Estreia de “No Limite” é marcada por barraco e gordofobia

A disputa intensa de “No Limite” estreou marcada por barraco e gordofobia na terça-feira (18/7). Sob comando de Fernando Fernandes, a edição amazônica dividiu 15 participantes em duas equipes, chamadas de Jenipapo […]

Divulgação/Globo

A disputa intensa de “No Limite” estreou marcada por barraco e gordofobia na terça-feira (18/7). Sob comando de Fernando Fernandes, a edição amazônica dividiu 15 participantes em duas equipes, chamadas de Jenipapo e Urucum.

A confusão já começou na formação dos times. Marcus e Claudio Henrich receberam mais votos e foram definidos como os “cabeças de equipe” e, em seguida, escolheram seus sete integrantes de forma alternada até restar apenas um competidor. A situação do “No Limite” começou a esquentar a partir daí, quando os líderes rejeitaram a empresária paranaense Amanda.

 
Gordofobia

A participante se emocionou após ter sido rejeitada e não poder participar do desafio do privilégio, onde as equipes tiveram que mostrar agilidade ao correr pelo rio, caminhar e se pendurar sobre cordas.

Amanda desabafou com a produção: “Porque eu sou gorda, com certeza. Infelizmente. Já sabia que eu ia ser subestimada. Mas por ver o quanto está enraizado esse preconceito. Não tenho dúvida que as pessoas vão me considerar o elo fraco”, disse entre lágrimas.

No final da prova, a equipe Jenipapo se solidarizou com Amanda e a escolheu para integrar seu time. A participante retomou o episódio durante uma conversa com seus aliados e disse ter sido vítima de gordofobia.

“É uma situação que eu estou habituada a viver. Um corpo gordo é julgado como preguiçoso, é cultural. Eu espero que vocês aprendam a não fazer isso na vida de vocês. Se eu estou aqui, é porque eu estou qualificada para estar”, ela argumentou.

 
Barraco e dedo na cara

O primeiro episódio também teve ânimos exaltados por conta de Paulinho Vilhena. O ator que integra o grupo Urucum protagonizou a primeira discussão acalorada da temporada com o modelo Guilherme, do time Jenipapo.

A discussão entre os rivais teve início com uma acusação de trapaça feita pela equipe de Vilhena, que notou que uma das integrantes, a Pipa (que não participou da prova), usou as mãos para ajudar Marcos, outro colega do Jenipapo.

“Ela só apontou, irmão”, tentou explicar Guilherme, porém Vilhena foi enfático e não deu ouvidos. “Não aponta o dedo para mim, não, Sangue Bom”, retrucou o ator.

Apesar da denúncia de “quebra de regras” do grupo Urucum, o apresentador Fernando Fernandes anunciou a vitória da imunidade do time Jenipapo, que também conquistou o melhor acampamento do reality show.

Se engana quem pensa que a discussão terminou ali. Acontece que o ator decidiu chamar Guilherme para esclarecer o bate-boca depois da dinâmica, porém a briga reaqueceu com direito a troca de farpas e supostas ameaças verbais.

“Aí, Jão. Você é todo nervoso, né? Quando você está nervoso, você fala alto. Você é uma pessoa que fala alto, né? Só cuidado para não apontar o dedo”, alertou Paulo Vilhena. “Qual é, irmão? Não vai me ameaçar não, valeu”, rebateu o modelo.

“Só não aponta o dedo para os outros, tá ligado?”, reforçou Paulo. “Não vai ameaçar!”, insistiu Guilherme. “Tá louco, te ameaçar? Você acha que vou te ameaçar? Estou falando para você não apontar dedo e levantar para os outros”, destacou o ator.

Em depoimentos separados, os competidores expressaram seus pontos de vistas sobre a confusão. “[Eu] falei: ‘Realmente, ele não entendeu o que eu tava querendo dizer. Muito garoto, né? Muito moleque”, disparou Vilhena.

“Eu senti um pouco de arrogância de alguns participantes ali, que seria o Paulo – que tentou implicar comigo na primeira prova”, pontuou o modelo.

 
Eliminação ou falta de afinidade?

A atriz Monica Carvalho foi a primeira eliminada do “No Limite” após receber quatro votos feitos por seu grupo Urucum. “Essa pessoa não tem muito interesse de estar aqui”, comentou Raiana.

Monica, por sua vez, agradeceu pela oportunidade e reforçou seu compromisso com a atração: “Eu vim com um propósito e a minha missão foi cumprida. Eu queria muito viver uma experiência como essa. Embora com um tempo menor, eu sinto que fiz o meu melhor aqui. Eu vou estar do lado de fora, torcendo por vocês.”