
Instagram/Gracyanne Barbosa
Justiça notifica Belo e Gracyanne Barbosa em processo sobre apropriação de móveis
Ex-casal enfrenta acusação após levar bens de imóvel alugado, mas defesa do cantor diz que acordo já está encaminhado
Por que Belo e Gracyanne estão sendo notificados?
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) emitiu uma carta precatória contra o cantor Belo e a musa fitness Gracyanne Barbosa como parte do andamento de um processo por apropriação indébita. A Justiça de São Paulo estipulou um limite de tempo para que o ex-casal atualize seus contatos de e-mail e telefone, o que permitirá o envio do link de acesso para uma audiência online sobre o caso.
O imbróglio jurídico teve início há quase seis anos. O cantor e a influenciadora são acusados de terem levado alguns pertences do proprietário de uma casa alugada após o término do contrato de locação do imóvel. Segundo a acusação, eles teriam retido uma máquina de lavar roupas, um equipamento de filtragem de água e um motor que pertencia a uma banheira de hidromassagem.
Qual a versão da defesa?
Em comunicado oficial, a assessoria jurídica do artista não negou a denúncia, mas destacou que os trâmites para a resolução do processo encontram-se em estágio avançado. “A assessoria jurídica representada pelo Dr. Antônio Praia informa que o caso já teve encaminhamento junto ao Ministério Público, com a formalização de um Acordo de Não Persecução Penal”, apontou nota enviada ao Splash.
Os representantes do pagodeiro explicaram que o próximo passo no tribunal funcionará apenas para ratificar o que já foi decidido entre as partes. “A audiência foi agendada para o mês de abril e terá caráter meramente formal, destinada apenas à ratificação dos termos previamente ajustados”, acrescentou a defesa.
A equipe jurídica destacou ainda que está seguindo todas as determinações judiciais. “A defesa já apresentou nos autos os contatos necessários para o envio do link da audiência virtual, reforçando o compromisso com o cumprimento integral das determinações legais. O assunto segue sendo tratado com serenidade, responsabilidade e respeito às instituições”.
Como será resolvido o prejuízo financeiro?
De acordo com a colunista Fábia Oliveira do portal Metrópoles, o valor estimado dos objetos que teriam sido levados pela dupla de forma indevida beira a quantia de R$ 11,5 mil. Com o avanço das tratativas, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) sugeriu, em janeiro deste ano, que a dívida fosse quitada de forma igualitária. Segundo a proposta do órgão, o prejuízo financeiro apontado pelo ex-locador seria dividido ao meio, cabendo a cada um dos réus o pagamento de uma das metades.
O espaço segue aberto para posicionamentos, declarações e atualizações das partes citadas, que queiram responder, refutar ou acrescentar detalhes em relação ao que foi noticiado.