
Divulgação/Universal
Brendan Fraser confirma “A Múmia 4” com Rachel Weisz: “O filme que eu queria fazer”
Ator revela que esperou 20 anos para fazer a sequência dos seus sonhos, com elenco original e direção da dupla de "Pânico"
O retorno dos O’Connell
Brendan Fraser está oficialmente pronto para desenterrar a franquia que o consagrou. Em entrevista à Associated Press, o ator confirmou que “A Múmia 4” está em desenvolvimento na Universal Pictures e sinalizou o tão aguardado retorno de Rachel Weisz ao papel de Evelyn O’Connell. O projeto promete corrigir os rumos da saga, sendo descrito por Fraser como “o filme que eu queria fazer”, em detrimento de “A Múmia: Tumba do Imperador Dragão” (2008), que decepcionou crítica e fãs e não contou com a participação de Weisz.
Rejeição ao terceiro filme
“Aquele que eu queria fazer nunca foi feito”, desabafou o astro, explicando que o terceiro longa foi uma tentativa apressada de capitalizar sobre as Olimpíadas de Pequim. “A NBC tinha os direitos de transmissão das Olimpíadas naquele ano. Então eles juntaram as duas coisas e fomos para a China”, revelou. Apesar de elogiar a equipe e a experiência em Xangai, Fraser admitiu que agora é a hora de entregar o que o público realmente deseja: “Esperei 20 anos por essa ligação. Às vezes era um som alto, às vezes um telégrafo fraco. Agora? É hora de dar aos fãs o que eles querem”.
Equipe de peso na produção
Para comandar a nova aventura, a Universal escalou a dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, do coletivo Radio Silence, responsáveis pelos recentes sucessos da franquia “Pânico” e pelo terror “Casamento Sangrento”. O roteiro está a cargo de David Coggeshall (“Plano em Família”). A produção contará com o veterano da franquia Sean Daniel, ao lado de William Sherak, James Vanderbilt e Paul Neinstein.
A volta de Rachel Weisz é o grande trunfo da sequência. A atriz, que estrelou os clássicos de 1999 e 2001 ao lado de Fraser, recusou-se a participar do terceiro filme, sendo substituída por Maria Bello. O novo longa deve ignorar os eventos da produção de 2008 ou tratá-la como um capítulo à parte, focando na química original que transformou a saga em um fenômeno global de bilheteria.