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Divulgação/Disney

Filme|18 de janeiro de 2026

Roger Allers, diretor de “O Rei Leão”, morre aos 76 anos

Cineasta indicado ao Oscar foi peça-chave no renascimento da Disney nos anos 1990, trabalhando também em clássicos como "A Bela e a Fera" e "Aladdin"


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1 O adeus a um visionário da animação
2 A trajetória na Disney e o legado criativo
3 Reconhecimento além das telas
4 Tributos da Disney

O adeus a um visionário da animação

O mundo da animação perdeu um de seus mestres. Roger Allers, diretor indicado ao Oscar, que ficou conhecido por comandar o fenômeno “O Rei Leão” (1994), faleceu no sábado (18/1). Ele morreu subitamente em sua casa em Santa Monica, na Califórnia, aos 76 anos, após uma breve enfermidade, conforme confirmado por um porta-voz da Disney Animation.

A trajetória na Disney e o legado criativo

Nascido em 29 de junho de 1949, em Rye, Nova York, Allers apaixonou-se pela animação ainda criança. Após se formar em Belas Artes pela Arizona State University, ele trilhou um caminho que o levaria ao topo da indústria cinematográfica. Sua estreia na direção ocorreu justamente com “O Rei Leão”, ao lado do codiretor Rob Minkoff. O filme foi um sucesso avassalador, arrecadando quase US$ 979 milhões globalmente em sua exibição original, tornando-se a maior bilheteria de 1994.

Antes de assumir o comando da jornada de Simba, Allers foi fundamental para o sucesso de diversos outros filmes que definiram o chamado renascimento da Disney nos anos 1990. Ele trabalhou como animador em produções icônicas, incluindo “Oliver e sua Turma” (1988), “A Pequena Sereia” (1989), “A Bela e a Fera” (1991) e “Aladdin” (1992). Allers também colaborou no desenvolvimento de “Tron” (1982), o primeiro grande longa-metragem a utilizar extensivamente o CGI.

Reconhecimento além das telas

O talento de Allers não se limitou ao cinema animado tradicional. Ele adaptou o roteiro para o musical da Broadway de “O Rei Leão” junto com Irene Mecchi, o que lhe rendeu uma indicação ao Tony em 1998 na categoria de Melhor Libreto de Musical. No campo das premiações, ele também recebeu uma indicação ao Oscar em 2006 pelo curta-metragem “A Pequena Vendedora de Fósforos”.

Após sua passagem pelos estúdios Disney, Allers codirigiu a animação “O Bicho vai Pegar” (2006) para a Sony Studios, e escreveu e dirigiu a adaptação de “O Profeta” (2014), de Kahlil Gibran. Outros créditos recentes em sua vasta carreira incluem “Peter Pan em De Volta à Terra do Nunca” (2002) e colaborações na franquia “Ted” (2012) e “Ted 2” (2015).

Tributos da Disney

Em comunicado oficial, o CEO da Disney, Bob Iger, prestou homenagem ao cineasta: “Roger Allers foi um visionário criativo cujas muitas contribuições para a Disney viverão por gerações. Ele entendia o poder de uma ótima narrativa — como personagens inesquecíveis, emoção e música podem se unir para criar algo atemporal. Nossos corações estão com sua família, amigos e colaboradores”.

Don Hahn, produtor de “O Rei Leão”, também escreveu um tributo emocionante ao amigo e colega: “De vez em quando, a vida coloca alguém em nosso caminho que nos ajuda a enxergar com mais clareza. Roger era essa pessoa para mim e para tantos de nós que trabalhamos com ele. Ele era a mais rara das pessoas: infinitamente curioso, brincalhão e profundamente humano. Ele vive em seu trabalho e nos corações de todos nós que tivemos a sorte de conhecê-lo”.

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