HBO vai abrir sinal na estreia da última temporada de Game of Thrones
O canal pago HBO anunciou que vai abrir o seu sinal no fim de semana, visando dar um gostinho do retorno de “Game of Thrones”. O primeiro episódio da 8ª e última temporada da série vai ao ar neste domingo (14/4) às 22h no Brasil. O sinal aberto será disponibilizado entre os dias 12 e 14 de abril para todos os assinantes dos pacotes básicos das operadores NET, Oi TV, Claro, Vivo TV e Sky. A expectativa é de que a exibição registre recordes de audiência. A 8ª e última temporada de “Game of Thrones” será mais curta do que as anteriores, com apenas seis episódios, mas eles serão os mais longos da série, como se fossem filmes semanais. Os episódios poderão ser acompanhados pelo canal televisivo da HBO ou pelo aplicativo de streaming HBO Go.
Teaser revela data de estreia do revival de Veronica Mars
A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser oficial do revival de “Veronica Mars”, série cultuada da década passada, em que Kristen Bell (hoje em “The Good Place”) vivia uma detetive mirim. A prévia volta a trazer a atriz, já adulta, ao papel que a consagrou, para revelar a data de estreia de seu retorno. De quebra, o vídeo mostra que Veronica pode ter envelhecido, mas não perdeu seu mau-humor maravilhosamente ácido. A série vai acompanhar a volta de Veronica à cidadezinha litorânea de Neptune durante o período de férias conhecido como Spring Break nos EUA, quando se envolve numa investigação da agência de detetive de seu pai (Enrico Colantoni). A trama vai repercutir assassinatos de jovens que estão passando as férias em Neptune, além de refletir a divisão social da cidade, que “coloca as famílias da elite, que querem acabar com a farra do spring break, contra a classe trabalhadora, que lucra com o turismo” – segundo a descrição oficial. Originalmente exibida entre 2004 e 2007, “Veronica Mars” se tornou uma das séries mais influentes do século. Concebida como uma versão irônica de “Nancy Drew”, seu humor cortante e cheio de referências pop revolucionou as séries de adolescentes, inspirando produções tão diferentes quanto “Gossip Girl” e “Riverdale”, sem esquecer, claro, de “iZombie”, do mesmo escritor, Rob Thomas. No Brasil, a atração ganhou o subtítulo equivocado de “A Jovem Espiã”. Mas a personagem sempre foi uma aspirante a detetive, trabalhando com o pai, o detetive particular Keith Mars, para ajudá-lo a limpar seu nome, após ser considerado incapaz de continuar como chefe de polícia diante da repercussão de um grande caso de assassinato em sua cidadezinha. Vale lembrar que a intérprete da vítima original, que também era a melhor amiga de Veronica, foi ninguém menos que Amanda Seyfried, estrela do musical “Mamma Mia!”. Além de Kristen Bell no papel-título, os novos episódios também contarão com as voltas de Enrico Colantoni (Keith Mars), Jason Dohring (Logan Echolls), Percy Daggs (Wallace Fennel), Francis Capra (Eli “Weevil” Navarro) e Ryan Hansen (Dick Casablancas). Todo esse elenco – e outros mais – já tinha se juntado num telefilme de 2014, filmado graças ao apoio dos fãs, via financiamento coletivo – numa campanha que bateu recorde de arrecadação no Kickstarter. Ironicamente, a Warner TV achava que não haveria interesse num resgate da série e só percebeu o entusiasmo dos fãs quando os números surpreenderam o mercado. Desta vez, a Warner, que é sócia minoritária da Hulu, está bem mais envolvida na produção. A série vai retornar numa temporada de 8 episódios na plataforma de streaming em 26 de julho.
Continuação de Tomb Raider é confirmada com contração de roteirista
A MGM confirmou a produção da sequência de “Tomb Raider: A Origem”. Em parceria com a Warner, o estúdio encomendou um roteiro para o segundo longa estrelado por Alicia Vikander como Lara Croft. E escolha é intrigante. Quem vai escrever a continuação é Amy Jump, conhecida por suas colaborações com o cineasta indie britânico Ben Wheatley em filmes repletos de humor negro, como “Free Fire: O Tiroteio” (2016) e “Turistas” (2012). O contrato de Vikander inclui cláusula de reprise do papel, garantindo sua presença no novo filme. Mas o retorno do diretor Roar Uthaug (“A Onda”) não foi confirmado. O primeiro longa da atual franquia foi considerado medíocre pela crítica, com 52% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e deu prejuízo financeiro. Produzido por cerca de US$ 100 milhões, “Tomb Raider: A Origem” arrecadou em torno de US$ 274 milhões nas bilheterias mundiais. A expectativa é que o segundo filme possa se valer do reconhecimento da marca e faturar mais, como tem sido praxe nas continuações. Entretanto, o baixo rendimento original pode significar um orçamento menor para a sequência. O que pode estar por trás da contratação de uma roteirista acostumada a escrever cenas de ação para filmes de poucos recursos econômicos.
Ações da Disney disparam com anúncio da Disney+ (Disney Plus) – e Netflix sofre queda
Wall Street reagiu com entusiasmo à apresentação da Disney+ (Disney Plus). Sem participação de astros famosos, ao contrário da apresentação da Apple+, os planos da Disney para o streaming convenceram o mercado de ações norte-americano pela clareza, com datas, preços, projeções, descrição de conteúdo e até uma demonstração da interface de seu aplicativo – tudo que faltou ao evento da Apple, realizado duas semanas antes. Como resultado, as ações da Disney amanheceram em alta nesta sexta (12/4), subindo impressionantes 10% em 24 horas. Enquanto isso, as ações da Netflix, que domina o mercado de streaming, sofreram uma queda de 3%. Além da clareza, um dos pontos mais celebrados pelos investidores foi o preço da assinatura mensal do Disney+ (Disney Plus), anunciado como US$ 6,99 ao mês, bem mais barata que o pacote básico da Netflix (US$ 8,99). Quando Bob Iger, o CEO da Disney, pronunciou o valor no evento realizado na noite de quinta (madrugada desta sexta, pelo fuso horário brasileiro), houve um burburinho coletivo no local, um estúdio da empresa em Burbank, na Califórnia. “Estamos começando a partir de uma posição de força, confiança e otimismo desenfreado”, afirmou Iger durante a presentação. E os investidores concordaram. A Disney revelou que gastará mais de US$ 1 bilhão em conteúdo original para alimentar a plataforma de streaming com séries, programas e filmes exclusivos em 2020, quantia que pretende aumentar para até US$ 2,5 bilhões por ano de investimento. Pode não parecer muito diante dos US$ 15 bilhões que a Netflix deve gastar em 2019, mas o conglomerado de Bob Iger não precisa pagar direitos de licenciamento para montar seu conteúdo, nem direitos autorais para adaptar franquias que já possui, o que faz com que seus dólares produzam mais que o dinheiro da Netflix. Iger e a CFO da Disney, Christine McCarthy, também assumiram que o lançamento causará prejuízo para a empresa durante cinco anos, mirando 2024 como o ano em que o negócio deverá começar a dar lucro. Caso as ações da Disney se mantenham em alta, o prazo pode se tornar bem menor.
Lando Calrissian pode ter uma filha no novo Star Wars
O evento Star Wars Celebration, realizado nesta sexta (12/4) em Chicago, apresentou pela primeira vez uma foto da atriz Naomi Ackie (“Lady Macbeth”) como sua personagem em “Star Wars: The Rise of Skywalker”. Embora não tenha aparecido no trailer divulgado, a misteriosa Jannah já inspira teorias dos fãs, que a imaginam como filha de Lando Calrissian, o personagem de Billy Dee Williams, que retorna à franquia no novo filme. A imagem (veja acima) revela que ela usa uma capa como Lando. O apresentador do painel, Stephen Colbert, chegou a perguntar à atriz se Jannah seria mesmo filha de Calrissian. Ela desconversou: “Lando é um homem charmoso. Ele pode ter muitas filhas por aí!”. De todo modo, Ackie não pode revelar muito sobre seu papel no filme. “Tudo o que eu posso dizer é que o grupo original de heróis vai embarcar em uma aventura épica, e estou animada que Jannah vai cruzar com eles”, comentou. Na trama, ela irá se encontrar com Poe Dameron (Oscar Isaac), Finn (John Boyega), Rey (Daisy Ridley), Chewbacca e os droides BB-8 e C-3PO. Com direção de J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), o filme que vai encerrar a saga original de “Star Wars” estreia em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Diretor explica como Carrie Fisher aparece no novo Star Wars
A divulgação do primeiro trailer do “Episódio IX” de “Star Wars”, oficialmente intitulado “Star Wars: The Rise of Skywalker”, confirmou a presença de Carrie Fisher no papel da Princesa/General Leia. Durante o evento Star Wars Celebration, em Chicago, o diretor J.J. Abrams contou como fez para incluir a atriz, falecida no final de 2016, na produção. “Não podíamos preencher o vazio deixado por ela, então conversamos sobre como seguir em frente”, relembrou. “Ela era a melhor, era maravilhosa, incrível. O que você vai fazer em uma situação dessas? Você não pode simplesmente escalar outra atriz, e a ideia de recriá-la com efeitos especiais estava totalmente descartada”, ele explicou. A solução se materializou quando a equipe encontrou várias cenas não-usadas de Fisher em “O Despertar da Força”. “Vimos essas cenas e entendemos. Seria ela, e ela estaria no filme. Todo dia eu sinto o baque de não tê-la aqui, mas estamos trabalhando com ela. Ela está em cena, e tem cenas com Billy [Lourd], a filha dela”. “A Princesa Leia vive neste filme de uma forma que é impressionante”, concluiu Abrams.
Novo filme de Star Wars ganha primeiro trailer legendado e título oficial
A Disney revelou o pôster e o primeiro trailer legendado do Episódio IX de “Star Wars”, que – finalmente – ganhou título. Como destaca o pôster internacional, o filme vai se chamar “Star Wars: The Rise of Skywalker” em inglês, literalmente “Star Wars: A Ascensão de Skywalker”, mas este foi o único detalhe não traduzido na divulgação no Brasil. A prévia mostra Rey (Daisy Ridley) assumindo o manto de última Jedi, sob narração de Luke Skywalker (a inconfundível voz de Mark Hamill). Supostamente morto em “Star Wars: Os Últimos Jedi”, ele lembra que “ninguém se vai totalmente” – uma frase que Luke disse para sua irmã Leia (Carrie Fisher) no filme passado. Entre os que não se foram, Carrie Fisher, falecida antes das filmagens, aparece entre as cenas – em imagens de arquivo de “O Despertar da Força” – , além de Lando Calrissian, o personagem de Billy Dee Williams que não aparecia na saga desde “O Retorno de Jedi”, em 1983. Descrito no vídeo como “o final da saga”, o filme tem direção de J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), que também assinou o roteiro em parceria com Chris Terrio (“Liga da Justiça”) e estreia em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Danilo Gentili recebe nova condenação por ofensas
O ator, humorista e apresentador Danilo Gentili (“Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola”) recebeu sua segunda condenação por ofensas nessa semana. Após ser condenado a seis meses e 28 dias de detenção em regime semiaberto, por injúria contra a deputada federal Maria do Rosário (PT), processo do qual ainda está recorrendo em liberdade, o apresentador do “The Noite” foi condenado a indenizar em R$ 20 mil o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL). A nova decisão não estipula pena de prisão, apenas indenização financeira. O processo foi movido por Freixo há dois anos quando ainda era deputado estadual pelo Rio. Na ocasião, Danilo Gentili comentou no Twitter uma reportagem publicada na coluna Radar, da revista Veja, sobre a ex-mulher de Freixo, que acusava o deputado de ser um “esquerdomacho”. Gentili escreveu no dia 3 de maio de 2017: “Pô, Marcelo Freixo. Você é uma farsa mesmo, hein, seu merda. Aproveitando… E seus black blocs? Mataram mais alguém esses dias?”. O humorista foi condenado pela 26ª Câmara Cívil do Rio de Janeiro por ofensa, injúria, difamação e danos morais. Inicialmente, Freixo havia pedido uma indenização de R$ 100 mil, que foi reduzida para R$ 20 mil. Em sua defesa, Gentili alegou estar em seu direito de liberdade de expressão. A decisão da Justiça, no entanto, entendeu que ele extrapolou todos os limites. “A conduta do réu não se resumiu a tais manifestações, revelando uma verdadeira progressão de ofensas ao autor, o que extrapolou os limites do tolerável e admissível em nosso Estado Democrático de Direito. Se a conduta do réu se revelou lícita em algumas das manifestações, eis que amparada em seu direito constitucional, com a progressão e aumento das postagens, utilizando palavras de baixo calão direcionadas ao autor, a sua conduta revelou-se abusiva e violadora do direito constitucional da personalidade”, diz trecho da decisão. A sentença aponta ainda que Gentili induziu seus seguidores a considerar o autor como assassino e farsante. “O réu extrapolou a crítica política, utilizando-se se de artifícios ilegais e ilegítimos com o único intuito de prejudicar a reputação do autor, além de incitar ódio entre seus seguidores.”
Disney+ (Disney Plus) terá cinco séries da Marvel com elenco dos Vingadores
O evento da Disney que anunciou detalhes da seu projeto de streaming, realizado na noite de quinta (sexta, 12/4, no fuso horário brasileiro) para investidores e imprensa norte-americanos, confirmou a produção de cinco séries da Marvel derivadas dos filmes dos Vingadores para a plataforma Disney+ (Disney Plus). São as produções que vinham sendo mencionadas extra-oficialmente. Todas serão estreladas pelos intérpretes dos personagens no cinema. A confirmação foi acompanhada dos títulos de cada atração, que ainda ganharam previsão de lançamento. “Loki”, estrelada por Tom Hiddleston, deve ser lançada junto com a plataforma, em 12 de novembro. “The Falcon and the Winter Soldier” (O Falcão e o Soldado Invernal) juntará Anthony Mackie e Sebastian Stan em 2020. “WandaVision”, com Elizabeth Olsen e Paul Bettany reprisando seus papéis como a Feiticeira Escarlate e o Visão, chegará em 2021. Apenas a recém-anunciada “Hawkeye”, com Jeremy Renner despedindo-se do Gavião Arqueiro, ainda não tem previsão de estreia. A quinta atração é uma série animada: “Marvel’s What If…?”, baseada nas publicações de quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”, que contam histórias alternativas sobre os personagens da editora, baseadas em mudanças de acontecimentos importantes em suas vidas. A animação também deverá contar com participação dos intérpretes dos heróis do cinema em sua dublagem. A expectativa de lançamento é para 2020.
Os Simpsons vestem o chapéu do Mickey em vídeo da Disney+ (Disney Plus)
O evento da Disney que anunciou detalhes da seu projeto de streaming, realizado na noite de quinta (sexta, 12/4, no fuso horário brasileiro) para investidores e imprensa norte-americanos, incluiu o primeiro vídeo de “Os Simpsons” feito para o estúdio. Concebido para divulgar a disponibilização dos 660 episódios da série animada com exclusividade na Disney+ (Disney Plus), o vídeo mostra Homer mandando toda a família usar o chapéu do Mickey, com resultados hilários. A sinergia com a Disney aparece estampada literalmente num cartaz ao fundo, mas também se manifesta por meio de uma participação muito especial. Vale reparar também que, aos pés da estátua de Bob Iger, CEO da Disney, há uma cesta de lixo com um retrato de Rupert Murdoch, CEO da Fox, que vendeu seu estúdio de cinema e TV para a Disney. A série “Os Simpsons” será um dos destaques da Disney+ (Disney Plus), que ganhou data de lançamento nos Estados Unidos: 12 de novembro. A expectativa é que o serviço seja disponibilizado em outros países a partir de 2020.
Disney anuncia data, preço e detalhes de seu projeto de streaming
A Disney divulgou seus planos oficiais para o streaming, num evento para investidores e imprensa realizado na noite de quinta (sexta no Brasil, 12/4, pela diferença do fuso horário) num estúdio da empresa em Burbank, na Califórnia – o mesmo usado para a filmagem do “Mary Poppins” original. O projeto consiste no lançamento de um pacote com três serviços: ESPN+ com esportes, Hulu com programação adulta e Disney+ (Disney Plus) para toda a família. Destes três, apenas o Disney+ (Disney Plus) ainda não está disponível. Mas finalmente ganhou uma data de lançamento. O Disney+ (Disney Plus) será lançado em 12 de novembro nos Estados Unidos. A apresentação da plataforma, comandada pelo CEO Bob Iger, veio acompanhada da confirmação de que o serviço será internacional, com a expectativa de chegar a outros países em 2020. Outro detalhe importante foi divulgado: seu preço. Custará apenas US$ 6,99 ao mês – ou, com desconto, será oferecido por uma assinatura anual de US$ 66,90 nos Estados Unidos. O valor é bem mais em conta que o preço da assinatura mais barata da Netflix – US$ 8,99 ao mês. A maior parte da programação do Disney+ (Disney Plus) será preenchida pela vasta biblioteca de títulos da empresa. Já em seu lançamento, o serviço contará com 18 filmes da Pixar, 13 clássicos animados da Disney que estão fora de circulação há tempos, todos os filmes de “Star Wars” e dos super-heróis da Marvel, inclusive, em primeira mão, a estreia de “Capitão Marvel” e “Vingadores: Ultimato” em streaming, cerca de 250 horas de programação da National Geographic, 100 produções originais do Disney Channel, 660 episódios de “Os Simpsons” e produções exclusivas criadas especificamente para a plataforma, . Entre as produções exclusivas, incluem-se uma versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”, além de séries derivadas de “Star Wars”, dos filmes da Marvel e da Fox, dos desenhos da Pixar e dos telefilmes da Disney – casos, por exemplo, de “The Mandalorian”, passada numa galáxia distante, produções com Loki, Feiticeira Escarlate e Visão, Gavião Arqueiro, Soldado Invernal e Falcão, séries animadas baseadas nos quadrinhos de “O Que Aconteceria Se” (What If) e no filme de “Monstros S.A.”, sem esquecer de uma continuação de “Com Amor, Simon” e um spin-off de “High School Musical”. Para começar, estão previstas oito séries originais live-action, cinco atrações animadas, 14 produções de variedades (documentários, reality shows, especiais) e seis filmes exclusivos, que estão sendo produzidos visando disponibilidade no lançamento do serviço. A Disney está investindo US$ 1 bilhão na produção desse conteúdo exclusivo para a plataforma. Não parece muito diante dos US$ 15 bilhões que a Netflix deve gastar em 2019, mas o conglomerado de Bob Iger não precisa pagar direitos de licenciamento para montar seu conteúdo, nem direitos autorais para adaptar franquias que já possui, o que faz com que seus dólares produzam mais que o dinheiro da Netflix. A expectativa, porém, é que a empresa perca milhões de dólares até a plataforma se tornar lucrativa, numa curva que só deve mudar após cinco anos de expansão. Neste período, a Disney+ (Disney Plus) continuará investindo cada vez mais em produções exclusivas. Antes mesmo de lançar o serviço, a Disney assumiu que espera perder cerca de US$ 150 milhões em taxas de licenciamento, que deixarão de entrar em seus cofres após encerrar seu relacionamento com a Netflix. E diz já ter perdido cerca de US$ 1 bilhão ao investir em tecnologia e na montagem de seu negócio de streaming, com custos que devem crescer muito mais quando a Disney+ (Disney Plus) começar a operar. O evento também contou com uma breve demonstração do aplicativo Disney+ (Disney Plus) (veja um vídeo abaixo), que oferece aos usuários a opção de navegar pelo serviço por marca – por exemplo, Marvel ou Star Stars. Os assinantes da Disney+ (Disney Plus) poderão criar perfis com experiências personalizadas com base em seus produtos favoritos. E o serviço também inclui controle dos pais com restrição por idade. Por enquanto, Disney+ (Disney Plus), ESPN+ e Hulu serão oferecidos separadamente aos assinantes, mas os planos incluem, num futuro próximo, o lançamento de um pacote com assinaturas para os três produtos com desconto. Para viabilizar esse projeto em todo o mundo, a Disney também planeja implementar, finalmente, a distribuição global da Hulu, que hoje é restrita ao mercado americano. Com isso, deverá encerrar o licenciamento das produções exclusivas do serviço para terceiros – no Brasil, por exemplo, “The Handmaid’s Tale” está sendo disponibilizada pela Globoplay.
Filme do Detetive Pikachu ganha vídeo e coleção de pôsteres com vários pokémon
A Warner divulgou seis pôsteres chineses de “Pokémon: Detetive Pikachu”, que destacam individualmente os principais pokémons do filme, e um vídeo que apresenta todos os demais monstrinhos da produção, com destaque para o fofo e perigoso Psyduck. Na versão hollywoodiana, o personagem de Justice Smith (de “Jurassic World: Reino Ameaçado”) é o único que entende o que o Pikachu diz. O resto da população reage como os fãs da série animada “Pokémon”, ouvindo apenas pika-pika-pika – o que soa como uma palavrão na voz de Ryan Reynolds (o Deadpool). Outro detalhe curioso é o chapeuzinho de Sherlock Holmes que o Pikachu usa no filme. Este elemento visual veio junto com a premissa e o título, quando a produtora Legendary fechou o contrato para adaptar não a franquia, mas um game específico da Nintendo, que se chama, em inglês, “Great Detective Pikachu”. No jogo em que a trama se baseia, um garoto americano chamado Tim Goodman descobre que consegue entender o que Pikachu fala e os dois passam a trabalhar juntos para resolver mistérios. Já no filme, o Detetive Pikachu se apresenta como maior esperança de Tim (Smith) para encontrar seu pai, um policial lendário, que está desaparecido. Mas mesmo respeitando a premissa do game, a produção aproveita para preencher o filme com muitos pokémons, inclusive com easter eggs da série animada japonesa, e situar a trama no mesmo mundo da franquia. Aí é que entra Mewtwo, o principal pokémon do primeiro “Pokémon – O Filme”, lançado em 1998, e que voltou à ativa no mais recente longa animado da franquia. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Fotos de Agents of SHIELD revelam o novo personagem de Clark Gregg
A Marvel divulgou as novas fotos de personagens de “Agents of SHIELD”, confirmando que o elenco central da 6ª temporada é o mesmo da temporada passada. As imagens destacam a permanência de Clark Gregg no elenco, após o Agente Coulson ser visto aguardando sua morte natural ao final do ano anterior. Entretanto, ele volta com um papel diferente, identificado pelo nome de Sarge (abreviatura de “sargento”). Nos vídeos já divulgados, essa “reencarnação” aparenta ser um vilão, que diz nunca ter ouvido falar da SHIELD. Quem também continua firme é Iain De Caestecker, após seu personagem, o agente Fitz, também ter morrido no último episódio exibido. E ele não mudou de personagem. A explicação é um paradoxo temporal – reflexo de uma linha narrativa com viagens no tempo. É complicado, mas, quando Fitz morreu, outra versão dele ainda estava viva. É preciso lembrar que ele se submeteu a um processo criogênico para se congelar e acordar no futuro pós-apocalíptico para onde os demais agentes da SHIELD foram transportados. Ao chegar lá, ele ajudou seus colegas a derrotar os invasores krees e voltar ao presente, onde trabalharam para mudar os eventos que levaram àquele futuro terrível. Mas isso lhe custou a vida. Entretanto, esta viagem no tempo criou um paradoxo, porque quando Fitz chegou do futuro, outra versão dele ainda estava congelada no presente, esperando para ser acordada após a destruição da Terra. Só que a SHIELD impediu a destruição do planeta, alterando completamente o tempo em que ele despertaria. Como a linha temporal foi alterada e sua missão criogênica deixou de ser necessária, Fitz será acordado no presente para descobrir como tudo mudou – e que ele salvou o mundo e morreu. Complicado? Imagine quando ele descobrir que o novato Deke (Jeff Ward) é seu neto do futuro. Isto é “Agents of SHIELD”. Os episódios do sexto ano vão estrear em 10 de maio nos Estados Unidos e a série já se encontra renovada para a 7ª temporada. No Brasil, “Agents of SHIELD” é exibida pelo canal pago Sony.












