
Divulgação/Não Importa
Coco Bambu processa Gregorio Duvivier e Porta dos Fundos
Rede de restaurantes pede indenização e remoção de conteúdo após humorista insinuar plágio durante episódio do programa "Não Importa"
Rede de restaurantes entra com ação na Justiça
A rede Coco Bambu abriu um processo judicial contra Gregorio Duvivier, João Vicente de Castro e a produtora Porta dos Fundos devido a comentários feitos no programa “Não Importa”. A informação foi divulgada originalmente pelo colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo.
Restaurante quer indenização
A empresa exige uma indenização estipulada em R$ 25 mil por danos morais. Além da compensação financeira, o restaurante solicitou a remoção do episódio das plataformas onde foi veiculado.
O que motivou a denúncia?
A motivação do processo ocorreu devido a uma insinuação feita por Duvivier de que o cardápio e a identidade de um famoso estabelecimento de Natal, no Rio Grande do Norte, chamado Camarões, teria sido plagiado pelo sócio fundador de uma grande de restaurantes. O humorista não mencionou o nome da rede diretamente durante sua fala.
O que disse Duvivier?
A fala polêmica aconteceu durante uma edição do programa transmitida em dezembro. Na ocasião, os apresentadores debatiam as características de diferentes estados brasileiros quando o assunto recaiu sobre o Rio Grande do Norte. Gregório elogiou a comida potiguar e iniciou a denúncia. “Lá tem uma rede [de restaurantes] muito boa que é o Camarões. Só tem lá, e eles se recusam a sair de Natal, porque já chamaram muitas vezes. Inclusive, tem um restaurante que eu não posso falar o nome, porque senão vou ser processado, que roubou o Camarões”, disparou ele na gravação.
“O empresário foi ao Camarões, ficou indo, achou aquilo genial, copiou todos os pratos, roubou vários garçons, um gerente, o prato, trocou o nome e implantou no Brasil inteiro e ficou bilionário com uma rede que não passa de uma cópia do Camarões”, completou Duvivier.
Procurada pela imprensa para comentar o caso, a equipe do Porta dos Fundos afirmou “não ter nada a declarar”. O espaço segue aberto para posicionamentos, declarações e atualizações das partes citadas, que queiram responder, refutar ou acrescentar detalhes em relação ao que foi noticiado.