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Instagram/NewJeans

Música|1 de janeiro de 2026

Gravadora remove Danielle do NewJeans e a processa em US$ 30 milhões

Ador busca indenização milionária após disputa contratual e alegações de maus-tratos feita pela cantora

Pipoque pelo Texto ocultar
1 Guerra judicial declarada
2 Contrato rompido e acusações
3 O futuro do NewJeans
4 Histórico de tensões

Guerra judicial declarada

A gravadora Ador, subsidiária da gigante Hybe (responsável pelo BTS), abriu um processo milionário contra Danielle Marsh, ex-integrante do grupo NewJeans. A ação judicial busca uma indenização por danos e quebra de contrato, apenas um dia após a remoção oficial da cantora de 20 anos do grupo. O valor total cobrado de Danielle, de um familiar não identificado e da ex-produtora Min Hee-jin gira em torno de 43,1 bilhões de wons (cerca de US$ 30 milhões).
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Contrato rompido e acusações

A Ador alega que os acusados têm “responsabilidade significativa” pela disputa que se arrasta há um ano e pelo atraso no retorno das atividades do grupo. Segundo a empresa, o contrato de Danielle foi rescindido porque seria “difícil para ela continuar como artista sob a Ador”. A gravadora também argumenta que as integrantes foram expostas a “informações persistentemente distorcidas e tendenciosas”, gerando mal-entendidos. A disputa teve início em 2024, quando o grupo tentou deixar a agência alegando maus-tratos, mas foi impedido por uma decisão judicial que as obriga a cumprir o contrato até 2029.
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O futuro do NewJeans

A situação do grupo, um dos mais bem-sucedidos da nova geração do K-pop, permanece incerta. De acordo com a Ador, três das quatro integrantes restantes decidiram permanecer na gravadora, enquanto Minji ainda está em negociações. A remoção de Danielle revoltou os fãs, que lançaram nas redes sociais o slogan “NewJeans is five or nothing” (NewJeans é cinco ou nada).
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Histórico de tensões

O conflito explodiu publicamente no ano passado, após a saída forçada da CEO Min Hee-jin da empresa. As integrantes, incluindo a vietnamita-australiana Hanni Pham, denunciaram “manipulação deliberada” e bullying no ambiente de trabalho. Hanni chegou a testemunhar no parlamento sul-coreano sobre o caso. Danielle também relatou vigilância constante e controle excessivo sobre sua alimentação durante o período de treinamento, alegações que não foram respondidas pela empresa.

Apesar das denúncias, a justiça e o ministério do trabalho da Coreia do Sul rejeitaram as queixas das artistas, afirmando que elas não se enquadram legalmente como funcionárias da empresa.
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