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Divulgação/Globo

Reality|19 de março de 2026

BBB 26: Pedro cobra R$ 4,2 milhões da Globo na Justiça

Participante que desistiu do reality após tentar beijar colega à força alega quebra de contrato na Justiça do Paraná


Pipoque pelo Texto ocultar
1 Ação milionária contra a emissora
2 Por que o ex-BBB exige R$ 4,2 milhões?
3 Investigação policial e internação no Paraná
4 O que diz a defesa sobre o contrato?

Ação milionária contra a emissora

Os advogados de Pedro Henrique Espindola entraram com uma ação no Paraná nesta semana cobrando uma indenização de R$ 4,2 milhões da Globo. O ex-participante, que abandonou o BBB 26 em janeiro após assediar a colega de confinamento Jordana Morais, exige reparação por danos morais e materiais, além de pedir a anulação da rescisão do seu contrato com o programa.

Por que o ex-BBB exige R$ 4,2 milhões?

A quantia de R$ 4,2 milhões exigida na Justiça corresponde à multa estipulada em contrato para eventuais rescisões ou descumprimento de cláusulas. O valor se aproxima da premiação máxima do “BBB 26”, que renderá cerca de R$ 5,5 milhões ao grande vencedor da temporada.

A equipe jurídica do rapaz confirmou a existência do processo à coluna Outro Canal, da Folha de S. Paulo, mas preferiu não fornecer mais detalhes sobre o caso. A emissora também não se posicionado oficialmente até a noite de quarta-feira (18/2).

Investigação policial e internação no Paraná

A saída do competidor ocorreu no dia 18 de janeiro, motivada pela tentativa de beijar Jordana à força dentro da atração. Ele desistiu do programa antes que a produção pudesse expulsá-lo. O episódio gerou a abertura de um inquérito pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro e, no início de fevereiro, resultou no indiciamento do rapaz pelo crime de importunação sexual.

O caso foi investigado pela Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá, no Rio, que avaliou tecnicamente as imagens geradas pela atração. De acordo com as autoridades, o suspeito não chegou a ser ouvido durante as apurações por não ter sido localizado. A defesa justificou a ausência informando que o cliente estava internado em uma clínica de reabilitação no interior do Paraná.

O que diz a defesa sobre o contrato?

A ação judicial corre na 2ª Vara Cível do TJ-PR (Tribunal de Justiça do Paraná), onde a defesa argumenta que havia notificado a produção sobre os problemas psiquiátricos do ex-integrante. Os documentos processuais contêm laudos atestando questões mentais e indicam que a família procurou a equipe pedindo a retirada do parente do programa, solicitação que não teria sido atendida.

Os advogados destacam que o episódio arruinou a imagem do rapaz, que demonstra receio de nunca mais conseguir retomar sua vida normal. Eles também contestam a rescisão contratual e afirmam que o cliente não cometeu qualquer irregularidade conforme as regras do reality. “Outros desistentes mantiveram seus acordos normalmente e Pedro foi discriminado”, aponta um trecho dos autos obtido pela coluna da Folha.

A Globo tratou o caso como uma expulsão, embora a saída tenha sido oficializada como desistência. “Vocês podem ter certeza de que, se ele não tivesse desistido, ele teria sido retirado do programa”, afirmou o apresentador Tadeu Schmidt logo após o ocorrido. Com a punição, Pedro perdeu o direito aos cachês proporcionais aos dias de confinamento e ao valor pela participação, além de sofrer o encerramento do vínculo de representação comercial mantido pela empresa para suas redes sociais.

O espaço segue aberto para posicionamentos, declarações e atualizações das partes citadas, que queiram responder, refutar ou acrescentar detalhes em relação ao que foi noticiado.

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