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Divulgação/Continental

TV|24 de março de 2026

Morre Roberto Marquis, o Guarda Juju de A Praça É Nossa

O ator e humorista faleceu aos 83 anos após consolidar uma trajetória de sucesso na TV, no cinema, na música e na publicidade

Pipoque pelo Texto ocultar
1 Despedida na comédia
2 O que diz a emissora?
3 Trajetória de sucesso

Despedida na comédia

O ator e humorista Roberto Marquis, conhecido pelo nome artístico Teobaldo, faleceu aos 83 anos na segunda-feira (23/3). O artista tornou-se conhecido nacionalmente por eternizar personagens como o icônico Guarda Juju no elenco do humorístico “A Praça É Nossa”, comandado por Carlos Alberto de Nóbrega no SBT.

O que diz a emissora?

O SBT divulgou um comunicado à imprensa lamentando a perda de um dos rostos mais tradicionais de sua programação. A nota destacou o talento e a capacidade do veterano de encantar o público no famoso banco da praça, onde também interpretou os personagens Tanake e Osório.

A emissora elogiou o comportamento do artista longe das câmeras. “Solícito, gentil e sempre pronto a fazer rir, Marquis deixa saudade em seus companheiros e na plateia, com a certeza de ter feito muita gente mais feliz neste mundo. Aos amigos e familiares, nosso abraço afetuoso”, completou a nota oficial.

Trajetória de sucesso

Roberto Marquis iniciou sua carreira artística em 1962, na extinta TV Tupi, construindo uma trajetória versátil. No campo da publicidade, foi o responsável por criar bordões populares, como o famoso “Boko Moko”, que virou gíria durante os anos 1960.

O inesquecível Guarda Juju nasceu na década de 1970 como criação para um comercial de TV. Com o sucesso imediato, o personagem acabou migrando para o elenco de “A Praça É Nossa”, onde permaneceu divertindo o público brasileiro durante cerca de 10 anos.

O talento do artista também se estendeu para outras áreas do entretenimento. Ele gravou nove discos ao longo de sua vida, com destaque para projetos focados em marchinhas de Carnaval, e atuou em diversos clássicos da pornochanchada, incluindo “Ainda Agarro Esta Vizinha…” (1974), “Efigênia Dá Tudo Que Tem” (1975), “O Bem Dotado – O Homem de Itu” (1978) e “Histórias Que Nossas Babás Não Contavam” (1979).

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