The 100: Trailer do episódio final é marcado por guerra e mortes
A rede The CW divulgou o trailer do capítulo final de “The 100”, que vai ao ar na quarta (30/9) nos EUA, encerrando sete temporadas de aventuras futuristas e lutas pela sobrevivência da humanidade. Repleta de reviravoltas, a derradeira fase da série acompanhou mais conflitos, novos inimigos e diferentes mundos, e chega ao desfecho com vários personagens importantes já mortos ou à beira da morte. O final deve trazer surpresas, pois enquanto a prévia enfatiza a tragédia de Clarke (Eliza Taylor) e a volta das pinturas de guerra da “Bloodreina” Octavia (Marie Avgeropoulos), quem parece se posicionar para salvar a todos é outra personagem feminina, Raven (Lindsey Morgan), que teve menos destaque ao longo da série. Intitulado “The Last War”, o capítulo foi escrito e dirigido pelo criador de “The 100”, Jason Rothenberg. No Brasil, a 7ª e última temporada começou a ser exibida na semana passada, no canal pago Warner.
Ryan Gosling vai viver dublê em filme do diretor de Deadpool 2
O ator Ryan Gosling (“La La Land”) vai viver um dublê num novo filme dirigido por David Leitch, que, antes de se consagrar com “John Wick” e “Deadpool 2”, era justamente dublê de cinema. O projeto foi apresentado a vários estúdios e acabou adquirido pela Universal antes do roteiro ser finalizado. O responsável pela história é o roteirista Drew Pearce, que trabalhou com Leitch em “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”. Embora a trama não tenha sido detalhada, nem o título revelado, o site Collider sugere que projeto segue a linha da série “Duro na Queda”, exibida nos anos 1980. Enquanto o roteiro ainda é escrito, Leitch segue concentrado no filme “Bullet Train” com Brad Pitt, seu próximo longa, atualmente em pré-produção. Vale lembrar que Gosling já interpretou dois dublês em sua carreira, nos filmes “Drive” (2011) e “O Lugar Onde Tudo Termina” (2012).
M. Night Shyamalan revela título e primeira arte de seu novo filme
O diretor M. Night Shyamalan revelou o título e a primeira arte promocional de seu próximo filme. “É um milagre estar aqui filmando a primeira cena do meu novo filme. Ele é chamado ‘Old'”, Shyamalan tuitou neste sábado (26/9). “Old” será uma nova parceria do diretor com o estúdio Universal e sua arte traz a representação de uma ampulheta, onde, em vez de areia, é possível ver pessoas caindo e enchendo a parte de baixo do objeto. A imagem é acompanha por um texto que diz: “Uma Nova Viagem do escritor/diretor M. Night Shyamalan” e “É só questão de tempo”. A produção tem um grande elenco, formado por Gael Garcia Bernal (“Wasp Network”), Thomasin Mackenzie (“Jojo Rabbit”), Vicky Krieps (“Trama Fantasma”), Alex Wolff (“Hereditário”), Eliza Scanlen (“Adoráveis Mulheres”), Aaron Pierre (“Krypton”), Abbey Lee (“Lovecraft Country”), Nikki Amuka-Bird (“Avenue 5”), Rufus Sewell (“O Homem do Castelo Alto”) e Ken Leung (“Inumanos”). Os detalhes da trama são envoltos em sigilo, mas o site Collider afirma que se trata de uma adaptação da história em quadrinhos francesa “Sandcastle”, de Pierre Oscar Levy e do artista Frederik Peeters, que se inicia quando um cadáver é descoberto em uma praia, sinalizando acontecimentos não naturais. Ainda não há previsão para a estreia. Feels like a miracle that I am standing here shooting the first shot of my new film. It's called Old. #OldMovie @OldTheMovie pic.twitter.com/hth8jUum8K — M. Night Shyamalan (@MNightShyamalan) September 26, 2020
Chris Hemsworth vai estrelar novo filme de ação na Netflix
Chris Hemsworth vai permanecer na Netflix após o sucesso do thriller “Resgate”. Ele foi confirmado num novo filme de ação da plataforma, intitulado “Spiderhead”, ao lado de Miles Teller (“Divergente”) e Jurnee Smollett (“Aves de Rapina”). O filme tem roteiro da dupla Rhett Reese e Paul Wernick (“Deadpool”) e será dirigido por Joseph Kosinski (“Tron: O Legado”). Baseado num conto de ficção científica de George Saunders, “Spiderhead” se passa em um futuro próximo, quando os condenados podem se voluntariar como pacientes de experiências médicas para encurtar suas sentenças. A trama vai acompanhar dois prisioneiros que se submetem a testes para drogas que alteram as emoções. Além de estrelar, Hemsworth será um dos produtores do longa. A produção deve começar após Kosinski terminar a pós-produção de “Top Gun: Maverick”, estrelado por Tom Cruise, que também inclui Miles Teller em seu elenco.
Nova temporada do desenho de Velozes e Furiosos se passa no Rio de Janeiro
A DreamWorksTV divulgou dois pôsteres e o trailer da 2ª temporada de “Velozes e Furiosos: Espiões do Asfalto”, série animada baseada nos filmes “Velozes e Ferozes”, que vai se passar no cenário do quinto longa da franquia, o Rio de Janeiro. O trailer mostra vários clichês de Hollywood sobre o Rio, com imagens inevitáveis do Corcovado, favelas, praias e os macacos que todo turista encontra na cidade, como os Simpsons não cansam de denunciar. A série gira em torno de Tony Toretto, primo adolescente de Dom Toretto (o personagem de Vin Diesel nos filmes). Na trama, ele e seus amigos são recrutados por uma agência federal para missões secretas. O ator Tyler Posey (de “Teen Wolf”) dubla Tony Toretto e o elenco de vozes originais ainda inclui Camille Ramsey (“American Vandal”), Luke Youngblood (da franquia “Harry Potter), Charlet Chung (“Overwatch”) e Jorge Diaz (“Jane the Virgin”). A produção executiva inclui o próprio Vin Diesel, além de Neal Mortiz e Chris Morgan, produtores da franquia cinematográfica. A nova temporada do desenho animado estreia em 9 de outubro na Netflix.
Trump indica para Suprema Corte juíza de seita comparada à Handmaid’s Tale
O presidente Donald Trump aproveitou a morte da juíza Ruth Bader Ginsburg na semana passada para indicar em sua vaga uma juíza que é seu oposto completo. Homenageada no documentário “RBG” (2018) e no filme “Suprema” (2018) por seu ativismo em prol dos direitos da mulher, Ginsburg se tornou um ícone pop admirado, mas pode ser substituída por Amy Coney Barrett, integrante da seita People of Praise (Povo de Louvor, em tradução literal), uma comunidade cristã de renovação carismática cujas crenças são comparadas por muitos à sociedade ultraconservadora da série “The Handmaid’s Tale”. A ligação da juíza com a seita foi revelada pelo jornal The New York Times de 2017 e nunca foi negada pelas partes. O People of Praise tem cerca de 1,7 mil membros em 22 cidades nos Estados Unidos, Canadá e Caribe, de acordo com seu site, e foi fundado em 1971 em South Bend, Indiana, também sede da Universidade de Notre Dame, administrada por católicos, que teria fornecido seus primeiros integrantes. “Admiramos os primeiros cristãos que foram guiados pelo Espírito Santo para formar uma comunidade”, diz o site, remontando suas origens ao final dos anos 1960, quando os alunos e professores de Notre Dame experimentaram “uma renovação do entusiasmo e fervor cristão, juntamente com os dons carismático como falar em línguas e cura física”. Amy Coney Barrett também é professora da Universidade de Notre Dame. A People of Praise ganhou atenção quando uma ex-integrante, chamada Coral Anika Theill, denunciou o grupo como uma seita abusiva em que as mulheres são completamente obedientes aos homens e os pensadores independentes são humilhados, interrogados, envergonhados e rejeitados. Ela contou sua experiência num livro, “Bonsheà”, em que revelou que seu ex-marido, integrante do grupo, tentou censurá-la para impedir que a publicação dificultasse que Barrett fosse indicada. Theill também postou texto em seu em seu blog pessoal intitulado “Eu vivi o conto da aia”. “Muitas de nós sofremos da síndrome de Estocolmo e muitas das mulheres tomavam antidepressivos e tranquilizantes”, ela escreveu. “Mas se você fosse super submissa, talvez não fosse arrastada no meio da noite para um interrogatório”. Ela denunciou que, até recentemente, as mulheres com funções de liderança na organização eram chamadas de “handmaidens” (aias), mas a popularidade da série “The Handmaid’s Tale” fez com que a denominação fosse revista. “Reconhecendo que o significado deste termo mudou drasticamente em nossa cultura nos últimos anos, não usamos mais o termo serva”, disse o grupo em 2018, após o interesse crescente da mídia sobre seu funcionamento. Assim como em “The Handmaid’s Tale”, a People of Praise ensina uma visão de mundo patriarcal, em que os homens são os chefes de família, tomam todas as decisões e têm autoridade irrestrita sobre suas esposas. O grupo não pratica escravidão sexual como na série, mas as mulheres que seguem a religião não teriam direito a negar sexo para os maridos nem a controlar sua capacidade reprodutiva. Barrett tem cinco filhos biológicos, além de duas crianças adotadas no Haiti. Para ser confirmada na vaga de Ginsburg, ela precisa ser aprovada numa sabatina do Senado, que atualmente tem maioria de integrantes do Partido Republicano, a que pertence Trump. “Eu sei que você vai fazer nosso país muito orgulhoso”, disse o presidente dos EUA neste sábado (26/9), ao indicar o nome de Barret em cerimônia realizada em frente à Casa Branca. O objetivo de Trump com a indicação, apenas uma semana após a morte de Ruth Bader Ginsburg, é forçar a confirmação de sua escolha pelo Senado antes da eleição presidencial, prevista para o início de novembro. A questão é polêmica, porque o líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, bloqueou uma nomeação do presidente Barack Obama em situação semelhante, alegando que a vaga abriu em um ano eleitoral. Obama indicou Merrick Garland para preencher uma vaga após a morte de Antonin Scalia em fevereiro de 2016, mas McConnell se recusou até mesmo a dar uma audiência a seu indicado. Nos últimos dias, muitos senadores republicanos que impediram Obama de indicar Garland há oito meses da eleição passada, defendem a aprovação de Barrett, menos de dois meses do novo período eleitoral. Se o Senado comprovar que o problema era Obama indicar um juiz progressista e, sem medo de passar recibo de hipócrita, confirmar Barrett, o Supremo passará a contar com seis juízes conservadores entre seus nove magistrados e pode reverter várias conquistas jurídicas dos movimentos feministas e de minorias nos EUA. Barret também é vocalmente contra o atendimento público de saúde para a população do país, uma posição que possui evidente potencial trágico durante a pandemia de coronavírus. O WGA, Sindicato dos Roteiristas de Hollywood, engajou-se numa campanha para denunciar os planos do Partido Republicano e ajudar a eleger candidatos do Partido Democrata para impedir a reeleição dos conservadores e renovar o Congresso na próxima eleição.
Ator de Malhação campeão de jiu jitsu é indiciado por agressão à mulher
O ator Ricardo Vianna, revelado em “Malhação”, foi indiciado pela Polícia Civil do Rio pelo crime de lesão corporal contra sua companheira, Aline Kryktine. O registro de ocorrência foi feito no dia 9 deste mês, quando um inquérito foi instaurado para apurar as denúncias de agressão e injúria contra o ator. De acordo com a Deam (Delegacia de Atendimento à Mulher) de Jacarepaguá, bairro da zona oeste do Rio, o exame de corpo de delito confirmou as agressões. Em depoimento à polícia, Vianna admitiu ter batido em Aline e alegou que as agressões foram mútuas. O ator, visto também nas novelas da Globo “Tempo de Amar” e “Verão 90” e na série do Multishow “Tô de Graça”, também é lutador de jiu jitsu, tendo vencido três campeonatos brasileiros da modalidade. O caso seguiu esta semana para o Ministério Público do Rio. A pena para lesão corporal é de até três anos de detenção. Vianna e Aline têm uma filha de seis anos. O casal começou a namorar em 2013, terminou em 2016 e se reconciliou. Após a repercussão do caso, Ricardo Vianna desativou sua conta no Instagram.
Veja o clipe de Travis Scott lançado em IMAX com o filme Tenet
O rapper Travis Scott disponibilizou no YouTube o clipe de “Franchise”, que foi lançado nos cinemas IMAX antes das sessões de “Tenet” nos EUA. A conexão se deve ao fato de Scott ter contribuído com uma música inédita (“The Plan”) para o filme de Christopher Nolan. Dirigido pelo próprio rapper em parceria com White Trash Tyler, após o último assinar um documentário sobre Scott para a Netflix (“Travis Scott: Voando Alto”), o vídeo também tem participações de Young Thug e da sumida M.I.A. A narrativa abraça o rap ostentação e explora o endosso a um produto fictício, enquanto a letra bate recorde de citações a marcas como Nike, Sprite, Kawasaki, Google, Kodak, etc. Scott ainda cita textualmente diretores e filmes, e grava cenas que remetem à “Humble.”, de Kendrick Lamarr, e ao terror “Midsommar” (a roupa literalmente florida de M.I.A.). Ao final, “Franchise” tanto pode ser visto como uma crítica à transformação dos clipes em comerciais publicitários de marcas aleatórias quanto seu oposto, uma apologia ao business acima de tudo, levada adiante pelo rapper que virou McLanche Feliz (The Travis Scott Meal). “Bangers in the system, it’s that”. Confira abaixo e tire suas conclusões.
Steven Soderbergh revela que The Knick terá continuação
A série “The Knick”, produzida e inteiramente dirigida pelo cineasta Steven Soderbergh (“Doze Homens e um Segredo”), vai ganhar continuação, cinco anos após seu encerramento. Ambientada na Nova York de 1900 e estrelada por Clive Owen, a trama acompanhava os cirurgiões e as enfermeiras do hospital Knickerbocker, retratando as condições precárias, os equívocos científicos e os preconceitos que dificultavam o trabalho médico no começo do século 20. A série durou duas temporadas no canal Cinemax entre 2014 e 2015, mas foi encerrada com sua trama em aberto após a emissora do grupo HBO trocar seu projeto de séries de qualidade por produções de luta e tiros. O revival, portanto, não será mais uma produção do Cinemax, mas da grife mais prestigiado do conglomerado, a HBO. Apesar disso, provavelmente será lançada no streaming HBO Max. Clive Owen não vai retornar para a sequência, devido ao destino de seu personagem ao final da 2ª temporada. Assim, a continuação será focada no doutor Algernon C. Edwards, personagem de André Holland na série original. Em entrevista ao site Playlist, Soderbergh contou que a produção também vai reviver a parceria bem-sucedida entre Holland e o diretor Barry Jenkins, que trabalharam juntos no filme vencedor do Oscar “Moonlight” (2016). A dupla foi quem desenvolveu a ideia para a continuação. Entretanto, os autores do roteiro serão Jack Amiel e Michael Begler, que são os criadores da série original. “[André e Barry] criaram uma abordagem realmente ótima com Jack e Michael”, disse Soderbergh à publicação. “E isso parece estar avançando rapidamente. Acabei de ler o piloto, que é incrível.” Ainda não há detalhes adicionais sobre a continuação de “The Knick”. Veja abaixo o trailer da série original.
Zayn lança clipe após virar papai
O cantor Zayn Malik lançou o clipe de “Better”, música romântica sobre a superação de um coração partido. Com tema e falseto de música sertaneja, batida de hip-hop e refrão de R&B, a gravação segue a tendência do pop genérico atual, que além de não diferenciar muito os estilos de seus intérpretes também confunde os gêneros, trazendo um pouco de tudo ao mesmo tempo para agradar o maior número de fãs possível. O vídeo dirigido por Ryan Hope, que fez muitos comerciais da Prada, remete a ensaio de moda, com o cantor britânico mostrando as tatuagens e o abdômen definido, enquanto veste um terno de grife com cara de quem se leva a sério. Revelado na sexta (25/9), dois dias após o nascimento da primeira filha do artista com a modelo Gigi Hadid, o clipe de “Better” também é o primeiro trabalho do ex-One Direction em 2020, e faz parte do repertório de seu vindouro terceiro álbum-solo. O disco anterior, “Icarus Falls” foi lançado em 2017 com nada menos que 27 faixas, mais duas músicas bônus, e foi um estrondoso fracasso comercial.
Chadwick Boseman ganha mural na Disneylândia
A Disney prestou uma homenagem ao ator Chadwick Boseman, falecido em agosto passado, com um mural num centro de compras da Disneylândia na Califórnia. O departamento de design da companhia, Walt Disney Imagineering, postou a arte em seu perfil no Instagram. O desenho mostra Boseman fazendo a saudação de “Wakanda forever” para um fã mirim, que o imita com uma máscara do herói Pantera Negra. O artista responsável, Nikkolas Smith (que faz parte da equipe de “Space Jam: O Novo Legado”), também publicou imagens do mural em seu Instagram pessoal. Confira abaixo. O ator morreu no dia 28 de agosto após uma longa batalha contra um câncer de colón, que ele mantinha em segredo apesar de ter sido diagnosticado em 2016. No mesmo ano, ele fez sua estreia no Universo Marvel, no filme “Capitão América: Guerra Civil”. Diante do sucesso de “Pantera Negra” em 2018, Boseman fazia planos para iniciar a preparação para o segundo filme da franquia, mas após sua morte a Marvel ainda não se manifestou sobre a continuação, que voltaria a ser escrita e dirigida por Ryan Coogler. Ver essa foto no Instagram Earlier today, concept artist @Nikkolas_Smith was among the first to see his artwork, “King Chad,” displayed in #DowntownDisney. The art installation pays tribute to ‘Black Panther’ star Chadwick Boseman with the inscription: “As a former Disney Imagineer, I had the honor of working on a major children's hospital initiative and Avengers Campus as my final two assignments. Seeing Chadwick's heart for people in-person, and later discovering his courageous battle with cancer, I was inspired to create this tribute to honor his life and legacy. To us, he was and will always be T'Challa. Long Live The King.” Uma publicação compartilhada por Walt Disney Imagineering (@waltdisneyimagineering) em 24 de Set, 2020 às 10:39 PDT Ver essa foto no Instagram This one is special. My King Chad tribute is now on a wall on display at Downtown Disney. 🐾 It is a full circle moment for me: my final two projects as a Disney Imagineer last summer were working on the Children’s Hospital project and the Avengers Campus. To millions of kids, T'Challa was a legend larger than life, and there was no one more worthy to fill those shoes than Chadwick Boseman. I'm so thankful to be able to honor Chadwick's life and purpose in this way. I am grateful to the Disney family for being so supportive of my journey as an artist. @waltdisneyimagineering @disney @marvelstudios @disneyland 🐾✨ #LongLiveTheKing #KingChad #WakandaForever #Phambili #DowntownDisney #BlackPanther #ChadwickBoseman #RIPChadwick #WDI Uma publicação compartilhada por Nikkolas Smith (@nikkolas_smith) em 24 de Set, 2020 às 10:01 PDT
Jennifer Lopez e Maluma vivem romance criminal em dois clipes
Jennifer Lopez lançou dois clipes com participação de Maluma, em que os dois esbanjam sensualidade como um casal. Mas o romance não termina bem. O primeiro, “Pa Ti”, é pura ostentação, com mansão, carrões e negócios bilionários. Só que a casa cai no segundo, “Lonely”, quando o FBI acorda o casal e leva J-Lo para a prisão. Os negócios, aparentemente, eram ilícitos. E para piorar Maluna, de 26 anos, tinha uma paixão de mentirinha pela cantora com o dobro de sua idade, revelando-se um agente infiltrado para levantar seus crimes. A historinha serve para mostrar a química da dupla, que será vista a seguir vivendo um casal na comédia “Marry Me”, estreia de Maluma como ator de cinema. No longa, dirigido por Kat Coiro (“Disque Amiga para Matar”), o romance também não dá certo. Já os clipes cantados em espanhol e inglês, repletos de “product placements” (propaganda escancarada de produtos), foram dirigidos por Jessy Terrero, parceiro frequente de Maluma – que inclusive registrou dois duetos do cantor colombiano com Anitta.
Senadores americanos não querem que Netflix produza nova série dos criadores de Game of Thrones
Cinco senadores do Partido Republicano dos Estados Unidos, o mesmo do presidente Trump, pediram à Netflix que reconsidere a decisão de transformar em série o best-seller sci-fi “O Problema Dos Três Corpos”. O motivo? O autor Liou Cixin é chinês e propaga a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. O projeto de adaptação de “O Problema Dos Três Corpos” está sendo sendo desenvolvido por David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série “Games of Thrones”, em parceria com o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e com produção da empresa de entretenimento Plan B, de Brad Pitt. Embora os senadores não tenham acusado este quarteto, afirmam que o autor chinês é comunista, apontando uma entrevista que ele concedeu à revista The New Yorker em junho. Ao ser questionado sobre o destino da minoria muçulmana uigur, alvo de detenções em massa em campos de concentração na China, Liu Cixin defendeu as autoridades chinesas. “Você preferiria que [os uigures] estivessem mutilando corpos em estações de trem e escolas em ataques terroristas?”, respondeu Liu. “De qualquer maneira, o governo está ajudando sua economia e tentando tirá-los da pobreza”, completou o escritor ao The New Yorker. Em seu recente lançamento “Mulan”, a Disney também agradeceu as autoridades chinesas da região em que as detenções em massa ocorreram – e onde a adaptação da fábula chinesa foi filmada. Os senadores não acusaram a Disney de defender o comunismo chinês, mas enviaram uma carta ao chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, denunciando Liu por “repetir como um mantra a perigosa propaganda” do Partido Comunista. Os políticos afirmam que a empresa americana está “proporcionando uma plataforma para Liu produzir este projeto”. “Pedimos à Netflix que reconsidere seriamente” a decisão, conclui o texto. “O Problema dos Três Corpos” é o primeiro livro de uma trilogia composta ainda por “A Floresta Sombria” e “O Fim da Morte”. Todos foram lançados no Brasil pela editora Suma. Ao anunciarem a adaptação, os criadores de “Game of Thrones” descreveram a obra de Liu Cixin como “a saga de ficção científica mais ambiciosa que já lemos, levando os leitores em uma jornada dos anos 1960 até o fim dos tempos, da vida em nosso ponto azul aos limites distantes do universo”. “Esperamos passar os próximos anos de nossas vidas trazendo isso à vida para o público em todo o mundo”, acrescentaram Benioff e Weiss. Os produtores e a Netflix não comentaram a politização da série pelos congressistas, cujo tom ressuscita a antiga Caça às Bruxas realizada por políticos americanos entre o final dos anos 1940 e todos os anos 1950. Durante um período atualmente considerado vergonhoso da História americana, congressistas atacaram Hollywood por fazer propaganda comunista e chegaram a ordenar a prisão de pessoas que se recusaram a denunciar colegas de profissão. A pressão política da extrema direita levou vários roteiristas a serem incluídos numa Lista Negra e proibidos de trabalhar na indústria cinematográfica. Esta perseguição só acabou em 1960, quando o ator e produtor Kirk Douglas desafiou os políticos e arriscou sua reputação ao contratar o “proibidão” Dalton Trumbo para assinar o roteiro de “Spartacus”. O filme não só se tornou um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema americano como venceu quatro Oscars.












