Jesse Eisenberg vai viver o famoso mímico Marcel Marceau em filme de guerra
Conhecido por personagens verborrágicos, Jesse Eisenberg (“Batman vs. Superman”) vai viver em seu próximo filme o maior mímico de todos os tempos, Marcel Marceau. O detalhe é que a trama de “Resistance” vai se passar antes dele calar a boca. A trama, por sinal, vai explorar como o fato de falar bom inglês tornou Marcel Mangel, como ainda era chamado, um importante combatente na luta secreta da resistência francesa contra o nazismo. Escrito e dirigido pelo venezuelano Jonathan Jakubowicz (“Punhos de Aço”), o filme acompanhará a trajetória de Marcel durante a 2ª Guerra Mundial, quando serviu de ligação entre a resistência e o exército aliado e ajudou a resgatar milhares de crianças judias, com a ajuda de sua irmão e sua parceira Emma, papel de Haley Bennett (“Sete Homens e um Destino”), ao mesmo tempo em que perdeu o pai no holocausto. O elenco também inclui o alemão Matthias Schweighoefer (“Operação Valquíria”) como o terrível comandante nazista Klaus Barbie, também conhecido como o Açougueiro de Lyon, pelas táticas de tortura utilizadas contra os rebeldes na França. As gravações de “Resistance” estão previstas para o segundo semestre.
Danny Boyle aceita dirigir o próximo filme de 007… mas só se puder assinar o roteiro
A MGM começou a correr contra o tempo para anunciar o próximo diretor da franquia James Bond. Sam Mendes, que dirigiu os dois últimos filmes, “007 – Operação Skyfall” e “007 Contra Spectre”, já anunciou que não volta. E após ouvir “agora não” de Dennis Villeneuve (“Blade Runner 2049”) e Christopher Nolan (“Dunkirk”), a revista Variety afirmou que o estúdio resolveu apostar em Danny Boyle, vencedor do Oscar 2009 por “Quem Quer Ser um Milionário?”. A especulação ganhou novos detalhes no site Deadline. Ao confirmar que o cineasta sempre mostrou interesse em dirigir o espião mais famoso do cinema, surgiu a notícia de que ele estava desenvolvendo uma trama para uma franquia de espionagem que pretendia lançar mais adiante. Pois essa história pode agora ser revisitada no próximo 007. De acordo com o Deadline, Boyle chamou seu parceiro John Hodge, com quem trabalhou em “Trainspotting – Sem Limites”, para adaptar sua história num roteiro alternativo para o 25º filme do espião James Bond. Assim, o estúdio precisará decidir se aprova esta história “original” para contratar Boyle ou retoma as buscas por outro cineasta, uma vez que ele teria condicionado assumir a direção apenas se puder dirigir seu próprio argumento. Um detalhe importante é que, ainda segundo o Deadline, após ouvir a premissa do cineasta, a MGM teria dado sinal verde e dois meses para a criação do roteiro. Isto significa que a definição só deverá acontecer no final de abril. Vale lembrar que a MGM já tem um roteiro pronto da dupla Neal Purvis e Robert Wade, que escreve para a saga 007 desde “O Mundo Não É o Bastante”, lançado em 1999. Caso feche com Boyle, a produção marcará um reencontro do diretor com o ator Daniel Craig. Responsável pela abertura das Olimpíadas de Londres, Boyle comandou Craig numa cena de paraquedismo em que ele viveu justamente 007 nos jogos olímpicos. Ainda sem título, o próximo 007 deve chegar aos cinemas no dia 8 de novembro de 2019.
Isabelle Huppert será madrasta malvada em sátira erótica de Branca de Neve
A atriz francesa Isabelle Huppert, indicada ao Oscar 2017 por “Elle”, vai viver uma madrasta malvada em “Pure as Snow”, uma sátira erótica contemporânea da célebre fábula encantada da Branca de Neve. O filme será dirigido pela cineasta Anne Fontaine (“Coco Antes de Chanel”) e trará Lou de Laâge (“Respire”) como a jovem protagonista. As duas trabalharam juntas no elogiado filme “Agnus Dei” (2016) – 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A trama vai girar em torno de Claire, uma bela garota que trabalha no hotel do pai, gerido por sua temível madrasta chamada Maud. Mesmo sem querer, a menina provoca ciúmes em Maud, após o novo namorado dela se encantar pela jovem. A vilã decide dar um fim em Claire, que encontra refúgio em uma fazenda com sete belos príncipes. “Anne Fontaine modernizou este conto e deu um tom erótico, refinado e leve para o projeto. Ela também retrata suas personagens femininas de uma forma empoderada e estimulante”, declarou a co-produtora do estúdio Gaumont, Cecile Gaget, ao anunciar o projeto. As filmagens começam em abril, mas ainda não há previsão para o lançamento.
Academia divulga lista dos artistas que cantarão no Oscar 2018
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou nesta sexta-feira (23/1) a lista de artistas que irão cantar durante a cerimônia do Oscar 2018. A lista inclui Mary J. Blige, Common, Andra Day, Natalia LaFourcade, Miguel, Keala Settle, Sufjan Stevens e o ator Gael García Bernal. Bernal, LaFourcade e Miguel vão cantar “Remember Me”, da animação “Viva: A Vida é uma festa”. Mary J. Blige interpretará “Mighty River”, do filme “Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi” (sic). Common e Andra Day cantarão “Stand Up for Something”, do filme “Marshall”. Keala Settle entoará “This Is Me”, do musical “O Rei do Show”. E Sufjan Stevens defenderá “Mystery of Love”, do filme “Me Chame Pelo Seu Nome”. As cinco músicas disputam o Oscar de Melhor Canção Original. Da lista de artistas confirmados, apenas o rapper Common já venceu a estatueta – pelo filme “Selma”, em 2015. Com apresentação do comediante Jimmy Kimmel, a cerimônia do Oscar 2018 acontece em 4 março no Dolby Theater, em Los Angeles, e será exibida no Brasil pelos canais Globo e TNT.
Netflix fecha contrato para produção de quatro filmes dos irmãos Duplass
Os irmãos Jay e Mark Duplass, diretores-roteiristas de diversas comédias indies e criadores da série “Room 104”, da HBO, fecharam um contrato com a Netflix para desenvolver quatro filmes. Em comunicado, os irmãos se pronunciaram sobre o contrato. “Acontece que quando você faz filmes para a Netflix, milhões de pessoas do mundo todo os assistem, o que não é algo ruim para um diretor independente. Pela forma como a Netflix continua a crescer e desenvolver novas maneiras de alcançar os espectadores, nós não poderíamos estar mais entusiasmados com nossa parceria.” O primeiro projeto é um longa sobre a amizade de dois homens de meia idade, vividos por Mark Duplass e Ray Romano (série “Everybody Loves Raymond”), que deve chegar na plataforma ainda em 2018. Detalhes das outras produções ainda não foram revelados. A contratação reforça a iniciativa da Netflix de virar um estúdio de cinema, que desenvolve seus próprios projetos desde o início em parceria com produtores contratados, em vez de uma distribuidora de filmes prontos, adquiridos em festivais. Sintoma disso, o total de filmes adquiridos pela plataforma durante o último Festival de Sundance foi: zero. Apenas um mês depois do evento, a Netflix comprou os direitos de uma animação exibida no evento.
Mudo: Sci-fi do diretor de Warcraft vira produção pior avaliada da história da Netflix
A sci-fi “Mudo” (Mute), mais uma aposta do gênero feita pela Netflix, foi destruída pela crítica norte-americana. Dirigido por Duncan Jones (“Warcraft”), o longa está sendo considerada pior que “Bright”. Na verdade, muitíssimo pior, com apenas 4% de avaliação positiva na média do site Rotten Tomatoes. Trata-se da menor taxa de aprovação de uma produção original da plataforma de streaming. O detalhe é que o nível desce ainda mais quando apenas os chamados “top critics”, dos grandes jornais e revistas, são considerados. Aí, a aprovação cai para redondos 0% no Rotten Tomatoes. Um horror, no pior sentido. “Mudo” se passa no futuro próximo, daqui a 40 anos em Berlim, onde o personagem de Alexander Skarsgård (“A Lenda de Tarzan”), um bartender mudo e ex-amish, procura sua namorada que desapareceu, e nessa jornada acaba se envolvendo com cirurgiões americanos bastante excêntricos. Além de dirigir, Jones escreveu a trama em parceria com Michael Robert Johnson (do igualmente péssimo “Pompéia), e o elenco ainda inclui Paul Rudd (“Homem-Formiga”) de bigode e Justin Theroux (série “The Leftovers”) quase irreconhecível de peruca loira. Veja abaixo o que a crítica está maldizendo sobre o filme, disponibilizado nesta sexta (23/2) na plataforma de streaming. “Os primeiros trailers fizeram o filme parecer um neon-noir que misturava ‘Blade Runner’ e ‘O Quinto Elemento’. Mas, infelizmente, é apenas outro lixo sem frescor numa embalagem reluzente” – Chris Nashawaty, revista Entertainment Weekly “‘Mute’ é uma lição objetiva sobre a necessidade de auto-edição em ficção narrativa. Ao tentar fazer de tudo, o filme acaba sem dize quase nada” – Andy Crump, site The Playlist. “Skarsgård simplesmente ocupa espaço na tela. Se atuar fosse como fazer música, ele é barulho, uma série de sons apenas vagamente relacionados” – Charles Bramesco, jornald The Guardian. “Me pergunto o que Jones está tentando dizer com ‘Mudo’? Não se poderia imaginar que este filme genérico excessivamente congestionado de elementos provenha da mesma mente do elegante e minimalista de ‘Lunar’, que fez um uso muito melhor de tudo que não disse” – Peter Debruge, revista Variety. “Duncan Jones criou a história anos atrás. No entanto, conforme ela cresce e assume temas mais emocionais, ele não encontra o equilíbrio correto entre o sentimental e o insensível” – Kevin Crust, jornal Los Angeles Times. “Com sua chegada na Netflix neste fim de semana, seria recomendável que o serviço de streaming adicionasse mais uma categoria: ‘Caso você literalmente não tenha mais nada para assistir’” – The Wrap, do site TheWrap.
Academia da Televisão divulga novo código de ética com tolerância zero para assédio
A Academia da Televisão dos Estados Unidos, responsável pelos prêmios Emmy, divulgou um novo código de ética e conduta profissional para todos os seus membros, criado após escândalos de assédio que abalaram Hollywood. Assinado pelo presidente da organização, Hayma Washington, o documento declara “tolerância zero por discriminação ou assédio, assim como condutas ilegais, desonestas ou antiéticas”. “A academia não irá tolerar, perdoar ou ignorar condutas antiéticas e está comprometida em reforçar essas normas em todos os níveis. Não há espaço para pessoas que abusam do seu status, poder ou influência, de modo a violar valores reconhecidos de decência”, continua o documento. No texto, a organização explica que “membros e não membros são encorajados a denunciar suspeitas de violação do código”. E avisa: “O desobedecimento das normas pode resultar em medidas disciplinares, incluindo ter a entrada recusada ou ser expulso de eventos e a suspensão ou banimento de membros.” A iniciativa tem conteúdo mais duro que a de outros grupos de Hollywood, como o Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (o PGA) e a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pelo Oscar. Assim como esses dois grupos, a organização televisiva também expulsou Harvey Weinsten, produtor acusado de assédio, abuso e estupro por dezenas de mulheres.
Donald Trump repete 1999 e culpa filmes e games por massacre em nova escola dos EUA
O presidente dos Estados Unidos Donald Trump fez uma viagem sigilosa nesta semana. Ele visitou o massacre da escola de Columbine, em 20 de abril de 1999. E o que aprendeu com esse uso governamental da máquina do tempo secreta foi a desculpa dada na época para as mortes sem sentido de crianças por um colega armado. A culpa foi de “Matrix”. De Hollywood e da indústria de games violentos. De volta a 2018, ele repetiu o que aprendeu de seu passeio pelo passado. 19 anos depois, a culpa pelo massacre de Parkland, na Flórida, em que um ex-estudante fuzilou 17 crianças, foi de “Matrix”. Ops, do filme que estiver em cartaz neste momento. De Hollywood e da indústria de games violentos. “Eu estou ouvindo cada vez mais, de algumas pessoas, que games estão muito violentos, e isso afeta a cabeça das crianças”, disse o presidente à CNN. “E, além dos games, os filmes também”. Esta foi sua resposta ao clamor popular por maior controle na venda de armas nos Estados Unidos. Dizendo que ia ser o presidente que faria algo à respeito da violência crescente que tem causado tantas vítimas nas escolas do país, ele encontrou seu alvo. “Nós precisamos criar um sistema de censura e classificação indicativa [diferente do que está em vigência nos EUA]. Hoje em dia, crianças podem assistir a filmes violentos e sangrentos, desde que eles não tenham sexo. Isso está errado”, declarou ainda. Controle de venda de armas? Não, Trump quer aumentar a quantidade de armas disponíveis para impedir os massacres. Outra de suas propostas visionárias é armar professores. Assim, em vez de massacres cometidos por um único estudante, a ideia é incentivar tiroteios entre várias pessoas numa escola repleta de crianças. A culpa é realmente de Hollywood, por ter feito tantos filmes que glamourizaram o Velho Oeste. E da TV. Por ter transformado Trump num astro de reality show, que agora confunde a realidade com filme violento. Enquanto isso, no país tropical em que a violência supostamente é tão arraigada que levou outro presidente a decidir por intervenção militar em seu principal cartão postal, parlamentares elaboram mudanças na lei para permitir aumentar o arsenal disponível nas ruas. Não é preciso usar a máquina do tempo de Trump para ver o resultado. Quando der errado, já se sabe quem levará a culpa. A única vantagem dessa máquina agora seria acelerar para as eleições de 2018 e mudar logo – e completamente – todo esse jogo político, viciado e previsível. O mais violento de todos.
Jared Leto entra na yakuza em trailer de filme da Netflix
A Netflix divulgou o trailer e o pôster do filme “The Outsider”, estrelado pelo ator Jared Leto (“Blade Runner 2049”) em meio a um elenco de maioria japonesa. E é curioso reparar que até a Netflix segue a mania dos “tradutores” nacionais de transformar títulos específicos em nomes genéricos para o lançamento no Brasil – aqui, o filme virou “Dívida Perigosa”. Um detalhe que costuma ser ignorado pelo próprio serviço de streaming, ao disponibilizar seu acervo. O longa se passa no Japão após a 2ª Guerra Mundial, quando um soldado americano deixa a prisão com a ajuda de seu colega de cela que faz parte da Yakuza. Livre, ele se propõe a ganhar o respeito da máfia japonesa e a pagar sua dívida transitando no perigoso mundo do crime oriental. O elenco inclui Tadanobu Asano (o Hogun da trilogia “Thor”), Kippei Shîna (“Shinobi – A Batalha”), Shioli Kutsuna (“Oh, Lucy!”), Rory Cochrane (“Aliança do Crime”) e Emile Hirsch (“O Grande Herói”) Para completar a miscelânea cultural, “The Outsider” tem direção do dinamarquês Martin Zandvliet, que ficou conhecido quando seu terceiro longa, “Terra de Minas”, foi indicado ao Oscar 2016. A estreia está marcada para 9 de março.
Minissérie de Bryan Cranston baseada no Perigoso Livro para Garotos ganha primeiro trailer
A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Dangerous Book For Boys”, série infantil com temática dramática de superação. A atração é baseada no best-seller “O Perigoso Livro para Garotos” dos irmãos Conn e Hal Iggulden, originalmente um guia prático sobre atividades ao ar livre para meninos, que foi transformado num drama familiar sobre a importância da imaginação fértil das crianças. A trama gira em torno das dificuldades de uma mãe para lidar com a morte do marido e criar seus três filhos que, desde a perda do paí, mergulharam em videogames e celulares, ignorando o mundo. A solução se encontra num livro escrito a mão e repleto de colagens, feito pelo pai dos meninos, que serve de guia para aventuras ao ar livre que ele pretendia compartilhar com eles. Por meio desse livro, o filho mais novo volta a ver o pai e, ao embarcar na diversão, acessa a imaginação necessária para se reconectar com o mundo real. Curiosamente, a Disney tentou transformar o livro dos irmãos Iggulden num filme em 2007, mas o projeto nunca saiu do papel. Assim, o ator Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) conseguiu os direitos em 2014 com o objetivo de fazer uma série. Com seis episódios, “O Perigoso Livro para Garotos” virou um minissérie criada por Cranston e o cineasta Greg Mottola (“Superbad” e “Férias Frustradas de Verão”). O elenco liderado pelo jovem Gabriel Bateman (“Quando as Luzes se Apagam”) ainda inclui Chris Diamantopoulos (“Os Três Patetas”) como o pai, Erinn Hayes (série “Childrens Hospital”) como a mãe, Drew Powell (a versão mirim de Weller na série “Blindspot”) e Kyan Zielinski (do vindouro terror “They Reach”) como os irmãos. “The Dangerous Book for Boys” estreia na plataforma de streaming no dia 30 de março.
Carey Mulligan investiga assassinato no trailer legendado da minissérie Collateral
A Netflix divulgou a versão legendada do trailer de “Collateral”, minissérie britânica que combina investigação policial e temática social, estrelada pela atriz Carey Mulligan (“O Grande Gatsby”). A trama acompanha a detetive Kipe Glaspie (Mulligan), que investiga o assassinato de um entregador de pizzas muçulmano, em busca dos motivos por trás do crime. Um detalhe: o crime foi cometido em frente a casa da ex-mulher de um político influente. A mulher é vivida por Billie Piper e o político por John Simm (que trabalharam em épocas diferentes na série “Doctor Who”). A série foi escrita por David Hare (“O Leitor” e “Negação”) e coproduzida pela rede pública britânica BBC. A estreia no Brasil vai acontecer em 9 de março pelo serviço de streaming, quatro dias após o último episódio ir ao ar no Reino Unido.
Juiz Marcelo Bretas dá consultoria para a continuação de Polícia Federal: A Lei É para Todos
A continuação do filme “Polícia Federal: A Lei É para Todos” terá consultoria do juiz Marcelo Bretas, responsável pela Operação Lava-Jato no Rio de Janeiro. O juiz se reuniu na quarta (21/2) com o produtor do longa, Tomislav Blazic. “Estamos preparando o roteiro para a continuação do filme e conversei com ele sobre o [ex-governador Sergio] Cabral e o [empresário] Jacob Barata”, disse Blazic, de acordo com a a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo Segundo o produtor, esse foi o primeiro de alguns encontros que terá com o juiz. “Precisamos ver quantos serão necessários para construirmos o roteiro. Também já marcamos com o Ministério Público Federal”, diz. A filmagem está marcada para começar em junho. A trama irá começar no ponto em que o primeiro filme terminou, logo após a condução coercitiva de Lula, abrangendo até um pouco depois da delação dos irmãos Wesley e Joesley Batista, da JBS. Alguns dos atores principais do primeiro filme, como Flávia Alessandra, Marcelo Serrado, Antonio Calloni e Ary Fontoura voltarão a repetir seus papéis na sequência. Além disso, o diretor Marcelo Antunez está fazendo testes para os papéis de Eduardo Cunha, Sérgio Cabral e justamente do juíz Marcelo Bretas. A previsão de estreia nos cinemas é para o final de 2018 ou começo de 2019.
Silicon Valley: Trailer e pôster da 5ª temporada preparam o mundo para “o futuro” da internet
A HBO divulgou o pôster e um novo trailer da 5ª temporada de “Silicon Valley”, que, apesar de ter perdido o ator T.J. Miller, aumentou o número de funcionários da empresa dos protagonistas, como mostra a prévia. Mas apesar dessa aparente prosperidade nos negócios, ninguém ainda sabe direito o que Richard (Thomas Middleditch) está inventando – e que ele chama de “nova internet”. Apesar disso, a concorrência está preocupada. Criada por Mike Judge (o pai de “Beavis and Butt-head”), a série é ambientada no Vale do Silício, região na Califórnia que reúne empresas de tecnologia como Apple e Google, e acompanha um grupo de amigos que tenta emplacar sua própria empresa de informática. A 5ª temporada estreia no dia 25 de março, tanto nos EUA quanto no Brasil.











