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Divulgação/Globo

Reality|13 de janeiro de 2026

Equipe de Jordana nega fraude em cotas no primeiro pronunciamento do BBB 26

Assessoria da participante do grupo Pipoca esclarece que a advogada se identifica como parda e nunca assumiu cargo público no TJDFT

Pipoque pelo Texto ocultar
1 Equipe de Jordana rebate acusações
2 Entenda a polêmica sobre o concurso do TJDFT
3 Como a assessoria justifica a legalidade da inscrição?
4 Histórico profissional em Brasília

Equipe de Jordana rebate acusações

A assessoria de Jordana Morais inaugurou os pronunciamentos oficiais da temporada do BBB 26. Após alegações nas redes sociais de que a integrante do grupo Pipoca teria burlado o sistema de cotas raciais num concurso público, a equipe da sister emitiu um comunicado. A polêmica surgiu assim que a advogada e modelo foi aprovada para entrar no reality na dinâmica da Casa de Vidro, momento em que internautas resgataram dados de um concurso realizado por ela há quase uma década.

Entenda a polêmica sobre o concurso do TJDFT

O questionamento do público foca em uma inscrição feita por Jordana em 2015 para o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). Na ocasião, a agora sister concorreu às vagas destinadas a candidatos negros e pardos, o que gerou críticas nas plataformas digitais após sua entrada no reality show da Globo.

Representantes da competidora da região Centro-Oeste afirmam que a participação de Jordana seguiu rigorosamente os critérios legais vigentes na época. Segundo a nota oficial, a identificação racial de Jordana é compatível com as exigências do edital.

“O IBGE define como parda a pessoa que se identifica como de mistura de duas ou mais opções de cor ou raça, incluindo branca, preta ou indígena. É o caso da Jordana”, explicou o comunicado publicado nos Stories do Instagram.

Como a assessoria justifica a legalidade da inscrição?

A defesa de Jordana enfatiza que o processo não apresentou falhas éticas ou jurídicas, uma vez que a autodeclaração é um direito previsto para quem possui sua ascendência. “Dentro desse contexto, não há qualquer irregularidade na inscrição de um candidato pardo pela cota racial”, pontuou a equipe de gestão de crise da participante.

Outro ponto crucial destacado pelos representantes é o fato de Jordana nunca ter trabalhado no órgão público mencionado. A nota esclarece que a inscrição não resultou em contratação efetiva, o que esvaziaria a tese de benefício indevido.

“Importante destacar que a Jordana não foi investida em nenhum cargo público decorrente do concurso. Denúncias infundadas, mesmo quando travestidas de zelo, também produzem desinformação”, finalizou o texto da assessoria.

Histórico profissional em Brasília

Além da questão do concurso, a trajetória profissional de Jordana no serviço público também gerou interesse nas redes sociais. Registros da Câmara dos Deputados indicam que ela exerceu a função comissionada de Assistente Técnico no gabinete da liderança do União Brasil até abril de 2025, com vencimentos na faixa de R$ 7 mil. A exoneração do cargo foi publicada oficialmente em 3 de abril do ano passado.
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Reportagem do portal Metrópoles mencionou a possibilidade de uma atuação posterior junto à equipe do deputado Gustavo Gayer (PL-GO), embora membros do Partido Liberal tenham negado vínculo empregatício formal, descrevendo a relação como de natureza pessoal. Não há registros de nova nomeação no Diário Oficial da Casa após a saída do União Brasil.

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