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Divulgação/Netflix

Filme,  Série|23 de novembro de 2025

Guia do streaming: Veja as principais estreias da última semana de novembro

Programação destaca o começo do fim de "Stranger Things", uma série documental dos Beatles e diversos filmes, incluindo o terror "Faça Ela Voltar" e o candidato de Taiwan ao Oscar 2026


Os quatro primeiros episódios da temporada final de “Stranger Things” assombram a programação da semana, concentrando as atenções dos fãs de séries na Netflix. A expectativa é tão grande que os concorrentes prepararam poucas opções como alternativas. A exceção fica por conta do relançamento ampliado e remasterizado da série documental dos anos 1990 “The Beatles Antologia”. A maior parte dos lançamentos do período são filmes, com destaque para o terror “Faça Ela Voltar”, o infantil “A Casa Mágica da Gabby” e o candidato de Taiwan ao Oscar 2026, “A Garota Canhota”, além de clássicos do século 21, como “Parasita”, “Viver” e “O Último Beijo”. Confira as novidades das principais plataformas até o próximo sábado (29/11).

 

Pipoque pelo Texto ocultar
1 🎞️ A CASA MÁGICA DA GABBY: O FILME | VoD*
2 🎞️ V/H/S: ALÉM | VoD*
3 🎞️ OS VOURDALAK | VoD*
4 🎞️ FORÇA BRUTA: PUNIÇÃO | VoD*
5 🎞️ ARMAND E OS LIMITES DAS FAMÍLIAS | VoD*
6 📺 LEYLA – SOMBRAS DO PASSADO | Globoplay
7 🎞️ CHRIS HEMSWORTH: UMA VIAGEM PARA RECORDAR | Disney+
8 📺 TUDO POR UMA SEGUNDA CHANCE | Globoplay
9 📺 STRANGER THINGS | Netflix
10 🎞️ PARASITA | Netflix
11 🎞️ CLOUD – NÚVEM DE VINGANÇA | HBO Max
12 🎞️ O ÚLTIMO BEIJO | Netflix
13 🎞️ FELIZ ASSALTO | Netflix
14 🎞️ FUGA FATAL| Prime Video
15 📺 THE BEATLES ANTOLOGIA | Disney+
16 📺 PLANETA PRÉ-HISTÓRICO: ERA DO GELO | Apple TV+
17 📺 WONDLA – A TRILOGIA 3 | Apple TV+
18 🎞️ FAÇA ELA VOLTAR | HBO Max
19 🎞️ A GAROTA CANHOTA | Netflix
20 🎞️ FAMÍLIA À PROVA DE BALAS | Prime Video
21 🎞️ VIVER | Netflix

DOMINGO

 

🎞️ A CASA MÁGICA DA GABBY: O FILME | VoD*

▶ Assista ao trailer

 

A DreamWorks Animation transforma sua série de sucesso global em uma aventura cinematográfica sob a direção de Ryan Crego (“Arlo, o Menino Jacaré”). O híbrido de animação e live-action acompanha Gabby, interpretada por Laila Lockhart Kraner (“A Casa Mágica da Gabby”), em uma viagem de carro com sua avó Gigi, vivida pela cantora Gloria Estefan (“O Pai da Noiva”), até a cidade encantada de Cat Francisco, mas um acidente de percurso a faz perder sua valiosa casa de bonecas. Determinada a recuperá-la das mãos de uma excêntrica senhora dos gatos interpretada por Kristen Wiig (“Missão Madrinha de Casamento”), a garota embarca em uma aventura com seus aliados animados.

“A Casa Mágica da Gabby” conquistou crianças ao redor do mundo desde sua estreia em 2021 na Netflix. A produção é baseada na mentalidade de crescimento, incentivando o pensamento flexível e o aprendizado com os próprios erros. A trilha sonora original e um aplicativo de grande sucesso expandiram a marca para além da tela. A versão em longa-metragem mantém o espírito lúdico da série, com produção da Catchlight Studios e DreamWorks Animation no Canadá.


 

🎞️ V/H/S: ALÉM | VoD*

▶ Assista ao trailer

 

O sétimo lançamento da franquia de terror antológico em found footage leva o conceito para além das fitas VHS tradicionais, mergulhando em pesadelos de ficção científica. Produzido pela Bloody Disgusting em parceria com o canal pago Shudder, o filme reúne seis curtas-metragens macabros interligados por uma narrativa que explora encontros extraterrestres, experimentos de laboratório que dão errado e uma ação extrema capturada em diferentes formatos de imagem. Dirigido por Jay Cheel, Jordan Downey, Christian Long, Justin Long, Justin Martinez, Virat Pal e Kate Siegel, o longa estreou mundialmente no Fantastic Fest em 20 de setembro de 2024.​​

Apesar da irregularidade típica de antologias, onde a qualidade dos segmentos varia, “V/H/S: Além” surpreende como um dos melhores títulos da franquia. Entre os segmentos de destaque está “Stork”, uma extravagância visual repleta de gore e mudanças rápidas de perspectiva que lembram um jogo de tiro em primeira pessoa – como “Left 4 Dead”, substituindo zombis por alienígenas vorazes em uma sequência de abertura de altíssima energia. “Dream Girl” mistura bizarrice e brutalidade ao apresentar um robô que enlouquece completamente em seus momentos finais, culminando em um final violento e caótico. Já “Live and Let Dive” explora o conceito de invasão alienígena sob a perspectiva de um grupo de paraquedistas, apostando no impacto visceral da experiência.​


 

🎞️ OS VOURDALAK | VoD*

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Adaptação do conto clássico de vampiros “A Família do Vourdalak”, escrito por Aleksei Tolstói (conhecido como “o outro Tolstói”) em 1839, mais de meio século antes de “Drácula” de Bram Stoker estabelecer o cânone moderno da mitologia vampírica. Ambientado na Sérvia do século XVIII durante os conflitos com o Império Otomano, o filme acompanha o Marquês d’Urfé (Kacey Mottet Klein, “O Acontecimento”), nobre emissário do Rei da França atacado e abandonado nas montanhas, que busca refúgio em uma mansão isolada habitada por uma família camponesa que reluta em acolhê-lo. Os residentes exibem comportamento estranho enquanto aguardam o retorno do patriarca Gorcha (Grégoire Colin), que partiu para caçar um chefe turco com a severa ordem de que, caso demore mais de seis dias para voltar, a família deve trancar as portas e esquecer que ele existiu.​​

No sexto dia, Gorcha retorna, mas claramente transformado em algo que não é mais humano: um Vourdalak, criatura vampírica que, diferentemente dos vampiros convencionais, se alimenta exclusivamente do sangue dos parentes próximos e daqueles que mais ama. A família, apesar de consciente da maldição, permanece paralisada pelo amor filial e pelo dever, incapaz de fugir do destino terrível que se aproxima. O pequeno neto Vlad (Gabriel Pavie, “A Família de Simon”) é o único que ri da aparência cadavérica do avô, sem perceber o perigo, enquanto Gorcha declara que o menino é o ser que mais ama no mundo — prenunciando sua primeira vítima.​​

O elenco reúne ainda Ariane Labed (“O Brutalista”) como Sdenka, filha enigmática de Gorcha por quem o Marquês desenvolve atração romântica, Vassili Schneider (“O Conde de Monte Cristo”) como Jegor, o filho intermediário que usa roupas femininas e desafia as normas de gênero, e Claire Duburcq (“Conann”) completando o núcleo familiar amaldiçoado. O diretor estreante Adrien Beau constrói uma fábula gótica orgulhosamente antiquada, filmada em cenários teatrais com iluminação expressionista e interpretações deliberadamente estilizadas que evocam o cinema mudo e o horror atmosférico clássico. A direção explora o choque cultural entre o Marquês francês afeminado e a rudeza dos Balcãs, enquanto desenvolve camadas de crítica social sobre patriarcado, classismo e repressão sexual, culminando em elementos queer explícitos na sequência mais sedutora, tragicômica e repulsiva do filme.​​

Lançado internacionalmente em 2023 e exibido em festivais como Veneza, o longa se tornou cultuado pela atmosfera única, pela sensibilidade sombria e pelo humor ácido que permeia a narrativa.


 

🎞️ FORÇA BRUTA: PUNIÇÃO | VoD*

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O terceiro capítulo da franquia de ação estrelada pelo detetive Ma Seok-do mergulha no submundo dos cassinos ilegais internacionais. Desta vez, o brutamontes carismático vivido por Ma Dong-seok (também conhecido como Don Lee) integra a equipe de Investigação Cibernética da polícia de Seul. Sua missão: derrubar uma quadrilha de jogo online que opera a partir da Ásia tropical. A trama se inspira em um caso real de 2015, quando criminosos sul-coreanos sequestraram programadores na Tailândia para manter um site clandestino de apostas​.

Em sua nova função, Ma percorre cassinos clandestinos, enfrenta tiroteios e persegue criminosos do sudeste asiático até as vielas da Coreia, sempre com os punhos como principais aliados. O vilão Baek Chang-ki, vivido por Kim Mu-yeol (“Nova Ordem Espacial”), traz um antagonismo à altura, com requintes de crueldade e motivação pessoal. Park Ji-hwan retorna como o parceiro desastrado, mantendo o humor como marca da franquia.

A produção é conduzida por Heo Myeong-haeng, ex-coordenador de dublês, que imprime ritmo veloz e criatividade às cenas de ação. A fórmula continua eficaz: coreografias de ação bem planejadas, ambientação urbana realista e personagens carismáticos. O público sul-coreano respondeu com entusiasmo, consolidando o filme como um dos maiores sucessos do ano.


 

🎞️ ARMAND E OS LIMITES DAS FAMÍLIAS | VoD*

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O thriller psicológico norueguês transforma uma reunião escolar de pais e professores em um campo de batalha emocional onde a verdade se torna cada vez mais turva. Elisabeth (Renate Reinsve, vencedora do prêmio de melhor atriz em Cannes por “A Pior Pessoa do Mundo”) é convocada para uma conversa urgente após o horário escolar, onde recebe a notícia de que seu filho Armand, de seis anos, é acusado de ultrapassar gravemente os limites com Jon, colega de classe e melhor amigo. A reunião, que deveria esclarecer o incidente, rapidamente se transforma em um labirinto de acusações, negações e tensões crescentes que expõem não apenas o evento em questão, mas as fissuras profundas nas vidas dos adultos envolvidos.​​

De forma estilizada, o diretor Halfdan Ullmann Tøndel constrói a maior parte da narrativa dentro da escola primária vazia, usando o espaço confinado para intensificar a claustrofobia emocional e a paranoia que gradualmente consomem os personagens. A diretora Sarah (Thea Lambrechts Vaulen, “Munch”), a coordenadora Sunna (Ellen Dorrit Petersen, “Thelma”) e os pais de Jon — interpretados por Endre Hellestveit (“Amundsen: O Explorador”) e Vera Veljovic-Jovanovic (“Wallander”) — tentam conduzir a conversa com profissionalismo, mas logo ficam presos em uma teia de mentiras, loucura e obsessão que torna impossível determinar onde está a verdade. As crianças nunca aparecem em cena, transformando-se em presenças fantasmagóricas cuja ausência amplifica o foco nos adultos e suas próprias neuroses, desejos reprimidos e culpas não resolvidas.​

O filme marca a estreia na direção de Tøndel, neto do cineasta sueco Ingmar Bergman e da atriz norueguesa Liv Ullmann, que ousa abandonar o realismo em momentos-chave, inserindo sequências visuais surreais e abstratas. A iniciativa dividiu a crítica, mas impressionou o júri do Festival de Cannes, que lhe concedeu o troféu Câmera de Ouro de Melhor Primeiro Filme.


 

SEGUNDA

 

📺 LEYLA – SOMBRAS DO PASSADO | Globoplay

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A novela turca é uma adaptação oficial de “Avenida Brasil”, que transporta a clássica trama de vingança para o universo das dizis, com ritmo melodramático e estética típica do gênero no país. A produção retoma a história criada por João Emanuel Carneiro a partir de novos cenários, elenco local e clima de folhetim intenso, preservando a espinha dorsal da jornada de acerto de contas que consagrou a novela original.

Assim como na trama exibida pela Globo em 2012, a história acompanha uma protagonista que teve a infância destruída pela madrasta manipuladora e volta anos depois determinada a destruir a vida da antiga algoz. Na nova versão, Leyla (Cemre Baysel) vê o mundo desabar quando o pai se casa com Nur (Gonca Vuslateri), mulher ambiciosa que não apenas se apropria da fortuna da família como também é responsável pela morte do marido, abandonando a enteada em um lixão e selando ali a promessa de vingança. Anos depois, a jovem retorna sob uma nova identidade e se infiltra na casa da vilã como chef de cozinha, reencontrando o amor de infância Civan (Alperen Duymaz) — equivalente ao Batata/Jorginho —, que foi adotado por Nur e agora vive dividido entre a gratidão pela mãe de criação e o passado compartilhado com a heroína. A antagonista, por sua vez, mantém um caso com o cúmplice Mali (Yigit Kirazci), versão turca de Max, enquanto manipula o jogador de futebol Tufan (Halil Ibrahim), o Tufão da releitura, usando charme e chantagem emocional para sustentar seu império e afastar qualquer ameaça.​

A adaptação explora o contraste entre a ascensão de Nur e a reconstrução de Leyla, que precisa equilibrar o desejo de destruição com a possibilidade de um futuro ao lado de Civan, à medida que segredos antigos vêm à tona e os laços de família são colocados em xeque. Os 127 episódios serão disponibilizados em blocos semanais no streaming.


 

🎞️ CHRIS HEMSWORTH: UMA VIAGEM PARA RECORDAR | Disney+

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O retorno do astro da Marvel ao universo documental do National Geographic desta vez deixa de lado os desafios extremos de “Sem Limites” e volta a câmera para um projeto profundamente pessoal: uma jornada terapêutica ao lado do pai, Craig Hemsworth, recentemente diagnosticado com doença de Alzheimer em estágio inicial. Produzido pelo cineasta Darren Aronofsky (indicado ao Oscar por “Cisne Negro”), o documentário de uma hora acompanha pai e filho em uma viagem de moto pela Austrália, revisitando lugares e pessoas marcantes de suas vidas enquanto exploram os fundamentos científicos da conexão social como ferramenta para proteger a saúde cerebral.​​

A ideia da viagem surgiu com urgência após o diagnóstico de Craig: Chris e o pai sempre falaram sobre voltar ao Território do Norte, onde a família viveu anos atrás, mas nunca haviam encontrado tempo para concretizar o plano. Guiados pelo Dr. Suraj Samtani, especialista em demência e psicólogo clínico do Centro de Envelhecimento Cerebral Saudável da Universidade de Nova Gales do Sul, que colaborou com os produtores e a família Hemsworth ao longo de um ano, Chris descobre que a conexão, a comunidade e a nostalgia não são apenas boas para o coração, mas podem reduzir o risco de demência, retardar o declínio cognitivo e até prolongar a vida. A expedição atravessa paisagens deslumbrantes da Austrália, dos subúrbios de Melbourne à vasta região selvagem do Território do Norte, transformando-se em uma exploração comovente e bem-humorada do vínculo entre pai e filho.​​

Parte do documentário foi filmada pelo próprio Chris, que registra a jornada como um filme caseiro para preservar as memórias mais queridas, enquanto as duas gerações de Hemsworth revisitam locais do passado, reavivando recordações esquecidas e aprofundando uma relação construída ao longo de décadas. A produção se insere em um contexto global preocupante: atualmente, mais de 57 milhões de pessoas no mundo vivem com demência, sendo a doença de Alzheimer a causa mais comum, e a cada ano 10 milhões de novos casos são diagnosticados globalmente.


 

TERÇA

 

📺 TUDO POR UMA SEGUNDA CHANCE | Globoplay

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A estreia do grupo Globo no universo das novelas verticais é uma novela pensada desde a concepção para ser consumida em tela de celular, em capítulos curtos que misturam drama, romance e suspense. A história acompanha o jovem herdeiro Lucas Trajano (Daniel Rangel) e sua namorada de infância Paula Magalhães (Debora Ozório), protagonistas de um conto de fadas que se desfaz quando interesses financeiros, inveja e ambição invadem o caminho do casal.

No centro do conflito está Soraia (Jade Picon), amiga de longa data do casal, que nutre uma paixão secreta por Lucas e decide tomar o lugar de Paula a qualquer custo. Com a ajuda de Roberto (Ruan Aguiar), apaixonado por ela, a vilã consegue um veneno para eliminar a rival, mas o plano sai do controle e quem bebe a taça envenenada é o próprio Lucas, que passa mal e entra em coma profundo às vésperas do casamento. Para sustentar a farsa, Soraia planta provas na bolsa de Paula, que termina presa por um crime que não cometeu. Para completar, quando o herdeiro desperta sem memória do que aconteceu, a antagonista se aproveita da confusão para manipular a realidade e tentar reescrever o passado ao seu favor.​

Contada em 50 episódios de 2 a 3 minutos, lançados em blocos semanais nas redes sociais da Globo e na Globoplay, a novelinha aposta em ganchos constantes e narrativa acelerada para fidelizar o público digital.​ Escrita por Rodrigo Lassance e dirigida artisticamente por Adriano Melo, a produção é apresentada como um microdrama que adapta a estrutura clássica de folhetim ao ritmo das redes sociais, apostando em enquadramentos verticais, cortes rápidos e reviravoltas constantes para dialogar com a lógica de consumo do público conectado.​ No elenco, também estão nomes conhecidos das novelas como Beth Goulart, Vanessa Gerbelli, Leonardo Brício e Marcos Winter, reunindo veteranos em torno do triângulo formado pelos jovens atores.


 

QUARTA

 

📺 STRANGER THINGS | Netflix

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A primeira parte do desfecho sombrio da série mais popular da Netflix traz os protagonistas na batalha final contra as ameaças do Mundo Invertido. A 5ª e última temporada se passa no outono de 1987, um ano e meio após os eventos do 4º ano. Hawkins está tomada por tropas militares devido à abertura de fendas interdimensionais, que colocam a cidade em quarentena enquanto intensificam a busca por Eleven (Millie Bobby Brown), forçando-a a ficar escondida. À medida que o aniversário do desaparecimento de Will Byers (Noah Schnapp) se aproxima, os episódios finalmente começam a revelar a verdade sobre o que realmente é o Mundo Invertido.

Will é um personagem central desta temporada para que a história “feche o círculo”, e o arco inicial explora sua conexão e relacionamento com Vecna (Jamie Campbell Bower). O elenco principal também volta a trazer Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Sadie Sink, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Joe Keery, Maya Hawke, Priah Ferguson, Brett Gelman e Cara Buono. Entre as novidades, Amybeth McNulty foi promovida ao elenco principal como Vickie, após aparecer como convidada na temporada anterior, e Linda Hamilton (“O Exterminador do Futuro”) entrou na trama como Dra. Kay, uma cientista do governo que lidera as investigações em Hawkins.

A temporada é dividida em três partes. Depois dos quatro primeiros episódios lançados nesta quarta, seguem-se mais três em 25 de dezembro, deixando o capítulo final para 31 de dezembro, encerrando a série criada pelos irmãos Duffer.


 

🎞️ PARASITA | Netflix

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A produção sul-coreana entrou para a história do cinema em 2020 ao se tornar o primeiro longa em língua não inglesa a conquistar o Oscar de Melhor Filme, além de levar ainda Melhor Direção, Melhor Roteiro Original e Melhor Filme Internacional na mesma noite. Dirigido por Bong Joon-ho, o longa é uma comédia negra de suspense que acompanha a família Ki-taek, desempregada e vivendo em um porão precário em Seul, que encontra na infiltração gradual na casa dos ricos Parks a oportunidade de ascender socialmente. A trama começa quando o filho Ki-woo (Choi Woo-sik) consegue um emprego como tutor particular da filha adolescente da família Park, abrindo caminho para que pai, mãe e irmã também sejam contratados para funções na residência, todos fingindo não ter qualquer parentesco entre si.​

À medida que a farsa se consolida, a narrativa revela camadas de segredos ocultos na mansão dos Parks, empurrando a coexistência entre as duas famílias para um clímax violento em que ninguém sai ileso. Bong Joon-ho utiliza a arquitetura das casas como metáfora visual da desigualdade: o porão claustrofóbico dos Ki-taek contrasta com os espaços amplos e iluminados da residência dos Parks, materializando a distância de classe que a trama explora de forma ácida. O diretor afirmou em entrevistas que se inspirou em Hitchcock para construir a tensão e que não há vilões fáceis de identificar, mantendo certa distância de todos os personagens enquanto revela como ricos e pobres se parasitam mutuamente em um sistema sem saída digna.​

Antes da consagração no Oscar, Parasita já havia conquistado a Palma de Ouro em Cannes por decisão unânime do júri, além de prêmios no Globo de Ouro, SAG Awards e Critics’ Choice, consolidando sua posição como fenômeno crítico e popular. A vitória quebrou uma barreira simbólica de 91 anos da Academia e reforçou o lugar do cinema sul-coreano no circuito global, transformando Bong Joon-ho em referência incontornável para uma nova geração de cineastas.

O sucesso do filme também tornou o elenco principal mundialmente conhecido, especialmente Song Kang-ho como Ki-taek, o patriarca da família Kim, Lee Sun-kyun como Dong-ik, o chefe da família Park, Cho Yeo-jeong como Yeon-kyo, a matriarca dos Park, Choi Woo-shik como Ki-woo e Park So-dam como sua irmã Ki-jung.


 

🎞️ CLOUD – NÚVEM DE VINGANÇA | HBO Max

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O novo thriller psicológico do mestre Kiyoshi Kurosawa, o aclamado cineasta de clássicos do J-horror “Cure” e “Pulse”, estreou fora de competição no Festival de Veneza 2024 e rapidamente se tornou uma das obras japonesas mais comentadas do ano, sendo escolhido para representar o Japão na corrida ao Oscar 2025 de Melhor Filme Internacional.​

Marcada por forte comentário social, a trama investiga o submundo dos “esquemas online” e as consequências da ganância virtual. Escolhido como representante do Japão para a disputa do Oscar de Melhor Filme Internacional, o longa evoca casos reais em que fóruns online fomentam vinganças coletivas.

O protagonista é Ryosuke Yoshii (Masaki Suda, “Meu Pequeno Monstro”), um jovem operário que, para ganhar dinheiro fácil, começa a revender produtos na internet de maneira oportunista. No início do filme, Yoshii aparece realizando pequenas fraudes – ele compra lotes de aparelhos de saúde por baixo preço enganando um fornecedor e os revende online a um valor muito superior. O lucro rápido lhe sobe à cabeça: Yoshii recusa até uma promoção no emprego formal para se dedicar integralmente ao lucrativo (porém antiético) negócio de revendedor virtual. Com o tempo, ele expande as operações, chega a deixar o humilde apartamento e aluga uma casa maior nos subúrbios, que vira depósito e escritório da empreitada digital. Ao mesmo tempo, começa a enfrentar as consequências de sua postura predatória: clientes lesados e fornecedores enganados passam a assediá-lo online, trocando informações sobre suas fraudes em fóruns e planejando retaliações. A tensão cresce quando esses desconhecidos virtuais descobrem seu endereço e, inflamados pelo anonimato vingativo da internet, decidem levar a justiça a cabo, com direito a sequências violentas. O minimalismo visual e o uso calculado de som reforçam o sentimento de paranoia crescente, transformando o cotidiano banal num pesadelo que antecipa o colapso da empatia na era das redes.​


 

🎞️ O ÚLTIMO BEIJO | Netflix

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Dirigido por Gabriele Muccino em 2001, “O Último Beijo” é um marco do cinema italiano contemporâneo que acompanha Carlo (Stefano Accorsi, “Um Amor Quase Pefeito”) às vésperas dos 30 anos, momento em que sua namorada Giulia (Giovanna Mezzogiorno, “Vincere”) anuncia a gravidez e o casal decide se casar. A notícia deveria ser motivo de felicidade, mas em vez disso dispara uma crise existencial profunda: Carlo se vê diante da iminente entrada definitiva na vida adulta, com todas as responsabilidades que acompanham a paternidade e o casamento, e começa a questionar se está pronto para abandonar a liberdade. Durante a festa de casamento de um amigo, ele conhece Francesca (Martina Stella, “Nine”), uma adolescente de 18 anos que representa tudo o que ele está prestes a perder, e inicia um flerte que rapidamente evolui para uma tentação irresistível.​

Muccino constrói uma narrativa coral que expande a crise de Carlo para o círculo de amigos ao redor dele, que também enfrenta seus próprios dilemas na fronteira entre juventude e maturidade, cada um lidando a seu modo com relacionamentos, frustrações profissionais e o medo de se tornar apenas mais um adulto medíocre preso em uma vida suburbana previsível. Em paralelo, a mãe de Giulia, Anna (Stefania Sandrelli, do clássico “O Conformista”), vive sua própria turbulência ao perceber que o casamento de décadas não a fez feliz e que o tempo está se esgotando para buscar algo diferente. Essa estrutura espelhada entre gerações reforça a ideia de que a busca pela felicidade a qualquer preço é uma constante humana, independentemente da idade.​​

Lançado em 2001, o filme permaneceu seis meses em cartaz nos cinemas italianos e se tornou fenômeno cultural ao capturar o espírito de uma geração paralisada pela síndrome de Peter Pan contemporânea, o terror de ser engolido por estruturas sociais rígidas e perder a essência de quem se é. Com roteiro e direção assinados por Muccino, a produção equilibra comédia, melodrama e romance, apostando em diálogos intensos, gritaria e lágrimas sem medo de abraçar o excesso emocional típico do cinema italiano. A trilha sonora gira em torno da canção homônima de Carmen Consoli, que também faz uma participação especial no filme, reforçando o clima de nostalgia e urgência que permeia toda a narrativa.​​

O sucesso internacional levou a um remake americano em 2006, “Um Beijo a Mais” (The Last Kiss), dirigido por Tony Goldwyn e roteirizado por Paul Haggis, com Zach Braff no papel de Michael e Rachel Bilson como a jovem tentação. Apesar do pedigree da equipe, a versão americana foi considerada apenas mais uma comédia romântica correta, sem a originalidade e o charme que fizeram do original italiano um clássico do gênero.


 

🎞️ FELIZ ASSALTO | Netflix

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Olivia Holt (“Manto e Adaga”) passa um Natal diferente nesta comédia romântica de crime, em que contracena com Connor Swindells (“Sex Education”). Os dois vivem funcionários numa loja de conveniência de Londres: Sophia (Holt) é uma vendedora espirituosa que trabalha no setor de varejo, enquanto Nick (Swindells) é um técnico azarado que sonha em sair da rotina. Frustrados com suas perspectivas, eles decidem assaltar a loja durante a véspera de Natal. Quando percebem que precisam cooperar para concluir o golpe, o plano se transforma em uma aliança instável, marcada por desconfianças, segredos e uma tensão romântica crescente, que ameaça atrapalhar o assalto.​

Além da dupla central, o elenco conta com Lucy Punch (“Motherland”), Peter Serafinowicz (“Guardiões da Galáxia”) e Poppy Drayton (“Charmed”). A direção é de Michael Fimognari, conhecido por “Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre”.


 

🎞️ FUGA FATAL| Prime Video

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A adaptação do romance de Jordan Harper de 2017 acompanha Nate (Taron Egerton, “Rocketman”), ex-detento recém-libertado que descobre ter uma sentença de morte imposta pela gangue Aryan Steel, liderada pelo brutal criminoso contra quem ele testemunhou anos antes. Ao sair da prisão, Nate percebe que a ameaça se estende também a sua filha Polly (Ana Sophia Heger), de 11 anos, com quem perdeu contato durante o encarceramento, forçando-o a sequestrar a menina da escola para mantê-la viva. A partir desse ponto, pai e filha iniciam uma fuga desesperada através da Califórnia, perseguidos por criminosos implacáveis e por um xerife corrupto (John Carroll Lynch) que trabalha para a gangue.​​

A narrativa explora a transformação de Polly, inicialmente uma menina tímida, precoce e desconfiada, que precisa aprender rapidamente a lutar, roubar e sobreviver nas margens da sociedade sob a tutela do homem mais assustador que conhece: o próprio pai. Enquanto isso, Nate redescobre o amor incondicional e tenta equilibrar a necessidade de proteger a filha com a urgência de mantê-la longe da violência que define sua própria existência. O roteiro de Ben Collins e Luke Piotrowski (dupla do terror “A Casa Sombria”) mantém o tom cru do livro original, construindo um thriller de perseguição que também funciona como drama familiar sobre laços que se reconstroem sob pressão extrema.​ Nick Rowland, que dirigiu o aclamado Calm With Horses em 2019, mantém o controle do ritmo alternando momentos de ação explosiva com cenas intimistas que mostram pai e filha tentando reconstruir uma relação destruída pelo sistema carcerário e pelas escolhas do passado.


 

📺 THE BEATLES ANTOLOGIA | Disney+

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A histórica série documental britânica retorna em versão restaurada e expandida, três décadas após seu lançamento original em 1995. São nove episódios de 60 minutos que traçam a trajetória completa dos Beatles desde seus primórdios em Liverpool e Hamburgo até sua separação, contada pelas próprias vozes de John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr. Os oito episódios originais foram completamente remasterizados em alta definição pela equipe de Park Road Post, o estúdio de Peter Jackson (“O Senhor dos Anéis”), a partir dos negativos originais, com supervisão direta dos membros sobreviventes da banda. O trabalho de restauração incluiu novas mixagens de áudio criadas por Giles Martin, filho do lendário produtor dos Beatles, George Martin, que utilizou tecnologia de separação de faixas para isolar e aprimorar as gravações históricas.

A série aborda a Beatlemania, a chegada revolucionária da banda aos Estados Unidos, seu papel na vanguarda da contracultura dos anos 1960, a exploração espiritual na Índia e os conflitos internos que levaram ao fim do grupo. A narrativa é construída exclusivamente através de testemunhos diretos dos quatro integrantes, complementados por depoimentos de colaboradores próximos como Neil Aspinall, George Martin e Derek Taylor, priorizando a precisão documental e a perspectiva íntima dos próprios protagonistas.

A diferença da nova versão em relação à original é a presença do nono episódio inédito, com imagens dos bastidores da reunião de Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr entre 1994 e 1995, quando os três se encontraram para trabalhar no projeto original da “Anthology” e refletir sobre suas vidas compartilhadas como Beatles.

O relançamento integra um projeto multimídia abrangente que inclui a reedição dos álbuns “Anthology 1”, “Anthology 2” e “Anthology 3” em 21 de novembro, além do inédito “Anthology 4”, com treze gravações e demos nunca lançadas oficialmente, totalizando 191 faixas disponíveis em vinil, CD, download digital e streaming. A coleção musical traz novas mixagens de “Free As A Bird” e “Real Love”, atualizadas por Jeff Lynne e Giles Martin com tecnologia contemporânea. Além disso, evidencia uma iniciativa da Disney+ de catalogar o sucesso dos Beatles, seguindo a série documental “The Beatles: Get Back”, dirigida por Peter Jackson em 2021, o relançamento do documentário musical “Let It Be”, com o último show da banda em 1969, e “Beatles ’64”, que revisita a primeira turnê da banda inglesa nos Estados Unidos, com produção de Martin Scorsese.


 

📺 PLANETA PRÉ-HISTÓRICO: ERA DO GELO | Apple TV+

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A série dá continuidade à aclamada franquia documental “Planeta Pré-histórico” da Apple TV, que nas duas primeiras temporadas transportou o público 66 milhões de anos ao passado para testemunhar a era dos dinossauros com efeitos visuais fotorrealistas e narração de David Attenborough. Esta nova temporada avança milhões de anos no tempo, saltando para além da extinção dos dinossauros e adentrando um mundo moldado pelo gelo, pela intensa luta pela sobrevivência e pelo surgimento de um novo elenco de gigantes: a icônica megafauna do Pleistoceno. Produzida pela BBC Studios Natural History Unit, responsável por “Planeta Terra”, com produção executiva de Jon Favreau (diretor de “Rei Leão”), a série de cinco episódios estreia globalmente em 26 de novembro.​​

Os novos episódios têm narração de Tom Hiddleston (“Loki”) e utilizam as descobertas científicas mais recentes, além de tecnologia de ponta da produtora Framestore (“Gravidade”) para revelar habitats e criaturas espetaculares da Terra antiga. De mamutes-lanosos imponentes a preguiças-das-neves escaladoras, de tigres-dentes-de-sabre aterrorizantes a elefantes-anões de apenas um metro de altura, cada episódio explora como a vida em todo o planeta se adaptou para sobreviver em meio a mudanças climáticas drásticas e transformações radicais. A trilha sonora original fica por conta de Hans Zimmer (vencedor do Oscar por “O Rei Leão” e “Duna”), mantendo o padrão épico que caracteriza a franquia.​​


 

📺 WONDLA – A TRILOGIA 3 | Apple TV+

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A 3ª e última temporada conclui a jornada épica de Eva Nine (voz de Jeanine Mason, “Roswell, New Mexico”) em um planeta alienígena que um dia foi a Terra, agora rebatizado de Orbona. Produzida pela Skydance Animation e baseada na trilogia literária The Search for WondLa, de Tony DiTerlizzi, a série animada acompanha desde o início a adolescente criada por um robô maternal chamado Muthr em um bunker subterrâneo altamente tecnológico, até o momento em que um ataque a força a fugir para a superfície e descobrir um mundo completamente diferente do que os registros históricos mostravam. Ao longo das temporadas anteriores, Eva conheceu Otto (Brad Garrett, “Everybody Loves Raymond”), um adorável urso aquático gigante com quem compartilha poderes telepáticos, e Rovender (Gary Anthony Williams, “Madrugada Muito Louca”), um alienígena rabugento com passado conturbado que se torna seu aliado improvável na busca por outros humanos e pelo verdadeiro significado de lar.​​

Nesta temporada final, uma guerra em larga escala estoura entre humanos e alienígenas, colocando o destino de Orbona em jogo e forçando Eva a embarcar em sua missão mais perigosa: recapturar o Coração da Floresta roubado, fonte de vida do planeta. Para salvar Orbona e todos que nela habitam, Eva precisa fazer mais do que recuperar o artefato místico — ela deve unir dois mundos divididos e provar a verdade suprema de que “não existem ‘eles’, só existe ‘nós'”. Ao longo dos seis episódios de meia hora, a protagonista reúne velhos amigos e aliados inesperados para uma última resistência contra um exército alienígena massivo que ameaça aniquilar toda forma de vida.​​

O elenco de vozes permanece estelar nesta temporada, com destaque para Brad Garrett (vencedor do Emmy por como Otto, Alan Tudyk (Resident Alien) como Cadmus Pryde, Teri Hatcher como Muthr, e novos talentos como Shohreh Aghdashloo (vencedora do Emmy e indicada ao Oscar por Casa de Areia e Névoa) nos papéis de Darius e Arius, além de Maz Jobrani como Zin. A produção executiva fica a cargo de Bobs Gannaway (showrunner de 101 Dálmatas e Timão & Pumba), Tony DiTerlizzi, Ellen Goldsmith-Vein (Maze Runner), e os executivos da Skydance Animation John Lasseter, David Ellison e Dana Goldberg.​


 

SEXTA

 

🎞️ FAÇA ELA VOLTAR | HBO Max

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Após o sucesso internacional de “Fale Comigo” (2022), os irmãos australianos Danny e Michael Philippou reafirmam seus talentos em um novo e impactante terror sobrenatural. A trama acompanha os meio-irmãos Andy (Billy Barratt, de “Invasão”) e Piper (a estreante Sora Wong), adolescentes que acabam de perder o pai de forma trágica. Ao irem morar numa propriedade rural isolada com a nova tutora legal, a enigmática Laura (Sally Hawkins, de “A Forma da Água”), os jovens pouco a pouco percebem que por trás da fachada gentil da mulher existe um plano sombrio: obcecada pela memória da filha biológica que morreu afogada, ela pretende realizar um ritual ocultista para trazê-la de volta à vida, envolvendo perigosamente Piper nesse propósito macabro.

A narrativa evolui numa atmosfera de tensão crescente, conforme Andy alimenta sua suspeita sobre as estranhas atividades na casa. Laura usa sua astúcia para manipular emocionalmente Andy e minar sua sanidade, tentando convencê-lo de que ele é incapaz de proteger a irmã, enquanto eventos inquietantes se acumulam: ruídos inexplicáveis nos cômodos, comportamentos bizarros e visões aterradoras, que sugerem uma presença maligna na casa. Quando Andy finalmente desvenda que Laura planeja repetir em Piper as circunstâncias da morte da própria filha, inicia-se uma corrida desesperada contra o tempo. O clímax envolve possessões, sacrifícios e luta feroz, resultando em sequências de horror visceral e emocional.

Aclamado como um dos filmes mais perturbadores do ano, “Faça Ela Voltar” consolida os irmãos Philippou como expoentes da nova geração do terror do século 21.


 

🎞️ A GAROTA CANHOTA | Netflix

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O longa marca a estreia solo na direção de Shih-Ching Tsou, colaboradora de longa data de Sean Baker (vencedor do Oscar por “Anora”), que assina o roteiro, a produção e a montagem ao lado da cineasta taiwanesa. A trama acompanha uma mãe solteira e suas duas filhas que retornam a Taipé após anos vivendo no interior, decididas a recomeçar abrindo uma barraca de comida em um movimentado mercado noturno. À medida que cada uma enfrenta os desafios da adaptação ao novo ambiente urbano e luta para manter a unidade familiar, três gerações de segredos começam a desmoronar quando o avô tradicional proíbe a neta mais nova, canhota, de usar sua “mão do diabo”.​​

Tsou construiu carreira ao lado de Baker desde 2004, quando co-dirigiram “Take Out”, e seguiu como produtora e colaboradora criativa em títulos como “Uma Estranha Amizade”, “Tangerine”, “Projeto Flórida”, “Red Rocket” e o recente vencedor da Palma de Ouro e do Oscar “Anora”. Com “A Garota Canhota”, ela retorna à direção explorando temas como maternidade, exílio urbano e a luta por dignidade sob um olhar humanista que remete ao universo de “Projeto Flórida”, mas agora atravessado pela cultura taiwanesa e pelas tensões entre tradição e modernidade. A fotografia superexposta e vibrante confere ao filme um tom que oscila entre documental e poético, enquanto a montagem sensível de Baker reforça a abordagem intimista característica de suas obras.​

O elenco reúne Janel Tsai (“Nós, os Bons e Belos”) como a mãe protagonista, Nina Ye (“Penguin Girl”) e a estreante Shih-Yuan Ma como suas filhas, e Akio Chen (“Folclore”) no papel do avô conservador. Selecionado para a Critics’ Week do Festival de Cannes 2025 e exibido na 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o longa recebeu elogios pela delicadeza com que retrata as pequenas batalhas do cotidiano e a complexidade das relações familiares entre expectativas culturais rígidas. Taiwan submeteu a produção como candidata ao Oscar de Melhor Filme Internacional de 2026, apostando na força da narrativa que mistura drama social e crônica sensível sobre as dificuldades de mulheres tentando sobreviver em uma grande cidade.


 

🎞️ FAMÍLIA À PROVA DE BALAS | Prime Video

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A comédia de ação acompanha Ray Hayes (Kevin James, “Um Dia Fora de Controle”), ex-policial que tenta equilibrar a vida de pai de família dedicado com o trabalho de capanga da máfia. A rotina de Ray gira em torno de manter as aparências para a esposa Alice (Christina Ricci, “Yellow Jackets”) e os dois filhos, enquanto trabalha cobrando dívidas e eliminando problemas para a organização criminosa comandada por Ignatius Locke (Luis Guzmán, “Wandinha”). Quando finalmente decide sair do crime e investir em um restaurante para dar vida honesta à família, Ray descobre que deixar a máfia não é tão simples quanto parece.​​

Durante sua última missão antes da saída definitiva, o trabalho desanda completamente e Ray se vê marcado para morrer pela mesma organização que serviu durante anos. Sem alternativa, ele tem uma única noite para revelar à esposa a verdade sobre sua vida dupla e tirar toda a família da cidade antes que os assassinos batam à porta. Alice, que sempre acreditou que o marido trabalhava em um emprego comum, precisa processar rapidamente a traição e embarcar em uma fuga desesperada ao lado dos filhos, enquanto Ray enfrenta capangas, policiais corruptos e o próprio chefe que jurou vê-lo morto.​​

Entretenimento descompromissado, a comédia mistura tiroteios, explosões e humor familiar em uma história que não se leva muito a sério.


 

SÁBADO

 

🎞️ VIVER | Netflix

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O veterano ator inglês Bill Nighy (“Simplesmente Amor”) ganhou sua primeira indicação ao Oscar por seu papel nesse remake britânico do clássico japonês “Viver” (1952), dirigido por Akira Kurosawa. Ele interpreta um sujeito que resolve começar a viver quando descobre que está próximo de morrer.

O roteiro da adaptação é de autoria do escritor Kazuo Ishiguro (“Não me Abandone Jamais”), vencedor do Prêmio Nobel de Literatura, e foi indicado ao Oscar 2023. A trama se passa em Londres na década de 1950 e acompanha Williams (Nighy), um burocrata que recebe a notícia de que está com uma doença terminal e resolve mudar a sua rotina para começar a apreciar mais a vida. A direção é de Oliver Hermanus (“Moffie”) e o elenco também destaca Aimee Lou Wood (“Sex Education”) e Alex Sharp (“Os 7 de Chicago”).


 

* Os lançamentos em VoD (Video on Demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Google TV, Claro TV+, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.

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