
Divulgação/É Tudo Verdade
É Tudo Verdade 2026 premia “Sagrado” de Alice Riff como melhor longa brasileiro
Festival de documentários revela vencedores e destaca "Um Filme de Medo" na competição internacional.
Premiação na Cinemateca Brasileira
O festival É Tudo Verdade, maior evento dedicado a documentários na América Latina, anunciou os vencedores de sua 31ª edição na noite de sábado (18/4), na Cinemateca Brasileira, em São Paulo. A premiação encerrou uma programação que exibiu 75 filmes de 25 países em sessões gratuitas em quatro salas paulistanas e três cariocas.
Triunfo brasileiro em longas
A paulistana Alice Riff conquistou a Competição Brasileira de Longas ou Médias-Metragens com “Sagrado”. O documentário mergulha na rotina de professores e funcionários de uma escola pública em Diadema, na Grande São Paulo, e recebeu o prêmio de R$ 20 mil.
O pernambucano Douglas Henrique foi premiado como melhor curta-metragem brasileiro com “Os Arcos Dourados de Olinda”. O filme aborda o embate em torno da instalação de uma unidade do McDonald’s na cidade histórica e ganhou R$ 6 mil.
Vencedores internacionais
O grande vencedor da Competição Internacional de Longas ou Médias-Metragens foi “Um Filme de Medo” (Espanha/Portugal), dirigido pelo brasileiro Sergio Oksman, radicado na Espanha. O cineasta hospedou-se com seu filho de 12 anos em um hotel em Lisboa que lembra o cenário abandonado de “O Iluminado”, de Stanley Kubrick. O prêmio foi de R$ 12 mil.
Na categoria de curtas internacionais, o premiado foi “Sonhos de Apagão”, de Gabriele Licchelli, Francesco Lorusso e Andrea Settembrini. O trabalho trata dos blecautes em Cuba e recebeu R$ 6 mil.