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Instagram/Jordana Morais

Reality|18 de abril de 2026

Jordana Morais reage a apelido polêmico recebido nas redes sociais

Eliminada do reality show descobriu que público resgatou sua inscrição em concurso público pelo sistema de cotas


Pipoque pelo Texto ocultar
1 Saia justa
2 Choque com repercussão externa
3 Explicação sobre o passado
4 Posicionamento da equipe

Saia justa

Eliminada do BBB 26 na última quinta-feira (16/4), Jordana Morais enfrentou uma saia justa ao ser questionada sobre o apelido “Nega Jô”, criado pelo público durante seu confinamento. A alcunha surgiu após internautas resgatarem seu uso do sistema de cotas raciais em um concurso público de 2015. Apesar de o tema ter sido poupado nos programas oficiais da Globo pós-eliminação, a ex-sister precisou comentar o assunto ao ser abordada pelo Portal Leo Dias na porta dos Estúdios Globo na noite de sexta (17).

Choque com repercussão externa

A advogada demonstrou incômodo ao comentar o apelido que dominou as redes sociais. Ela avaliou que a situação envolvendo o apelido foi “completamente tirada de contexto”, mas reconheceu o equívoco de sua atitude no passado e garantiu que aprendeu com o episódio. “A gente aprende”, resumiu.

Explicação sobre o passado

O caso ocorreu em 2015, quando Jordana se inscreveu em um processo seletivo do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) para formação de cadastro de reserva. Na ocasião, com 18 anos, ela utilizou a cota destinada a candidatos negros e pardos, mesmo sendo uma mulher branca.

“Eu não tinha o conhecimento necessário sobre o assunto. Eu nunca fui vista como uma mulher branca durante a minha infância, então era uma coisa que eu não me entendia dessa forma”, justificou a ex-participante sobre sua decisão na época.

Atualmente, ela afirmou ter outra visão sobre o tema. “Entendo toda a seriedade do assunto, a responsabilidade e não faria novamente, de verdade. Nem lembrava disso. Os erros estão aí, a gente entende, a gente aprende e é isso”, ponderou a advogada.

Posicionamento da equipe

A polêmica veio à tona logo nos primeiros dias da temporada do reality show. Diante da repercussão, a equipe administrativa das redes sociais de Jordana precisou se manifestar publicamente para explicar os critérios da inscrição. Os representantes alegaram que ela se identifica como parda e, por isso, teria o direito de concorrer na categoria.

“O IBGE define como parda a pessoa que se identifica como de mistura de duas ou mais opções de cor ou raça, incluindo branca, preta ou indígena. É o caso da Jordana”, declarou a assessoria em nota.

Os administradores defenderam a regularidade da participação no certame e lembraram que a ex-sister não chegou a exercer a profissão no órgão, pois foi aprovada apenas para cadastro de reserva. “Importante destacar que a Jordana não foi investida em nenhum cargo público decorrente do concurso. Denúncias infundadas, mesmo quando travestidas de zelo, também produzem desinformação”, finalizou o comunicado.

Jordana deu entrevista exclusiva ao Portal LeoDias e falou pela primeira vez sobre a polêmica das cotas raciais, que gerou o apelido “NegaJô” nas redes. Ela assumiu o erro cometido aos 19 anos em um concurso público.

Jordana explicou que faltava maturidade e letramento racial na… pic.twitter.com/flPuQPJHSm

— Antenados (@canalantenados) April 18, 2026

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