Trailer de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald gera polêmica, teorias e memes de fãs

 

Fãs de “Harry Potter” estão reclamando do primeiro trailer de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, por causa de um suposto furo na narrativa. A prévia mostra membros do Ministério da Magia se teleportando para Hogwarts.

No jargão criado pela escritora J.K. Rowling, teleportar se chama “aparatar” – talvez para não fazer confusão com a franquia “Star Trek” ou qualquer outra das trocentas referências que estabeleceram o teleporte no vocabulário popular. Mas o detalhe mais significativo dos livros da escritora é que apenas Dumbledore é capaz de… vá lá, aparatar em Hogwarts. O local é protegido contra este tipo de magia e só seu diretor sabe como entrar sem ser barrado.

Entretanto, o trailer do novo filme mostra um grupo inteiro “aparatando”. E isto deixou os fãs… disparatando.

As redes sociais se encheram de reclamações contra o equívoco. Será que o roteirista não leu os livros de “Harry Potter”? Sim, teve gente que esqueceu que o roteiro é da própria J.K. Rowling.

Justamente por conta disso deve haver uma explicação para a tal cena de “aparatação”. E os fãs tentam adivinhar qual é, desde a localização do grupo, que aparece, tecnicamente, fora da escola, até o fato de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” ser um prólogo, podendo se passar antes do bloqueio ser erguido.

Não precisou muito mais para esses questionamentos fritarem o cérebro dos fãs até escorrerem como meme. Veja abaixo alguns dos tuítes que questionam, brincam e tentam explicar a controvérsia.

“Vocês não podem aparatar dentro das terras de Hogwarts, quantas vezes eu preciso falar?”, Hermione Granger

Tentando entender como eles puderam aparatar em Hogwarts

Tudo bem, fãs de Potter, eu sei que vocês estão ‘Malucos online’, mas e se os eventos desse filme são a razão para não poder aparatar em Hogwarts?

“Feiticeiros e bruxas não podem aparatar ou desaparatar no território de Hogwarts, de acordo com o livro ‘Hogwarts: A History’, publicado em 1991. Isto significa que há um buraco de 64 anos não cobertos por estas regras, em torno do início do bloqueiro da apararatação”

Comente

Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna

Back to site top
Change privacy settings