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  • Filme

    “Pinóquio” de Guillermo del Toro ganha primeiro teaser

    24 de janeiro de 2022 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser da animação “Pinóquio” produzida pelo cineasta Guillermo del Toro, que apresenta o Grilo Falante como narrador da história. Há mais de uma década em desenvolvimento – as primeiras imagens dos bonecos dos personagens foram divulgadas em 2011 – , a animação em stop-motion vai contar uma versão altamente estilizada da fábula de Carlo Collodi (1826–1890), que será passada nos anos 1930, durante a ascensão do fascismo na Itália de Mussolini. A trama é descrita como uma história de amor e desobediência, mostrando como Pinóquio luta para corresponder às expectativas de seu pai. Para fazer o filme, Del Toro se juntou com Mark Gustafson, animador de “O Fantástico Sr. Raposo” (2009), com quem divide a direção, com Patrick McHale, que criou a minissérie animada “Over the Garden Wall” e escreveu episódios de “Adventure Time”, com quem divide o roteiro, e para o design da produção ainda se inspirou na arte de Gris Grimly, ilustrador de livros infantis, que concebeu o visual de um “Pinóquio” gótico em 2002. A produção, por sua vez, conta com parcerias com a Jim Henson Company (“O Cristal Encantado: A Era da Resistência”) e a ShadowMachine (“BoJack Horseman”), e ainda terá fantoches criados pela produtora Mackinnon and Saunders (“Noiva Cadáver”). Já o elenco destaca o estreante Gregory Mann como Pinóquio, Ewan McGregor (“Aves de Rapina”) como o Grilo Falante e David Bradley (“Game of Thrones”) como Gepetto, além de Cate Blanchett (“Carol”), Tilda Swinton (“Suspiria”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”), Finn Wolfhard (“Stranger Things”), Ron Perlman (“Hellboy”), Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”), John Turturro (“Transformers”) e Burn Gorman (“The Expanse”). Apesar do começo da divulgação, o teaser revela que ainda vai demorar muito para o desenho ser lançado: apenas em dezembro. Veja abaixo duas versões da prévia: dublada em português e com a voz de Ewan McGregor.

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  • Filme

    Filme do Chico Bento é confirmado para 2023

    24 de janeiro de 2022 /

    A Paris Filmes deu sinal verde para o desenvolvimento de um filme do Chico Bento, personagem das histórias em quadrinhos da “Turma da Mônica”. O longa ganhou previsão de lançamento para janeiro de 2023 e expande o universo cinematográfico que se iniciou com “Turma da Mônica – Laços”, em 2019. O projeto foi plantado na cena final de “Turma da Mônica – Lições”, mas dependia do desempenho do filme nas bilheterias. Nesta segunda (24/1), o segundo longa das adaptações de quadrinhos de Mauricio de Sousa ultrapassou a marca dos R$ 10 milhões em ingressos vendidos. Além do filme do Chico Bento, a “Turma da Mônica” também vai virar uma série no Globoplay, com o elenco original dos dois filmes – Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão) – repetindo seus papéis.

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  • Etc

    Evan Rachel Wood revela ter sido estuprada em clipe de Marilyn Manson

    24 de janeiro de 2022 /

    O relacionamento abusivo entre Evan Rachel Wood e Marilyn Manson originou a série documental “Phoenix Rising”, que teve sua primeira parte exibida no Festival de Sundance durante o domingo (23/1). Wood tem falado sobre ser uma sobrevivente de abuso e relações tóxicas desde 2016, quando publicou uma carta aberta no Twitter. Em fevereiro de 2021, a atriz nomeou seu agressor publicamente. “O nome de meu abusador é Brian Warner, também conhecido mundialmente como Marilyn Manson”, disse a atriz em post no Instagram. Desde então, várias outras mulheres vieram a público compartilhar os abusos sofridos em suas relações com Manson. O cantor também está sendo processado por três delas. Em seu depoimento no filme, Evan Rachel Wood revela que foi estuprada diante das câmeras no clipe de “Heart-Shaped Glasses”, lançado em 2007, quando ela tinha 19 anos e ele 38. “Discutimos uma cena de sexo simulada”, ela explicou. No entanto, assim que as câmeras ligaram, ele a penetrou de verdade. “Eu nunca concordei com isso… Era um caos completo e eu não me sentia segura, ninguém estava cuidando de mim… Eu me sentia nojenta.” A atriz diz ainda que todos assistiram em silêncio. “Percebi que a equipe estava muito desconfortável e ninguém sabia o que fazer. Fui coagida a um ato sexual. Foi quando o primeiro crime foi cometido contra mim. Eu fui estuprada diante das câmeras”. Dirigida por Amy Berg (“Livrai-nos do Mal”), a produção será lançada pela HBO em duas partes, ainda sem previsão de estreia.

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  • Filme

    “Turma da Mônica” supera R$ 10 milhões nas bilheterias

    24 de janeiro de 2022 /

    Com mais de um mês em cartaz, “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” continua dominando as bilheterias brasileiras, segundo levantamento da consultoria Comscore. O filme arrecadou mais R$ 5,9 milhões entre quinta-feira e domingo (23/1), bem à frente do 2º lugar, o novo “Pânico”, que faturou R$ 2,6 milhões no final de semana. O Top 3 se completa com a animação “Sing 2”, que fez R$ 2 milhões. Mas o que chama mais atenção no ranking é a sequência seguinte, que enfileira três produções brasileiras entre as mais vistas. Em 4º lugar, ficou a estreia de “Eduardo e Mônica”, que registrou R$ 1,74 milhão de 85 mil espectadores. A comédia “Juntos e Enrolados” aparece em seguida, com R$ 767 mil, acompanhada de perto por “Turma da Mônica: Lições”, com R$ 753 mil. Desde a estreia, o filme da “Turma da Mônica” acumulou público de 656 mil pessoas e já arrecadou impressionantes R$ 10,8 milhões de bilheteria, mais que qualquer outro lançamento nacional desde o começo da pandemia (em março de 2020). Confira abaixo o Top 10 das bilheterias da semana no Brasil, de acordo com a Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 20-23/1:1. #HomemAranhaSemVoltaParaCasa 2. #PanicoOFilme #ScreamMovie 3. #Sing2 4. #EduardoEMonica 5. #JuntosEEnrolados6. #TurmaDaMonica #Lições 7. #Agentes3558. #MatrixResurrections 9. #KingsManAOrigem 10. #MyHeroAcademia — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) January 24, 2022

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  • Etc,  Filme

    Theresa Amayo (1933-2022)

    24 de janeiro de 2022 /

    A atriz Theresa Amayo morreu na madrugada desta segunda-feira (24/1), aos 88 anos, em decorrência de um câncer de rim. Ela estava em casa e lutava contra a doença desde o ano passado. Nascida em Belém, Theresa iniciou a carreira como atriz na década de 1950, época em que se lançou no teatro e começou a se projetar no cinema em diversos filmes, primeiro em melodramas como “Meu Dia Chegará” (1951), “Santa de Um Louco” (1953), “Perdidos de Amor” (1953) e “O Diamante” (1955), e depois em chanchadas como “Fuzileiro do Amor” (1957), “Na Corda Bamba” (1958), “O Camelô da Rua Larga” (1958), “O Barbeiro Que Se Vira” (1958) e “Eu Sou o Tal” (1959). O sucesso no cinema a levou para a televisão, onde se tornou uma das primeiras contratadas da TV Globo, atuando nas novelas inaugurais da emissora, como “O Rei dos Ciganos” (1966), “A Rainha Louca” (1967), “Sangue e Areia” (1968) e “A Última Valsa” (1969), época em que costumava fazer par romântico com Claudio Marzo. Ela também participou de “Pecado Capital” (1975) e produções modernas como “Senhora do Destino” (2004) e “Flor do Caribe” (2013). Em dezembro de 2004, sua família foi abalada por uma tragédia, quando a filha, o genro e o neto se tornaram vítimas do tsunami na Tailândia que deixou mais de 220 mil mortos. Nos últimos anos, tinha voltado ao cinema, participando de várias comédias, entre elas “S.O.S.: Mulheres ao Mar” (2014), “Sorria, Você Está Sendo Filmado” (2014), “Doidas e Santas” (2016) e “Sai de Baixo: O Filme” (2019).

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  • Filme

    Zoë Kravitz descobre crime “virtual” em trailer de suspense

    23 de janeiro de 2022 /

    O HBO Max divulgou o trailer de “Kimi”, novo filme de Steven Soderbergh (“Contágio”), que destaca Zoë Kravitz (“Alta Fidelidade”) de cabelos azulados no papel principal. A prévia tem uma estética de quarentena de coronavírus, com várias interações acontecendo por meio de tela de computador. Na trama, Kravitz vive uma programadora agorafóbica que descobre evidências gravadas de um crime violento durante uma revisão de dados de sua assistente virtual Kimi, mas ao tentar denunciar o crime, desbarra em resistência e burocracia empresarial. Logo, ela percebe que, para se envolver, terá que fazer o que mais teme: sair de seu apartamento. A mistura de “Janela Indiscreta” (1954) com “Um Corpo que Cai” (1958) já rendeu diversas variações anteriores. A versão com assistente virtual é o terceiro filme de Soderbergh para a HBO Max, seguindo a comédia improvisada “Let Them All Talk” (2020), com Meryl Streep, e o suspense noir “Nem um Passo em Falso” (2021). Com roteiro de David Koepp (“A Múmia”), a estreia está marcada para 10 de fevereiro.

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  • Série

    Conheça a primeira série do diretor sueco de “A Culpa”

    23 de janeiro de 2022 /

    A primeira série do diretor sueco Gustav Möller, do premiado thriller “A Culpa” (2018), ganhou trailer para sua première no Festival de Sundance. Em negociação adiantada com a Discovery+, “The Dark Heart” (o coração sombrio) é uma trama de investigação criminal baseada numa história real, que antes de virar série foi transformada em best-seller nórdico de mistério. Concebida por Möller e pelo roteirista Oskar Söderlund (“Dinheiro Fácil: A Série”), a trama segue a investigação do desaparecimento de um poderoso latifundiário, após sua filha começar a namorar clandestinamente o filho de um roceiro pobre. A polícia local recorre a Tanja, uma investigadora especializada em casos de desaparecidos, que logo vê o mistério se transformar em uma obsessão. A investigadora é inspirada em Therese Tang, uma especialista em desaparecidos que resolveu um caso similar na cidade de Förlösa, na Suécia, em 2012. Falando à Variety , Möller disse que “The Dark Heart” não é um whodunit” (quem matou), mas sim um estudo de personagem. “Desde o início, temos uma noção de quem é culpado e quem não é, então a série é muito mais sobre a psicologia desses personagens. O que achei realmente fascinante quando li o livro de Joakim Palmkvist é a semelhança entre os dois protagonistas”, disse o cineasta. “O que os uniu apesar de suas diferenças é o fato de que ambos são estranhos e famintos por auto-realização e reconhecimento – um chega lá pela violência e assassinato, enquanto a outra chega lá tentando resolver um assassinato.” Söderlund conversou com o autor do livro e com as pessoas envolvidas no caso para escrever a história, enquanto Möller se concentrou nos personagens e dirigiu todos os cinco episódios da atração, que ainda não tem previsão de estreia. O próximo trabalho do diretor será seu primeiro filme americano, o thriller “Snow Blind” com Jake Gyllenhaal, que estrelou o remake de “A Culpa”, lançado pela Netflix no outono passado.

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  • Filme

    Charada ataca funeral em cena inédita de “Batman”

    23 de janeiro de 2022 /

    A Warner divulgou uma cena inédita de quase três minutos do filme “Batman”, que mostra um atentado do Charada durante um funeral, além de destacar o clima tenso e sombrio da produção. Dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) e estrelado por Robert Pattinson (“Tenet”), o filme vai abordar o começo da carreira de Batman, antes de sua fama se solidificar no submundo do crime. Por conta disso, a trama também mostra a origem de vários personagens icônicos, materializando os primeiros encontros do herói com a Mulher-Gato e o Pinguim – aliás, nesta época Oswald Cobblepot ainda odiava ser chamado por sua alcunha. Mas o embate principal do vigilante de Gotham City será mesmo contra o Charada, que aparecerá em sua versão mais perigosa. O elenco da produção inclui Zoe Kravitz (da série “Big Little Lies”) como Mulher-Gato, Colin Farrell (“Dumbo”) como Pinguim, Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”) como Charada, John Turturro (“Transformers”) como o mafioso Carmine Falcone, Andy Serkis (“Pantera Negra”) como Alfred, Jeffrey Wright (“Westworld”) como Comissário Gordon, Peter Sarsgaard (“Sete Homens e um Destino”) como um promotor público e Barry Keoghan (“Eternos”) como um certo maluco gargalhante internado no Asilo Arkham. A estreia vai acontecer em 3 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Primeiro filme árabe da Netflix causa polêmica no Oriente Médio

    23 de janeiro de 2022 /

    O primeiro filme original em árabe da Netflix, “Perfeitos Desconhecidos”, virou polêmica e enfrenta críticas pesadas de conservadores em todo o Oriente Médio desde seu lançamento na quinta passada (20/1). O longa está sendo acusado, entre outras coisas, de promover a homossexualidade, a perversão e a infidelidade, e até mesmo de fazer parte de um complô para derrubar a sociedade árabe. Um dos muitos remakes internacionais do sucesso italiano de mesmo nome, dirigido por Paolo Genovese em 2016, o filme acompanha um grupo de amigos libaneses que concorda em deixar os celulares desbloqueados na mesa durante um jantar, expondo interações picantes e segredos sombrios. Com um elenco liderado pela cineasta Nadine Labaki (“Cafarnaum”) e a estrela egípcia Mona Zaki (“Sherazade, Conte uma História”), a trama inclui um personagem gay e outras histórias consideradas tabu, que raramente são discutidas abertamente em muitos países do Oriente Médio. No Twitter, o filme foi alvo de uma enxurrada de mensagens homofóbicas, sob a acusação de incentivar a “degradação moral” dos valores islâmicos e “divulgar ideias ocidentais” decadentes. Um usuário acusou o filme de ser um “crime”, acrescentando que não deveria apenas ser banido, mas que todos os envolvidos deveriam enfrentar “processo” e serem julgados como criminosos. A maior surpresa de tudo isso é a Netflix acreditar que isso não aconteceria. Filmes tão inocentes quanto “Eternos” e “Amor, Sublime Amor” foram proibidos nos cinemas de boa parte do Oriente Médio por fazer referências à questões LGBTQIAP+. Como “Perfeitos Desconhecidos” foi lançado direto em streaming, evitou os censores de cinemas, tornando-se um dos poucos filmes a mostrar estas questões para o público árabe. A principal reação aconteceu no Egito (o filme é uma co-produção egípcia), particularmente contra Zaki, que em uma cena do filme tira a calcinha (embora nada seja visto, pois não há nudez). Um usuário do Twitter acusou Zaki – uma grande estrela no Egito – de fazer parte de uma agenda internacional para forçar mudanças sociais. Um advogado egípcio, Ayman Mahfouz, afirmou que o filme era uma “conspiração para perturbar a paz da sociedade árabe” e que Zaki era a “campeã” de tudo. Este mesmo advogado – que em 2020 processou o filho transgênero do ator egípcio Hesham Selim por um post no Instagram por supostamente promover a homossexualidade – está preparando um processo para remover a produção da Netflix. O filme também foi atacado pelo político egípcio Mustafa Bakri, que em comunicado ao presidente da Câmara dos Deputados do Egito disse que ele “incita a homossexualidade e a infidelidade”. No Egito, ao contrário dos países do Golfo Pérsico, a homossexualidade não é oficialmente ilegal, embora seja costumeiramente reprimida na sociedade. Apesar da reação feroz, o longa também recebeu apoio de segmentos progressistas da comunidade árabe, com muitas pessoas elogiando tanto o enredo – por levantar tópicos da vida real muitas vezes ignorados – quanto a própria produção, ao mesmo tempo em que criticam as atitudes retrógradas daqueles que o atacam. “Árabes enlouquecendo por causa de um filme que mostra cônjuges infiéis, adolescentes sendo adolescentes, personagens gays… me faz perceber que não estamos nem 1% perto de discutir temas como seres civilizados em vez de nos fecharmos em uma bolha hipócrita reprimida”, disse um usuário do Twitter, em meio a uma campanha com uma hashtag que se traduz como #EuTambémSouUmPefeitoDesconhecido. Uma das maiores estrelas internacionais do Egito, Amr Waked, foi além e tuitou que qualquer um que estivesse “com medo” de que um filme pudesse mudar sua fé não tinha fé. Graças à polêmica, “Perfeitos Desconhecidos” tem sido um grande sucesso até agora, liderando as paradas de visualização da Netflix na região e chamando a atenção do mundo. Na França, atualmente é o sexto título mais popular da plataforma. Veja abaixo o trailer do filme dublado em português.

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  • Filme

    Gloria Pires vai dirigir primeiro filme

    23 de janeiro de 2022 /

    A atriz Gloria Pires (“Nise: O Coração da Loucura”) vai dirigir o primeiro longa-metragem da sua carreira. Chamado de “Sexa”, o filme que vai contar a história de uma mulher de 60 anos cheia de amor para dar e com medo de envelhecer. Além de dirigir, ela também será a protagonista, uma das roteiristas e produtora do longa. Na trama, sua personagem vai se apaixonar por um homem muito mais jovem, vivido por Thiago Martins (“Operações Especiais”), e terá que decidir se vive essa história de amor ou se deixa o medo da diferença de idade impedi-la de ser feliz. O elenco conta ainda com Isabel Fillardis (“Cinderela Pop”), que viverá a melhor amiga da protagonista, e Betty Faria (“A Dona do Pedaço”), numa participação especial. Com produção da Giros Filmes e da Audaz, o longa deve começar a ser rodado no segundo semestre e tem previsão de estrear em 2023.

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  • Filme

    “Homem-Aranha” vira sexta maior bilheteria de todos os tempos

    23 de janeiro de 2022 /

    O fenômeno continua. “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” voltou ao 1º lugar da bilheteria dos EUA e Canadá, após ser ultrapassado pela estreia de “Pânico” na semana passada. O filme do super-herói fechou seu sexto fim de semana em cartaz com uma arrecadação de US$ 14,1 milhões, elevando seu total para US$ 721 milhões. Em todo o mundo, o faturamento atingiu US$ 1,69 bilhão, o que supera “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão) e “Jurassic World” (US$ 1,67 bilhão), e transforma a coprodução da Sony e da Disney/Marvel na sexta maior bilheteria mundial de todos os tempos. “Pânico” caiu para o 2º lugar no mercado norte-americano, com US$ 12,4 milhões entre sexta e domingo (23/1), totalizando US$ 51,3 milhões domésticos e US$ 84,9 milhões mundiais após dois fins de semana. Os valores são considerados ótimos para o relançamento de uma franquia de terror após um longo hiato. O pódio da América do Norte se completa com “Sing 2”, que somou US$ 5,7 milhões. Após cinco fins de semana, a animação soma US$ 128,4 milhões no mercado doméstico e US$ 241,1 milhões em todo o mundo.

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    Veja os 10 melhores clipes indies da semana

    22 de janeiro de 2022 /

    Sábado é o novo dia da seleção de clipes musicais independentes da Pipoca Moderna, cobrindo os melhores lançamentos feitos ao longo da semana. A seleção deste sábado (22/1) reúne alguns artistas de longa e consagrada trajetória musical, como Spoon, White Lies e Trentemøller, ao lado de bandas que, embora mais recentes, também já possuem uma discografia de prestígio. O Top 10 semanal (sem rankeamento) é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre cada artista na descrição dos vídeos, e num playlist, localizado ao final, para uma sessão contínua – método indicado para quem quiser assistir ao conteúdo numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome). Veja abaixo.   VELVET VOLUME | DINAMARCA Flertando abertamente como o country setentista, “The Way We Love” é a música mais romântica já gravada pelas irmãs Lachmi. O trio formado por duas gêmeas e uma irmã caçula lança seu terceiro álbum, “Nest”, em 18 de fevereiro.   SPOON | EUA Com uma batida propulsiva, violão, piano e refrão contagiante, “Wild” evoca a era “Beggars Banquet” dos Rolling Stones – que também inspirou uma fase do Primal Scream que o vocal de Britt Daniel chega a lembrar. Confira ainda a versão ao vivo, gravada no The Teragram, de Los Angeles, e disponibilizada na noite de sexta (21/1). A música faz parte do 10º álbum dos veteranos roqueiros texanos, “Lucifer on the Sofa”, que sai em 11 de fevereiro via Matador Records.   INFINITY BROKE | AUSTRÁLIA Infinity Broke é o projeto psicodélico de Jamie Hutchings, vocalista da aclamada banda de Sydney Bluebottle Kiss. “From The Belly Of A Whale” faz parte do terceiro álbum desse grupo paralelo, “Your Dream, My Jail”, lançado no ano passado.   PUP | CANADÁ A banda de rock alternativo de Toronto retorna com “Robot Writes a Love Song”, uma música sobre computadores apaixonados que conta com produção de Peter Katis, conhecido por seus trabalhos com The National e Interpol. O single é prévia do quarto álbum, “The Unraveling of PUPTHEBAND”, previsto para abril.   FONTAINES D.C. | IRLANDA “Jackie Down the Line” é a primeira prévia do terceiro álbum do Fontaines D.C., “Skinty Fia” (um palavrão em irlandês), previsto para abril. A música traz ecos distantes de The Clash (“Guns of Brixton”) ao repertório da banda de Dublin, num vídeo com participação do MC, dançarino e coreógrafo Blackhaine.   JAN VERSTRAETEN | BÉLGICA   Cartão de visitas do álbum de estreia do cantor belga, “Goodbye World” é uma homenagem ao pop sessentista de arranjos orquestrais, via colagem de samples e marimbas sequenciadas como hip-hop clássico. A música dançante é o segundo single de “Violent Disco”, que sucede o EP lo-fi “Cheap Dreams” (2019), e chega às lojas em 4 de fevereiro.   WHITE LIES | INGLATERRA O trio londrino White Lies retoma a temática mórbida do começo de sua carreira com o novo single “Am I Really Going To Die”. Para quem não lembra, a banda surgiu em 2007 com um álbum chamado “To Lose My Life…” (perder minha vida), que continha o hit “Death” (morte). Desde então sua música ficou mais synthpop que pós-punk, com clara influência de Simple Minds. O novo disco, “As I Try Not To Fall Apart”, será lançado em 18 de fevereiro.   TRENTEMØLLER | DINAMARCA Ativo há duas décadas em diversos projetos indies, o multi-instrumentista Andres Trentemøller é um dos pioneiros da combinação de música eletrônica e dreampop. “No More Kissing in the Rain” exemplifica como o wall of sound do My Bloody Valentine vira música para sintetizadores. Quarto single de “Memoria”, o sexto álbum do artista (previsto para 11 de fevereiro), a música conta com vocais de Lisbet Fritze, que integra a banda de Trentemøller desde 2016.   CATE LE BON | PAÍS DE GALES Uma das cantoras mais vanguardistas do pop britânico, Cate Le Bon faz uma ponte entre Roxy Music e Talking Heads em “Remember Me”, terceiro single de seu sexto álbum, “Pompeii” – previsto para 4 de fevereiro. A direção do clipe é de Juliana Giraffe, da banda californiana Midnight Sister, em parceria com sua irmã Nicky.   DEAR DEER | FRANÇA Federico Iovino (Popoï Sdioh) e Sabatel (Cheshire Cat) formaram a Dear Deer em 2015. Com influência pós-punk/no wave, “Joan” faz parte de seu terceiro álbum, “Collect and Reject”, que será lançado em 25 de março.     VELVET VOLUME | DINAMARCA | SPOON | EUA | INFINITY BROKE | AUSTRÁLIA | PUP | CANADÁ | FONTAINES D.C. | IRLANDA | JAN VERSTRAETEN | BÉLGICA | WHITE LIES | INGLATERRA | TRENTEMØLLER | DINAMARCA | CATE LE BON | PAÍS DE GALES | DEAR DEER | FRANÇA

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  • Filme,  Música

    Filme sobre a icônica gravadora Creation ganha primeiro trailer

    22 de janeiro de 2022 /

    A RLJE Films divulgou o primeiro trailer americano de “Creation Stories”, filme sobre a influente gravadora britânica Creation Records, que realizou uma revolução musical nos anos 1980. A prévia revela um foco narrativo centrado na história pessoal de Alan McGee, o fundador e dono da gravadora, que é vivido pelo escocês Ewen Bremner (o Spud de “Trainspotting” e sua continuação) em sua versão mais velha. O ator não é o único egresso de “Trainspotting” no projeto. O roteiro foi escrito por Irvine Welsh, autor do livro que virou “Trainspotting”, e a produção está a cargo de Danny Boyle, o diretor daquele filme. “Creation Stories” é baseado na autobiografia de McGee, intitulada “The Creation Records Story: Riots, Raves and Running a Label”. O lendário empresário escocês ganhou projeção ao montar um club londrino, The Living Room, que virou palco do movimento que culminou na formação da geração indie original, em meados da década de 1980 – a cena batizada como “C86” (classe de 86). Ele também tinha uma banda, a Biff Bang Pow, e foi o primeiro empresário do Jesus and Mary Chain, além de ter gravado o primeiro single do grupo. The Jesus and Mary Chain não foi a única banda famosa lançada pela Creation, que ainda gravou discos do Primal Scream, My Bloody Valentine, Teenage Fanclub, House of Love, Ride e até Oasis. Depois de vender metade de sua gravadora para a Sony nos anos 1990 e ver o Oasis explodir nas paradas, McGee ainda se envolveu na política, ajudando a passar uma lei de apoio financeiro a músicos insolventes. O último lançamento da Creation foi o disco “XTRMNTR”, da banda Primal Scream, em 2000. McGee fechou a gravadora após ficar insatisfeito com a direção comercial da Sony. O velho produtor ainda se aventurou a criar novas gravadoras e clubs, mas encontrou mais sucesso ao ressuscitar o nome Creation em 2014 para empresariar músicos, como seus velhos amigos do Jesus and Mary Chain e Happy Mondays. Ele também está produzindo um novo festival de rock, Creation Day, que vai acontecer no último fim de semana de maio no Reino Unido. O filme tem direção do ator Nick Moran, que virou diretor com outra cinebiografia de produtor-prodígio, “Telstar: The Joe Meek Story” (2008). O elenco inclui Suki Waterhouse (“Pokémon: Detetive Pikachu”), Rupert Everett (“O Lar das Crianças Peculiares”), Jason Flemyng (“X-Men: Primeira Classe”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Kirsty Mitchell (“Dupla Explosiva”), Mel Raido (“Lendas do Crime”), Matthew Durkan (“Coronation Street”) e Leo Flanagan (“Hanna”) como a versão adolescente de McGee. A première aconteceu no Festival de Glasgow, na Escócia, em fevereiro do ano passado, um ano antes da estreia nos EUA, que vai acontecer em VOD no dia 25 de fevereiro.

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