Atriz de “Jackie Brown” vai estrelar 2ª temporada de “Eles”
A atriz Pam Grier, ícone do cinema blaxpoitation e protagonista do filme “Jackie Brown” (1997), vai estrelar a 2ª temporada da série “Eles” (Them), desenvolvida para o serviço de streaming Amazon Prime Video. Intitulada em inglês “Them: The Scare”, a nova temporada vai contar uma história diferente, com novos personagens. Passada em 1991, a trama vai acompanhar a detetive Dawn Reeve, que precisa investigar um assassinato horrível. Porém, à medida que ela se aproxima da verdade, algo malévolo se apodera dela e da sua família. A detetive será interpretada por Deborah Ayorinde, que também estrelou a 1ª temporada de “Eles”, mas que aqui viverá uma personagem diferente. Grier será Athena, a mãe da protagonista, descrita como uma personagem inteligente e orgulhosa, mas cheia de segredos. O elenco ainda conta com Luke James (“The Chi”) no papel de um ator iniciante e sensitivo, Joshua J. Williams (“Manto e Adaga”) como o filho de Reeve, Jeremy Bobb (“The Outsider”) interpretando um detetive corrupto, e Wayne Knight (“12 Órfãos Poderosos”) como o supervisor da protagonista. Além deles, a série também contará com as participações de Carlito Olivero (“Step Up: High Water”), Charles Brice (“À Tona”) e Iman Shumpert (“The Chi”), “Eles” foi criada por Little Marvin, que também vai escrever a 2ª temporada e atuar como produtor e showrunner da atração. Ainda não há previsão de estreia. Pam Grier tem outros projetos encaminhados, como a sequência de “Cemitério Maldito” e o suspense “Cinnamon”, ambos já filmados, mas ainda sem data de lançamento.
Ator de “Stranger Things” diz ter sofrido racismo dos fãs da série
O ator Caleb McLaughlin, que interpreta Lucas Sinclair de “Stranger Things”, revelou que já sofreu muito preconceito e racismo dos fãs da série. A revelação foi feita durante sua participação na convenção Heroes Comic Con, na Bélgica, no último domingo (25/9). “Definitivamente, isso me afetou quando criança”, disse ele. “Na minha primeira Comic-Con, algumas pessoas não ficaram na minha fila [de autógrafos] porque eu era negro. Algumas pessoas me disseram: ‘Oh, eu não queria estar na sua fila porque você foi malvado com Eleven [Millie Bobby Brown]’” McLaughlin afirmou que esse tipo de sentimento do público se mantém até hoje. “Mesmo agora, algumas pessoas não me seguem ou não me apoiam porque sou negro. Às vezes, no exterior, você sente o racismo, você sente o fanatismo. Às vezes é difícil falar e as pessoas entenderem, mas quando eu era mais jovem, isso definitivamente me afetou muito.” O ator estreou na série quando tinha apenas 14 anos e revelou que, naquela época, não conseguia entender esse sentimento do público. “Por que sou o menos favorito? Por que tenho a menor quantidade de seguidores?”, ele se questionava. “Estou na mesma série que todos desde a 1ª temporada.” “Meus pais tiveram que me dizer: ‘É uma triste verdade, mas é porque você é a criança negra na série’. Porque eu nasci com essa linda pele de chocolate, não sou amado”, acrescentou. “Mas é por isso que, com minha plataforma, quero espalhar positividade e amor, porque não retribuo o ódio às pessoas que me odeiam.” McLaughlin, infelizmente, não está sozinho. Nos últimos anos, preconceito e ataques racistas se tornaram cada vez mais comuns. Recentemente, a atriz Halle Bailey (“Grown-ish”) foi alvo de uma onda de ódio por causa da divulgação do trailer de “A Pequena Sereia”, em que ela interpreta a protagonista Ariel. Também houveram diversos outros casos de racismo explicitados nas últimas semanas pelos ditos “fãs” das séries “House of the Dragon”, “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” e “Obi-Wan Kenobi”.
“Pantera Negra 2” será segundo maior filme da Marvel de todos os tempos
“Pantera Negra: Wakanda para Sempre” terá 2 horas e 41 minutos de duração. Com isso, será o segundo maior filme do Marvel Studios, atrás apenas de “Vingadores: Ultimato”, que teve pouco mais de 3 horas em 2019. Mas apesar de longa, a sequência de “Pantera Negra” não é o filme de super-herói de maior duração do ano. “Batman”, do diretor Matt Reeves, teve 2 horas e 56 minutos. Lançado em 2018, o primeiro “Pantera Negra” teve quase meia hora a menos – 2 horas e 14 minutos. A diferença de tamanho pode ser explicada pela decisão de dividir a ação entre vários protagonistas para suprir a ausência de Chadwick Boseman, intérprete do Pantera Negra no primeiro filme, que morreu de câncer em 2020. Além disso, o filme introduz um novo reino, Talocan (que substitui a Atlântida dos quadrinhos para se diferenciar dos filmes de “Aquaman”) e um novo antagonista: Namor. O filme conta com os retornos de Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Letitia Wright, Danai Gurira, Martin Freeman e Florence Kasumba (mas não Daniel Kaluuya, devido ao conflito com as filmagens de “Não! Não Olhe”), e vai introduzir Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023. Para completar, o mexicano Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) vive Namor, o Príncipe Submarino. A estreia de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” está marcada para 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo o trailer da produção.
Hugh Jackman voltará como Wolverine em “Deadpool 3”
O ator Ryan Reynolds anunciou que Hugh Jackman voltará como Wolverine em “Deadpool 3”. A revelação foi feita num vídeo postado em suas redes sociais. A produção também ganhou data de estreia: 6 de setembro de 2024 nos EUA. E um logotipo, que inclui um rasgão no logo tradicional de Deadpool feito pelas garras de Wolverine. As palavras de Reynolds no vídeo são: “Olá a todos, estamos extremamente tristes por termos perdido a D23, mas estamos trabalhando muito duro no próximo filme de ‘Deadpool’ já por um bom tempo. Eu tive que realmente investir minha alma nesta produção. A primeira aparição no MCU obviamente precisa ser especial. Precisamos nos manter fiéis ao personagem, encontrar uma nova profundidade, motivação, significado. ‘Deadpool’ precisa se destacar e se sobressair. Tem sido um desafio incrível que me forçou a chegar lá no fundo. E eu… eu não tenho nada. Sim, completamente vazio aqui. E aterrorizante. Mas nós tivemos uma ideia: Ei, Hugh, você quer interpretar Wolverine mais uma vez?”. A pergunta é feita à Jackman, que passa no fundo do quadro, escovando os dentes. E então se ouve um “Claro, Ryan”. Confira abaixo. Hard keeping my mouth sewn shut about this one. ⚔️ pic.twitter.com/OdV7JmAkEu — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) September 27, 2022
Netflix fará série sobre um dos mais famosos atores de filmes adultos
A Netflix está desenvolvendo a série “Supersex”, que vai narrar a história de vida de Rocco Siffredi, um dos mais famosos atores de filmes adultos em atividade, que já fez mais de 1500 produções do gênero – a maioria como produtor. Criada por Francesca Manieri (“We Are Who We Are”) a série vai narrar a juventude do italiano bem dotado, sua relação com a família e a sua carreira nos filmes adultos. Embora a indústria do entretenimento adulto seja criticada pela maneira como trata as mulheres, a série deve ter uma abordagem distinta. “‘Supersex’ é a história de um homem que leva sete episódios e 350 minutos para dizer ‘eu te amo’, para aceitar que o demônio em seu corpo é compatível com o amor. Para fazer isso, ele deve expor a única parte dele que nunca vimos: sua alma”, explicou Manieri, em comunicado oficial. A série vai ser estrelada por Alessandro Borghi (“Devils”) no papel de Siffredi, e ainda contará com Jasmine Trinca (“O Franco-Atirador”), Adriano Giannini (“Emma e as Cores da Vida”) e Saul Nanni (“Amor & Gelato”). A direção dos episódios ficará a cargo de Matteo Rovere (“Veloz Como o Vento”), Francesco Carrozzini (“The Hanging Sun”) e Francesca Mazzoleni (“Succede”). “Supersex” deve estrear em 2023, na Netflix. A carreira de Rocco Siffredi já foi retratada antes no documentário “Rocco”, dirigido por Thierry Demaiziere e Alban Teurlai, que teve première no Festival de Veneza de 2016. Além do seu trabalho no cinema adulto, Rocco Siffredi também já participou de dois filmes de ficção: “Romance” (1999) e “Anatomia do Inferno” (2004), ambos de Catherine Breillat.
Chefão da Marvel indica volta da Feiticeira Escarlate: “Há muito o que explorar”
O produtor Kevin Feige, verdadeira mente criativa por trás dos filmes e séries da Marvel, indicou que a participação da Feiticeira Escarlate (interpretada por Elizabeth Olsen) no filme “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” não foi a última aparição da personagem. No filme (spoilers!), a Feiticeira Escarlate aparece derrubando um castelo sobre ela enquanto destruía o Darkhold, o livro maligno que a transformou em uma vilã vingativa. A cena sugeria a morte da personagem. Mas Feige tem uma interpretação diferente. “Eu não sei se a vimos sob os escombros”, disse ele em entrevista ao site Variety. “Eu vi uma torre caindo e um pequeno flash vermelho. Não sei o que isso significa.” Questionado sobre a possibilidade de trazer a personagem de volta em projetos futuros (como o vindouro filme dos “X-Men” ou na série “Agatha: Coven of Chaos”, sobre a vilã de “VandaVision”), Feige praticamente confirmou. “Realmente há muito mais para explorar”, disse ele. “Ainda não tocamos em muitas de suas histórias principais dos quadrinhos.” O produtor é um profundo admirador do trabalho de Elizabeth Olsen, introduzida no Universo Marvel no filme “Vingadores: Era de Ultron” (2015), e contou que ela sempre foi a única escolha para o papel. “Eu trabalharia com Lizzie [Elizabeth Olsen] por mais 100 anos se pudéssemos”, continua ele. “Tudo é possível no multiverso! Teremos que ver.” A própria Olsen reconhece essa possibilidade. “Eu não acho que nenhum desses personagens realmente se foi”, disse ela para a publicação. E ainda completou afirmando que queria ver a sua personagem caminhando “em direção a algum tipo de redenção”. Porém, a atriz foi categórica ao dizer que não sabe de nenhum plano para trazer a sua personagem de volta. “Realmente não sei o meu futuro. Não há nada que tenha sido fechado”, completou ela.
Malala vai produzir filme com diretor de “Não Olhe para Cima”
A ativista paquistanesa Malala Yousafzai, pessoa mais jovem a ser laureada com um prêmio Nobel, vai produzir o filme “Disorientation” em parceria com o cineasta Adam McKay (“Não Olhe Para Cima”). O projeto será desenvolvido para a plataforma de streaming Apple TV+. Baseado no livro homônimo de Elaine Hsieh Chou, o filme vai contar a história de Ingrid Yang, uma estudante de doutorado de 29 anos que está desesperada para terminar sua tese sobre o falecido poeta Xiao-Wen Chou. Mas depois de anos de pesquisas, ela não tem muita coisa para mostrar. Até que Yang acidentalmente tropeça em uma nota curiosa nos arquivos do poeta e acaba fazendo uma descoberta explosiva. O projeto faz parte de uma parceria de programação entre a Apple TV+ e Malala Yousafzai, por meio da produtora da ativista, Extracurricular. A plataforma fechou um contrato de vários anos com Malala, que prevê o desenvolvimento de diversos programas originais para a plataforma. Além de “Disorientation”, outro projeto em desenvolvimento por meio dessa parceria é uma adaptação do livro “Fifty Words for Rain”, de Asha Lemmie, sobre uma mulher em busca de aceitação no Japão depois da 2ª Guerra Mundial, e um documentário sobre a sociedade matriarcal de pescadoras idosas de Haenyeo, na Coreia do Sul. Ambos os projetos de ficção serão estrelados por minorias. A protagonista de “Disorientation” é de origem taiwanês/americana, e a personagem principal de “Fifty Words for Rain” é negra/asiática. A ideia de trazer maior representatividade faz parte do objetivo de Malala com esses projetos. “O que eu espero trazer para a mesa são as vozes de mulheres não brancas, de roteiristas estreantes, e de cineastas e roteiristas muçulmanos”, disse a ativista à revista Variety. “Espero que possamos ter uma ampla gama de perspectivas e que desafiemos alguns dos estereótipos que mantemos em nossas sociedades. E também espero que o conteúdo seja divertido e que as pessoas se apaixonem pelos personagens e se divirtam juntos.” Nenhum dos projetos tem previsão de estreia. Adam McKay atualmente está envolvido no filme “Bad Blood”, sua nova parceria com a atriz Jennifer Lawrence (que estrelou “Não Olhe Para Cima”), que também não tem data de lançamento.
Samara Weaving vai estrelar terror do produtor de “Coringa”
A atriz Samara Weaving (“A Babá”) vai estrelar o filme de terror “Azrael”, produzido por Jason Cloth (“Coringa”), que tem o intuito de se transformar numa nova franquia. Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo. Sabe-se apenas que o filme foi escrito por Simon Barrett (roteirista de “Você É o Próximo” e da vindoura continuação de “Godzilla Vs Kong”), que também será um dos produtores. A direção está à cargo de Evan Katz (“Channel Zero”) “Azrael” começa a ser rodado em outubro, na Estônia, mas ainda não tem previsão de estreia. Samara Weaving será vista a seguir na comédia de época “Babilônia”, dirigida por Damien Chazelle (“La La Land: Cantando Estações”), que estreia no Brasil em janeiro, e no sexto filme da franquia de terror “Pânico”, com lançamento marcado para março de 2023.
Jon Hamm doou salário para estrelar comédia
O ator Jon Hamm (“Mad Men”) doou 60% do seu salário para a realização do filme “Confess, Fletch”, que ele próprio estrelou. A revelação foi feita pelo diretor Greg Mottola (“Superbad: É Hoje”), em entrevista ao site Uproxx. Segundo o diretor, o filme precisava de um pouco mais de dinheiro para complementar o orçamento, mas o estúdio não tinha como disponibilizá-lo. E a solução encontrada foi tirar dinheiro do próprio bolso. “Então, basicamente, o que fizemos foi que Jon devolveu 60% do seu salário para o orçamento”, contou ele. “Eu devolvi parte do meu salário também, não tanto quanto Jon porque ele é mais rico do que eu e eu tenho três filhos. E pagamos mais três dias de filmagem.” Mottola explica que com esse dinheiro, eles conseguiram completar 30 dias de filmagens em Boston e mais um dia em Roma. “E nós dissemos, f*da-se, somos loucos, somos burros. Nós vamos fazer este filme. E então a Miramax realmente nos apoiou criativamente. Eles não lutaram conosco em relação às pessoas que queríamos escalar para o filme.” “Confess, Fletch” é uma continuação da comédia “Assassinato por Encomenda”, sucesso de 1985 que introduziu o comediante Chevy Chase como o repórter Irwin M. Fletch. Chamado de “Fletch” nos EUA, o longa original era baseado numa franquia literária de Gregory McDonald e chegou a ganhar uma sequência em 1989 – “Fletch Vive”. O projeto do terceiro filme existe desde 1998, mas só agora conseguiu se materializar – em parte devido ao esforço de Jon Hamm, escalado como Fletch. Escrito por Zev Borow (da série “Chuck”) com base no segundo livro de McDonald, o filme mostra Flecth envolvido numa teia de assassinatos relacionados ao roubo de obras de artes, com ele mesmo sendo um dos suspeitos. Ao mesmo tempo em que busca provar a sua inocência, o repórter investiga uma família milionária que teve a herança de arte roubada – só o Picasso valeria US$ 20 milhões. O elenco da produção promoveu uma mini-reunião de “Mad Men” entre Hann e John Slattery, e também incluiu Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Marcia Gay Harden (“Cinquenta Tons de Cinza”), Kyle MacLachlan (“Twin Peaks”), Roy Wood Jr. (“The Daily Show”), Ayden Mayeri (“Depois da Festa”) e Annie Mumolo (“Duas Tias Loucas de Férias”). O filme está em cartaz nos cinemas dos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Assista ao trailer.
Pesquisa revela que 93% dos brasileiros acompanham séries
Uma pesquisa revelada pelo Canal Universal, em parceria com a Globo, revelou que 93% dos brasileiros têm o hábito de assistir a séries. O resultado aponta que mais de 100 milhões de brasileiros acompanham algum tipo de série em qualquer tipo de plataforma: TV, TV paga, ou streaming. Mas a popularidade do streaming está ligada à esta explosão de audiência. Afinal, no último estudo, de 2018, eram 53% dos brasileiros. De lá para cá, os hábitos mudaram com a chegada das Smart TVs e o crescimento de opções com a estreia de novas plataformas de streaming no Brasil. O levantamento encomendado pelos Grupo Globo e NBCUniversal calculou que existem ao menos 400 títulos seriados disponíveis para consumo dos brasileiros. Entretanto, a lista não diferencia novelas de séries. Apesar da falta de diferenciação, o estudo indica que o público nacional prefere séries à novelas, ao menos ao listar os gêneros favoritos que gostam de acompanhar: ação (70% dos entrevistados), seguido por tramas policiais-criminais (64%) e aventura (59%). A pesquisa identificou ainda os hábitos de consumo. Apenas 21% “maratonam” capítulo após capítulo. E, apesar das facilidades de acesso por celular, 98% dos brasileiros continua vendo seus programas preferidos dentro de casa. Enquanto a Globo oferece novelas completas e séries brasileiras exclusivas em sua plataforma Globoplay, o Canal Universal tem, em sua grade, algumas das séries mais populares do Brasil, como as produções das franquias “Law & Order” e “Chicago”.
Após Daniella Perez, morte de Henry Borel vai virar série da HBO Max
A HBO Max anunciou nesta terça-feira (27/9) que está desenvolvendo uma nova série brasileira documental de true crime, após o sucesso de “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez”. “Cada vez mais as pessoas buscam por produções do gênero true crime no Brasil. Vimos o reflexo do interesse do público com o sucesso que foi ‘Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez’ e podemos perceber que esta é uma lacuna ainda em crescimento no mercado. Para nós, é importante avançar no nicho e produzir séries que, além de contar com extrema qualidade, sejam respeitosas em suas abordagens”, disse Tomás Yankelevich, chefe de conteúdo da Warner Bros. Discovery. A nova produção vai investigar a morte do menino Henry Borel, falecido com 4 anos de idade em março de 2021 no apartamento em que morava com a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, conhecido como Dr. Jairinho. Ambos são acusados pelo assassinato do menino. Monique Medeiros responde o processo em liberdade, após um habeas corpus concedido no dia 26 de agosto, mas Jairinho teve o pedido de soltura negado com base em elementos do processo, que apontam que ele teria agredido fisicamente a vítima, causando lesões que provocaram a morte da criança. Por coincidência, a escritora Gloria Perez, mãe de Daniella, se manifestou no Instagram na época da soltura de Monique em solidariedade com Leniel Borel, o pai do menino assassino. “Doi, doi na alma ver a acusada livre, leve e solta, enquanto o pequeno Henry nunca mais voltará pra casa. Está morto”, escreveu Gloria em seu Instagram. A série documental será baseada no livro “Caso Henry: Morte Anunciada”, da jornalista Paolla Serra, e ainda não tem previsão de estreia.
Trailer e vídeo de bastidores marcam final da franquia “Halloween”
A Universal divulgou o trailer e um vídeo de bastidores de “Halloween Ends”, filme anunciado como encerramento da longeva saga de terror. Por isso, as prévias são centradas na última luta entre o serial killer Michael Myers e a final girl Laurie Strode (Jamie Lee Curtis). Desde que os dois se enfrentaram pela primeira vez em 1978, eles já tiveram três finais anunciados como definitivos – o primeiro foi a continuação direta, “Halloween II”, de 1980, seguido por “Halloween H20: Vinte Anos Depois” em 1998 e, por fim, “Halloween: Ressurreição” em 2002, o filme em que Laurie morre. Todos foram ignorados pela nova trilogia, inaugurada em 2018 como uma sequência direta do longa original de John Carpenter. O papel de Laurie deu à Jamie Lee Curtis, filha de Tony Curtis (“Quanto Mais Quente Melhor”) e Janet Leigh (“Psicose”), a fama de maior “scream queen” (rainha do grito) e mais popular “final girl” (última garota sobrevivente) de todos os tempos. Ela reconhece o impacto causado pelo filme em sua carreira num dos vídeos recém-disponibilizados, emocionando-se com a despedida do papel. Além dela, o ator e diretor Nick Castle, que viveu a primeira versão mascarada do psicopata Michael Myers, também retornou na nova trilogia, como homenagem em alguns closes. Uma vez que ele é septuagenário, as cenas de ação ficaram a cargo de um dublê (James Jude Courtney). A nova trilogia também resgatou Kyle Richards, que viveu originalmente uma das crianças cuidadas pela então babá Laurie em 1978, e introduziu a filha e a neta da heroína, vividas por Judy Greer e Andi Matichak. Uma delas foi despachada pelo bicho papão da franquia no longa anterior. Com direção de David Gordon Green (dos dois “Halloween” anteriores), o filme derradeiro – ou apenas o final da trilogia – tem estreia marcada para 13 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA e 18 antes do Halloween.
Bruna Marquezine reage ao ser chamada de “feia e vulgar” por Michelle Bolsonaro
A atriz Bruna Marquezine foi xingada por Michelle Bolsonaro. Num reflexo do costume do marido de atacar brasileiros que se destacam no exterior, a Primeira Dama escreveu no Instagram que a primeira brasileira a estrelar um filme de super-heróis de Hollywood era “feia e vulgar” por usar um vestido transparente em uma premiação. Marquezine respondeu com o compartilhamento de uma notícia desta terça (27/9), que aponta Bolsonaro como alvo de uma investigação criminal. “Polícia Federal vê transações suspeitas em gabinete de Bolsonaro, e Moraes quebra sigilo com seu assessor”, informa a publicação que ela compartilhou em suas Stories. Michelle Bolsonaro atacou Marquezine em comentários de uma página de fashion police brasileira, que comentou negativamente a roupa que a atriz escolheu para um desfile em Londres, na Inglaterra – um vestido preto transparente de grife com fendas nos braços e nas pernas, que deixava aparente um biquíni preto, usado por baixo da roupa. “A pessoa gosta de ser feia e vulgar”, disparou sem elegância a Primeira Dama. Já no perfil oficial de Marquezine, a roupa foi elogiada pelo rapper americano Kanye West, o ator americano Xolo Maridueña, par romântico da brasileira no filme da DC, além de Giulia Be, Maísa Silva e outros famosos. Bruna Marquezine já trocou alfinetadas com Jair Bolsonaro nas redes sociais e revelou que irá votar em Luiz Inácio Lula da Silva para presidente.












