coberturas cotidianas, velórios de famosos ou cenas de tragédias.

A dinâmica se altera quando ele conhece Beto, um jovem igualmente obcecado por visibilidade, que se torna seu aprendiz após um acidente em um parque de diversões. O que começa com um tom cômico suburbano rapidamente desloca o filme para a lógica do suspense sombrio, à medida que a relação entre os dois se transforma em um jogo perigoso de ambição sem limites.

Dirigido e roteirizado por Douglas Soares (“Esse Amor Que Nos Consome”), o longa posiciona a ação em uma época pré-smartphones para focar estritamente no fascínio e na busca pelo espaço na TV. Uma curiosidade é que a história é do ator Humberto Carrão (“Vale Tudo”), que não participa do elenco. Gero Camilo (“Mussum: O Filmis”) e Ruan Aguiar (“Os Donos do Jogo”) protagonizam o filme, que também conta com o cantor Leo Jaime, Marcello Escorel e outros.


 

🎞️ UM PAI EM APUROS

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A comédia brasileira parte de uma situação doméstica banal: a esposa resolve tirar férias, deixando o marido sozinho para administrar a casa e os filhos. O ponto de partida desloca o personagem para um cotidiano diferente de sua rotina, e é desse colapso prático entre seus hábitos e as novas obrigações que o filme extrai seus conflitos.

O roteiro, escrito por Fil Braz (“Minha Mãe é uma Peça”), explora situações típicas do humor familiar e as dificuldades da paternidade ativa, com o acúmulo de imprevistos e a exposição de um pai que precisa reorganizar a própria posição dentro da família. Rafael Infante (“Porta dos Fundos”) lidera o elenco ao lado de Dani Calabresa (“O Palestrante”) e Babu Santana (“BBB 26”). A direção é de Carolina Durão (“Lascados”).


 

🎞️ SUSPIRIA

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O clássico “Suspiria” ganha relançamento nos cinemas em antecipação a seus 50 anos como um dos títulos centrais do terror europeu dos anos 1970. O filme do criador do giallo, Dario Argento, acompanha uma jovem americana que chega a uma academia de balé na Alemanha e encontra um ambiente progressivamente marcado por mortes, segredos e uma sensação de ameaça que transforma a escola em espaço de pesadelo. A protagonista Suzy Bannion, vivida por Jessica Harper (“O Fantasma do Paraíso”), logo descobre que a instituição de prestígio esconde segredos sobrenaturais ligados à bruxaria.

O clima de paranoia é intensificado pela trilha sonora progressiva da banda Goblin, pelas cores psicodélicas e pela iluminação expressionista. O elenco principal traz Stefania Casini (“Novecento”), Flavio Bucci (“Il Divo”), Joan Bennett (“Almas Perversas”) e o recém-falecido Udo Kier, que trabalhou em “Bacurau” e “O Agente Secreto”.

Visualmente, a obra é celebrada pelo uso saturado das cores primárias e pelo design de interiores em estilo Art Nouveau. O filme consolidou a mistura entre o subgênero giallo e o horror sobrenatural, influenciando gerações de cineastas, a ponto de ter ganhado um remake americano (e inferior) em 2018.


 

🎞️ VENENO PARA AS FADAS

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O clássico mexicano de 1986, dirigido por Carlos Enrique Taboada, retorna aos cinemas com sua premissa simples e perturbadora: a aproximação entre duas meninas mediada pela crença de que uma delas é bruxa. O filme transforma essa relação infantil em uma dinâmica de manipulação, medo e fascínio, deslocando o terror para o cotidiano e para a imaginação das personagens.

A cinematografia utiliza ângulos de câmera baixos para manter a perspectiva restrita ao universo das crianças, vividas por Ana Patricia Rojo (“Maria do Bairro”) e Elsa María Gutiérrez (que só fez este trabalho), raramente mostrando os rostos dos adultos. O efeito dramático cresce conforme a fantasia de infância deixa de ser jogo e passa a contaminar as ações concretas das personagens.

Cultuadíssimo, o longa é reconhecido pela crítica internacional como uma das obras mais influentes do gênero, equilibrando fantasia sombria com drama psicológico. Venceu cinco prêmios Ariel (o Oscar mexicano), incluindo o de Melhor Filme.


 

🎞️ RAÍZES DO SAGRADO FEMININO

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A diretora Carla Camurati (“Carlota Joaquina, Princesa do Brazil”) investiga a construção do papel da mulher nas grandes doutrinas religiosas. A produção documental viaja por diferentes países para analisar como o hinduísmo, o budismo, o judaísmo, o cristianismo e o islamismo desenharam o gênero feminino ao longo dos milênios e os reflexos atuais dessas visões.

O documentário desenvolve seu conteúdo por meio de entrevistas com teólogas, líderes espirituais e pesquisadoras, conectando preceitos antigos à cultura contemporânea. O roteiro explora temas como a repressão corporal, a exclusão de espaços de liderança e a busca por resgatar rituais ancestrais. A abordagem busca identificar padrões históricos que moldaram as hierarquias na sociedade, questionando como a desigualdade de gênero é justificada ou estruturada a partir do que é considerado sagrado.


 

🎞️ O ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA RUA

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O documentário parte de um fato recente: a interrupção do carnaval de rua em Pernambuco durante a pandemia. Em vez de tratar esse vazio apenas como registro de época, o filme dirigido por Bruno Mazzoco e Mariana Soares observa o impacto da ausência da festa sobre quem vive o frevo como trabalho, tradição e identidade coletiva.

As imagens acompanham a preparação para a retomada do carnaval e organizam esse retorno como um reencontro com a rua, com a memória e com os personagens que mantêm essa cultura em circulação. Com 71 minutos, o longa se ancora menos em narração explicativa e mais no valor simbólico de um carnaval que volta a existir publicamente depois de dois anos de interrupção.

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