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Wikimedia Commons/Herr Bert

Música|14 de março de 2026

Morre Phil Campbell, ex-guitarrista do Motörhead

Músico britânico faleceu aos 64 anos após lutar contra complicações médicas de uma cirurgia de grande porte

Pipoque pelo Texto ocultar
1 Despedida de uma lenda
2 Início no rock e a grande chance
3 O legado ao lado de Lemmy
4 Últimos trabalhos
5 Veja vídeos da carreira

Despedida de uma lenda

Phil Campbell, guitarrista da banda Motörhead por mais de três décadas, morreu aos 64 anos. A família do músico confirmou a notícia por meio de um comunicado nas redes sociais neste sábado (14/3), informando que ele faleceu pacificamente durante a noite. “Foi uma longa e corajosa batalha na terapia intensiva após uma operação complexa de grande porte”, revelaram os familiares na publicação.

A nota oficial exaltou o lado pessoal do artista fora dos palcos e longe das turnês mundiais. “Phil era um marido dedicado, um pai maravilhoso e um avô orgulhoso e amoroso, conhecido afetuosamente como ‘Bampi’. Ele era profundamente amado por todos que o conheciam e fará uma falta imensa”, completaram.

Início no rock e a grande chance

Nascido em Pontypridd, no País de Gales, Campbell começou a tocar guitarra aos 10 anos. Aos 13, já se apresentava regularmente com grupos locais em pubs. Sua trajetória no heavy metal começou a ganhar forma em 1979, quando fundou a banda Persian Risk.

A grande virada na sua carreira aconteceu em 1984, durante audições do Motörhead para substituir o guitarrista Brian Robertson. A banda decidiu contratar simultaneamente Campbell e Michael “Würzel” Burston. O ingresso no grupo marcou uma curiosa reviravolta do destino para o galês, que aos 12 anos havia pedido um autógrafo para o vocalista Lemmy Kilmister após um show da banda anterior do artista, Hawkwind.

Apesar do som pesado e sujo do Motörhead, que influenciou a geração thrash de Metallica, as raízes do músico eram diferentes. “Nunca me considerei um músico técnico. Provavelmente tenho a mão direita mais lenta do mercado”, confessou ele em entrevista à revista Total Guitar. “Minha zona de conforto é muito volume e muito blues.”

O legado ao lado de Lemmy

A fórmula musical deu certo e ele permaneceu na formação por 31 anos, gravando 16 álbuns. A partir de 1995, com a saída de Burston, ele se tornou o único guitarrista do grupo até o fim das atividades em 2015, provocado pela morte de Lemmy.

Seu primeiro disco completo com a banda foi o clássico “Orgasmatron” (1986) e o último foi “Bad Magic” (2015). O músico atribuía a longevidade na banda à camaradagem genuína entre os integrantes. “Nós acreditávamos uns nos outros. Nós escrevíamos a música para nós mesmos, não escrevíamos para os fãs ou gravadoras”, explicou em uma entrevista.

Últimos trabalhos

Após o fim do Motörhead, o guitarrista fundou a Phil Campbell and the Bastard Sons, banda formada com seus três filhos e o vocalista Neil Starr. O grupo lançou quatro álbuns e dividiu palcos com gigantes como Guns N’ Roses e Saxon. Em fevereiro deste ano, Campbell precisou cancelar shows na Austrália e na Europa por razões médicas, enquanto trabalhava em um novo material com o cantor Julian Jenkins.

Veja vídeos da carreira

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