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Divulgação/Max

Série|31 de dezembro de 2024

Retrospectiva | As 10 melhores séries de animação adulta de 2024

Animes e super-heróis dominam a relação de destaques disponibilizados em streaming durante o ano

A disputa dos destaques animados de 2024 se resume a um embate entre super-heróis e animes, o que reflete a falta de novos lançamentos de comédia adulta. A DC leva vantagem sobre a Marvel e os heróis independentes, enquanto a Netflix supera a Crunchyroll com os títulos japoneses mais comentados do ano. Confira a lista dos melhores títulos.

 

COMANDO DAS CRIATURAS | MAX

 

O primeiro lançamento concebido pelo novo DC Studios é um cartão de visitas impressionante, em que o cineasta James Gunn (“O Esquadrão Suicida”) mostra mais uma vez ser uma mestre em misturar emoções, ao arrancar risos, lágrimas e indignação quase ao mesmo tempo. A produção apresenta a Força Tarefa M (M de monstros) de Amanda Waller (dublada por Viola Davis), que substitui a Força Tarefa X, também conhecida como Esquadrão Suicida. Criada e escrita por Gunn, copresidente do DC Studios, a série mostra a formação do grupo de vilões sobrenaturais, após o Congresso proibir o uso de prisioneiros humanos em missões suicidas do governo. Enquanto sua primeira tarega é salvar a princesa de uma nação aliada do ataque de uma bruxa poderosa, a segunda vira a trama do avesso, fazendo-os tentar matar a realeza. E no meio desse absurdo político, cada personagem tem a chance de reviver em flashbacks sua própria história de origem, todas de partir o coração.

Os dubladores foram contratados para também interpretar os personagens em live-action, destacando David Harbour (“Stranger Things”) como o monstro de Frankenstein, Frank Grillo (“Capitão América: Guerra Civil”) como Rick Flag Sr., que lidera o grupo nas missões, Indira Varma (“Game of Thrones”) nos remendos de A Noiva de Frankenstein, Zoe Chao (“Strangers”) nas escamas da criatura da lagoa negra Nina Mazursky, Alan Tudyk (“Rogue One: Uma História Star Wars”) como o Dr. Phosphorus e Sean Gunn (“Guardiões da Galáxia”) dublando Doninha (Weasel) e Robô Recruta (G.I Robot). Além dos protagonistas, o elenco destaca Maria Bakalova (“Morte, Morte, Morte”) como a Princesa Ilana Rostovic, Anya Chalotra (“The Witcher”) no papel da feiticeira Circe e, diretamente do DCU, Steve Agee e Viola Davis repetindo seus papéis como John Economos e Amanda Waller do filme “O Esquadrão Suicida” e da série “Pacificador”.

A produção é repleta de cenas ultraviolentas de morte e destruição, algumas com detalhes viscerais que não se costuma encontrar numa animação, e cada capítulo é mais tenso e intenso que o anterior. Brilhantemente escrita, “Comando das Criaturas” é na verdade muito melhor que a maioria das séries live-action lançadas em 2024 e já foi renovada para sua 2ª temporada.

 

DAN DA DAN | NETFLIX E CRUNCHYROLL

 

Lançada em simulcast com a TV japonesa, a série adapta o mangá cultuado de Yukinobu Tatsu sobre um casal de amigos que discordam de tudo. Momo Ayase é uma estudante que acredita em fantasmas, mas não em alienígenas, enquanto seu amigo Okarun crê em aliens, mas não no sobrenatural. Para descobrir quem está certo, eles visitam lugares associados a fenômenos inexplicados e logo descobrem que o terror e a sci-fi são reais.

A animação é produzida pelo estúdio Science SARU, responsável por “Scott Pilgrim: A Série” e “Devilman Crybaby”, com roteiro de Hiroshi Seko (de “Jujutsu Kaisen” e “Ataque dos Titãs”) e direção de Fûga Yamashiro (“Tatami: Uma Viagem no Tempo”). Já disponível.

 

ARCANE 2 | NETFLIX

 

A animação premiada que se passa no universo do game “League of Legends” (LoL) chega ao final com o confronto épico entre suas protagonistas, duas personagens favoritas dos jogadores: as irmãs Vi e Jinx, icônicas campeãs da Liga, que cresceram com uma enorme rivalidade por conta de visões diferentes de mundo. A produção caprichada, com muitas lutas e cenas de ação, teve sua animação digital desenvolvida pelo estúdio Fortiche, de Paris, e destaca em sua dublagem em inglês as vozes de Hailee Steinfeld (“Gavião Arqueiro”) e Ella Purnell (“Fallout”) como Vi e Jinx – além de Katie Leung (da franquia “Harry Potter”), Harry Lloyd (“Counterpart”), Kevin Alejandro (“Lucifer”), Toks Olagundoye (“The Rookie”), Jason Spisak (dublador da “Justiça Jovem”) e J.B. Blanc (“Better Call Saul”).

Primeira incursão da Riot Games no mundo das séries, a adaptação foi desenvolvida por showrunners ligados ao universo “LoL”, Christian Linke (diretor criativo da Riot) e Alex Yee (designer do jogo), que atualmente estão desenvolvendo novas animações derivadas do game para continuar a expansão desse mundo. Os episódios que encerram a trama de “Arcane” foram divididos em três partes, que estenderam a exibição por três semanas.

 

BATMAN: CRUZADO ENCAPUZADO | PRIME VIDEO

 

A nova série animada de Batman segue o clima dramático e sombrio da atração clássica “Batman: A Série Animada” dos anos 1990, incluindo as referências visuais retrô. A antiga produção se inspirava na era noir, enquanto a atual mistura anacronismos, juntando cincas em disparada, metralhadoras tommy gun e até o uniforme original do herói de 1939.

Produzida pelos cineastas JJ Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Matt Reeves (“Batman”) e Bruce Timm (“Batman: A Série Animada”), a premissa apresenta os primeiros dias do personagem dos quadrinhos, com Gotham City dominada pelo crime e corrupção, o que impulsiona a transformação do magnata Bruce Wayne em Batman para “limpar” a cidade. Sua cruzada solitária atrai aliados inesperados dentro da polícia e da prefeitura, mas suas ações também levam a consequências imprevistas e mortais. Ele é perseguido pela polícia e vê crescer o número de vilões dispostos a enfrentá-lo.

O elenco de dubladores é encabeçado por Hamish Linklater (“Missa da Meia-Noite”) como Batman/Bruce Wayne, junto das vozes de Christina Ricci (“Yellowjackets”, “Wandinha”) como Mulher-Gato/Selina Kyle, Jamie Chung (“Gotham”) como Arlequina/Dr. Harleen Quinzel, Diedrich Bader (a voz de Batman na séria animada da Arlequina) como Duas Caras/Harvey Dent, além de Minnie Driver (“The Witcher: Origem do Sangue”) como uma versão feminina (!) do Pinguim, Mckenna Grace (“Ghostbusters: Apocalipse de Gelo”) e outros na versão legendada.

 

X-MEN ’97 | DISNEY+

 

A continuação de “X-Men: A Série Animada” dos anos 1990 retoma a história do ponto em que foi interrompida – a morte do Professor X – , mantendo o estilo da atração original, com a formação e os uniformes clássicos da época. Boa parte da temporada inaugural gira em torno de decepções dos heróis, a começar pela descoberta de que Magneto herdou a sede da equipe. Para complicar, Jean Grey está grávida, e ela e Scott/Ciclope estão considerando deixar para trás o time de super-heróis para criar uma família longe da ação – já que Ciclope é considerado um líder fraco por Wolverine, Vampira (Rogue) e Gambit.

A produção original, exibida entre 1992 e 1997, foi precursora de diversas séries animadas modernas de super-heróis, encontrando um tom mais sério e fiel aos quadrinhos que as séries feitas até então, especialmente da Marvel. Os episódios clássicos adaptaram histórias icônicas de Chris Claremont, como as sagas da “Fênix Negra” e de “Dias de um Futuro Esquecido”, e popularizaram o visual dos heróis da era do desenhista Jim Lee.

Roteiros e produção são de Beau DeMayo, que escreveu a série “Cavaleiro da Lua” e o longa animado “The Witcher: Lenda do Lobo”, enquanto a direção dos episódios foi dividida entre Jake Castorena (“A Morte do Superman”), Chase Conley (que trabalhou na arte de “Cyberpunk: Mercenários”) e Emi Yonemura (“gen:LOCK”).

 

RANMA 1/2 | NETFLIX

 

O remake do anime clássico dos anos 1980 mantém a premissa e até os traços dos personagens originais, mas o ritmo se tornou mais histérico e frenético. Uma das criações mais adoradas da mangaka Rumiko Takahashi, autora também de “InuYasha” e “Urusei Yatsura: Turma do Barulho”, “Ranma 1/2” foi publicado como mangá entre 1987 e 1996 na revista Shonen Sunday, totalizando 38 volumes encadernados, enquanto a série animada teve apenas duas temporadas, exibidas entre 1989 e 1990, e deixou várias tramas populares sem adaptação. No Brasil, o anime foi transmitido pelo Cartoon Network e PlayTV.

Na premissa da série, Ranma Saotome é um jovem que, após cair em uma fonte amaldiçoada, passa a se transformar em mulher ao ser molhado com água fria. Ele é noivo de Akane Tendo, uma garota briguenta, em um casamento arranjado pelos pais. Ranma enfrenta vários problemas com o humor enfezado de Akane, sofrendo sempre ataques da jovem. Além disso, o protagonista ainda busca esconder sua dualidade sexual – ele sempre volta ao sexo masculino ao ser banhado com água quente – , enquanto outros personagens tentam atrapalhar seu relacionamento.

A trama mostra o dilema de Ranma com uma abordagem cômica, mas também explora seu lado feminino quando ele vira mulher. Em uma das histórias mais famosas do mangá, ele perde a memória e a trama mostra como seria sua vida se ele decidisse permanecer como mulher. Graças a essa duplicidade de gênero, Ranma tornou-se um símbolo para a comunidade trans. A produção do remake está a cargo do estúdio MAPPA (de “Attack on Titan”), com direção de Kônosuke Uda (“One Piece”).

 

KAIJU No. 8 | CRUNCHYROLL

 

Adaptação do mangá de Naoya Matsumoto, o anime se passa em um mundo onde monstros gigantes chamados kaijus causam desastres regularmente. O Japão é o país com a maior taxa de ataques de kaijus no mundo e, para combatê-los, estabeleceu a Força de Defesa Anti-Kaiju. O protagonista é Kafka Hibino, um fracassado que sempre sonhou em se alistar na Força para derrotar os kaijus. Ele prometeu à sua amiga de infância, Mina Ashiro, que eles derrotariam esses monstros juntos. No entanto, circunstâncias da vida os forçaram a seguir caminhos diferentes, com Kafka virando um simples “faxineiro” de entranhas de monstros, após serem derrotados pelos guerreiros liderados por Mina.

A história, porém, sofre uma reviravolta dramática quando o protagonista se depara com um kaiju e fica gravemente ferido. Durante sua recuperação no hospital, um pequeno kaiju alado aparece e, surpreendentemente, Kafka acaba engolindo a criatura. Este evento o transforma em um híbrido humano-kaiju, dotado de uma força extraordinária. O novo poder dá a Kafka a oportunidade para realizar seu sonho de se tornar um membro da força de combate aos monstros. Mas a jornada não é fácil: sua forma kaiju o coloca na mira das autoridades, sendo classificado como “Kaiju Nº 8”, um código usado para identificar ameaças não resolvidas.

A série da Production I.G (de “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex” e “Psycho-Pass”) tornou-se um fenômeno no Japão por sua mistura refrescante de ação, comédia e aventura, repetindo o sucesso do mangá, que atingiu mais de 15 milhões de cópias em circulação.

 

OSHI NO KO | NETFLIX

 

Um dos animes de maior sucesso da TV japonesa finalmente chega ao Brasil. A adaptação do mangá de Aka Akasaka (“Kaguya-sama: Love Is War”) acompanha Gorou Amamiya, um ginecologista e obstetra que admira a pop idol Ai Hoshino. Designado para auxiliar no parto dos filhos de Ai, Gorou é assassinado por um fã obsessivo na noite do nascimento e reencarna como Aquamarine “Aqua” Hoshino, filho de Ai, mantendo as memórias de sua vida anterior. Sua irmã gêmea, Ruby Hoshino, também é a reencarnação de uma paciente de Gorou que era fã de Ai.

Quatro anos depois, Ai é assassinada pelo mesmo fã, que posteriormente comete suicídio. Acreditando que o pai deles possa ter sido cúmplice, Aqua decide ingressar na indústria do entretenimento para descobrir e vingar-se dele. Apesar da pouca idade, Aqua já possui a mentalidade de um adulto, graças às memórias de sua vida anterior. Isso o torna mais consciente e estratégico em relação às suas ações.

A série do estúdio Dogakobo (“O Castelo Animado”, “Ponyo”) já exibiu sua 2ª temporada no Japão e se encontra renovada para o terceiro ano de produção.

 

SOLO LEVELING | CRUNCHYROLL

 

Um dos animes mais esperados do ano, a trama de fantasia é baseada no popular manhwa homônimo do autor Chugong, que é considerada a publicação de quadrinhos do momento na Coreia do Sul. A série se passa em um mundo onde portais misteriosos aparecem repentinamente, abrindo caminho para monstros, que causam destruição massiva. Para combater esta ameaça, surgem os “caçadores”, indivíduos que foram dotados de habilidades especiais classificados em diferentes níveis, desde E (o mais baixo) até S (o mais alto), com base em sua força e habilidades. Como num videogame, o sistema de classificação reflete a capacidade de um caçador de enfrentar e derrotar os monstros nas dungeons que se abrem pelos portais. Para fechá-las, é necessário matar o “final boss” de cada um delas.

A história começa apresentando um grupo de caçadores de baixo nível lutando contra monstros, entre eles Jinwoo Sung, um caçador de rank E, considerado o mais fraco de todos. A equipe de Jinwoo encontra uma área secreta em uma dungeon de rank D, que acaba sendo uma armadilha mortal. Ao adentrarem no dungeon adjacente, acabam numa sala sem chance de sobrevivência, enfrentando uma ameaça muito acima de suas capacidades. Jinwoo, apesar de ser o mais fraco, demonstra inteligência e coragem, interpretando pistas para sobreviver. Entretanto, para que os demais se salvem, ele decide se sacrificar. Ao agir dessa forma, cumpre uma regra bizarra daquela dungeon peculiar, e não só consegue ser resgatado com vida, mas curado de todas as feridas, recuperando até a perna que tinha perdido na batalha.

Ao despertar no hospital, Jinwoo passa a ver telas de games com informações sobre poderes e itens adquiridos na última batalha, imagens que ninguém mais enxerga. Mais que isso, as telas propõem missões e desafios para que ele ganhe mais força e evolua de ranking. Logo, ele passa a enfrentar inimigos de ranking elevado e, evoluindo sem parar, muda até de aparência e personalidade. O detalhe é que os Caçadores não conseguem evoluir. A única exceção é quando sofrem um segundo despertar – e o teste de Jinwoo para o segundo despertar deu negativo. Por isso ele esconde de todos suas verdadeiras habilidades, aumentando seus poderes mesmo sem entender o que está acontecendo.

A adaptação mantém o potencial da história em quadrinhos graças a uma construção cuidadosa do mundo e personagens. A produção é do estúdio A-1 Pictures, conhecido por seu alto padrão de qualidade em séries de sucesso como “Sword Art Online” e “The Seven Deadly Sins”. A direção é de Shunsuke Nakashige (de “Sword Art Online”).

 

É ERRADO TENTAR PEGAR GAROTAS EM UMA MASMORRA? 4 | NETFLIX

 

Para quem não conhece a série cult, também conhecida pelo título original japonês “DanMachi”, a adaptação das light novels de Fujino Ōmori se passa em um universo de fantasia onde os deuses antigos convivem com humanos, formando “famílias” de protegidos que trabalham como aventureiros para explorar uma misteriosa dungeon gigante cheia de monstros, em busca de tesouros e de habilidades especiais – ambos adquiridos com a morte das criaturas. O avanço pela dungeon se dá como num videogame, ficando cada vez mais perigoso conforme os aventureiros descem os andares, que são todos guardados por um poderoso Boss final.

A trama gira em torno de Bell Cranel, um jovem aventureiro novato que faz parte da pequena Família Hestia, uma guilda formada inicialmente apenas por ele e a deusa Hestia – uma das deusas menos influentes de Orário. Bell sonha em se tornar um herói após quase morrer em sua primeira incursão num dos níveis iniciais da masmorra. Ele se torna obcecado por ficar mais forte ao ser salvo pela heroína Aiz Wallenstein, uma poderosa espadachim que desperta nele grande admiração e paixão. Mas ela mal o nota, até que, no decorrer das temporadas, ele surpreende os deuses por subir de nível de forma rápida. Bell desenvolve características raras, criadas pelo seu desejo profundo de virar um herói – como o poder “Argonauta”, que lhe permite realizar um golpe excepcionalmente poderoso quando tudo parece perdido, e “Realis Phrase”, responsável por seu desenvolvimento acelerado de habilidades.

No começo da 4ª temporada, Bell já tem seu status de herói consolidado, após salvar a cidade de um ataque de monstros dos subterrâneos. Todas as famílias o admiram e alguns deuses até o cobiçam. Graças a seu prestígio, a família Hestia cresceu para cinco membros, o que leva a guilda dos aventureiros a encomendar uma jornada do grupo para o 27º andar, onde Bell ainda não conseguiu chegar. Como o nível de dificuldade é muito maior, eles recebem apoio de aventureiros de outras famílias – alguns deles, ex-rivais que se tornaram admiradores. A missão, porém, é uma desculpa para colocar Bell na busca de sua amiga Ryuu Lion, uma elfa misteriosa, que esconde suas verdadeiras habilidades ao trabalhar como garçonete no pub The Benevolent Mistress. Desaparecida no trabalho, ela reaparece como suspeita de assassinato na Rivira, um local seguro do 18º andar da dungeon.

Os episódios revelam finalmente a história de Ryuu, última sobrevivente da Família Astrea, chacinada numa armadilha na dungeon. Em busca de vingança contra o assassino, ela acaba tendo que enfrentar o Juggernaut, o mesmo monstro que trucidou as melhores guerreiras de sua guilda, convocado novamente pelo assassino. Incontrolável, a criatura mata quase todos os exploradores do andar e fere mortalmente Bell, que cai com Ryuu num buraco profundo até o 37% andar, um dos mais difíceis de sobreviver, sendo seguidos pelo terrível Juggernaut. As cenas com o monstro estão entre as mais violentas da produção – especialmente nos flashbacks da família Astrea – , mas a luta pela sobrevivência de Bell e Ryuu também gera um inesperado clima de romance em meio ao sangue e aos ataques constantes dos monstros. Trata-se de uma das melhores temporadas da série, que já está exibindo sua 5ª temporada no Japão.

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Marcel Plasse

Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna.

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