Nasce uma Estrela: Musical com Lady Gaga ganha primeiro trailer legendado
A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado do remake de “Nasce uma Estrela” estrelado por Lady Gaga (série “American Horror Story”) e Bradley Cooper (“Sniper Americano”). A prévia chama atenção por apresentar o ator, de cara, como “o diretor Bradley Cooper”, apesar de sua filmografia anterior como cineasta ser igual à soma do vazio ao vácuo. É o primeiro trabalho do astro atrás das câmeras e ele parece ter realmente se orgulhado do resultado. Além disso, também domina as cenas, aparecendo e até cantando muito mais que a parceira – e isto que se trata de um musical. Cooper vive um astro country que mergulha no alcoolismo, conforme a carreira entra em decadência. Antes de chegar ao fundo do poço, ele descobre e se apaixona por uma jovem cantora, que ajuda a lançar ao estrelato. Mas o sucesso dela logo acaba lhe ofuscando. Este é a quarta vez que esta história é levada às telas e quase teve Beyoncé como protagonista feminina. Seria curioso ver uma guinada hip-hop na trama, especialmente considerando a história da vida real de Beyoncé com o rapper Jay-Z. Mas a configuração final acabou aproximando o trabalho da versão mais recente, filmada em 1976 com Kris Kristofferson e Barbra Streisand como cantores de country rock. De todo modo, vale lembrar que nas versões iniciais, de 1937 e 1954, os bastidores do relacionamento dos protagonistas envolviam a indústria cinematográfica. O roteiro é de Will Fetters, conhecido por adaptações dos livros “Um Homem de Sorte” (2012) e “O Melhor de Mim” (2014), ambos do escritor Nicholas Sparks. E uma das curiosidades que circularam durante a produção é que Lady Gaga queria ser identificada no filme por seu nome real, Stefani Germanotta – ao contrário de quando participou da série “American Horror Story” e inclusive venceu um Globo de Ouro. O vídeo da Warner, porém, a chama de Lady Gaga. A estreia está marcada para 11 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Oscar Isaac caça criminoso de guerra nazista no trailer de Operation Finale
A MGM divulgou quatro fotos e o primeiro trailer de “Operation Finale”, thriller de época que recria a caça a Adolf Eichmann, um principais criminosos nazistas foragidos após o fim da 2ª Guerra Mundial. Descrito por seus produtores como uma mistura de “Argo” (2012) e “Munique” (2005), o filme acompanha um time de espiões israelenses em busca do idealizador do Holocausto, que após a queda do nazismo buscou se esconder na Argentina, onde permaneceu com uma nova identidade durante vários anos até ser descoberto pelo Mossad. Filmado na própria Argentina pelo diretor Chris Weitz (“A Saga Crepúsculo: Lua Nova”), o filme traz Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) como Peter Malkin, o líder da operação de captura, e Ben Kingsley (“Homem de Ferro 2”) como Eichmann. O elenco também inclui a francesa Mélanie Laurent (“Truque de Mestre”), Nick Kroll (série “The League”), Joe Alwyn (“A Longa Caminhada de Billy Lynn”), Haley Lu Richardson (“Fragmentado”), Greta Scacchi (série “The Terror”) e o israelense Lior Raz (“Maria Madalena”). A estreia está marcada para 14 de setembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
The Old Man and the Gun: Último filme da carreira de Robert Redford ganha trailer
A Fox Searchlight divulgou o pôster, duas fotos e o trailer de “The Old Man and the Gun”, último filme estrelado por Robert Redford, que anunciou sua aposentadoria após este papel. O ator de 81 anos considerou a produção perfeita para encerrar sua filmografia, mas continuará ativo no desenvolvimento de projetos do Sundance Institute e do Festival de Sundance, que ele criou nos anos 1970, e eventuais trabalhos de direção. Com direção e roteiro de David Lowery, que dirigiu Redford recentemente em “Meu Amigo, o Dragão” (2016), o longa-metragem conta a história real de Forrest Tucker, famoso assaltante de bancos americanos que fugiu da prisão aos 70 anos de idade e cometeu uma série de assaltos que desafiaram a polícia. O elenco ainda conta com Sissy Spacek (série “Bloodline”), Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”), Danny Glover (“2012”), Tika Sumpter (“Policial em Apuros”), Elizabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”) e o músico Tom Waits (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”). “The Old Man and the Gun” chega aos cinemas americanos em 28 de setembro e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Leave No Trace: Veja trailer do novo drama indie da diretora de Inverno da Alma com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes
A Bleekler Street divulgou o pôster, 21 fotos e o trailer de “Leave No Trace”, novo drama indie da cineasta Debra Granik, que volta à ficção oito anos após causar frisson com o premiado “Inverno da Alma” – o longa que lançou ao estrelato a então adolescente Jennifer Lawrence. Consistente, Granik fez apenas três filmes de ficção na carreira e todos foram premiadíssimos e extremamente elogiados pela crítica especializada. “Leave No Trace” venceu o Festival de Cinema Independente de Boston e o Heartland Film, nos Estados Unidos, e tem 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Assim como os demais, o longa se passa no interiorzão americano. Um pai e sua filha adolescente vivem uma existência pacífica em um vasto parque urbano em Portland, no Oregon, quando são detidos por invasão pelas autoridades. Eles são colocados num programa de habitação popular, mas não conseguem se adaptar. O ator Ben Foster (“A Qualquer Custo”) vive o pai e Thomasin McKenzie (“O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”) interpreta a filha, e a performance da jovem está sendo comparada ao desempenho que rendeu a Jennifer Lawrence sua primeira indicação ao Oscar. O elenco de apoio ainda inclui Dale Dickey e Isaiah Stone (que participaram de “Inverno da Alma”), Jeff Kober (série “Sons of Anarchy”), Dana Millican e Ayanna Berkshire (ambas da série “Grimm”). A estreia está marcada para 29 de junho nos Estados Unidos, em circuito limitado, e não há previsão de lançamento no Brasil.
Jerry Maren (1920 – 2018)
Morreu o ator Jerry Maren, que era o último “munchkin” ainda vivo do clássico “O Mágico de Oz”, de 1939. A causa da morte é desconhecida, mas ele sofria de demência. Tinha 98 anos e faleceu há uma semana em uma casa de repouso em San Diego, apesar de só agora a notícia vir a público. Nascido em 24 de janeiro de 1920, Maren virou ator ao embarcar num ônibus de Nova York lotado de anões, que tentariam a sorte em Hollywood, no extremo oposto do país. Os produtores da MGM queriam juntar o maior número já visto de anões num único filme. Mas a viagem cansativa acabou compensando, pois ele foi aprovado no teste e acabou imortalizado como um munchkin em “O Mágico do Oz”, um dos maiores clássicos do cinema. Os munchkins eram os anões que Dorothy encontrava ao chegar no reino mágico de Oz. O papel acabou sendo o mais marcante da carreira de Maren, mas ele fez cerca de 70 outros, em filmes como “Os Irmãos Marx no Circo” (1939), “Quando os Homens São Homens” (1945), “Superman e os Homens-Toupeira” (1951), “O Planeta dos Macacos” (1968), “A Casa do Espanto” (1985) e a série “Seinfeld”, nos anos 1990. Em 1990, ele ainda participou de “Sonhos de Oz”, cinebiografia de L. Frank Baum, o escritor que criou “O Mágico de Oz”, voltando a viver um munchkin. E em 2009 foi um dos destaques da festa dos 70 anos de “O Mágico de Oz”, organizada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos.
Netflix renova 13 Reasons Why para sua 3ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série “13 Reasons Why” para sua 3ª temporada, prevista para 2019. O anúncio foi feito com a divulgação de um vídeo, que pode ser visto abaixo. A renovação vem três semanas após a estreia da 2ª temporada, entrada nas consequências do suicídio da estudante Hannah Baker (Katherine Langford) e no julgamento da escola Liberty High, acusada de negligência pelos pais da garota. Produzida pela cantora Selena Gomez (“Spring Breakers”) e o cineasta Tom McCarthy (“Spotlight – Segredos Revelados”), “13 Reasons Why” foi originalmente concebida como uma série limitada pelo roteirista Brian Yorkey, que adaptou o livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher. Mas fez tanto sucesso que inspirou o próprio escritor incentivou os produtores a continuarem a história, após o livro ser inteiramente resumido na temporada inaugural. A série rapidamente se tornou uma das mais populares e controvertidas atrações do serviço de streaming, mas, por outro lado, jamais seria exibida na TV americana. Como parâmetro, basta ver o destino de “Heathers”, uma sátira de humor negro que lida com assassinatos de bullys do colegial, que foi descartada após ter toda sua temporada inaugural produzida. Depois de mostrar suicídio e agressão sexual na 1ª temporada, a série foi além nos episódios mais recentes, ao mostrar um estupro violento e chegar à beira de um massacre na fictícia Liberty High School, evocando eventos que estão atualmente nos noticiários americanos. Isto levou uma das associações conservadoras de maior capacidade de pressão do país, a Parents Television Council, a engajar-se numa campanha para tirar “13 Reasons Why” do ar. Apesar das cenas fortes, os espectadores seguiram assistindo à série. De acordo com dados da Nielsen, o episódio de estreia da 2ª temporada foi visto por 6 milhões de espectadores americanos nos primeiros três dias de seu lançamento. Nesse mesmo período, os 13 episódios da nova temporada foram vistos, em média, por 2,6 milhões de pessoas nos Estados Unidos. O detalhe é que a Nielsen só mede audiência de quem assiste a Netflix pela TV, deixando de fora o consumo das séries por computador e aparelhos móveis. A decisão da Netflix de renovar “13 Reasons Why” reforça a linha de ação da Netflix, que mais uma vez demonstra preferir atender ao público que a grupos de pressão, como já tinha feito anteriormente com a renovação da série brasileira “O Mecanismo”.
Conheça mais sobre o documentário esportivo Minas do Futebol
Em clima de Copa do Mundo, o documentário “Minas do Futebol” consegue explorar um lado diferente do futebol. Lançado em agosto de 2017, é um documentário bem diferente de todo o conteúdo já produzido no Brasil sobre futebol feminino. Nele, o diretor Yugo Hattori aborda a história do time feminino sub-13 do Centro Olímpico, que conseguiu ganhar o título da Copa Moleque Travesso de 2016, uma competição disputada somente por equipes masculinas, incluindo os times de grandes clubes como São Paulo e Corinthians. O que levou esse grupo de jogadoras a participar do torneio masculino foi a falta de uma competição organizada e exclusiva para o futebol feminino nessa faixa etária. A partir de então, a equipe sub-13 do Centro Olímpico venceu inúmeros desafios e o preconceito até chegar na final, contra o time do São Paulo, a qual elas venceram e, consequentemente, entraram para a história da modalidade no Brasil. A ideia que originou o documentário Minas do Futebol Em uma entrevista sobre o Minas do Futebol, Yugo Hattori declarou que a ideia de produzir esse documentário surgiu da vontade de mostrar ao sobrinho de seis anos que o futebol também é um esporte para mulheres. Segundo Yugo, ele chegou a procurar outros materiais que divulgassem o futebol feminino de forma positiva, mas apesar de encontrar conteúdos de qualidade, todos eles possuíam um viés mais negativo, com foco nas dificuldades e adversidades vividas nesse meio. Indo em contrapartida a essa tendência, Yugo Hattori decidiu que gostaria de criar um material que trouxesse esperança e otimismo em relação ao futebol feminino no país. Nesse momento, ele se lembrou da história da equipe sub-13 do Centro Olímpico, a qual ele havia lido meses antes e achado interessante. Logo em seguida, ao contar sobre a sua ideia para os responsáveis pela supervisão do futebol feminino do Centro Olímpico, Yugo teve total apoio para levar o projeto adiante e começar a desenvolver o documentário. No segundo semestre de 2017, após ser editado e finalizado, o Minas do Futebol foi lançado oficialmente no Youtube e em outras mídias sociais, uma escolha do diretor para que o documentário tivesse um alcance maior e mais duradouro. Não por coincidência, o lançamento ocorreu em um momento no qual o futebol feminino e as suas jogadoras tem conquistado mais voz e espaço na mídia. Nós últimos meses, a própria CBF (Confederação Brasileira de Futebol) também vem adotando medidas de incentivo à modalidade, como a exigência de que, para participar da Copa Libertadores a partir de 2019, os clubes precisam manter uma equipe feminina. Impactos positivos do documentário Com o propósito de mostrar uma faceta pouco explorada do futebol feminino, a do sucesso e da realização pessoal, o Minas do Futebol funciona como um ótimo exemplo de como essa modalidade tem o potencial de conquistar objetivos que poderiam parecer inalcançáveis. Para as meninas e jovens adolescentes do Brasil, o documentário funciona como um grande incentivo à essa atividade, pois demonstra que com determinação e esforço, tudo é possível. Ao mostrar a rotina de treinos e a história das jogadoras do sub-13 do Centro Olímpico com um olhar de otimismo e confiança, o documentário conseguiu romper com vários estereótipos enraizados entre os brasileiros acerca do futebol feminino, e ainda chamar a atenção para o futuro do esporte no país.
Trailer legendado do primeiro longa animado do Homem-Aranha é divertidíssimo e surpreendente
A Sony divulgou o pôster e o novo trailer, em versões legendada e dublada, do primeiro longa animado do Homem-Aranha, “Homem-Aranha no Aranhaverso” (“Spider-Man: Into the Spider-Verse”, no original). A prévia tenta explicar que a trama se passa num universo alternativo, que os fãs dos quadrinhos conhecem como o antigo universo Ultimate, onde Peter Parker não é o único Homem-Aranha. Em seguida, passa a destacar a origem de Miles Morales, o Homem-Aranha mais jovem, negro e latino da Marvel, que aprende seus primeiros passos como super-herói com o pior professor possível, o próprio Homem-Aranha, bem mais velho que nas versões recentes do cinema. O tom é divertidíssimo, na mesma pegada de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, ainda que sem a presença do hilário Ganke Lee, o nerd coreano que é o melhor amigo de Miles no colégio, porque ele foi transformado em Ned Leeds no filme citado. Outro detalhe: algumas imagens parecem pintura, lindamente desenhadas, o que é raridade numa obra criada por computação gráfica. O vídeo ainda encerra com uma surpresa totalmente inesperada, mas que justifica o título de “Aranhaverso”: a aparição de Gwen Stacy como Gwen-Aranha. Nos quadrinhos, ela é de outro universo paralelo, onde Peter Parker morreu. Assim, o filme promete apresentar não apenas Miles, mas outra personagem que já foi “Mulher-Aranha” nos quadrinhos. Se isso soa confuso para quem viu Gwen Stacy morrer no filme “O Espetacular Homem-Aranha 2”, saiba que os leitores da Marvel também consideram essa profusão de universos paralelos uma bagunça. Tanto que a editora tentou consertar com sua versão de “Crise nas Infinitas Terras”, chamada “Guerras Secretas”, que apenas serviu para encerrar o universo Ultimate, sem resolver os paradoxos criados pela inclusão de Miles Morales – e Gwen-Aranha – na continuidade dos quadrinhos originais. Afinal, Miles originalmente foi criado pela Marvel para suprir a morte de Peter Parker na linha Ultimate. Seus criadores, Brian Michael Bendis e Sara Pichelli, lançaram-no nos quadrinhos em 2011 dizendo que se inspiraram no presidente Barack Obama e no ator Donald Glover (série “Atlanta”) – que, por sinal, está no filme “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Mas quando a editora decidiu cancelar as publicações desse selo em 2015, Morales acabou incorporado ao universo oficial da Marvel, onde Peter Parker continuava vivo. Desde o ano passado, Morales também faz parte da série animada “Ultimate Homem-Aranha”, dublado por – ele mesmo – Donald Glover. No longa animado, porém, ele é dublado por Shameik Moore (série “The Get Down”). Já Peter Parker tem a voz de Jake Johnson (série “New Girl”), enquanto Gwen Stacy é dublada por Hailee Steinfeld (“Quase 18”). O elenco vocal ainda inclui Lily Tomlin (série “Grace and Frankie”) como a Tia May, Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) como Jefferson Davis, o pai de Miles, Mahershala Ali (“Moonlight”) como Aaron Davis/Gatuno, tio de Miles, e Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como o Rei do Crime. “Homem-Aranha no Aranhaverso” tem roteiro e produção da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”). A direção está a cargo de Peter Ramsey (“A Origem dos Guardiões”) e Bob Persichetti, que estreia na função – após ser o principal animador de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). A estreia está marcada para 20 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Documentário sobre Henfil vence o Festival Cine PE 2018
O documentário “Henfil”, sobre o cartunista, jornalista e escritor mineiro que marcou os anos 1970 com a criação do Fradim, venceu duplamente o festival Cine PE 2018, escolhido pelo júri oficial e pelo público como o Melhor Filme em longa-metragem da programação do evento, encerrado na noite de terça (5/6). O filme também rendeu troféus de direção e roteiro, ambos de Angela Zoé (“Meu Nome é Jacque”), que resgatou a intimidade de Henfil, morto em 1988, ao ser contaminado com HIV numa transfusão de sangue. A cineasta teve acesso à filmagens em Super 8 do acervo pessoal do célebre cartunista e resgatou seus desenhos críticos ao regime militar, nas charges publicadas no semanário “O Pasquim” em plena ditadura. Mas foi “Os Príncipes”, de Luiz Rosemberg Filho (“Guerra do Paraguay”), que conquistou o maior número de prêmios, recebendo seis Calungas de Prata, o troféu do Cine PE, incluindo os de Melhor Atriz, Ator e Ator Coadjuvante, respectivamente para Patrícia Niedermeier, Igor Cotrim e Tonico Pereira. O falso documentário “Vidas Cinzas”, de Leonardo Martinelli, ganhou o prêmio de melhor curta nacional no Cine PE. Já a mostra competitiva de curtas Pernambucanos premiou “Uma Balada para Rocky Lane”, dirigido por Djalma Galindo. O documentário “Marias”, de Yasmin Dias, e as animações “Insone”, de Débora Pinto e Breno Guerreiro, e “Plantae”, de Guilherme Gehr, receberam Menção Honrosa do júri do festival. Confira abaixo a lista completa de premiados. Vencedores do festival Cine PE 2018 MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS Melhor Filme – “Henfil” Melhor Direção – Angela Zoé (“Henfil”) Melhor Roteiro – Angela Zoé e Gabriela Javier (“Henfil”) Melhor Fotografia – Alisson Prodlik (“Os Príncipes”) Melhor Montagem – João Rodrigues e Indira Rodrigues (“Henfil”) Melhor edição de som – Marcito Vianna (“Os Príncipes”) Melhor Trilha Sonora – Gustavo Jobim (“Os Príncipes”) Melhor Direção de Arte – Letycia Rossi (“Dias Vazios”) Melhor Ator Coadjuvante – Tonico Pereira (“Os Príncipes”) Melhor Atriz Coadjuvante – Carla Ribas (“Dias Vazios”) Melhor Ator – Igor Cotrim (“Os Príncipes”) e Arthur Ávila (“Dias Vazios”) Melhor Atriz – Patrícia Niedermeier (“Os Príncipes”) MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS NACIONAIS Melhor Filme – “Vidas Cinzas” Melhor Direção – Klaus Hastenreiter (“Não Falo com Estranhos”) Melhor Roteiro – Rubens Passaro (“Universo Preto Paralelo”) Melhor Fotografia – Ivanildo Machado (“Sob o Delírio de Agosto) Melhor Montagem – Pedro de Aquino (“Vidas Cinzas”) Melhor Edição de Som – Rafael Vieira (“Abismo”) Melhor Trilha Sonora – Alexsandra Stréliski e Ludovico Einaudi (“Plantae”) Melhor Direção de Arte – Rachel Oleksy (“Teodora Quer Dançar”) Melhor Ator – Jurandir de Oliveira (“Abismo”) Melhor Atriz – Mariana Badan (“Teodora quer Dançar”) Menções Honrosas – “Marias”, “Plantae” e “Insone” MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS PERNAMBUCANOS Melhor Filme – “Uma Balada para Rocky Lane” Melhor Direção – Diego Melo (“Seja Feliz”) Melhor Roteiro – Fabio Ock (“Seja Feliz”) Melhor Fotografia – Henrique Spencer (“Frequências”) Melhor Montagem – Marcos Buccini (“O Consertador de Coisa Miúdas”) Melhor Edição de Som – Adalberto Oliveira (“Frequências”) Melhor Trilha Sonora – Neilton Carvalho (“O Consertador de Coisas Miúdas”) Melhor Direção de Arte – Lia Letícia (“Frequências”) Melhor Ator – Heraldo Carvalho (“Edney”) Melhor Atriz – Roberta Mharciana (“Cara de Rato”) PRÊMIO DA CRÍTICA Melhor Longa-Metragem – “Christabel” Melhor Curta Nacional – “Abismo” Melhor Curta Pernambuco – “Seja Feliz” PRÊMIO CANAL BRASIL Melhor Curta: “Universo Preto Paralelo” (SP)
Freeform surpreende e anuncia cancelamento de Shadowhunters com especial para encerrar a série
O canal americano Freeform anunciou o fim da série “Shadowhunters”, que será encerrada com a exibição de mais dois episódios especiais, projetados para encerrar a trama. A decisão foi tomada após a exibição da primeira metade da 3ª temporada, encerrada na metade de maio. Assim, ainda restam 10 episódios inéditos na agora última temporada, que deveriam ser apresentados a partir de agosto, levando a história até o quinto livro da franquia “Os Instrumentos Mortais” de Cassanda Clare. Mas o Freeform decidiu adiar essa exibição para 2019, visando acompanhar os dois episódios recém-encomendados, que adaptarão o sexto e último romance da coleção, com o objetivo de apresentar numa transposição completa das obras da escritora. “Estamos muito orgulhosos de ‘Shadowhunters’, uma série que abriu novos caminhos nas produções fantásticas e se tornou favorita dos fãs”, disse o canal em um comunicado. “No entanto, junto com nossos parceiros do estúdio Constantin, chegamos à difícil decisão de não renovar o show para uma 4ª temporada. Mas como grandes apoiadores e fãs, a Freeform insistiu e defendeu a filmagem de um final especial de duas partes, que dará aos fãs devotos um final adequado. Os 12 episódios vão ao ar na primavera de 2019. Queremos agradecer aos nossos talentosos criadores, produtores, elenco e equipe junto com nossos colegas da Constantin por seu trabalho duro e dedicação e a Cassie Clare por sua incrível série de livros. Estamos ansiosos para o capítulo final deste drama inovador”, concluiu o texto. A série vinha perdendo público e foi vista na atual temporada por uma média de 398 mil telespectadores ao vivo. Isto representa uma queda de 40% da audiência em relação à temporada anterior, vista por 648 mil. Os números, porém, ainda eram maiores que os de “The Bold Type” e “Famous in Love”, renovadas para novas temporadas. O chefe de programação do canal, Karey Burke, veio a público dizer que a razão do cancelamento foi “puramente econômica” e que os executivos estavam “muito felizes criativamente” com o programa, que inaugurou o canal em 2016, marcando a transformação do antigo ABC Family no atual Freeform. Burke explicou que a decisão de cancelar a série aconteceu quando a Netflix não renovou seu contrato de exibição. Assim, o estúdio alemão Constantin Film, que produz “Shadowhunters”, pediu à Freeform para aumentar seu investimento na produção, que seria o único modo de equilibrar as finanças para continuar a série. “Nós negociamos com eles, mas no final não conseguimos fazer a parte financeira funcionar”, disse Burke, lembrando que a atração era uma das mais caras de sua programação. Entretanto, com a produção dos episódios extras, “Shadowhunters” não deixará seus fãs no vácuo, como aconteceu, por exemplo, com “Beyond” no mesmo canal. Esta consideração não impediu os fãs de ficarem decepcionados, a ponto de ensaiarem uma campanha de resgate, #SaveShadowhunters Os próprios atores da série manifestaram surpresa com a decisão. “Acabamos de descobrir também – e. acredite em mim, estamos tão chocados quanto vocês”, escreveu protagonista Katherine McNamara, intérprete de Clary Fairchild, no Twitter. Apesar disso, ela garantiu que os anjos, como chama os fãs, receberão um final digno para a série que tanto amam. “O amor que esse fandom tem pelo material de origem, a série, os artistas e um pelo outro é uma força a ser considerada como nada que eu tenha visto antes. Não importa o que aconteça daqui, eu lhes prometo isso. Pelo anjo, vamos fazer para vocês o final mais sólido, incrível e mágico que vocês podem imaginar”. Já Dominic Sheerwood, o Jace, preferiu repetir uma frase tão antiga que tem mais de 730 anos. “Todas as coisas boas chegam ao fim”, como escreveu Geoffrey Chaucer nos anos de 1380, sobre o final do romance trágico de Troilus e Cressida. Mas talvez ele acredite estar apenas repetindo o que todo o integrante de série cancelada costuma dizer em sua despedida. De resto, o ator elogiou os fãs. “Foi meu privilégio fazer parte deste mundo. A equipe de ‘Shadowhunters’ tem estado próxima do meu coração há 3 anos. Vocês. Os fãs. Nos fazem felizes, fortes e orgulhosos. Obrigado. Por tudo. Nós dizemos adeus com um coração pesado, mas com nossas cabeças erguidas. Amamos vocês. Para todo o sempre.” Veja as mensagens originais abaixo. Hail and farewell, Angels… ? #Shadowhuntersthefinalhunt @shadowhunterstv pic.twitter.com/ak8XLUxju4 — Katherine McNamara (@Kat_McNamara) June 5, 2018 All good things come to an end. It has been my privelidge to be a part of this world. @ShadowhuntersTV team have been so close to my heart for 3 years. You. The fans. Make us happy and strong and proud. Thank you. For everything. We say goodbye with a heavy heart but our heads… — Dominic Sherwood (@DomSherwood1) June 5, 2018
Jared Leto vai estrelar e produzir filme solo do Coringa
Jared Leto voltará a viver o Coringa em um filme solo do personagem, afirma a revista Variety. Fontes ouvidas pela publicação informaram que o ator negocia estrelar e produzir o primeiro filme do Palhaço do Crime, que deverá estender o universo compartilhado dos personagens de “Esquadrão Suicida”. Além deste filme, que ainda está em estágio embrionário, a Warner também desenvolve um longa focado na Arlequina, vivida por Margot Robbie. A falta de informações oficiais deixam no ar se projeto seria uma adaptação de “Aves de Rapina” (Birds of Prey), que reúne heroínas femininas da DC Comics, ou “Sereias de Gotham” (Gotham City Sirens), sobre as vilãs de Batman. Ambos os projetos tem sido mencionados por fontes das publicações sobre cinema dos Estados Unidos. Paralelamente, a Warner também está desenvolvendo um filme sobre a origem do Coringa, com Joaquin Phoenix no papel do vilão, sob a direção de Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”). Quando anunciou o projeto, o estúdio disse que ele não interferiria na continuidade do Coringa de Leto. O estúdio está atualmente em busca de um roteirista para o filme de Leto. Além disso, há conversas sobre um longa do Pistoleiro, estrelado por Will Smith. Vale lembrar que o único projeto confirmado até o momento é a continuação de “Esquadrão Suicida”, que entrará em produção em 2019 com direção de Gavin O’Connor (“O Contador”).
Atriz de Os Últimos Jedi deleta Instagram após ataques racistas de “fãs” de Star Wars
Vítima de bullying virtual intenso desde que apareceu em “Star Wars: Os Últimos Jedi”, a atriz Kelly Marie Tran apagou todas as publicações de seu Instagram. A intérprete de Rose Tico decidiu abandonar as redes sociais após a participação no filme torná-la alvo constante de ataques xenófobos e misóginos. Kelly Marie Tran foi a primeira mulher asiática em um papel de destaque na saga espacial, mas o que seria um marco da inclusão em Hollywood acabou se tornando inspiração para manifestações racistas, com autodenominados fãs de “Star Wars” afirmando que sua personagem precisava morrer, já que era uma “vagabunda burra”. A situação escalou a ponto de hackers reescreverem sua biografia num site dedicado à franquia com ofensas à ascendência vietnamita da atriz. Desconhecida até o lançamento de “Os Últimos Jedi”, a atriz foi convencida pelo elenco a criar uma conta no Instagram. “Pessoal, posso contar um segredo? Eu evitei entrar nas redes sociais por um longo tempo por puro medo. (…) Foi preciso um ano de muito trabalho e de amigos que me apoiaram para eu perceber que não me interessa se as pessoas gostam de mim ou não. Isso não muda minhas metas, meus sonhos e o que eu quero fazer com as oportunidades que me apareceram”, escreveu Kelly em uma publicação de outubro. Nesta terça-feira (5/6), em vez de novas postagens, sua página registra apenas o branco caucasiano da cor de fundo e uma descrição: “Com medo, mas fazendo mesmo assim”. Enquanto isso, Rian Johnson, diretor de “Os Últimos Jedi”, publicou um tuíte em que chama as pessoas que usam as redes sociais para fazer comentários de ódio de “uma minoria”. “Nas redes sociais, uma minoria de pessoas doentes conseguem projetar uma grande sombra no muro, mas nos últimos quatro anos conheci muitos fãs de ‘Star Wars’ de verdade. Nós gostamos e não gostamos das coisas, mas fazemos isso com humor, amor e respeito. Nós somos a vasta maioria, estamos nos divertindo e nos dando bem”, disse. A tal “minoria”, porém, não se dá bem com ninguém. Tran não foi a primeira atriz de “Star Wars” a abandonar mídias sociais devido ao abuso dos “fãs”. Daisy Ridley, que interpreta Rey, deletou sua conta em 2016 após sofrer uma enxurrada de ataques devido a um comentário sobre controle de armamento.
Netflix vai lançar série baseada nos hits da cantora Dolly Parton
A Netflix vai lançar uma série baseada nas canções da veterana estrela da música country Dolly Parton. O projeto será composto por oito episódios, cada um deles inspirado em um hit diferente da cantora. Ainda não tem título, a série terá produção da Warner Bros e da Dixie Pixie Productions, empresa de Dolly Parton. “Sempre contei histórias através da música”, disse Parton em comunicado. “Estou muito feliz por trazer à vida algumas das minhas músicas favoritas na Netflix. Esperamos que o nosso programa inspire e entretenha famílias e pessoas de todas as gerações, e quero agradecer aos bons amigos da Netflix e da Warner Bros. TV pelo incrível apoio.” Este não é o primeiro projeto do gênero realizado com as músicas da cantora. Em 2015 e 2016, a NBC fechou contrato similar para a produção de dois telefilmes natalinos baseados em seus hits. O primeiro, “Coat Of Many Colors”, foi visto por quase 16 milhões de telespectadores ao vivo. Além de servir de inspiração para os roteiristas, a cantora também aparecerá em alguns episódios da série da Netflix, mas não foi detalhado, até o momento, qual será seu papel diante das câmeras. Além da bem-sucedida no mercado musical, Dolly Parton também investiu na carreira de atriz, e teve bastante sucesso em “Como Eliminar Seu Chefe” (1980) ao lado de duas estrelas atuais da Netflix, Jane Fonda e Lily Tomlin, protagonistas da série de comédia “Grace and Frankie”.












