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Twitter/Brigitte Bardot

Filme|7 de janeiro de 2026

Funeral de Chefe de Estado e revelação da causa da morte marcam adeus a Brigitte Bardot

Atriz francesa foi enterrada em Saint-Tropez e viúvo revelou que ela passou por duas cirurgias para tratar um câncer


Pipoque pelo Texto ocultar
1 Despedida com honras oficiais
2 Revelação sobre a causa da morte
3 Últimos dias em La Madrague
4 Cerimônia reúne familiares e figuras públicas
5 Presenças políticas e homenagens
6 Mudança nos planos de sepultamento

Despedida com honras oficiais

O funeral de Brigitte Bardot, realizado nesta quarta-feira (7/1) em Saint-Tropez, assumiu contornos de cerimônia de Chefe de Estado. A atriz francesa, ícone do cinema e da defesa dos direitos dos animais, foi velada com a presença de autoridades políticas, personalidades culturais e representantes do ativismo ambiental, refletindo a dimensão de sua influência pública na França.

Revelação sobre a causa da morte

Na véspera da cerimônia, o viúvo da atriz, Bernard d’Ormale, revelou à imprensa francesa que Bardot passou por duas cirurgias para tratar um câncer antes de morrer. Em entrevista publicada pela revista Paris Match, ele afirmou que a artista “suportou muito bem as duas cirurgias que fez para tratar o câncer que lhe tirou a vida”.

D’Ormale não informou o tipo de câncer enfrentado pela atriz. Ele também relatou que as últimas palavras de Bardot foram “pew pew”, expressão usada por ela como forma de carinho com pessoas próximas, segundo a fundação que leva seu nome.

Últimos dias em La Madrague

Brigitte Bardot morreu em 28 de dezembro, aos 91 anos, na casa onde vivia reclusa havia décadas, em Saint-Tropez, conhecida como La Madrague. Ela morava no local com d’Ormale, seu quarto marido.

A atriz havia sido hospitalizada duas vezes no outono europeu, sem que os motivos das internações fossem divulgados na época. Nos anos 1980, Bardot tratou um câncer de mama. Segundo o viúvo, nos últimos meses ela enfrentava dores constantes nas costas, que lhe causavam sofrimento e exaustão.

“Ela sempre quis voltar para La Madrague”, disse. “E lá, a situação era mais complicada, principalmente por causa de uma dor persistente nas costas que não passava, causando-lhe sofrimento e exaustão. Era desconfortável, mesmo quando estava na cama”. Ele acrescentou: “No entanto, ela permaneceu consciente e preocupada com o destino dos animais até o fim”.

Cerimônia reúne familiares e figuras públicas

O caixão de vime da atriz foi levado à igreja de Nossa Senhora da Assunção, onde ocorreu a missa fúnebre. Entre os presentes estava seu filho, Nicolas-Jacques Charrier, de 65 anos, cuja presença era incerta até o último momento devido à relação distante que mantinha com a mãe.

Charrier levou uma coroa em forma de coração, adornada com mimosas e a inscrição “para mamãe”. Bardot já havia declarado publicamente que não tinha instinto maternal e o deixou aos cuidados do pai, o ator Jacques Charrier, morto em setembro.

Presenças políticas e homenagens

A cerimônia contou com a presença de personalidades como Paul Belmondo, filho do ator Jean-Paul Belmondo, e do ativista ambiental Paul Watson, com quem Bardot compartilhava a militância em defesa dos animais.

No campo político, esteve presente a líder da extrema direita francesa Marine Le Pen, apoiada publicamente por Bardot nas eleições presidenciais de 2012 e 2017, quando a atriz a descreveu como uma “Joana d’Arc” moderna. O presidente francês Emmanuel Macron, apesar de ter sido alvo de críticas da artista em vida, enviou uma grande coroa de flores.

Mudança nos planos de sepultamento

Em 2018, Bardot afirmou que desejava ser enterrada em seu jardim, com uma simples cruz de madeira, ao lado de seus animais, para evitar “uma multidão de idiotas” em seu funeral. Segundo d’Ormale, a decisão foi revista por dificuldades logísticas.

“Há alguns anos, ela percebeu que a municipalidade não poderia administrar isso… Imaginem ondas de turistas se reunindo na estreita trilha litorânea”, explicou. A atriz então aceitou ser enterrada no cemitério marítimo de Saint-Tropez, junto aos pais e avós.

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