
Globoplay/BBB
Ex-BBB Pedro Henrique é internado novamente após confusão e agressão
O vendedor ambulante deu entrada em uma UPA de Curitiba após apresentar alterações comportamentais e risco à própria integridade física
Nova internação
O ex-BBB Pedro Henrique Espindola precisou ser hospitalizado novamente após se envolver em uma confusão e ser agredido no último fim de semana. A Prefeitura de Colombo, no Paraná, confirmou que o vendedor ambulante foi internado por apresentar alterações comportamentais que colocaram em risco a sua própria integridade física.
Crise mental
A família do rapaz também confirmou a informação em suas redes sociais. De acordo com a coluna da jornalista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, o jovem procurou ajuda após sofrer uma nova crise psicótica e foi atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Curitiba.
A prefeitura municipal se manifestou por meio de uma nota oficial. “O paciente em questão necessitou de medidas assistenciais específicas para manejo e estabilização de alterações comportamentais, as quais representavam risco à sua própria integridade física”, informou o texto. “Em respeito ao sigilo profissional e à confidencialidade das informações em saúde, não serão fornecidos detalhes adicionais no momento. Quaisquer outros esclarecimentos serão prestados diretamente aos familiares responsáveis”, concluiu o comunicado.
Agressão coletiva
Antes de ser hospitalizado, Pedro Henrique se envolveu em um episódio violento dentro de uma barbearia. Um vídeo que circulou intensamente nas redes sociais mostrou o ex-participante do reality da Globo sendo agredido por funcionários do estabelecimento. Segundo os primeiros relatos, a briga teria começado após o rapaz se recusar a pagar por uma bebida.
No entanto, a defesa do ex-brother apresentou uma versão diferente sobre o estopim da violência. A advogada Niva Castro, que representa o jovem, divulgou um comunicado rebatendo as acusações e afirmando que o cliente não teve nenhum comportamento que justificasse as agressões. “Em determinado momento, ao se servir de um refrigerante – prática absolutamente comum – foi abordado de forma hostil por um indivíduo que, de maneira precipitada e agressiva, passou a proferir acusações e ofensas, alegando que teria reconhecido o ‘abusador'”, explicou a advogada no texto.
Ainda segundo a defensora, Pedro Henrique tentou evitar o confronto físico. “O que se seguiu, contudo, não foi um desentendimento banal, foi um episódio de violência coordenada: um grupo de indivíduos, agindo em conjunto, passou a perseguir e agredir Pedro, extrapolando qualquer limite de razoabilidade e transformando uma situação corriqueira em um verdadeiro ato de violência coletiva”, finalizou.